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Cancelamento e realocação do valor ja pago em outra viagem
Reclamação Formal para a iCliGo (A enviar com CC para o Turismo de Portugal) Assunto: RECLAMAÇÃO – Reserva ICG-101881 – Má-fé e retenção indevida de valores À Direção da iCliGo, Adquiri uma viagem com a Icligo para Cabo verde Ilha do Sal, para 3 pessoas ( eu e as minhas filhas menores) no dia 27 de novembro de 2025, no entanto após ter tido conhecimento que haveria devido a surtos de grave de bactérias (Shigella/Salmonella), decidi por razoes obvias alterar a viagem para utro país, no entanto da parte da iCligo nunca houve disponibilidade para tal. Primeira exposição encaminhada para a TAP no dia 03 de abril 26, não obtive ainda resposta. Sou passageiro desta reserva juntamente com as minhas duas filhas menores, 12 e 16 anos. Devido ao surto grave de bactérias (Shigella/Salmonella) na Ilha do Sal, com óbitos reportados e centenas de infetados, solicitei à agência iCliGo a alteração ou cancelamento da viagem por razões de força maior e segurança de saúde pública. Em contactos telefónicos com os vossos serviços da TAP (com o Sr. Luís a 31/03 e novo contacto a 01/04 com o Sr. Andre), foi-me informado que, do lado da TAP, existiria abertura para aceitar a alteração ou o estorno, dependendo apenas de um pedido formal da iCliGo, detentora da reserva. Contudo, a iCliGo recusa-se a contactar-vos e afirma que "não há possibilidade de re-routing com a TAP", retendo o valor total pago (cerca de 3.362€). Sublinho que já adquiri uma nova viagem com a iCliGo também voando pela TAP, Z2VKB8, TP 1735, o que prova a minha lealdade à vossa companhia. Não pretendo imputar responsabilidades à TAP, mas sim obter a vossa ajuda para que o operador não se aproprie de um valor por um serviço que não será usufruído por risco de vida. Na sequência das comunicações anteriores relativas à reserva ICG-101881, venho apresentar a minha última tentativa de resolução extrajudicial antes do recurso à via judicial e queixa formal às entidades reguladoras. Fundamentos da Reclamação: 1. Falta de Diligência Culposa: O primeiro pedido de alteração foi submetido a 18 de fevereiro. A iCliGo demorou 9 dias a responder (27/02), ignorando deliberadamente o prazo limite de pagamento de 23/03, o que configura uma gestão danosa dos interesses do cliente. 2. Informação Falsa: A iCliGo afirmou não existir possibilidade de solução com a TAP. No entanto, em contacto direto com a TAP (31/03 e 01/04), a transportadora confirmou que a decisão de estorno ou alteração está nas mãos da iCliGo, bastando um contacto da vossa parte, o qual nunca existiu. 3. Força Maior e Direito à Vida: O surto bacteriano na Ilha do Sal é um facto público. O Artigo 25.º do DL 17/2018 confere o direito ao reembolso sem taxas em caso de circunstâncias excecionais no destino. A recusa da iCliGo em reconhecer o risco de saúde para duas menores é inadmissível. 4. Enriquecimento Sem Causa: Retenção de 3.362,69€ quando o cliente já efetuou uma nova reserva com a mesma agência e companhia aérea demonstra uma total ausência de política de apoio ao cliente e má-fé contratual. Exijindo por consequencia o reembolso total do valor, sem a cobrança das taxas de cancelamento ilegítimas.
