Reclamações públicas
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FUNCIONÁRIA ROYAL
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à atuação da secretária da Escola de Condução Royal, de nome Beatriz. Ao longo do meu contacto com a referida colaboradora, verifiquei comportamentos que considero graves e incompatíveis com a ética profissional exigida nesta função. Em particular, destaco a alegada transmissão de informações confidenciais dos alunos a terceiros, situação que compromete a privacidade e a confiança que devem existir entre a instituição e os seus formandos. Adicionalmente, a referida colaboradora demonstra falta de empatia no atendimento ao público, bem como ausência de aptidões adequadas para o exercício da função que desempenha, refletindo-se num atendimento pouco profissional e desrespeitoso. Considero que estas situações prejudicam a imagem da escola e afetam negativamente a experiência dos alunos, pelo que solicito que esta reclamação seja devidamente analisada e que sejam tomadas as medidas que considerem adequadas. Fico a aguardar uma resposta e esclarecimento sobre os procedimentos que serão adotados.
Débito indevido
Caro/a utilizador/a Foi submetido o seguinte pedido de contacto: Email: eunice_segurado@hotmail.com Tema: Empresa não responde à sua reclamação Pergunta: Reclamar Reclamações Sobre SIBS - Débito indevido Eunice Segurado apresentou a reclamação 16 de janeiro 2026 Eu venho por este meio reportar um incidente numa caixa multibanco exterior nas antigas instalações do banco Millennium localizada na praceta da independência em Setúbal em que no dia 18 Dezembro por volta das 15H18 tentei fazer um levantamento no valor de 20€ em que não houve reação da máquina! nada resolvido!apesar de queixa à minha entidade bancária montepio para sibs sibs em que não assume erro inclusive fiz reclamação portal da Queixa! Livro reclamações!montepio/bdp) e até hoje ninguém me devolve o que me foi retirado! Com os melhores cumprimentos,
Resumo da Reclamacao – Servico Hertz 24/7
O servico Hertz 24/7 apresentou falha grave de atendimento, com demora excessiva (c. 31 minutos) numa linha de apoio que se anuncia como critica/emergencia e funciona 24/7. Durante esse periodo, o veiculo ficou imobilizado, sem possibilidade de circulacao, devido a bloqueio do sistema, sem alternativa funcional de apoio ao cliente. O atraso na devolucao do veiculo nao resultou de utilizacao indevida, mas exclusivamente da demora no atendimento da Hertz 24/7, situacao documentada por registos de chamadas. O proprio atendente da Hertz 24/7 autorizou verbalmente a entrega com cerca de 30 minutos de atraso, reconhecendo que o atraso foi causado pela falha do servico. Essa autorizacao nao foi refletida na faturacao. Apesar de alegarem "escalacao interna", nao foi identificado qualquer responsavel hierarquico, nem apresentados elementos objetivos ou provas de que essa analise tenha ocorrido, configurando falsa ou nao comprovada escalacao interna. Houve recusa injustificada em rever a fatura, mesmo apos envio de provas que demonstram a reducao efetiva do tempo de aluguer e a inexistencia de culpa do cliente. Verifica-se falta de transparencia, profissionalismo e resistencia no atendimento, nomeadamente por parte da colaboradora Debora Bras, que manteve uma posicao rigida, sem esclarecimento tecnico adequado nem encaminhamento para instancias superiores. Trata-se de um servico faturado por hora, pelo que a cobranca de tempo adicional sem utilizacao efetiva do veiculo e causada por falha do prestador configura cobranca indevida. A situacao representa ainda um risco de seguranca, pois o cliente ficou imobilizado sem apoio eficaz, o que, noutro contexto (local isolado ou via rapida), poderia ter consequencias graves. Pedido final: Revisao da faturacao com anulacao da taxa de atraso, reconhecimento da falha do servico Hertz 24/7 e atuacao adequada ao nivel de qualidade e defesa do consumidor.
