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Cancelamento de Viagem, Falta de Reencaminhamento e Incumprimento do Regulamento Europeu
Exmos. Senhores, O meu nome é Sara Oliveira e venho por este meio apresentar uma reclamação para apreciação e mediação da DECO relativamente a uma situação ocorrida com uma viagem adquirida através da agência MyTrip. A viagem em causa tinha como destino Atenas, Grécia, com datas de 3 a 10 de junho de 2026, reserva n.º 1126334865, para dois passageiros: o Sra. Sara Oliveira e Sra. Mariana Domingues. No dia 1 de junho de 2026 fui informado que o voo tinha sido cancelado e a única opção disponível era reembolso. No referido email não vinha mencionado 1. motivo do cancelamento, 2. alternativas às quais tenho direito segundo Regulamento Europeu e 3. o voo foi cancelado apenas com 48h de antecedência. Importa referir que solicitei expressamente uma alternativa de reencaminhamento para o destino final, conforme previsto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, no entanto tal opção nunca me foi disponibilizada pela agência MyTrip, sendo-me apenas comunicada a possibilidade de reembolso, o que considero não estar em conformidade com os direitos dos passageiros aéreos. Os contactos com o apoio ao cliente da MyTrip foram efetuados nos dias 1 de junho de 2026, ambos os contactos reiteraram que não existia outra opção para além de reembolso e que não existiam voos alternativos. Os voos em causa eram operados AEGEAN, tendo esta última informado que a gestão da reserva e resolução do caso compete à agência intermediária, neste caso a MyTrip. Esta situação causou prejuízos financeiros e pessoais significativos, nomeadamente: * Valor pago pelo ferry perdido: 68,70€ * Reserva de hotel já paga: 72€ por 1 noite Mais informo que fomos obrigadas a aceitar o reembolso (única opção fornecida), mas que à data que escrevo esta reclamação o mesmo ainda não foi processado. Para efeitos de prova, segue em anexo o email enviado pela agência MyTrip, no qual é indicado que apenas está disponível a opção de reembolso, o que, na minha interpretação, contraria o disposto no Regulamento (CE) n.º 261/2004, que prevê o direito do passageiro a optar entre reembolso ou reencaminhamento para o destino final em condições comparáveis. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de mediar esta situação junto da agência MyTrip, avaliar o incumprimento dos direitos do consumidor e apoiar na obtenção de uma solução justa face aos prejuízos sofridos. Com os melhores cumprimentos, Sara Oliveira
eclamação Formal – Exigência de Reembolso Integral por Cancelamento de Voo – Reserva ZVLV44
Ex mos Senhores Eu, Pedro Miguel Nobre Marques, venho por este meio apresentar uma reclamação formal e exigir o reembolso imediato e integral do valor pago pela reserva ZVLV44, efetuada no vosso portal no dia 15 de janeiro. A referida reserva contemplava os voos de ida e volta entre Lisboa e Marraquexe, com partida agendada para o dia 3 de junho e regresso a 9 de junho. O voo de ida do dia 3 de junho foi formalmente cancelado pela transportadora aérea (TAP Air Portugal). Face ao cancelamento involuntário, exerci imediatamente o meu direito legal de rejeitar qualquer alteração e solicitei à Rumbo, através do formulário que me enviaram por e-mail no passado dia 30 de maio, o cancelamento da reserva e o respetivo reembolso total dos valores pagos. Contudo, fui informado pela vossa equipa de que a TAP teria recusado o reembolso. Após contacto direto com a TAP Air Portugal, a companhia aérea informou-me de que a Rumbo aceitou a remarcação do voo para o dia 5 de junho à revelia e sem o meu consentimento, agindo deliberadamente contra as minhas instruções explícitas de cancelamento e pedido de reembolso. A TAP confirmou ainda que o reembolso integral seria processado caso a reserva tivesse sido direta, sendo a Rumbo a única entidade responsável por devolver os fundos ao cliente por deter a gestão do bilhete. Esta atuação da Rumbo viola flagrantemente: O Artigo 5.º e o Artigo 8.º do Regulamento (CE) n.º 261/2004, que garantem ao passageiro o direito de escolha exclusiva entre o reembolso integral no prazo de 7 dias ou o reencaminhamento, em caso de cancelamento. O regime legal das agências de viagens, ao tomarem decisões contratuais vinculativas em nome do cliente sem qualquer mandato ou autorização para o efeito. Deste modo, intimo a Rumbo a proceder ao estorno imediato do valor total da reserva ZVLV44 no prazo máximo de 5 dias úteis. Findo este prazo sem a devida restituição, avançarei com uma denúncia formal junto da ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil), do Turismo de Portugal (enquanto entidade reguladora das agências de viagens) e por vias judiciais através do Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo , DECO Proteste através do livro de reclamações eletrónico. Sem outro assunto, aguardo a confirmação do reembolso no valor total de 656.82€. Melhores cumprimentos, Pedro Miguel Nobre Marques
