Reclamações públicas

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J. O.
23/06/2026

Processamento de indemnização

Exmos. Srs. Tive um computador portátil roubado do interior duma viatura após de partirem um vidro para ter acesso. Dificuldades começaram com a submissão da ocorrência no portal da seguradora. Várias tentativas sem sucesso. Acabei por ter de ligar à linha de apoio onde relatei o sucedido duma forma sucinta mas suficientemente detalhada. Mas a infornação que foi transcrita foi vaga e com erros. Já enviei mensagens por email para alertar para esses fatos mas não receberam feedback. Como me foi pedido, já tinha enviado uma cópia da fatura e cópia da Declaração da PSP que continha toda a informação relevante ao assalto, local, circunstâncias, como também todos detalhes no que dizia respeito ao equipamento. Esta declaração é universalmente considerada sufiente para se dar continuidade ao processo. Mas no caso desta companhia, agora exigem também uma cópia do Auto de Denúncia, sem ele, não vão dar continuidade ao processo. Por lei é a própria companhia que tem de o pedir ao tribunal se assim o entender. Isto é obviamente uma tática que a seguradora está a utilizar para atrazar ou eventualmente evitar o pagamento duma indemnização, porque já tentei obter sem sucesso. Na esquadra da PSP negaram o pedido, razão apontada foi de agora fazer parte do Segredo de Justiça. Única alternativa que existiria seria fazer um pedido no tribunal local, processo moroso e sem garantia de sucesso, pois seria à descrição do procurador autorizar essa emissão. Acresce a tudo isto o fato de eu residir no estrangeiro e este processo ser presencial. A seguradora sabe isto tudo, para mim são claros os motivos e os objetivos para assumirem esta atitude. Agradeço por isso que reconsiderem a vossa posição, prossigam duma forma justa e que dêm seguimento ao meu processo para terminar este episódio o mais rápido possível. Com os meus melhores cumprimentos, João Oliveira

Encerrada
T. N.
23/06/2026

Sinistro automóvel seguradora caravela

Venho por este meio reclamar sobre a seguradora caravela, por não querer se responsabilizar por um sinistro causado por um segurado seu, no passado dia 13 de abril de 2026. Este Sr entrou na minha serventia do prédio, fazendo inversão de marcha,raspando o meu veículo. Logo de imediato este Sr queria fugir do local mas foi barrado por mim que assisti ao sinistro,logo de imediato chamei as autoridades PSP. Foram tiradas fotografias do sinistro causado por este Sr que diz que não se responsabilizava pêlo sinistro, assim fiz participação á seguradora caravela, enviando-lhes as fotografias do sinistro exigindo que procedessem ao pedido do auto da polícia. A seguradora caravela só passado mais ou menos um mês responde que não se responsabiliza pêlo sinistro por falta de provas. Enviei novamente todas as fotos do sinistro exigindo á caravela o auto da polícia fazendo reclamação por escrito, em que mesmo assim respondem me que não se responsabiliza. Peço que resolvam esta situação

Encerrada

10 meses esperando o meu processo do 1° título de residência

Venho apresentar uma reclamação relativa à demora excessiva no tratamento do meu processo junto da AIMA. Sou estudante internacional e aguardo a emissão do meu documento há cerca de 10 meses. Apesar das diversas tentativas de obter informações sobre o andamento do processo, continuo sem uma resposta clara ou uma previsão para a sua conclusão. Esta situação tem causado insegurança e constrangimentos na minha vida académica e pessoal, uma vez que a regularização documental é fundamental para o acesso a diversos serviços e para a minha permanência regular em Portugal. Considero que o prazo de espera é excessivo e prejudicial.

Encerrada
I. P.
23/06/2026

Empresa não assume pagamento

Caros senhores, Desde janeiro que estou perante 1 situação em que bateram no meu carro e fugiram. Chamei GNR ao local (tenho provas de contato do processo de emails com Gnr) que registou a matricula em fuga através de imagens por video vigilancia. A minha seguradora não assumiu e passou para a seguradora da pessoa em fuga, neste caso, a Allianz. Ambas fozeram -me gastar recursos para ir fazer peritagens e nenhuma resolveu o problema. Supostamente tem de ser a seguradora da pessoa em fuga a resolver isso. Estou farto de esperar a resolução do problema. Pediram -me imagens de video vigilancia (apos 6 meses isso já não é possivel) e, não conseguindo, estão a pedir-me testemunhas. Eu não tenho de apresentar testemunhas, tenho a conversa com Gnr e processo aberto lá e isso é suficiente. Penso que a empresa está a "enrolar" e estou muito, mas muito farto disto. Já estamos em Junho e, isso, oxorreu em Janeiro

