Reclamações públicas

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S. B.
07/04/2026

ncumprimento dos direitos do consumidor e práticas comerciais lesivas

**Reclamação – **Reclamação – Incumprimento dos direitos do consumidor e práticas comerciais lesivas** Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Swarovski, relativamente a uma sucessão de situações que evidenciam falhas graves na qualidade dos produtos comercializados e, sobretudo, no cumprimento das obrigações legais para com o consumidor. A presente reclamação incide, em particular, sobre uma pulseira adquirida online em julho de 2025, oferecida no contexto de uma ocasião pessoal relevante. O artigo apresentou defeito ao nível da sua camada exterior (desgaste prematuro da cor), incompatível com uma utilização normal. A peça foi entregue na loja Swarovski do Braga Parque para acionamento da garantia legal, tendo sido posteriormente considerada **não reparável** pelos serviços técnicos da marca. Adicionalmente, foi comunicado que **não existe possibilidade de substituição**, por inexistência de stock. Não obstante, a única solução apresentada consistiu na emissão de uma **nota de crédito**, obrigando à realização de nova compra na marca, solução essa que rejeitei expressamente. Importa salientar que esta prática viola o disposto no **Decreto-Lei n.º 84/2021**, que estabelece o regime jurídico aplicável aos direitos do consumidor na compra e venda de bens, segundo o qual, não sendo possível a reparação nem a substituição, o consumidor tem direito à **resolução do contrato com devolução integral do valor pago**. Acresce que, até à presente data, a pulseira permanece **na posse da loja**, sem restituição do bem nem do montante pago, situação que considero absolutamente inadmissível. Para além deste caso concreto, cumpre ainda referir que esta não é uma situação isolada, mas antes parte de um padrão reiterado de falta de qualidade nos produtos da marca, nomeadamente: * aquisição de uma pulseira com múltiplos pingentes, cujos elementos decorativos (“cristais”) se desprenderam num curto espaço de tempo; * aquisição de uma caneta da marca, cuja utilização se revelou praticamente inviável, apresentando falhas constantes na escrita e defeitos estruturais; * experiência de compra online com serviço de embrulho pago, que resultou na entrega de um acondicionamento manifestamente inadequado e danificado; * mais recentemente, aquisição de um **anel em fevereiro de 2026**, em loja física no Braga Parque, que, apesar de uso extremamente cuidado e apenas ocasional, apresenta um nível de desgaste absolutamente desproporcionado: superfície visivelmente riscada, perda acentuada da cor e exposição da base do material subjacente, o que levanta sérias reservas quanto à qualidade efetiva do produto. Trata-se de um artigo com valor aproximado de 100€, cujo estado atual, em tão curto período de utilização, é manifestamente incompatível com qualquer padrão mínimo de durabilidade expectável. Em nenhuma destas situações foi apresentada uma solução adequada ou proporcional à expectativa legítima associada à marca, limitando-se a Swarovski a respostas insuficientes e desajustadas. Enquanto consumidora com experiência na aquisição e utilização de artigos de bijuteria de diferentes gamas, considero que os problemas verificados não podem, de forma séria, ser imputados a utilização indevida, mas antes a uma qualidade que fica aquém do expectável e do posicionamento comercial da marca. Face ao exposto, solicito a intervenção das entidades competentes, no sentido de ser assegurado o cumprimento da legislação aplicável, designadamente: * restituição do bem indevidamente retido; * devolução integral do valor pago; * análise das práticas comerciais adotadas pela marca no tratamento de situações de garantia. Mais solicito que a presente reclamação seja devidamente apreciada, atendendo ao caráter reiterado das situações descritas. Sem outro assunto, Sara.