Cancelamento sem compensação ajustada
Exmos. Srs. Venho por este meio expor a seguinte reclamação: - Efetuei reserva de alojamento através da plataforma Booking (nº 5303561368) há cerca de 3 meses (no dia 08/março – anexo 1) por se tratar do dia da Queima das Fitas da Universidade de Évora (06/junho), e este sábado dia 30/maio fui contactada pela unidade hoteleira “Guest House – Palacio Diana” (que tinha reservado) pela Sra. Vera, a indicar que estavam com problemas em canos e que não conseguiriam assumir a reserva, pedindo-me que a cancelasse. - Informei a unidade que não iria fazer cancelamento enquanto não contactasse o Booking - A unidade hoteleira disponibilizou-se a enviar-me opções de alojamentos por whatsapp (Anexo 3), tendo enviado uma opção, mas a alternativa não era com condições similares, pois a minha reserva foi de quarto privado com wc privado (anexo 2), e a alternativa era de cama em dormitórios (12 camas) e, portanto, e sem wc privado (anexo 3A) - Contactei a unidade hoteleira a indicar que aquela opção nada tinha de similar e que, portanto, não era opção, tendo-lhe indicado que por ser este evento já não havia muitas opções de alojamento, mas que havia por ex. o Évora Hotel que embora fosse mais afastado poderia ser, e que deviam assumir a diferença, ao que me respondeu (Sra. Vera) que estava a tratar com o Booking. - Aguardei e qual foi o meu espanto ter recebido a notificação do cancelamento do Booking, dando-me como opção a tal opção do dormitório e que assumiam a diferente de apenas €20,77 (anexos 4) - Atualmente, dada procura na sequência desse evento, como devem compreender, as opções similares disponíveis são de valores muito mais elevados (anexo 5) É lamentável que desde logo não o Booking não tenha tido a hombridade de defender os meus direitos enquanto cliente deles há anos, nomeadamente validarem se a opção que foi sugerida ter condições similares, e por isso, não posso aceitar aquela compensação dado ser ridiculamente inferior à diferença de preços atual. Atendendo à data próxima do evento, solicito num máximo de 3 dias, que seja feita reserva e assunção da diferença de preço, para alojamento similar nomeadamente: - Localização: no centro - Quarto (tamanho razoável) privado com WC privado - Mínimo de classificação geral 8.4, com item limpeza mínimo 9.0 (que mais valorizo) Manifesto ainda a atuação de má fé por parte da unidade hoteleira, que me contactou no dia 30/maio a pedir/insistir para que eu fizesse o cancelamento da reserva, que me levaria à perda dos meus direitos. A minha disponibilidade de contacto é total, fico a aguardar resposta/contacto com a urgência que se evidencia face à data em que necessito do alojamento (06/junho, próximo sábado). Luisa Silva Contacto 965115842 Email: luisa-m-silva@sapo.pt
Recusa indevida de reembolso após cancelamento de voo pela TAP Air Portugal
No dia 22/01/2026 comprei através da agência online MyTrip uma passagem aérea operada pela TAP Air Portugal para o trajeto Porto–Paris, com voo originalmente previsto para 3 de junho de 2026. Posteriormente, recebi um SMS da TAP informando que o voo foi cancelado devido a uma greve. Ao consultar a reserva no site da TAP, verifiquei que foi efetuada uma remarcação automática para o dia 5 de junho de 2026, sem o meu consentimento. Esta nova data é inviável para a realização da viagem. Desde então, entrei em contacto várias vezes com a MyTrip solicitando reembolso ou uma alternativa adequada, mas fui informado repetidamente de que “é necessário aguardar resposta da companhia aérea” ou de que “não tenho direito a reembolso porque a TAP não autorizou”. No entanto, ao contactar diretamente a TAP Air Portugal, fui informado de que o voo foi efetivamente cancelado e que tenho direito a reembolso, mas que este deve ser processado pela agência emissora do bilhete (MyTrip). Existe, portanto, uma contradição entre a companhia aérea e a agência, resultando na ausência de resolução e no bloqueio do reembolso. Apesar de múltiplos contactos ao longo de vários dias, não me foi apresentada qualquer solução efetiva, nem efetuado o reembolso devido. Solicito apoio para: obtenção do reembolso integral do bilhete cancelado; intervenção junto da MyTrip para desbloqueio do processo de reembolso.
