Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
R. R.
05/01/2026

Reembolso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Skydive Maia devido ao incumprimento reiterado na prestação de serviço e à retenção indevida de montantes pagos. 1. Descrição dos Factos: Em 2021, adquiri um voucher para um salto de paraquedas (Voucher n.º 211112578) com a intenção realizar um salto de paraquedas. O pagamento foi realizado na totalidade. Desde a data da compra, o salto foi agendado em diversas ocasiões. No entanto, a empresa procedeu sempre ao cancelamento e adiamento das marcações, justificando-se sistematicamente com "manutenção dos equipamentos" "mau tempo" "restrições do aeroporto"... Devido ao arrastar desta situação há mais de cinco anos e à impossibilidade de realização do serviço por motivos unicamente imputáveis à empresa, a validade do voucher chegou a ser prolongada pela Skydive Maia. Contudo, mesmo com esse prolongamento, o serviço nunca foi concretizado. 2. Falta de Comunicação: Atualmente, a empresa encontra-se incontactável. Todas as minhas tentativas de contacto telefónico não são atendidas e os emails enviados não obtêm resposta e o espaço encontra-se encerrado. 3. Pedido de Reembolso Ignorado: Já solicitei formalmente, via email, a devolução do valor pago, uma vez que a empresa demonstrou total incapacidade para prestar o serviço contratado. Até à data, não recebi o reembolso nem qualquer justificação. 4. Resolução Pretendida: Considerando a quebra de confiança e o incumprimento contratual definitivo por parte da Skydive Maia, informo que já não tenho interesse no reagendamento do serviço. Exijo a restituição imediata do valor total pago, a ser efetuada pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra. Caso tal não seja possível por motivos técnicos, aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Aguardo a vossa intervenção célere para a resolução deste litígio. Com os melhores cumprimentos, Rui Rocha

Em curso
L. C.
05/01/2026

Valor cobrado sem serviço feito

Efetuei uma encomenda pela plataforma Uber eats cujo valor da refeição era de 23€, ao finalizar a encomenda vi que a encomenda nesta plataforma me tinha ficado em €81,08, valor que é irreal uma vez que o transporte seria de cerca de 1 quilometro no máximo, de imediato cancelei a encomenda na plataforma que tinha efetuado. Contatei o restaurante no qual havia efetuado a encomenda e fui informado pelo gerente que havia declinado a encomenda por achar que o valor era exagerado, tendo eu feito a encomenda via telefone com o mesmo. Reclamei na conta uber eats, que por sinal está muito mal explícita ( se calhar já para dificultar estas situações e acabarem por desistir) e fui informado que iriam resolver a situação. O valor esteve 3 dias em pré processamento e qual é o espanto que ao fim desses dias ( havia reclamado há 3 dias, ou seja logo na altura da encomenda) foi me debitado. Entrei em contato novamente e fui informado de que como já havia sido há mais de 48 horas já não podiam resolver a situação, resumindo se fossem profissionais em resolver os problemas como são profissionais em extorquir valores irreais, o problema havia sido resolvido logo ao inicio. A uber eats não fez o serviço, o restaurante não forneceu o serviço, eu acabei por encomendar e pagar diretamente ao restaurante e a Uber Eats ficou-me com € 81, 08 sem mexer uma palha e sem ter trabalho nenhum, resumindo fui FURTADO pela UBER EATS, se isto não é furto não sei o que será, sendo que o a UBER EATS ficou-me com € 81,08 indevidamente. De realçar que falei com o restaurante e eles enviaram a informação de que não tinham fornecido nenhuma refeição. Irei reclamar as entidades reguladoras da empresa em causa.

Em curso
L. C.
05/01/2026

Cobrança indevida de subscrição prime

Venho por este meio e após falar três vezes com o apoio ao cliente da edreams, reclamar de uma cobrança indevida para uma subscrição plus prime à qual eu não aderi. Simplesmente comprei uma viagem e estadia durante um período experimental e estes senhores muito inteligentes, guardaram os dados do meu cartão para me cobrarem um ano de subscrição a qual é “ não reembolsável”…. Já bloqueei essa empresa de me cobrar mais algum valor no futuro, mas não acho correto esta atitude “manhosa” para forçar as pessoas a pagarem algo que que não querem usando dados de pagamento guardados, isto porque eu no meu perfil não adicionei nenhum método de pagamento pois eu não queria assinar a subscrição e apenas usufruir do período exprimental, portanto posso concluir que esta é mais uma empresa fraudulenta à atuar na internet e que é preciso de ter muito cuidado. De qualquer das formas gostaria de conseguir o meu dinheiro de volta e de cancelar a subscrição.

