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Correção de nome de passageiro
Ao fazer uma reserva de voo numa agência online de viagens, enganei-me a preencher o nome de um dos passageiros trocando o 1º nome. Em vez que Fábio, escrevi Pedro (mas não tem Pedro no nome, foi um erro de distracção), contudo, todos os outros dados estão correctos, como o apelido, data de nascimento e numero de passaporte (solicitado pela agência online).Detectado o erro 24h depois da reserva, solicitei à agência a simples correcção, que seria facilmente verificada com os dados do passaporte. A agência informou-me que a TAP não autorizava a alteração e que deveria cancelar a viagem do passageiro e fazer uma nova reserva.Ou seja, posso cancelar uma reserva (que significa que tenho o poder de decidir que uma pessoa não fará o voo), mas eu não posso mudar um nome. Que diferença faria mesmo se fossem pessoas diferentes? O que isso mudaria? O lugar é o mesmo!!! Não consigo entender porque tenho que pagar outro bilhete se este não foi impresso, nenhuma comunicação foi feita para os países do destino ou sequer foi confirmado se o registo está correcto e a pessoa existe! É apenas um registo de computador e que não querem corrigir!Creio que a TAP está a agir de má fé tentando apenas obter mais dinheiro por um simples erro. Se um bilhete é pessoal e intransmissível como alegaram então devem, antes de emitir um bilhete ou reserva, certificar-se que a pessoa existe (se não até posso comprar um bilhete para o Sr. Rato Mickey, porque ninguém confirma). Se não pedem o passaporte ou outro documento como podem ter esse argumento? O facto de estar escrito algures que podem fazer isso é suficiente? Ninguém tem a capacidade de se questionar se faz sentido?Entendo que algumas pessoas possam tentar mudar a pessoa com quem vão viajar por vários motivos e que a TAP queira proteger todos os passageiros, mas têm que se certificar 1º quem são as pessoas, se elas existem e podem viajar!!! Mas se não confirmam os dados, não consigo entender! Até para efeitos de segurança do país. Podem estar a vender bilhetes a pessoas que não podem/devem sair do país…mas não sabem…porque não confirmaram com NENHUM dado pessoal!!! A TAP é a porta de saída de Portugal e estão a descurar a segurança do país, não confirmando com documentos legais!
Ligação fluvial Montijo-Cais Sodré-Montijo
As ligações entre Montijo e Cais Sodré estão constantemente afetadas por avarias de barcos provocando atrasos que não permitem cumprir os horários em vigor nesta travessia.Aos utentes não é permitido viajar sem passe ou bilhete válido mas a empresa pode suprimir carreiras, fazer carreiras com atraso, colocar barcos sem o mínimo de condições. E fá-lo sempre que quer.Nesta semana temos assistido à supressão de carreiras, a viagens em cacilheiro velho (S. Jorge), em atrasos constantes. Viagens de 25 minutos no máximo, estão agora a ser feitas em 45 minutos. O barco S. Jorge não tem quaisquer condições para navegabilidade numa travessia longa como esta, ontem foi bem exmplo da falta de segurança qeu existe. As cadeiras são de plástico sem qualquer almofada. Ao fim de 10 minutos já os utentes se mexem constantemente nas cadeiras tentando arranjar uma posição mais cómoda.É vergonhoso.
Coima CP
Hoje, dia 27 de fevereiro de 2018 estava na fila de bilheteira na estação de Santarém à cerca de 6/7 minutos a aguardar a minha vez para adquirir o meu título de transporte para o percurso Santarém-Vale de Figueira aquando da chegada do comboio n.º4423 às 17h. Por ter mesmo que viajar neste comboio resolvi entrar e tirar o bilhete junto do revisor como vejo tantas vezes outros passageiros fazerem. Depois de pedir ao revisor para me tirar o bilhete este recusou-se e avisou que me iria passar uma coima, mesmo depois de lhe explicar a situação e de ele, certamente, ter conhecimento da grande afluência às bilheteiras nesta altura do mês, afirmando que me recusei a pagar o valor do bilhete quando isso não representa a verdade (1.10€ com desconto jovem). Mesmo tendo insistido em pagar o bilhete, com o dinheiro na mão e o cartão de cidadão para obter o desconto o revisor retirou-me o CC e automaticamente passa-me uma coima no valor de 60€. Estando na altura acompanhada tenho testemunhas que podem comprovar esta desagradável situação. Sou estudante, bolseira e por sinal sou passageira frequente da CP tendo passe. Este mês por não se justificar, devido a ter cerca de uma semana e meia de aulas, não tirei passe e optei por comprar bilhetes sempre que foi necessário. Enquanto passageira frequente da CP, à alguns anos, nunca me deparei com uma situação destas, sentindo uma enorme desconsideração e desrespeito, tendo em conta a forma como fui tratada pelo revisor com nr.º de matrícula 9501727. Gostaria que revisem esta situação, reforçando mais uma vez a ideia de que nunca foi meu objetivo não pagar e que sempre estive disposta a pagar o valor do título de transporte, tendo sido multada injustamente.