ébitos/cobranças indevidas — Fitness UP — sem contrato/adesão
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação contra a Fitness UP por cobranças indevidas efetuadas na minha conta bancária, associadas à vossa entidade, sem que exista qualquer contrato, autorização, adesão ou consentimento da minha parte. Débitos identificados: 17,50 € em 09/01/2026 22,70 € em 09/01/2026 17,60 € em 23/01/2026 Total: 57,80 € Esclareço que nunca celebrei contrato com a Fitness UP, nunca autorizei débitos diretos, nem subscrevi qualquer serviço/plano que legitime estas cobranças. Pretendo a resolução imediata através de: Devolução integral do montante de 57,80 €. Cancelamento imediato de qualquer registo/adesão/contrato eventualmente aberto em meu nome, com confirmação por escrito de que não existirão cobranças futuras. Esclarecimento formal sobre a origem dos débitos, incluindo: identificação do clube/estabelecimento onde a alegada adesão foi registada, data e forma de adesão, e envio de cópia do contrato e do mandato/autorização SEPA que a Fitness UP alegue existir. Já tentei contacto prévio com a empresa (email e chamadas) sem resposta/solução até ao momento. Aguardo resposta e regularização urgente. Com os melhores cumprimentos,
Fornecimento de produto não conforme e recusa de reembolso
Exmos senhores, venho por este meio apresentar reclamação contra [nome da empresa / nome comercial], relativa ao fornecimento de um produto não conforme e à posterior recusa de reembolso, apesar de este ter sido previamente aceite pela própria empresa. No dia 20 de dezembro de 2025, encomendei um buquê de rosas de cetim, pelo valor de 35€, tendo efetuado o pagamento integral no dia 21 de dezembro de 2025, conforme solicitado pela empresa. A encomenda foi entregue no dia 28 de dezembro de 2025. No entanto, o produto recebido não correspondia ao produto acordado, uma vez que, em vez de rosas de cetim, me foi entregue um buquê composto por rosas artificiais cobertas por glitter, material e acabamento claramente diferentes do contratado. Após contactar a empresa para reportar a situação, fui informada pela responsável (CEO) de que não teria sido ela a produzir o buquê e foi-me confirmada a aceitação do reembolso do valor pago. De boa-fé, aguardei durante cerca de um mês que o reembolso fosse efetuado. Contudo, passado esse período, a empresa passou a negar a responsabilidade, alegando que o buquê entregue não corresponderia ao que foi por eles enviado, atribuindo a situação a uma funcionária, versão que contradiz comunicações anteriores e que considero manifestamente falsa, sendo facilmente demonstrável através das mensagens trocadas e das provas em minha posse. Neste momento, a empresa recusa-se a proceder ao reembolso, apesar de: O produto entregue não ser conforme com o contratado Ter sido reconhecida inicialmente a falha Ter sido aceite expressamente a devolução do valor Considero que esta situação configura uma violação dos direitos do consumidor, nomeadamente no que respeita ao fornecimento de bens conformes e ao incumprimento de um acordo de reembolso. Solicito, assim, o apoio da DECO para a resolução deste conflito, no sentido de ser efetuado o reembolso integral do valor pago (35€) e de serem tomadas as diligências que entendam adequadas. Coloco-me à disposição para fornecer todas as provas necessárias, incluindo comprovativos de pagamento, fotografias do produto recebido e comunicações trocadas com a empresa. Com os melhores cumprimentos, Gilson Monteiro 938005032
DUA
Venho por este meio mostrar o meu desagrado. Comprei um carro dia 11 dezembro de 2025. Desde o dia 6 de janeiro de 2026, que tenho contactado a vendedora Teresa Carvalho relativamente ao Documento Único Automóvel, uma vez que a declaração aduaneira tinha validade até 25 de janeiro. Foi-me dito que a situação seria verificada junto da secretaria, mas até à data de 14 janeiro não obtive qualquer resposta, apesar dos vários emails enviados. Perante a ausência de informação, contactei a Linha do Automóvel Online, onde fui informado de que não existe qualquer registo iniciado associado à matrícula, o que demonstra que, passados mais de um mês, o processo nem sequer foi iniciado. Fui a concessionaria em que foi me dito pela responsável de vendas Patrícia Villas-Boas que estavam em contacto com a financeira, e que no dia a seguir me dava informações de como estaria o processo. Só dia 19 janeiro é que recebi uma chamada por parte do Gestor de Negócios, José André, em que me foi transmitido que existiu um erro