Resolvida
R. T.
07/04/2026

Cancelamento plano de saúde

Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal em nome de Cândida Helena Bagulho Alves Cavalinhos (NIF 113372876, CC nº 02169910), relativamente a um seguro de saúde que foi indevidamente mantido ativo, apesar de ter sido exercido atempadamente o direito de livre resolução. 1. Factos cronológicos No dia 29 de abril de 2025, a D. Cândida foi contactada por telemarketing e aderiu a um seguro de saúde associado ao Cartão Universo. No mesmo dia, após refletir, foi enviado email a exercer o direito de livre resolução, tendo recebido confirmação de receção com o nº de thread YNKKJo3vMBeyB70FiB9nZQA. A 11 de julho, recebemos resposta oficial da vossa parte confirmando que não existia nenhum seguro associado ao Cartão Universo, pelo que entendemos que o assunto estava encerrado. Contudo, desde então, a D. Cândida tem recebido contactos diários em tom de ameaça, exigindo pagamento imediato e alegando possível comunicação ao Banco de Portugal. A 5 de agosto, recebemos SMS a informar que a situação estava resolvida, mas a 8 de agosto voltaram a exigir pagamento. 2. Considerações O cancelamento foi solicitado dentro do prazo legal e devidamente confirmado pela vossa equipa. As comunicações subsequentes são incoerentes, contraditórias e têm causado grande stress emocional a uma cliente idosa. Tudo indica que a falha decorreu de análise incorreta do pedido inicial, por não terem considerado os dados pessoais fornecidos no corpo do email. 3. Pedido Solicito: Confirmação imediata e definitiva do cancelamento do seguro, com emissão de documento escrito. Declaração expressa de que não existe qualquer dívida associada à D. Cândida Helena Bagulho Alves Cavalinhos. Eliminação de todos os registos de cobrança relativos a este contrato. Garantia de que o nome da cliente não será comunicado ao Banco de Portugal nem a quaisquer entidades de crédito. Caso não recebamos uma resposta satisfatória num prazo máximo de 10 dias úteis, reservamo-nos o direito de escalar a situação às autoridades competentes (Banco de Portugal, ASF e Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo). Em anexo envio cópias dos emails e SMS recebidos, que demonstram claramente a inconsistência no tratamento deste processo. Com os melhores cumprimentos, Ricardo da Costa Teodósio

Encerrada
B. P.
07/04/2026

Cobrança indevida e má gestão do processo de reembolso

Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a Booking.com, relativamente a uma situação de cobrança indevida associada à reserva n.º xxx, no alojamento SpringHill Suites by Marriott Newark International Airport, no dia 8 de Março. Após identificar uma cobrança incorreta no meu cartão de crédito, entrei de imediato em contacto com a Booking.com, reportando a situação e solicitando a devida verificação e reembolso. Desde então, tenho colaborado integralmente com todos os pedidos efetuados, tendo já enviado múltiplos documentos comprovativos, incluindo extratos bancários e demais informações relevantes. No entanto, apesar da minha total disponibilidade e cooperação, o processo tem sido sucessivamente atrasado por pedidos adicionais de documentação, muitos dos quais redundantes e desnecessários. Mais recentemente, foi-me solicitado novamente o envio de um extrato bancário com indicação da moeda original da transação, ignorando que já forneci informação suficiente para a análise da situação. Considero esta atuação inaceitável, demonstrando falta de eficiência, transparência e respeito pelo consumidor. A constante solicitação de documentos adicionais parece apenas servir para protelar a resolução do problema, sem qualquer justificação válida. Até à data, continuo sem qualquer resolução concreta ou previsão de reembolso do valor indevidamente cobrado, o que me causa transtorno e prejuízo. Assim, venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTESTE para: Analisar a situação e intermediar a resolução do conflito; Garantir o reembolso do montante indevidamente cobrado; Assegurar que a Booking.com adota uma postura mais célere e responsável no tratamento deste tipo de situações. Agradeço desde já a vossa atenção e apoio na resolução deste caso. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Discriminação indireta no acesso e manutenção da atividade TVDE – exame sem opção em língua inglesa