Cancelamento e nao envio da fatura
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a plataforma Booking.com, relativamente à gestão de uma reserva e à recusa de emissão de fatura. Detalhes da reserva: Hotel: Park Hotel Porto Valongo Número de confirmação: 17150500391681436698 Código PIN: 228114 Check-in: 16 de abril de 2026 Check-out: 17 de abril de 2026 Duração: 1 noite O problema consiste no facto de a Booking.com indicar que a reserva foi cancelada, recusando assim a emissão da respetiva fatura. No entanto, esclareço que: Nunca solicitei o cancelamento da reserva, nem autorizei qualquer entidade ou parceiro a fazê-lo em meu nome; A eventualização do cancelamento foi feita sem o meu consentimento; A estadia foi efetivamente realizada, conforme planeado, sendo possível confirmar diretamente com o hotel. Apesar de já ter exposto esta situação diversas vezes junto da Booking.com, a resposta tem sido sempre a mesma, baseada numa informação incorreta do sistema, sem qualquer tentativa de resolução efetiva do problema. Esta situação está a causar-me prejuízos, uma vez que necessito urgentemente da fatura para efeitos de apresentação na minha empresa. Adicionalmente, considero que houve: Falta de rigor no tratamento do processo; Falta de transparência na comunicação; Má prestação de serviço ao cliente. Face ao exposto, solicito: A intervenção para que seja emitida a fatura relativa à estadia realizada; A análise deste caso por eventual prática indevida por parte da plataforma; Informação sobre os meus direitos enquanto consumidor nesta situação. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, César Duarte
Erro no sistema por parte deles.
Título da Reclamação: Cobrança indevida de 101,70€ por erro da Booking.com: prazos falhados e retenção de capital Texto da Reclamação: Exmos. Srs. do Departamento de Apoio ao Consumidor da DECO PROTESTE, Venho por este meio solicitar a vossa intervenção e apresentar uma denúncia formal contra a plataforma Booking.com, devido a uma conduta abusiva, falha consecutiva de prazos e retenção indevida do meu dinheiro que se arrasta desde o início do mês de maio. O Histórico dos Factos: No passado dia 4 de maio, devido a um erro técnico exclusivo do sistema da Booking.com, foi-me retirada da conta bancária a quantia de 101,70 €, sem que a respetiva reserva tivesse sido efetuada ou confirmada. Ao contactar o suporte da Booking.com, o erro foi assumido pela empresa, tendo-me sido garantido que o reembolso seria processado num prazo máximo de 12 dias. Terminado esse período sem receber o dinheiro, voltei a contactar a plataforma. Pediram-me que aguardasse mais uns dias e, posteriormente, solicitaram um prazo adicional de 5 dias úteis. Mais uma vez, colaborei, esperei e nenhum valor deu entrada na minha conta. Hoje, após terem falhado sistematicamente todas as datas avançadas pelo próprio suporte, a Booking.com enviou-me uma mensagem descartando-se das suas responsabilidades. Alegam que o departamento financeiro "aceitou a contestação com sucesso" e empurram-me para o meu provedor de pagamentos (Revolut). Já contactei a Revolut e os mesmos confirmam que, até ao momento, não há qualquer registo de entrada ou informação deste valor do lado deles. Violação dos Direitos do Consumidor: Como a Booking.com opera no mercado português direcionando os seus serviços para o nosso país, está sujeita à legislação europeia e nacional de proteção ao consumidor. À luz do Artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, o prestador de serviços tinha o prazo máximo de 14 dias para repor o meu dinheiro. O número 3 do mesmo artigo estipula claramente que o incumprimento deste prazo confere ao consumidor o direito de exigir a devolução em dobro dos montantes pagos, para além de indemnização por danos patrimoniais e não patrimoniais. Já passou quase um mês desde que estou privado, injustamente, dos meus 101,70 €. O que pretendo com esta queixa: Que a Booking.com seja compelida a fornecer de imediato o comprovativo financeiro oficial com o código ARN (Acquirer Reference Number) da transação, para que o meu banco possa rastrear o dinheiro na rede internacional de cartões. Que a Booking.com assuma a responsabilidade pelas falsas promessas de prazos e me atribua uma compensação financeira em dobro, tal como prevê a lei, face ao enorme transtorno causado. Agradeço desde já a atenção e a habitual eficácia da DECO PROTESTE na defesa dos nossos direitos. Melhores cumprimentos, Jorge
Reembolso não recebido
Comprei dois bilhetes para o show do Paulo Ricardo inicialmente agendado para o dia 05/03/2026. Após a confirmação do pagamento, os bilhetes foram enviados por email, conforme esperado. No dia 18/02/2026, recebi uma comunicação informando a alteração da data do espetáculo para o dia 13/09/2026. Na mesma comunicação, foi indicado que, caso não concordássemos com a alteração, seria possível solicitar o reembolso. Optei por solicitar o reembolso, garantindo-se o reembolso total do valor pago. Foi solicitado o envio do IBAN para efeitos de devolução, com a indicação de que o reembolso seria processado com a maior brevidade possível. Até a presente data, o valor em questão, 90 euros, não foi reembolsado. Desde então, tenho tentado obter esclarecimentos sobre o estado do processo, através de diversos emails enviados sem qualquer resposta. Hoje reenviei um e-mail e o e-mail da empresa não existe mais.