Resolvida
A. D.
04/01/2026
Bonita da Madeira, Lda

Serviço não correspondente ao contratado

Venho por este meio formalizar uma reclamação a respeito do serviço "Bonita da Madeira Réveillon 2025/2026", vendido pela empresa turística designada por "Bonita da Madeira". A reclamação deve-se a défice de qualidade do serviço, publicidade enganosa, uma vez que o serviço não corresponde ao publicitado no site de compra, e falta de profissionalismo no tratamento ao cliente. A empresa publicita a oportunidade de usufruir de uma passagem de ano privilegiada com menu festivo de entradas e bebidas com opção de bar aberto por valor extra. Assim, adquiri 4 lugares para o réveillon de 2025/26 em família, com opção de bar para todos. Dirigimo-nos ao quiosque da empresa no dia 30.12.2025 para verificar a efetiva realização do serviço, tendo-nos sido garantido que todas as condições estavam asseguradas. No dia 31.12 comparecemos, conforme indicação, 1h antes da hora prevista para início da atividade. Ao embarcar deparamo-nos com uma situação em que não havia possibilidade de todos os passageiros viajarem sentados, dado o número de pessoas existente na embarcação. A disposição da comida foi alocada unicamente a uma mesa na área exterior coberta da embarcação e duas mesas em área interior, para um total esperado de cerca de 70 pessoas (número máximo de pessoas permitido para aquela embarcação, conforme declaração proferida pela assistente da empresa no quiosque), sendo o espaço reduzido para o serviço comprado. Em torno de cada mesa, de forma a haver uma ocupação confortável, caberiam idealmente cerca de 8 pessoas. Depois de termos tido dificuldade a entrar e encontrar um espaço para nos acomodarmos e percebermos que continuava a haver entrada de mais clientes, sentimo-nos defraudados e inseguros, optando por sair da embarcação. O serviço não correspondia ao contratado, sendo impossível comer, beber, circular livremente e visualizar o fogo de artifício no espaço exterior, pois não nos conseguíamos movimentar, dada a aglomeração de pessoas. Após sairmos dirigimo-nos aos representantes no quiosque para obter explicações, tendo-nos sido dito que a lotação no momento não excedia a capacidade da embarcação. Ora a questão é que a realização de uma tour para observação de golfinhos ou visita às ilhas desertas, não terá, no meu entendimento, os mesmos requisitos que um evento de réveillon. Não foram acauteladas as condições e respetiva adaptação ao tipo de evento contratado. Refere-se ainda que, no próprio dia, e mediante o pedido do livro de reclamações, foi com delonga que o mesmo foi fornecido, tendo inclusivamente as funcionárias comentado que não estavam certas da existência do mesmo e tendo-nos sido questionado se pretendíamos efetivamente formalizar a reclamação por escrito naquele momento. Quando demonstramos a nossa convicção e após longa demora, foi-nos finalmente facultado um exemplar, adquirido em 2013 e já com as páginas ilegíveis, consoante se pode observar nas fotos anexas. Desta forma, optamos por reclamar por esta via e através do livro de reclamações eletrónico, não só para evitar que outras situações semelhantes ocorram no futuro com outros clientes, mas também porque consideramos que nos deveria ser ressarcido, senão na totalidade pelo menos em parte, o valor pago.

Em curso
F. F.
04/01/2026

Produto Trocado

Exmos Senhores, Efetuei uma compra no website da empresa Gigaly referente ao artigo “Kit de construção com design do Homem-Aranha - 500 peças ”. Assim que recebi o produto, a 27 de dezembro verifiquei que o item enviado não corresponde ao produto pedido. O artigo recebido é um outro modelo, no caso a figura da Marvel Carnage. No próprio site da empresa consta a informação: “Devolução de mercadorias em até 100 dias” e “Possibilidade de troca em 100 dias”, condições que reforçam o direito do consumidor à devolução do artigo. Enviei já um pedido de suporte à empresa a informar que pretendo devolver o produto e solicitar o reembolso integral, mas até ao momento não obtive qualquer resposta, o que me coloca numa situação de total ausência de suporte pós-venda e incumprimento das condições divulgadas pela própria empresa. Pretendo o reembolso total do valor pago, estando disponível para proceder à devolução do produto, aguardando apenas indicações de como fazê-lo. Empresa: Gigaly Nº da encomenda: 130459 Produto adquirido: “Kit de construção com design do Homem-Aranha - 500 peças ” Número de rastreamento: CNPRT27458331234003920279 Página do produto no site: https://gigaly.pt/product/kit-de-construcao-com-design-do-homem-aranha-500-pecas Data de entrega: 27 de dezembro