Encerrada
M. L.
23/06/2026

Encomenda nao recebida

Exmos. Senhores, No dia 3 de abril adquiri 3 conjuntos no Instagram da marca Hope Brand, pelo valor de 199.50€. O pagamento foi efetuado no momento. Contudo, até à presente data, os mesmos ainda não foram entregues. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e a por várias vezes a resposta de que os artigos seriam entregues na semana , ou porque houve um problema com a conta. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado há bastante tempo, solicito que me devolva o dinheiro, anulando assim a encomenda que nunca irei ver. O montanto vou requerer da mesma forma que paguei, via REVOLUT. Caso contrario serei obrigada a participar queixa formal as autoridades competentes pour burla qualificada.

Encerrada
M. G.
22/06/2026
SERVI XXI Administração de Condomínios

Violação de privacidade e uso indevido de dados pessoais por ex-administradora

Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a empresa SERVI XXI - Administração de Condomínios, Lda. (NIF 504909860), com sede em Leiria, em virtude de uma conduta comercial abusiva e reiterada que configura assédio moral, litigância de má-fé, violação grosseira da privacidade dos consumidores e retenção indevida de património alheio. A referida empresa prestou serviços na administração do meu condomínio habitacional, sito em Marrazes, Leiria, até 28/4/2026, data em que cessou funções e foi formalmente destituída do cargo por deliberação da Assembleia de Condóminos. Na sequência de divergências comerciais decorrentes dessa destituição, a empresa tem-se recusado terminantemente a efetuar a transmissão de pastas, recusando-se a entregar os documentos oficiais, chaves e demais materiais pertencentes ao prédio. Para o efeito, a empresa retém a base de dados de contactos eletrónicos (emails) dos proprietários e investidores do edifício, à qual teve acesso estritamente para o exercício das funções administrativas que já terminaram. À margem da lei, a gerência passou a utilizar estes contactos de clientes para enviar comunicações massivas em lote ("emails em massa") de cariz puramente pessoal e de retaliação. A conduta abusiva desenvolveu-se em três momentos gravíssimos: Primeiro Momento (Email de 28 de março): A empresa enviou um email massivo circular a todos os proprietários anexando correspondência e documentos de âmbito privado. Nesse email, expôs publicamente a minha fração autónoma (5.º C), imputando-me falsas condutas de "hostilidade, perseguição e bullying psicológico", e anexando ficheiros digitais com títulos de caráter persecutório e difamatório. Segundo Momento (Email de 22/6/2026, às 17h36): Dando continuidade ao assédio, a empresa enviou uma nova comunicação em massa à comunidade de vizinhos. Nesse texto, voltou a expor publicamente a minha fração (5.º C), tentando culpar-me de forma infundada pelo bloqueio e pelo adiamento na entrega das pastas e arquivos do prédio que a própria empresa se recusa a devolver. Terceiro Momento (Email de 22/6/2026, às 22h51): Face a este manifesto abuso de poder e devassa de privacidade, exerci o meu direito legal e enviei uma notificação formal por escrito diretamente para o escritório da empresa, exigindo a cessação imediata do tratamento ilícito dos meus dados. Em resposta, e numa conduta de total afronta, a gerência da SERVI XXI enviou um novo email em massa reencaminhando a minha mensagem privada de protesto para dezenas de condóminos do prédio. Mais grave ainda: colocou todos os endereços de email privados dos moradores no campo "Cc:" de forma visível, cometendo uma quebra massiva de confidencialidade e sigilo profissional. É juridicamente inadmissível que uma entidade comercial destituída continue a auto-intitular-se com competências para "informar" um condomínio com o qual já não tem qualquer vínculo contratual, utilizando para fins privados de guerrilha uma base de dados confidencial de clientes e retendo material que não lhe pertence. Reencaminhar correspondência privada e expor frações em emails circulares constitui um desvio total de finalidade das bases de dados. A gravidade da situação reside no facto de esta conduta comercial desenfreada estar a causar profunda humilhação, angústia e devassa da reserva da vida privada na minha própria envolvência residencial. Pretensões da Reclamação: Face ao exposto, exijo que a empresa SERVI XXI - Administração de Condomínios, Lda.: Cesse de forma imediata e definitiva o envio de qualquer comunicação eletrónica ou postal contendo referências à minha fração (5.º C); Elimine de forma permanente o meu contacto e os meus dados de todas as listas de distribuição eletrónica em seu poder, uma vez que a retenção e uso dos mesmos carecem de qualquer base legal ou consentimento; Proceda à entrega imediata, integral e sem mais demoras de todas as pastas, documentos, chaves e arquivos digitais do condomínio à atual administração eleita, cessando a retenção indevida do património do prédio.