Discriminação indireta no acesso e manutenção da atividade TVDE – exame obrigatorio segundo Portaria n.º 344/2024/1, de 19 de dezembro, sem opção em língua inglesa afetando a continuaçao de trabalhadores que nao falam portugues que já tinham contrato de trabalho com empresas operadoras tvde, afetando a continuaçao de atividade das empresas operadoras tvde. Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao regime de formação e avaliação exigido para renovação do certificado de motorista TVDE, conforme previsto na legislação recentemente aplicável. De acordo com a prática atualmente adotada, o exame de avaliação é realizado exclusivamente em língua portuguesa, não sendo disponibilizada qualquer alternativa em língua inglesa ou outra língua da União Europeia. Ora, esta exigência levanta sérias dúvidas quanto à sua conformidade com os princípios da igualdade e não discriminação, nomeadamente: • O artigo 24.º do Código do Trabalho, que consagra o direito à igualdade no acesso ao emprego e proíbe discriminações diretas e indiretas; • A Diretiva 2000/78/CE da União Europeia, que estabelece um quadro geral de igualdade de tratamento no emprego e na atividade profissional; • Os princípios da livre circulação de trabalhadores no espaço da União Europeia. A exigência de realização de exame exclusivamente em língua portuguesa constitui, na prática, uma barreira desproporcionada para cidadãos da União Europeia que exercem legalmente a atividade em Portugal, muitos dos quais já desempenham funções há vários anos sem qualquer impedimento, utilizando ferramentas tecnológicas e meios alternativos de comunicação. Importa salientar que: • A legislação que regula a atividade TVDE não impõe expressamente o domínio da língua portuguesa como requisito absoluto; • A natureza da atividade permite, em muitos casos, o recurso a aplicações digitais que minimizam a necessidade de domínio linguístico avançado; • A ausência de alternativas linguísticas no exame pode conduzir à exclusão injustificada de trabalhadores do mercado de trabalho. Nestes termos, entende-se que esta exigência poderá configurar uma forma de discriminação indireta, por afetar de forma desproporcional trabalhadores estrangeiros, sem que exista justificação objetiva e proporcional suficientemente demonstrada. Face ao exposto, solicito: 1. Esclarecimento formal quanto à fundamentação legal para a inexistência de exame em língua inglesa; 2. Avaliação da conformidade desta prática com o direito nacional e europeu; 3. A adoção de medidas que garantam igualdade de acesso, nomeadamente através da disponibilização de exames em língua inglesa ou outros meios adequados. Na ausência de resposta satisfatória, reservo-me o direito de submeter a presente questão às entidades competentes, incluindo instâncias europeias.

Encerrada
A. S.
07/04/2026
Verde Casino

Permissão de depósitos durante autoexclusão – falha grave de jogo responsável

Venho por este meio apresentar reclamação contra a plataforma Casino Verde. Encontro-me em situação de autoexclusão desde outubro de 2025. No entanto, apesar dessa condição, foi possível continuar a aceder à conta, efetuar depósitos e participar em jogos, o que não deveria ter sido permitido. Após análise dos meus extratos bancários, verifiquei a existência de múltiplos depósitos realizados através da entidade de pagamento EuPago nos meses de novembro e dezembro de 2025, em vários dias distintos e de forma repetida. Esta situação demonstra uma falha grave nos mecanismos de controlo e nas políticas de jogo responsável, uma vez que uma conta em autoexclusão deve estar totalmente bloqueada, impossibilitando qualquer acesso ou movimentação. Contactei o apoio ao cliente da plataforma, tendo recebido respostas baseadas apenas nos termos e condições gerais, recusando qualquer reembolso e ignorando completamente o facto de me encontrar em autoexclusão no momento dos depósitos. Considero que: - houve incumprimento das regras de jogo responsável; - foi permitido o acesso e utilização da conta indevidamente; - foram processados pagamentos que não deveriam ter ocorrido. Desta forma, solicito: - a análise completa da situação; - o reconhecimento da falha por parte da entidade; - o reembolso dos valores depositados após a autoexclusão. Anexo comprovativo da autoexclusão. Aguardo uma resolução justa

Encerrada

Devolução do pagamento

Efetuei um pagamento de 50% de adiantamento para um procedimento estético na clínica acima, mas não consegui desmarcar o atendimento e não recebi reembolso. Já tentei contato por telefone e email sem resposta.” Alias a resposta é que não devolvem o dinheiro mesmo desmarcando com menos de 24 após a marcação e o email de confirmação veio depois do pagamento avisando que não devolve o dinheiro de entrada !