Em curso
O. A.
04/01/2026

Reserva CarJet/Thrifty: sem levantamento do veículo e sem reembolso

Realizei uma reserva de aluguer de viatura através da plataforma CarJet, para levantamento na THRIFTY RENT A CAR, no valor total de 344 € (incluindo seguro/serviços associados, conforme comprovativo). No momento do levantamento, apesar de eu ter apresentado o passaporte e a carta de condução válida, foi-me recusada a entrega do veículo por alegarem que a carta de condução apresentada em formato digital “não seria aceite”. Resultado: o veículo não foi disponibilizado, não houve usufruto de qualquer serviço, nem início efetivo do contrato de aluguer. Ainda assim, foi recusada a devolução do valor pago, e também não me foi fornecida confirmação por escrito do cancelamento efetuado no balcão. Deste modo, solicito o reembolso integral do montante pago (344 €) e, em especial, a devolução de quaisquer valores relativos a seguros/serviços não utilizados, uma vez que não houve entrega da viatura nem prestação do serviço contratado. Peço que a devolução seja processada no mesmo meio de pagamento utilizado e que me seja enviada confirmação por escrito do cancelamento e do reembolso.

Em curso
I. R.
03/01/2026

Encomenda não recebida

Boa tarde, No passado dia 22 de Dezembro de 2025, fiz uma encomenda no valor de 27,59€ ,a qual não foi recebida. Enviaram-me uma foto com a imagem do pedido deixado na rua, no chão, à porta de um prédio que desconheço. No recebi qualquer aviso ou tentativa de contacto por parte do estafeta. No mesmo dia, após receber uma mensagem e uma foto a indicar a localização do meu pedido, tentei contactar estas empresa pelos meios disponíveis (mensagem/ chat) e não obtive qualquer resposta ou apoio. Enviei duas reclamações na aplicação da Uber eats a pedir o reembolso do valor que me foi retirado e nada. É uma vergonha a falta de consideração pelo cliente e roubo! Cumprimentos, Isadora Ribeiro

Em curso
J. G.
03/01/2026

Reclamação Formal – Viagem Al Hoceima (Junho 2024) – Incumprimento Contratual Grave

Reclamação Formal – Viagem Al Hoceima (Junho 2024) – Incumprimento Contratual Grave e Pedido de Reembolso Total À DECO PROTESTE, Eu, Joana Gentil, venho por este meio apresentar uma queixa formal contra a Viagens Abreu, relativa ao pacote de férias para Al Hoceima (Marrocos), com estadia no Radisson Blu Resort, realizado em junho de 2024. Apesar de múltiplas tentativas de resolução direta (e-mail de 10/06/2024, Livro de Reclamações físico fls. 171141180 e reclamações online ROR00000000045072611 e ROR00000000045137994), a agência limitou-se a oferecer um "vale" de 100€, valor que considero ofensivo face à gravidade dos factos. Fundamentos da Reclamação: 1. Falta de Assistência e Segurança: À chegada (1:30h), fomos abandonados sem alimentação ou ajuda. Os passaportes foram retidos e depois entregues de forma negligente numa caixa de cartão, expondo dados sensíveis de dezenas de passageiros. 2. Insalubridade e Falta de Higiene: O quarto apresentava insetos mortos, beatas de cigarro e infiltrações graves na casa de banho. O resort não cumpria os padrões mínimos de uma unidade de 5 estrelas vendida pela agência. 3. Ruptura de Serviços (Sold Out): Inexistência de bens básicos (comida, água, toalhas, secadores). A barreira linguística e a ausência total do guia da Abreu deixaram-nos em situação de desamparo, sendo necessária a ajuda de guias de outras empresas. 4. Publicidade Enganosa: O produto vendido não correspondeu, em medida alguma, à realidade encontrada, configurando um incumprimento do contrato de viagem organizada (DL n.º 17/2018). Pedido: Face ao exposto, e visto que a viagem foi uma experiência de privação e stress em vez de lazer, exijo o reembolso integral do valor pago pelo pacote de viagem (Joana Gentil e Gonçalo Florindo), uma vez que o serviço contratado não foi prestado. Rejeito liminarmente qualquer proposta de "vale de desconto", pois não pretendo manter relação comercial com uma entidade que ignora os direitos básicos do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Joana Gentil