rescisao de contrato
Boa tarde venho por este meio solicitar a vossa ajuda e expor a minha situação da qual não sei a quem mais recorrer . Eu tornei-me sócio da interpasse na qual pelo que eu depois de muito tentar e várias conversas com pessoas da interpasse através de e-mail e até por telefone uma das vezes foi a minha esposa que falou com eles a pessoa que falou ate foi desagradável da maneira que falou, a minha situação é a seguinte encontrei algumas irregularidades no contrato tais como documentos que tenho ( duplicados do contrato) que não estão assinados e no contrato que eles me enviaram agora que eu pedi aparecem assinados um dos quais não tem valor total do contrato e agora apareceu com valor escrito, para mim o mais grave uma das folhas que supostamente fui eu que assinei a assinatura não e a minha . outra situação e que ao telefone dizem que tenho médico ao domicilio pago e quando precisei e liguei disseram que teria um custo de 5 euros diz que tem descontos na meo e estou a pagar o mesmo valor ou superior que se tivesse feito contrato diretamente com a meo não vejo qual a vantagem neste contrato até só vejo desvantagens e além disso estou a pagar um valor todos os meses e chego ao fim do ano ainda tenho que pagar mais 100 euros. Neste momento estou a apelar a vossa ajuda para ver o que posso fazer para rescindir este contrato pois vejo que estou a ser lesado de várias maneiras. Espero que me possam ajudar. obrigado
Ainda não fizeram meu reembolso
A vendedora Joana não me informou sobre os cartões de AR que precisaria para viajar, paguei a reserva e simplesmente ainda não mandaram meus 200€ de volta pois tive que cancelar por não ter documento válido. Ligo e nunca me dão uma data, mando diversos e-mails e também não dão nenhuma resposta concreta.
A Etihad cancelou a nossa reserva e falhou completamente em prestar apoio adequado.
Após o cancelamento, tentámos repetidamente contactar a Etihad por telefone para obter opções alternativas de voo e assistência. Apesar de várias tentativas, ficámos sempre em espera (numa das ocasiões durante mais de 5 horas), sem receber qualquer apoio ou alternativas de viagem viáveis. As opções apresentadas eram sem sentido (ou seja, não correspondiam sequer à rota de que necessitávamos). Como consequência, fomos obrigados a comprar bilhetes totalmente novos com outra companhia aérea, suportando integralmente esse custo. Apresentámos reclamações formais e enviámos e-mails de acompanhamento nos dias 7 de março, 8 de março, 30 de março e 13 de abril, explicando claramente a situação e solicitando o reembolso dos voos alternativos. Apesar disso, até ao momento, a Etihad nunca respondeu formalmente a nenhuma das nossas comunicações. Posteriormente, a companhia aérea processou apenas um reembolso parcial relativo ao segmento de voo não utilizado, ignorando os custos adicionais que tivemos devido à sua falha em prestar assistência aos passageiros. A Etihad não está a cumprir a legislação da União Europeia e esta experiência demonstrou uma falta inaceitável de apoio ao cliente, comunicação e responsabilidade para com os passageiros afetados por cancelamentos. Estamos agora a encaminhar o caso para o Centro Europeu do Consumidor, a ANAC e outros mecanismos de proteção do consumidor.
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