Pedido de reembolso alteração de viagem por falecimento familiar 1.º grau
Em virtude do falecimento do meu sogro no dia 26 de março de 2016 e encontrando-me em transito de uma viagem Rio-LIS no dia 27 de março, consegui depois de muito esforço alterar o meu voo para a Terceira no mesmo dia, apenas horas antes, a fim de chegar ao funeral que foi realizado na mesma tarde.A falta de profissionalismo e sensibilidade dos funcionários que me enviavam de canto pra canto, exigindo inclusive uma certidão de óbito que nem se quer havia sido emitida, causou uma imensa angústia e sentimento de revolta. Depois de muito insistir e pedir, alteraram o voo, mas tive que pagar pelas alterações.Enviei um e-mail com toda a documentação (n.º do processo 56286) e até a presente data e depois de vários e-mails, não obtive nenhuma resposta.Estão quase a perfazer 2 anos.
Custos administrativos excessivos
No fim-de-semana de 17/18 Fevereiro, numa ida-e-volta de Lisboa à Covilhã em dias consecutivos utilizando a SCUT A23, foram cobrados custos administrativos correspondentes a 6 viagens em vez de 2.
Reserva de refeições Alfa-Pendular
Exmos. Srs.A compra online de bilhetes CP tem varias lacunas que induzem o cliente em erro (ex: bilhetes promo ida-volta) e invariavelmente beneficiam a entidade vendedora.Outro destes claros exemplos é a reserva de refeições.Aquando da compra de bilhetes (ver anexo) é dada a opção ao cliente de reservar uma refeição e de Adicionar a mesma ao total da compra, no entanto nunca é referido qual o valor da mesma, nem mesmo é feita uma actualização do custo do bilhete. Este processo e a ausência de um valor, leva o cliente a crer que se trata de um produto gratuito (em sistemas semelhantes, ex companhias aéreas, a informação é clara). Ou seja o cliente reserva um produto sem nunca lhe ser dito o custo do mesmo! Será oferta?! O voucher-refeição emitido com o bilhete (ver anexo) vem reforçar ainda mais esta ideia. Em primeiro lugar porque um Voucher é um crédito/oferta/documento que comprova o direito a um produto já pago e não por pagar. Alem disso, apesar de ser referido um 15% desconto e um pagamento a bordo, no recibo pode ler-se que o custo da refeição será de Total: 0.00Eur dos quais foram pagos Valor: 0.00Eur. Ou seja o cliente fica uma vez mais com a ideia de que neste caso a refeição terá um custo zero, já que em alternativa e para um serviço pago posteriormente, a informação deveria ser por exemplo Total: 5.00 Eur, Valor pago: 0.00 Eur!Só a bordo é que o cliente é informado do custo da refeição não podendo agora recusá-la, já que segundo os funcionários a mesma foi preparada de proposito para o cliente e tem que ser paga obrigatoriamente! Torna-se por isso urgente a correcção deste processo de venda!Gonçalo Graça
Reclamação - Multa indevida
No dia 29 de Janeiro de 2018 por volta das 17 horas fui multada por alegadamente não ter pago o bilhete de metro numa viagem desde a estação Universidade até à estação Pragal.Antes da viagem, desloquei-me até à bilheteira para proceder à compra do bilhete. Efectuei o pagamento (via multibanco) conforme planeado e, apesar de no momento não ter recebido um comprovativo de pagamento, não recebi qualquer tipo de informação de que o carregamento não tinha sido efectuado com sucesso. Acreditando que tinha o cartão devidamente carregado, passei-o no validador e desloquei-me para um lugar.Durante a viagem apareceu o fiscal que, ao tentar verificar o meu bilhete, me alertou que o mesmo não estava devidamente carregado, acusando-me de não o ter pago.Surpresa, tentei explicar o que tinha acontecido sem perceber o que é que tinha falhado. O senhor, mostrou-se completamente indiferente perante a minha tentativa de explicar o sucedido, passou-me a multa e retirou-me o cartão pelo qual eu tinha pago, impossibilitando qualquer tentativa de perceber se o problema estava no cartão ou não.Ao sair no meu destino (estação do Pragal), dirigi-me a uma caixa multibanco e verifiquei que, de facto, o preço do bilhete (0,85€) me tinha sido debitado da conta e retirei o talão com os movimentos da conta. Com a prova na mão, desloquei-me ao posto do Metro Transportes do Sul e expliquei a situação. Fui informada que é frequente ocorrer este tipo de falhas quando o carregamento do cartão é feito via multibanco e alertada para confirmar sempre o talão.Apesar de ter provado à pessoa que me atendeu no posto que realmente tinha pago o bilhete, não foi feito qualquer esforço para resolver a situação.Gostava de saber se o Metro Transportes do Sul assume responsabilidades sobre este tipo de ocorrências, uma vez que para além de ter pago o bilhete do transporte, fui incorrectamente acusada de não o ter pago, paguei uma multa de 60,00€ e cheguei atrasada a um compromisso académico importante.Acho lamentável ter sido tão prejudicada pela falta de competência do Metro Transportes do Sul e por isso mesmo vou apresentar queixa em todos os canais em que o puder fazer para tentar impedir que esta empresa (propositadamente ou não) faça mais lucro ao custo deste tipo de incidentes e à custa de passageiros que pagam os seus devidos bilhetes.