Encerrada
M. F.
07/04/2026

Preço da Alfândega

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente aos encargos alfandegários aplicados a uma encomenda por mim recebida através dos CTT. A referida encomenda, adquirida através da plataforma Vinted, teve um custo total de 37,00€. No entanto, foi-me cobrado o valor de 47,86€ em taxas alfandegárias, o que considero desproporcional e possivelmente incorreto, uma vez que o valor das taxas ultrapassa significativamente o valor do artigo. Assim, venho solicitar a revisão detalhada dos encargos aplicados, nomeadamente: * Verificação do valor declarado da encomenda; * Discriminação das taxas cobradas (IVA, direitos aduaneiros e eventuais taxas de apresentação); * Esclarecimento sobre o cálculo efetuado. Caso se confirme a existência de erro, solicito o respetivo reembolso dos valores pagos indevidamente. Agradeço também o envio de documentação detalhada que justifique os valores cobrados. Fico a aguardar uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, M. F. 925400260

Encerrada
R. D.
07/04/2026

Encomenda Não Recebida

Nunca vieram à minha morada entregar a encomenda. Deixaram diretamente num ponto de recolha para eu ir levantar. O que se passa é que o sistema da GLS não comporta a totalidade das moradas em Portugal. A GLS em vez de contactar os destinatários prefere deixar no ponto de recolha para os destinatários irem levantar as encomendas eles próprios. É uma falta de profissionalismo brutal. Não é a primeira vez que acontece comigo. A GLS não deveria ter licença para atuar em Portugal.

Encerrada
R. N.
07/04/2026
Uzo

Recusa de prestação de serviço com base em falsas alegações

No dia 30 de março de 2026, pelas 12h15, contactei a linha comercial da UZO (marca da MEO/Altice) com o intuito de contratar o serviço de fibra ótica na minha residência 7750-299 Mértola. Sendo já cliente MEO e estando a habitação servida por uma rede de fibra ótica grossista (aberta a todos os operadores), não existe qualquer impedimento técnico para a prestação do serviço. Contudo, fui informado pelo assistente que a UZO não instala o serviço na minha zona por 'impedimento direto da ANACOM'. Esta afirmação é falsa e constitui uma prática comercial enganosa, utilizando o nome do regulador para justificar uma decisão de segmentação geográfica. Já abri processo de queixa no livro de reclamações electrónico, sobre o qual ainda não houve desenvolvimentos. Também registei queixa no portal da ANACOM, que respondeu prontamente informando que é um problema referente a comunicações e comercial da empresa em questão, e que não pode fazer nada. O que me parece inaceitável. Das outras operadoras lowcost não obtive a mesma resposta, mas foi também negativa. A infra-estrutura existe e é partilhada por todas as operadoras. É inaceitável que a Uzo, sendo uma empresa da Altice-MEO, se recuse a instalar o serviço aqui quando já existe um serviço instalado pela mesma empresa. Espero que com mais este registo, os consumidores do pais por inteiro possam aceder a comunicações acessíveis, e que as práticas comerciais destas empresas respeitem todos por igual.

Encerrada
D. N.
07/04/2026

Incumprimento, falhas técnicas e erro de aconselhamento com prejuízo para o consumidor

