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Cobrança do volta no consumo dentro do restaurante
Pelo que tenho lido, a facturação do volta das embalagens em que o consumo é dentro do restaurante é indevido. No macdonalds mesmo escolhendo o consumo no restaurante, cobram. Das duas uma, ou colocam máquinas de recolha à porta do macdonalds ou têm de ter outro mecanismo de devolução do valor cobrado senão pagamos o volta e eles é que recebem pois o lixo fica lá.
Revisão não realizada e custos indevidos após compra de motociclo usado
Exmos. Senhores, Em maio de 2026 adquiri um motociclo usado Honda com cerca de 47.000 km, na Motoboxe - Porto. Foi-me assegurado pelo vendedor que a revisão oficial apropriada para essa quilometragem estaria feita antes da entrega, algo que aceitei com base nessa garantia. Poucos dias depois de levantar o veículo, reparei que o pneu traseiro estava visivelmente desgastado. Contactei o vendedor e o proprietário e, após conversa, ficou combinado suportarmos o custo do novo pneu em partes iguais, sem pagamento de mão-de-obra. No entanto, acabaram por me faturar a calibração e a taxa ambiental, o que considero injusto. Durante a montagem alegaram ainda desgaste das pastilhas de travão (dianteiras e traseiras), despesas que tive de assumir com um desconto de 20%, mas que considero inaceitáveis numa situação em que supostamente o motociclo teria passado por uma revisão completa. O mais grave foi ter constatado, poucos dias depois, que o depósito do líquido de refrigeração do motor estava totalmente vazio, indicando de forma clara que a prometida revisão não foi realizada. Fiquei alarmado por ter conduzido o veículo sem os fluidos obrigatórios, correndo risco de avaria grave e até acidente. Entreguei novamente o motociclo na oficina e exigi a realização imediata e sem custos da revisão profunda, tal como tinha ficado acordado à data da compra e coberto pela garantia existente. Até ao momento, a resposta por parte da Motoboxe tem sido extremamente insatisfatória, uma vez que estão a recusar-se a cumprir os compromissos assumidos, sem custos extra para mim, como seria de esperar. Considero esta situação absolutamente inaceitável e sinto-me desiludido com todo o processo. Cumprimentos.
Renaut Auto-Cambota (Odivelas)
Exmos Senhores, Desde 27 de Maio de 2026 que espero um diagnóstico num problema do meu carro. Sr. Pedro, o responsável pela oficina, disse mais que 15 vezes (palavra de honra que não estou a exagerar), ao longo de 6 semanas que o reboque levaria o meu carro à oficina e que veriam o carro "no dia seguinte ou no final da semana" - foi sempre a resposta que me disseram - notem que o Sr. Pedro inicialmente prometeu que demoraria 1 semana. Demorou 4 semanas até enviarem um reboque para a oficina (o meu carro estava relativamente perto - junto a oficina Melo Falcão em Famões). Ainda hoje aguardo diagnóstico do meu carro. Para além de ser muito dificil contactar a oficina, pois atendem pouco o telefone, este chefe é um homem sem palavra, que me andou a empatar ao longo de mais de 1 mês. Se tinham dificuldades em dar-me resposta, teriam a obrigação de me informar logo de início para eu escolher outra oficina - isto tem-me dado um prejuízo de tempo de vida pessoal e profissional tremendo. Fui lá pessoalmente no dia 7 de Julho, falei com o Sr. Pedro novamente que me prometeu que até 6ª feira dia 10 me dariam o diagnóstico e que me ligaria de volta. Voltou a não cumprir a sua palavra.
Reparação não autorizada
No dia 4 de junho de 2026 desloquei-me à loja Decathlon para solicitar um orçamento de reparação da minha bicicleta. Foi-me apresentado um orçamento no valor de 173 €. Após analisar esse valor e compará-lo com o custo de aquisição de uma bicicleta nova, concluí que a reparação não era economicamente vantajosa. Embora me tenha sido informado que o prazo previsto para a reparação seria de cerca de duas semanas, no próprio dia, pelas 16h00, contactei telefonicamente a loja para cancelar a reparação. Durante essa chamada foi-me confirmado que o cancelamento era possível e foi-me dito que poderia levantar a bicicleta, uma vez que esta já não iria ser reparada. Contudo, na segunda-feira, dia 8 de junho de 2026, recebi um e-mail da Decathlon a informar que a bicicleta tinha sido reparada e que deveria proceder ao respetivo pagamento. Perante esta situação, contactei imediatamente a loja para informar que a reparação tinha sido cancelada no próprio dia em que foi entregue a bicicleta e antes do início dos trabalhos. Apesar desse contacto, até à presente data continuo sem qualquer resposta ou resolução por parte da Decathlon. Considero esta situação totalmente inaceitável. Cancelei a reparação dentro de poucas horas após a entrega da bicicleta, tendo recebido confirmação telefónica de que o cancelamento tinha sido aceite e de que poderia levantar a bicicleta sem que fosse efetuada qualquer intervenção. Ainda assim, a Decathlon decidiu avançar com uma reparação que já não estava autorizada, pretendendo agora cobrar um serviço que expressamente cancelei. Solicito que a Decathlon reconheça o erro cometido, anule a cobrança da reparação efetuada sem a minha autorização e disponibilize a bicicleta nas condições acordadas após o cancelamento, sem qualquer encargo para mim. Caso esta situação não seja resolvida de forma célere e amigável, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes para defesa dos meus direitos enquanto consumidor.