Falta de atendimento no check-in e prejuízo financeiro - solicito reembolso urgente
Gostaria de registrar minha insatisfação com a experiência extremamente negativa que tive com a hospedagem no O Elétrico Guesthouse. Cheguei à propriedade no dia 26/03/2026, por volta das 15h, horário compatível com o check-in informado. No entanto, ao chegar ao local, encontrei a porta principal completamente fechada. Permaneci aguardando por aproximadamente 30 minutos, na rua, com duas malas e uma mochila, após uma viagem longa desde o aeroporto, e não houve qualquer sinal de atendimento. Seguindo as instruções fornecidas na reserva, tentei contato telefônico pelo número disponibilizado (218145306), porém minhas chamadas não foram atendidas em nenhum momento. Fiquei, portanto, sem acesso ao imóvel e sem qualquer tipo de suporte ou orientação por parte da propriedade. Diante dessa situação completamente inaceitável, especialmente considerando que eu havia cumprido corretamente o horário de check-in, não tive alternativa senão buscar uma nova hospedagem de última hora. Acabei me hospedando em um hotel Ibis próximo, com custo total de 160 euros por duas noites. Ressalto que, embora outros hóspedes possam eventualmente ter conseguido acesso (segundo a Guesthouse), no meu caso específico houve total ausência de suporte, tanto presencial quanto remoto, o que inviabilizou completamente minha estadia. Informo que irei anexar como comprovação a fatura da hospedagem alternativa, bem como a foto registrada da porta fechada no momento da minha chegada e o histórico das ligações realizadas para o número disponibilizado pela propriedade naquele dia. A falta de atendimento no check-in é uma falha grave e inaceitável, que gerou não apenas prejuízo financeiro, mas também desgaste físico e emocional após uma viagem cansativa. Dessa forma, solicito de forma clara e objetiva: - O reembolso integral do valor pago pela reserva no O Elétrico Guesthouse; - E, considerando o transtorno causado e a falha grave na prestação do serviço, o ressarcimento do valor adicional que precisei arcar com a hospedagem alternativa. Caso não haja uma solução satisfatória em prazo razoável, adotarei as medidas judiciais cabíveis para garantir o ressarcimento integral dos prejuízos sofridos. Itinerário da Hotels.com: 72071804077116
Cancelamento de voos
Apresento reclamação relativa à reserva XHJTJS (caso n.º 12465830) (3 passageiros), associada a um erro grave no processamento de um pedido de cancelamento. Foi solicitado, através do formulário da companhia Vueling, o cancelamento de apenas um passageiro (Passageiro 3). Esse pedido foi corretamente submetido para os voos de ida e de regresso. No entanto, no dia 12 de março, a companhia procedeu ao cancelamento total dos passageiros no voo de ida (Lisboa – Barcelona), sem que tal tivesse sido solicitado. Mais grave ainda, nenhum dos passageiros foi informado deste cancelamento. Apenas tive conhecimento no momento em que tentei realizar o check-in, sendo posteriormente confirmado pela assistência da companhia. Devido a este erro, fomos obrigados a adquirir novos bilhetes para dois passageiros (Passageiros 1 e 2), no valor total de 254,54€, de forma a garantir a viagem. Adicionalmente, verificou-se falta de transparência: No voo de regresso, foi confirmado o cancelamento correto de apenas um passageiro; No voo de ida, não houve qualquer comunicação prévia, sendo apenas indicado posteriormente um crédito de voo, sem explicação clara e que não recebemos nem por e-mail nem credito na conta Vueling. Esta situação causou prejuízo financeiro direto e perda significativa de tempo (cerca de 5 a 6 horas de trabalho por duas pessoas). Até ao momento, não foi apresentada qualquer prova de erro por parte do consumidor, nem foi dada uma resposta adequada. Solicito: Reembolso do valor de 254,54€ (preço de aquisição de novas viagens para o passageiro 1 e 2 em cima da hora para conseguir realizar a viagem); Esclarecimento sobre os valores pagos e respetivo reembolso; Correção da situação criada por erro da companhia. Considero que houve falha grave no serviço prestado e falta de cumprimento dos direitos do consumidor.