Apresento a presente reclamação relativamente à atuação da loja Leroy Merlin Telheiras, no âmbito da compra e instalação de um termoacumulador e de uma placa vitrocerâmica, por considerar que todo o processo foi marcado por incumprimentos graves, falhas técnicas, aconselhamento inadequado e uma ausência de resposta proporcional à gravidade da situação. Em primeiro lugar, cumpre destacar o incumprimento reiterado e injustificado dos prazos de instalação. Após a compra efetuada a 10/01/2026 e entrega a 17/01/2026, foram sucessivamente agendadas intervenções que não se concretizaram nas datas previstas (23/01, 12/02, 20/02, 27/02). Em várias destas situações, a instalação encontrava-se confirmada, tendo eu assegurado a minha presença na habitação, sem que a equipa técnica comparecesse, nem tivesse sido prestada qualquer comunicação prévia ou justificação plausível. Esta atuação revela não apenas uma falha operacional grave, mas uma total desconsideração pelo tempo e pela organização profissional do cliente. No meu caso concreto, apenas disponho de um dia semanal para exercer teletrabalho, pelo que cada agendamento implicou uma reorganização significativa da minha atividade profissional, com risco efetivo de perda de horas de trabalho. Caso não tivesse essa possibilidade, teria sido diretamente prejudicado. Trata-se de uma situação que evidencia uma falta de respeito institucional por parte da entidade contratada pela loja, cuja responsabilidade última recai sobre a própria. Mesmo no momento da instalação, finalmente realizada a 06/03/2026, verificaram-se falhas técnicas que demonstram ausência de preparação e rigor. A equipa apresentou-se sem o disjuntor adequado, sendo que o material anteriormente aconselhado pela própria loja se revelou incorreto. Fui obrigado a deslocar-me à loja para aquisição de componentes e, posteriormente, novamente instado a adquirir outro disjuntor adicional. Esta sequência evidencia uma cadeia de erro técnico que não é aceitável num serviço desta natureza. Acresce que, numa vistoria técnica realizada sem qualquer aviso prévio, já havia sido identificado este requisito, sem que tal tivesse sido devidamente acautelado. Também ao nível da informação prestada, registaram-se incoerências relevantes. Numa fase inicial foi-me indicado que a remoção dos equipamentos antigos seria da responsabilidade do cliente; no entanto, no dia da instalação, os mesmos foram removidos pela equipa técnica. Esta contradição reforça a perceção de desorganização e falta de controlo do processo. Neste contexto, solicito o envio de comprovativo do destino dado aos equipamentos removidos, incluindo identificação da entidade responsável e respetivo registo. Não obstante a gravidade de todo o exposto, o ponto mais crítico desta situação reside no aconselhamento técnico prestado na fase de venda. Fui expressamente orientado por uma colaboradora da loja a adquirir um termoacumulador de 50 litros para um agregado familiar de quatro pessoas. Tal recomendação revelou-se manifestamente desadequada, comprometendo desde o início a funcionalidade do equipamento e o seu propósito essencial. Importa sublinhar que o consumidor, ao recorrer a uma loja desta dimensão, confia legitimamente no aconselhamento técnico dos seus profissionais. Essa confiança foi, neste caso, claramente defraudada. Não se trata de uma escolha autónoma do cliente, mas de uma decisão influenciada por orientação especializada que se revelou errada e prejudicial. Mais grave ainda é o facto de esta questão não ter sido devidamente valorizada pela loja nem pelo seu responsável. Considero essencial referir que o gerente da loja é responsável pelo funcionamento global do estabelecimento, incluindo a qualidade do aconselhamento prestado pelos seus colaboradores. A desvalorização deste aspeto demonstra uma preocupante ausência de responsabilização interna e de compromisso com a satisfação do cliente. Após a instalação, contactei a loja no dia 09/03, tendo posteriormente efetuado deslocações presenciais em 14/03, 22/03 e 30/03. Em todas essas ocasiões foi-me garantido um contacto no prazo de dois dias, o que nunca se verificou. A resposta final surgiu apenas várias semanas depois, recusando a substituição do equipamento com base no facto de o mesmo ter sido utilizado — argumento que não pode ser aceite, uma vez que: • a utilização foi indispensável para aferir a adequação do equipamento; • a instalação ocorreu com atraso significativo imputável à própria loja; • a inadequação decorre diretamente do aconselhamento técnico prestado; A solução apresentada (desconto de 10% numa futura compra) é manifestamente desproporcionada e ofensiva face ao prejuízo causado e ao conjunto de falhas verificadas. Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o consumidor tem direito a um bem conforme, adequado ao uso e a ver reposta a conformidade sem encargos. Face ao exposto, solicito: • A substituição do termoacumulador por equipamento adequado às necessidades do agregado, sem quaisquer custos adicionais, incluindo desmontagem e instalação ou, em alternativa, a resolução do contrato com devolução integral do valor pago; Solicito ainda o envio dos comprovativos relativos ao destino dos equipamentos removidos. Com os melhores cumprimentos, Diogo Nogueira Santos

Encerrada

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