Encomenda não efetuada entregue à cobrança
Efetuei uma encomenda à cobrança de um par de sapatos online no site https://nenenver.com/?country=PT. Posteriormente, a empresa foi-me enviando por e-mail pretensas atualizações do estado do envio da encomenda e, nos últimos dias, avisando-me de que a encomenda estava prestes a chegar. Ontem, os CTT entregaram-me à cobrança (55 euros) uma encomenda que prontamente recebi e paguei, sem ter reparado no remetente da mesma, dado que estava à espera da entrega da encomenda acima referida. Quando abro a embalagem verifico que não contém o par de sapatos que encomendei, mas qualquer coisa como um casaco. Verifico de seguida que o remetente da encomenda é a "empresa" Integrity Supermarket que desconheço por completo e à qual não fiz qualquer encomenda, nem à cobrança, sei apenas que a encomenda foi entregue em CTT Express Madrid, Centro Operacional, Avenida da Europa, nº 9, Coslada, Cod. Postal 28821, Madrid. Deveria ser obrigatório os CTT revelarem a identidade do remetente para o trazerem à responsabilidade. Entretanto, consultando o Portal da Queixa na internet, verifico que recentemente abundam queixas de casos semelhantes ao meu. Não posso deixar de associar as duas encomendas -- a que me foi entregue e não fiz, com a dos sapatos, que ainda não me foi enviada -- como parte do mesmo esquema para me venderem algo que não pretendia comprar.
Reembolso não recebido
Exmos Srs, Até hoje, dia 10 de Julho, não recebi o devido reembolso de 6 artigos de uma encomenda da Modalfa. Fiz a devolução no dia 18 de Junho, através dos serviços dos CTT. Já passaram 15 dias úteis. Exijo o reembolso imediato de €87,14. A ausência de respostas e a dificuldade em comunicar directa e pessoalmente com a Modalfa não é aceitável. Considero esta situação toda uma falta de respeito pelos clientes. Enviei 2 reclamações via mail para Modalfa, e uma para Portal da Queixa. Recebi apenas um mail de resposta da Modalfa, no dia 1 de Julho de 2026: "Estamos a verificar a situação junto do departamento responsável, pelo que retomaremos o contacto assim que tivermos mais informações. Continuamos disponíveis para qualquer esclarecimento adicional. Muito obrigado. Serviço de Apoio ao Cliente MO". Perdi a confiança que tinha na marca Modalfa, da qual sou cliente há vários anos. Porque já fiz outras compras on-line, e devoluções, e NUNCA este incumprimento aconteceu. Exijo saber do porquê desta demora. E se houve algum problema com a devolução dos artigos agradecia, então, que me informassem de tal facto. Agradeço desde há a ajuda e intervenção da DecoProteste para resolução deste problema.
Má qualidade do serviço e publicidade enganosa na loja física
Exmos. Senhores, Junto em anexo a esta reclamação, submeto um documento em formato PDF com a denúncia formal detalhada relativa a graves infrações operacionais, riscos de segurança alimentar (HACCP) e práticas de publicidade enganosa sistemática verificadas na loja Pingo Doce de Carcavelos - Estação CP. Em suma, a denúncia detalha: A asfixia operacional da loja devido à grave falta de pessoal (apenas uma caixa tradicional aberta com filas superiores a 15 minutos e inexistência de caixas self-service); Infrações graves de higiene e segurança alimentar (HACCP), em que a gerência obriga uma única funcionária a assegurar, em simultâneo, o balcão da charcutaria e da cafetaria, gerando risco de contaminação cruzada e abandono das secções; Práticas comerciais abusivas e publicidade enganosa na cafetaria, com rutura propositada de stock de produtos em promoção ("Pão de Deus") e proibição de substituição equivalente por parte da gerência; Falhas técnicas recorrentes na pesagem de frescos e falta de formação dos operadores no registo do cartão de cliente. Solicito o apoio da DECO PROteste na mediação deste conflito junto do Grupo Jerónimo Martins, exigindo uma auditoria e reestruturação urgente da gerência desta loja. O texto completo e formalizado encontra-se devidamente assinado no documento PDF em anexo. Cumprimentos, David Peixinho
Promoção enganadora
EXMOS SENHORES, hoje foi a uma loja iStore para poder beneficiar de uma promoção, atualmente em vigor, na troca de qualquer iPhone 13 o iPhone 17 ficaria por 699€. Após varias simulações no site, com os dois níveis de condições da estrutura/revestimento o valor de retoma não alterava. Na loja foi recusada a retoma do iPhone pelo equipamento estar ligeiramente danificado exteriormente.