por parte da financeira Cetelem relativamente a um dos documentos. Foi ainda referido que, nos dias 22 ou 23, alguém da concessionaria se deslocaria pessoalmente à financeira, em Lisboa, para levantar a documentação, seguindo posteriormente o processo para a Casa da Moeda. Solicitei que já que foi um erro por parte da financeira, que assumissem a mensalidade do mês de fevereiro e/ou a taxa de urgência, uma vez que se trata de um carro de trabalho (TDVE) e que sem documentos não consigo trabalhar, e tenho prejuízos, de realçar que a mensalidade de janeiro já foi paga. Foi me informado que como se encontra no prazo de 60 dias para concluir o processo, que não podiam assumir nem a mensalidade nem a taxa de urgência, no entanto, esta justificação não me parece razoável, pois, caso decidam apenas iniciar o processo no penúltimo dia desse prazo, eu ficaria impedido de trabalhar durante cerca de um mês ou mais, apesar de, formalmente, se encontrarem “dentro do prazo”. Hoje dia 29 janeiro recebi uma chamada por parte da vendedora Teresa Carvalho a dizer que os documentos já tinham vindo da financeira, e que nesse seguimento, colocaram a questão sobre a submissão do pedido com taxa de urgência ou pelas vias normais. Pelas vias normais, não existe qualquer previsão de prazo, o que prolongaria ainda mais a minha situação de inatividade profissional, e pela via da taxa de urgência demoraria 2 semanas a vir, como me encontro sem trabalhar desde o dia 26 janeiro, e continuarei sem trabalhar, irei optar pela taxa de urgência. No entanto, sem estar a trabalhar, não tenho qualquer fonte de rendimento que me permita suportar os encargos associados a uma empresa (Segurança Social, mensalidade do carro, seguros, entre outros), e se o procedimento tivesse sido realizado de forma adequada, não teria agora que pagar a taxa de urgência, devido a um erro que foi da financeira. Encontro-me profundamente desiludido e insatisfeito com toda esta situação, que me tem causado sérios prejuízos pessoais e financeiros. Estou sem trabalhar, sem qualquer fonte de rendimento, e continuo a suportar encargos fixos, o que agrava ainda mais um problema que não foi causado por mim. Esta situação está a ser tratada, mas fá-lo de forma lenta e ineficaz, prolongando desnecessariamente um processo que já deveria estar resolvido. O impacto desta falha tem sido significativo, colocando-me numa posição de grande instabilidade e frustração, pelo que considero inaceitável a forma como todo este assunto tem sido conduzido. E até a data de hoje, 3 fevereiro, não tenho qualquer resposta por parte de ninguém da byd, e encontro-me sem poder trabalhar e sem poder circular com o carro, uma vez que a DAV expirou, e o DUA não foi pedido, e não tenho outro documento legal que me permite circular.
Encomenda não recebida
No âmbito do serviço de transporte prestado pela GLS relativo a uma encomenda da Zara, ocorreram falhas graves imputáveis exclusivamente a esta transportadora. No dia 5 de janeiro, o ponto de recolha associado à GLS procedeu corretamente à entrega da encomenda nº 464125642153. Contudo, por erro operacional do próprio ponto de recolha/GLS, foi indevidamente assinalada como levantada a encomenda nº 464125642155, a qual ainda não tinha sido entregue nem se encontrava disponível no local. Na mesma data, recebi comunicação da GLS a indicar que a encomenda nº 464125642153, já levantada, seria devolvida ao remetente por alegada falta de levantamento, o que não corresponde à realidade, evidenciando falhas graves de registo e controlo interno. No dia seguinte, ao tentar levantar a encomenda nº 464125642155, esta não foi encontrada nem no sistema nem fisicamente no ponto de recolha. Durante vários dias, o responsável do ponto de recolha tentou, sem sucesso, localizar a encomenda junto da GLS, concluindo-se que a mesma não foi entregue ao ponto de recolha ou foi extraviada sob responsabilidade da transportadora. A atuação da GLS revela: Erros graves de registo de levantamento Falta de controlo logístico Falha na entrega do volume confiado Ausência de rastreabilidade e resolução eficaz Esta situação configura uma prestação de serviço manifestamente defeituosa, violando os deveres legais de diligência, segurança e fiabilidade inerentes à atividade de transporte, causando prejuízo direto ao destinatário final. Exijo a devida responsabilização da GLS pelos danos causados, não sendo admissível que erros internos e falhas logísticas resultem na perda de encomendas sem consequências para a transportadora.