Em curso
E. C.
03/01/2026

Reclamação formal e pedido de reembolso – Voucher Salto de Paraquedas

Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação formal relativa ao voucher para um Salto de Paraquedas adquirido junto da Vossa Empresa no dia 31 de Março de 2024, com a referência 240320054. O serviço contratado e integralmente pago, no valor de 239.99 €, nunca foi prestado, apesar das minhas sucessivas tentativas de agendamento ao longo de vários meses. Desde a data da aquisição até à presente data, o serviço foi repetidamente cancelado por motivos alheios à minha vontade e que se enquadram na esfera de responsabilidade da Vossa Empresa, ou que deveriam ter sido devidamente previstos e geridos. Entre os motivos invocados para os sucessivos cancelamentos incluem-se, designadamente: Condições meteorológicas desfavoráveis e Restrições aéreas no espaço aéreo do Porto (OPO). A certa altura tiveram que estender a validade do meu voucher, pois os repetidos cancelamentos já ultrapassavam a data de validade do mesmo. A incapacidade prolongada da Vossa Empresa em prestar o serviço contratado configura um incumprimento definitivo e reiterado do contrato, nos termos dos artigos 798.º e 801.º do Código Civil, sendo manifestamente excessivo qualquer prazo adicional de espera. Acresce que, nos termos do artigo 4.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à prestação efetiva do serviço contratado, bem como à reposição da situação que existiria caso o contrato tivesse sido pontualmente cumprido. Por outro lado, a imposição de sucessivos reagendamentos sem execução efetiva do serviço, ao longo de um período tão dilatado, viola o princípio da boa-fé contratual, consagrado no artigo 762.º do Código Civil, bem como os direitos do consumidor à qualidade, fiabilidade e previsibilidade da prestação do serviço. Face ao incumprimento grave, reiterado e prolongado por parte da Vossa Empresa, e à impossibilidade objetiva de usufruir do serviço contratado, venho por este meio declarar a rescisão imediata do contrato de prestação de serviços, ao abrigo do disposto nos artigos 432.º e 801.º do Código Civil, e exigir o reembolso integral e imediato do montante pago, nos termos legais. Solicito que me seja comunicada, por escrito, no prazo legalmente razoável de 15 dias, a forma e o prazo para a restituição do valor (239,99) em causa. Na ausência de resposta ou de resolução satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor, incluindo Livro de Reclamações, entidades de resolução alternativa de litígios de consumo e vias judiciais. Aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Caso não seja respondido no prazo de 15 dias, a 18 de Janeiro apresentarei reclamação legal. Com os melhores cumprimentos, Beatriz Pacheco de Carvalho

Em curso
E. C.
03/01/2026

1 de 299 Reclamação formal e pedido de reembolso – Voucher Salto de Paraquedas

Exmos. Senhores, Venho por este meio formalizar uma reclamação formal relativa ao voucher para um Salto de Paraquedas adquirido junto da Vossa Empresa no dia 31 de Maio de 2025, com a referência 250620719. O serviço contratado e integralmente pago, no valor de 239.99 €, nunca foi prestado, apesar das minhas sucessivas tentativas de agendamento ao longo de vários meses. Desde a data da aquisição até à presente data, o serviço foi repetidamente cancelado por motivos alheios à minha vontade e que se enquadram na esfera de responsabilidade da Vossa Empresa, ou que deveriam ter sido devidamente previstos e geridos. Entre os motivos invocados para os sucessivos cancelamentos incluem-se, designadamente: Condições meteorológicas desfavoráveis e Restrições aéreas no espaço aéreo do Porto (OPO). A incapacidade prolongada da Vossa Empresa em prestar o serviço contratado configura um incumprimento definitivo e reiterado do contrato, nos termos dos artigos 798.º e 801.º do Código Civil, sendo manifestamente excessivo qualquer prazo adicional de espera. Acresce que, nos termos do artigo 4.º da Lei n.º 24/96, de 31 de julho (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à prestação efetiva do serviço contratado, bem como à reposição da situação que existiria caso o contrato tivesse sido pontualmente cumprido. Por outro lado, a imposição de sucessivos reagendamentos sem execução efetiva do serviço, ao longo de um período tão dilatado, viola o princípio da boa-fé contratual, consagrado no artigo 762.º do Código Civil, bem como os direitos do consumidor à qualidade, fiabilidade e previsibilidade da prestação do serviço. Face ao incumprimento grave, reiterado e prolongado por parte da Vossa Empresa, e à impossibilidade objetiva de usufruir do serviço contratado, venho por este meio declarar a rescisão imediata do contrato de prestação de serviços, ao abrigo do disposto nos artigos 432.º e 801.º do Código Civil, e exigir o reembolso integral e imediato do montante pago, nos termos legais. Solicito que me seja comunicada, por escrito, no prazo legalmente razoável de 15 dias, a forma e o prazo para a restituição do valor (239,99) em causa. Na ausência de resposta ou de resolução satisfatória, reservo-me o direito de recorrer aos meios legais ao meu dispor, incluindo Livro de Reclamações, entidades de resolução alternativa de litígios de consumo e vias judiciais. Aguardo o vosso contacto urgente para vos facultar os dados necessários para a transferência bancária. Caso não seja respondido no prazo de 15 dias, a 18 de Janeiro apresentarei reclamação legal. Com os melhores cumprimentos, Estefânia Nogueira de Castro

Em curso

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