Reclamação
Hoje recebi a entrega de uma máquina de lavar adquirida na Castro Electrónica e a experiência foi extremamente dececionante. Tenho plena consciência de que não contratei o serviço de entrega no interior da habitação nem o serviço de instalação. Em nenhum momento solicitei qualquer serviço que não tivesse pago. O que pedi, com toda a educação, foi apenas um gesto de bom senso e consideração: que a transportadora desse a volta ao prédio e deixasse a máquina em frente à porta da minha garagem, na parte traseira do edifício, para que eu pudesse movimentar o equipamento com maior segurança. Não pedi que colocassem a máquina dentro de casa. Não pedi ajuda para a instalação. Pedi apenas que o camião percorresse alguns metros até à entrada da minha garagem. Expliquei ainda que estava completamente sozinha e que se tratava de um equipamento muito pesado, impossibilitando-me de o retirar da calçada sem ajuda. A colaboradora responsável pela entrega recusou-se de forma categórica e, pior do que isso, demonstrou uma postura extremamente rude, fria e desprovida da mínima empatia. Em nenhum momento procurou compreender a situação ou demonstrou qualquer disponibilidade para um pedido simples, que não implicava transportar o equipamento para o interior da habitação nem realizar qualquer serviço adicional. O equipamento foi simplesmente deixado na calçada, obrigando-me a resolver sozinha um problema que poderia ter sido evitado com um mínimo de boa vontade. O que mais me indigna não é apenas a recusa, mas a forma como fui tratada. Educação, respeito e cordialidade não deveriam depender do serviço contratado. São valores básicos no atendimento ao cliente. Gostaria também de dirigir uma reclamação formal à TTM Entregas (Total Media Entregas). A postura da colaboradora transmite a sensação de que existe uma grave falha na preparação das equipas para o contacto com o público. Independentemente das regras internas da empresa, os colaboradores deveriam receber formação para comunicar com educação, agir com empatia e procurar soluções razoáveis sempre que possível, sem colocar em causa os procedimentos da empresa. Um cliente não deve ser visto apenas como uma entrega a concluir, mas como uma pessoa que merece respeito. Pequenos gestos de consideração fazem toda a diferença na experiência de compra e contribuem para a imagem da empresa. No meu caso, sou uma mulher e consegui, com muita dificuldade, resolver a situação. No entanto, poderia tratar-se de uma pessoa idosa, de alguém com mobilidade reduzida, de uma grávida ou de qualquer cliente que, por razões físicas, simplesmente não tivesse condições de movimentar um eletrodoméstico desta dimensão. O meu pedido foi simples, razoável e perfeitamente exequível: apenas deslocar o camião até à parte traseira do prédio e deixar o equipamento em frente à minha garagem. Não solicitei qualquer serviço adicional, não pedi que a máquina fosse colocada dentro de casa nem que fosse instalada. Infelizmente, encontrei uma postura de total indiferença perante uma dificuldade evidente, acompanhada de uma atitude pouco educada e sem qualquer sensibilidade para com o cliente. Como cliente, sinto-me profundamente dececionada tanto com a Castro Electrónica como com a TTM Entregas. A experiência transmitiu-me a imagem de empresas que não valorizam a relação com os seus clientes nem promovem uma cultura de atendimento baseada no respeito, na educação e na empatia. Esta foi a minha primeira e última compra na Castro Electrónica. Da mesma forma, espero que a TTM Entregas reveja a formação e a orientação dada às suas equipas, para que situações como esta não voltem a acontecer. Espero que ambas as empresas analisem esta reclamação com a seriedade que merece e adotem medidas concretas para melhorar a qualidade do atendimento prestado aos seus clientes.
Reembolso não efetuado
Exmos. Senhores/as, Venho, pela presente reclamação, solicitar o reembolso da compra que realizei online, e devolvi em loja, há largos dias. Não há nenhuma justificação plausível para a demora do reembolso. Esta situação serve apenas para desmotivar a comprar novamente na vossa marca. Atenciosamente,
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