Desalfandegamento
Exmos. Senhores, A minha filha enviou-me uma encomenda, de Londres, onde reside. Liguei para os CTT, no dia 29/1, às 8:30h e fiz um pedido de prolongamento de prazo para envio de documentos, quando me apercebi que tinha ocorrido uma falha no envio do formulário de declaração de valor. Recebi uma resposta no dia 2/2, dizendo que o processo de devolução se iniciara no dia 30/1 e que era irreversível, apesar da encomenda ainda se encontrar em Portugal e de se prever atraso na devolução! Mas eu tinha ligado no início do dia 29, portanto deveria ter sido possível. Nada neste processo é correcto: não fui avisada de que havia documentação em falta antes de se decidir a devolução. A página dos CTT, que consultei, no separador "Acompanhar", diz "A sua encomenda encontra-se em validação prévia pelos CTT da informação e documentação submetida". Isto fez-me acreditar que o documento tinha sido entregue e estava a ser avaliado Esta situação era um envio da minha filha para mim. Não envolvia qualquer empresa ou transação comercial. A minha filha está a mudar-se para os EUA e arrisco-me a que não esteja em Londres se a encomenda for devolvida, com atraso, como se prevê. Assim, perco um objecto que me pertence e que foi confiado aos CTT. Isto é inadmissível e revoltante!! Agradeço ajuda.
Demora excessiva no deferimento de processo de titulo de Residência e sem resposta alguma
Assunto: Reclamação - Demora excessiva no deferimento de processo de titulo de Residência Data - 28/01/2026 Exmos. Senhores, Responsáveis Eu, Valentino Fernando da SilvaIndi, portador do Passaporte nº C00238666, venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela AIMA PORTO, no passado dia 13/11/2024. Apresentei-me no dia acima mencionada para solicitar o titulo de Residência para o artigo 122 da Lei n° 23/2007 de 04 de julho, na sua atual versão porém até a data de apresentação desta reclamação não obtive nenhuma resposta, já me apresentei 3x na loja Fisica já enviei Email, já fiz carta registada, Já contactei telefonicamente a vossa central de apoio por diversas vezes, tendo sempre como resposta que o processo “continua em análise”.Porém continuo sem resposta, venho por este meio fazer essa reclamação e solicitar o deferimento tacito nos termos da lei dos estrangeiros n° 23/2007 no seu Art. 82 o mais breve possível. Solicito que esta situação seja analisada e tomadas as medidas necessárias. Aguardo resposta nos termos da lei. Com os melhores cumprimentos, Valentino Indi Tel: +351 913707219 Email: valentinoindi96@gmail
Gebalis não garante condições
Venho por este meio relembrar que um problema causado pelas obras da responsabilidade da Gebalis continua sem resolução, na minha residência. Desde 2024 que esta situação foi reportada por escrito. Os próprios encarregados de obra reconheceram, na altura, que os parapeitos metálicos das janelas foram mal executados. No entanto, nada foi corrigido. Sempre que chove, os parapeitos produzem um ruído extremamente elevado (efeito tambor), que ecoa pelos quartos, tornando impossível dormir, como voltou a acontecer nestes ultimos dias de muita chuva. Esta situação afeta claramente as condições mínimas de habitabilidade da habitação. Após vários contactos sem solução, venho agora por este meio, na expectativa de que seja finalmente possível resolver um problema que já deveria ter sido corrigido há muito tempo. Relembro que este problema está a ser reportado por mim desde outubro de 2024 via email, telefone e outras plataformas mas até ao momento sem nenhum efeito.
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