Problema com título de viagem
Comprei um bilhete de autocarro de Leiria para Coimbra (Ida e Volta), pela aplicação da empresa, procedendo ao pagamento do mesmo. Nunca recebi os mesmos. Sendo esta a segunda ocorrência, decido proceder à reclamação por escrito, na ânsia de me serem cedidos todos os meus direitos enquanto cliente prejudicado.Já é a segunda vez que isto sucede, da primeira, enviei e-mail para o referenciado no site deles ao qual não obtive resposta (referindo que são as instruções que me deram na bilheteira), telefonei (imensas vezes até ser finalmente ser atendido), prometeram enviar-me um bilhete para uma data à minha escolha para uma viagem com o mesmo destino ou o inverso, o que nunca foi feito por parte deles.Por esse motivo me recuso a voltar a reclamar para o fraco sistema de apoio ao cliente de que dispõem, pois ter perdido o meu tempo e o meu dinheiro para que eles me solucionassem o problema e compensarem-me pelo transtorno resultou tudo em zero.Para agravar, simplesmente perdi a viagem para Coimbra, onde iria decorrer uma das cadeiras da minha pós-graduação, influenciando desta forma o meu enriquecimento quer pessoal quer profissional.
falta de recibo electronico
Desde o dia 6 de Janeiro tenho vindo a solicitar o recibo electronico da minha viagem bem como da bagagem extra. No site da TAP só consigo o recibo electronico da viagem, mas eu quero o recibo do total que paguei (148,94 EUROS).Já liguei para o numero de reclamações e só dizem para solicitar o recibo para 3 endereços de email diferentes: arquivo.geral.tps@tap.pt, fatura@flytap.com, recibos@flytap.com, estes até agora ainda não me responderam.
Problema com transportes
Venho por este meio expor uma situação que entendo, nos dias que correm, ser absolutamente inaceitável.A minha mãe, residente em Odiaxere, tentou por mais de uma vez nas últimas semanas comprar bilhete para Lisboa nos escritórios de Lagos, sendo recorrentemente — e incorrectamente — informada que não há qualquer horário desta carreira com paragem em Odiaxere.Ora esta paragem está prevista no site da RNE mas, para confirmar, e apenas porque no posto de venda de Lagos insistiam não ser possível, resolvi ligar na passada semana para a linha de apoio, tendo confirmado através da mesma que de facto essa paragem se faz em vários horários.Informei a minha mãe disso mesmo e qual não é o meu espanto quando ela me informa no sábado dia 6 de Janeiro que se deslocou novamente a Lagos propositadamente para comprar o bilhete para as 6:20 de segunda-feira dia 8 de Janeiro e mais uma vez é informada que não é possível comprar um bilhete com paragem em Odiaxere.Perante isto, liguei mais uma vez para a linha de apoio — segunda chamada paga que faço — e, mais uma vez, me confirmaram que o que foi transmitido à minha mãe não corresponde à verdade, havendo paragem em Odiaxere em pelo menos 3 horários. Não só existe essa possibilidade como foi possível emitir os bilhetes de ida e volta sem qualquer problema.Portanto, o problema real parece residir no atendimento em Lagos, que se faz de forma desinformada e descuidada a vários utilizadores, inclusive pessoas doentes que devido a esta grave falha se deslocam propositadamente a Lagos para apanhar um transporte pelo qual poderiam comodamente esperar junto às suas casas, em Odiaxere.A minha mãe conseguiu comprar o bilhete via telefone, pagou com dados atribuídos via sms, recebeu um comprovativo para mostrar ao condutor no telemóvel (procedimento confirmado via atendimento telefónico) mas eis quando senão, no dia da viagem o condutor só a muito custo deixou a minha mãe entrar no autocarro e levou-a até Albufeira sob a condição de...levantar um bilhete???? O site da RNE diz que após o procedimento de compra de bilhetes acima descrito A ENTRADA NO AUTOCARRO FAZ-SE DIRECTAMENTE...https://www.rede-expressos.pt/Gostaria de saber quais as medidas que a RNE pretende tomar no sentido de evitar estes sucessivos enganos, perdas de tempo e sobrecusto aos utilizadores.Atentamente,David Carvalho
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