Encerrada
P. L.
22/06/2026

Entregue produto diferente ao comprado

Exmos Senhores. Fiz a compra de um produto pelo vosso site, no entanto o produto que foi entregue não corresponde ao que comprei. Já fui por duas vezes à Worten de Telheiras os quais indicaram que já encaminharam a situação para o vendedor Marketplace - Cabos360, os quais já contatei e disseram que nada têm a ver com a situação e que o erro é da Worten, o mesmo diz a Worten que é um erro e responsabilidade da Cabos 360. Acontece que comprei um produto e foi enviado o produto errado. Nenhuma das empresas resolve a situação e empurram bola de um para o outro. Pretendo receber o que está mencionado no anúncio, e pelo valor que foi comprado. Agradeço que a situação seja encaminhada para a Worten ou a quem de direito, para além do mais que a pessoa com quem falei da cabos360 não tem qualquer tipo de educação. O produto foi recebido dia 15/06/2026, e pretendo resolução da situação com a maior brevidade possível pois necessito do produto. Em anexo prints do produto encomendado e foto do produto entregue. Cumprimentos e obrigado. Paulo Lima

Encerrada
L. S.
22/06/2026

Receção de produtos diferentes dos adquiridos – Autodoc

Encomenda nº 169981723 Data da encomenda: 03/06/2026 Exmos. Senhores, Efetuei uma encomenda na Autodoc que incluía dois faróis para Volkswagen Golf IV da marca Johns (referências 95 39 09-2 e 95 39 10-2), no valor de 78,49 € cada, e dois faróis para Volkswagen Caddy da marca HD (referências 2203188 e 2203189), no valor de 27,99 € cada. Contudo, recebi produtos diferentes dos que encomendei e pelos quais paguei. No caso dos faróis para Volkswagen Golf IV, recebi faróis da marca TYC com as referências 20-5386-08-2 e 20-5385-08-2. Estes produtos são vendidos pela própria Autodoc por cerca de 53,99 € e 51,49 €, valores inferiores aos dos faróis que adquiri. Após analisar os artigos recebidos, verifiquei que tanto os faróis como as respetivas embalagens são integralmente da marca TYC. Existe apenas uma etiqueta exterior com a referência Johns colada junto da etiqueta original da TYC. Além disso, confirmei através das imagens e informações disponibilizadas no próprio site que os faróis Johns que encomendei são fabricados e embalados pela Johns, não correspondendo aos produtos que me foram enviados. Relativamente aos faróis para Volkswagen Caddy, recebi os modelos TYC com as referências 19-0622-05-2 e 19-0621-05-2, atualmente disponíveis no site por 27,49€ cada. Mais uma vez, os produtos recebidos não correspondem aos anunciados e adquiridos, sendo visualmente diferentes e apresentando características distintas das que me levaram a escolhê-los. Nunca fui informado nem dei qualquer consentimento para substituição de marca, fabricante, referência ou características dos produtos encomendados. Depois de apresentar reclamação, fui informado de que alegadamente se tratou de um erro de embalamento. No entanto, tenho dificuldade em aceitar essa explicação, uma vez que os próprios faróis e as respetivas embalagens são da marca TYC, não se tratando apenas de uma troca de caixas ou etiquetas. Durante os contactos telefónicos efetuados para tentar resolver a situação, fui várias vezes interrompido enquanto expunha os factos e o meu descontentamento. Num dos contactos, a chamada foi terminada pela colaboradora após eu ter explicado a situação, o que agravou ainda mais o meu desagrado e dificultou a procura de uma solução. A única solução apresentada pela empresa foi a devolução dos artigos, obrigando-me a embalar os produtos, imprimir etiquetas e enviar os artigos para posterior verificação pela própria empresa, ficando o reembolso dependente dessa análise. Quero deixar claro que não me recuso a devolver os produtos recebidos. Não tenho qualquer interesse em ficar com eles porque não correspondem ao que encomendei. No entanto, não considero justo que todo o trabalho, incómodo e risco da resolução desta situação recaia sobre mim quando o erro não foi da minha responsabilidade. Além disso, neste momento não tenho confiança suficiente para enviar os artigos sem antes ter uma garantia efetiva de que receberei os produtos corretos ou o reembolso integral dos valores pagos. Já fui prejudicado uma vez ao receber artigos diferentes dos que adquiri e, por esse motivo, não me sinto confortável em assumir novamente todo o risco do processo. Acresce que uma colaboradora da Autodoc afirmou que a empresa não mantém na sua posse valores que pertencem aos seus clientes. Essa afirmação causou-me estranheza, uma vez que paguei por determinados produtos e recebi outros diferentes, sendo alguns deles de valor inferior aos artigos efetivamente adquiridos. Os artigos recebidos encontram-se guardados e disponíveis para devolução. Não pretendo ficar com produtos que não correspondem ao que encomendei, pretendendo apenas que a situação seja resolvida através do envio dos artigos efetivamente adquiridos ou do reembolso integral dos valores pagos. Considero que recebi produtos diferentes dos contratados, de marca, fabricante, referências e características distintas das anunciadas no momento da compra, sem qualquer informação prévia ou consentimento da minha parte. Pretendo apenas receber os produtos que efetivamente encomendei ou, em alternativa, obter o reembolso integral dos valores pagos, sem quaisquer custos, encargos ou inconvenientes adicionais resultantes de uma situação pela qual não sou responsável. Junto documentação e fotografias dos produtos encomendados, dos produtos recebidos e das respetivas embalagens, de forma a comprovar os factos descritos. Cumprimentos.

Em curso
R. B.
22/06/2026

Prémios não obtidos

Exmos. Senhores venho por este meio e com profunda tristeza fazer uma reclamação sobre a campanha de prémios da aplicação da coca cola em Portugal. No passado dia 18 de Junho de 2026 houve o chamado "drop" de saquetas de cromos para a caderneta do mundial de 2026 no qual eu participei. Para reclamar os prémios é necessário comprar artigos da coca cola e digitalizar os talões. Cada artigo comprado e o talão digitalizado dá direito a 1 ponto na aplicação coca cola . Eu tinha 25 pontos e participei no tal "drop" tentei adquirir dois conjuntos de 8 saquetas cujo valor seriam 10 pontos cada conjunto . Participei como já mencionei anteriormente e qual é o meu espanto? Fiquei sem os 20 pontos e não tive direito aos tais 2 conjuntos de 8 saquetas, perdendo assim tanto os pontos como os prémios . Parece que foi uma situação geral mas no entanto há pessoas que dizem que tinham por exemplo 15 pontos e agora têm 75 pontos que a coca cola retribuiu. Eu nem pontos nem prémios e é este o meu motivo da reclamação . Gostaria de ter ajuda neste caso porque é a primeira vez que faço uma reclamação. Obrigado Sem outro assunto Renato Bilreiro

Encerrada
A. B.
22/06/2026
PDFBILLING COM HELP MIAMI

Contestação de operação não autorizada e pedido de reembolso imediato (€49,95)

No dia 14 de junho de 2026, ao consultar os movimentos da minha conta associada ao cartão de débito nº PT50001800035731639002020 verifiquei um pagamento online no valor de 49,95€, que não reconheço nem autorizei de uma entidade PDFBILLING COM HELP MIAMI. Assim que tive conhecimento da situação, bloqueei de imediato o cartão através da aplicação móvel do Banco Santander e contactei a linha de apoio ao cliente para comunicar a ocorrência. Não realizei qualquer compra com aqueles valores nem forneci os meus dados bancários a terceiros. Considero, por isso, que poderá estar em causa uma utilização fraudulenta do meu cartão ou uma falha de segurança no sistema de pagamentos. Até ao momento, o montante continua debitado na minha conta e não foi efetuado qualquer reembolso provisório. Face ao exposto solicito: - A evolução imediata do montante de 49,95€; - A abertura de uma investigação detalhada sobre os débitos em causa - Esclarecimentos sobre a origem da ocorrência e as medidas adotadas para evitar situações semelhantes - A confirmação por escrito da receção desta reclamação e a indicação de um prazo estimado para a resolução do caso. Aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Melhores cumprimentos. Marcos Torres

Encerrada

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