Subscrição anual não transparente e impossibilidade de cancelamento
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa eDreams relativamente a uma subscrição do serviço eDreams Prime. No momento da adesão, efetuei o pagamento de 9,99€, acreditando tratar-se de uma subscrição mensal. No entanto, mais tarde verifiquei que, na realidade, estava a aderir a uma subscrição anual, informação essa que não foi apresentada de forma clara e transparente no momento da contratação. Assim que tive conhecimento da situação, tentei proceder ao cancelamento dentro do prazo indicado de 14 dias, mas não consegui concluir o processo através dos meios disponibilizados pela empresa. Apesar disso, no dia 1 de abril, foi-me cobrado novamente o valor de 9,99€, o que considero indevido, tendo em conta a minha tentativa de cancelamento dentro do período legal de livre resolução. Desta forma, solicito: O cancelamento imediato da subscrição anual; O reembolso do valor cobrado indevidamente; A confirmação por escrito da cessação do contrato. Considero que houve falta de transparência nas condições contratuais e dificuldades no exercício do direito de cancelamento, o que prejudicou os meus direitos enquanto consumidor. Agradeço a vossa atenção e solicito a vossa intervenção para a resolução deste caso com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos,Alexandra donskikh alexteixeira2025@outlook.com
Cancelamento sem devolução de valores
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma reserva de alojamento efetuada através da plataforma Booking.com, cuja estadia não correspondeu, de forma evidente, às condições anunciadas no momento da reserva. Após a chegada ao alojamento, verifiquei diversas situações graves que comprometem as condições mínimas de higiene, segurança e habitabilidade, nomeadamente: *Presença de baratas na cozinha; *Cama danificada e sem condições adequadas de utilização; *Chão em madeira podre e degradado; *Porta do quarto sem possibilidade de fechar devidamente, colocando em causa a segurança; *Existência de obras em frente ao quarto, sem qualquer aviso prévio; *Ausência de cortinados, expondo totalmente o interior do quarto; *Entrada constante de pó proveniente das obras para dentro do alojamento. Perante estas condições, foi indicada a possibilidade de mudança para outro quarto; contudo, o funcionário responsável não chegou a comparecer no local. Considerando o estado do alojamento e o facto de me encontrar acompanhado(a) por uma criança, decidimos abandonar o espaço rapidamente por motivos de segurança e salubridade. As condições encontradas são manifestamente diferentes das apresentadas no anúncio aquando da reserva, configurando incumprimento das condições contratadas. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO no sentido de analisar a situação e apoiar na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, bem como na obtenção do reembolso do valor pago pela reserva. Junto envio (ou disponibilizo) provas da situação, incluindo fotografias, comunicações trocadas e comprovativo da reserva. Com os melhores cumprimentos
Reclamação por reembolso integral de viagem inviabilizada após cancelamento dos voos essenciais
Comprei na Kiwi.com (Booking ID 703055914) uma viagem para 8 passageiros com destino final Hurghada (Egito), sob uma unica referencia de reserva, pelo valor total de 3.165,68 EUR. O itinerario incluia quatro segmentos: Lisboa-Roma (TAP TP838), Roma-Hurghada (Wizz W46089), Hurghada-Roma (Wizz W46090) e Roma-Lisboa (Wizz W46219). Apos a compra, a viagem sofreu multiplas alteracoes de horarios e dias, que a Kiwi classificou repetidamente como "minor changes" por estarem abaixo de 24 horas, recusando oferecer solucao adequada. Posteriormente, os dois segmentos essenciais para atingir o destino final foram cancelados pela companhia aerea: Roma-Hurghada e Hurghada-Roma. Com este cancelamento, o destino final deixou de ser alcancavel e a viagem ficou completamente inviabilizada. Apesar disso, a Kiwi manteve que os voos Lisboa-Roma e Roma-Lisboa continuavam "ativos" e que qualquer pedido de cancelamento desses segmentos seria tratado como "voluntary cancellation", sem garantia de reembolso e com penalizacao de 30 EUR por passageiro por voo. A Kiwi processou um reembolso parcial de 1.643,84 EUR referente aos segmentos cancelados. A perda remanescente e de 1.521,84 EUR, correspondente aos voos que ficaram "ativos" mas que perderam toda a finalidade pratica, uma vez que Roma nunca foi o destino contratado. Ao longo de todo o processo, a Kiwi apresentou explicacoes contradictorias: primeiro invocou a regra das 24 horas para recusar solucoes; depois abandonou essa regra e passou a tratar cada segmento como independente. A propria Kiwi admitiu por escrito que houve inconsistencias nas explicacoes dadas, mas afirmou que isso nao alterava o resultado. Considero que a Kiwi vendeu uma viagem unica com destino final definido, e ao tratar os segmentos como reservas autonomas apos o cancelamento dos voos essenciais, esta a eximir-se da responsabilidade por uma viagem que deixou de poder ser realizada por causa que nao me e imputavel. O consumidor nao pode ser penalizado por voos que so existiam como ligacao para um destino que ja nao e atingivel. Solicito o reembolso integral da perda de 1.521,84 EUR, correspondente aos segmentos que perderam a sua finalidade em consequencia do cancelamento dos voos para Hurghada. Documentacao disponivel: fatura da reserva (invoice Kiwi), comprovativos de cancelamento dos voos pela companhia, comprovativo do reembolso parcial recebido, e registos das comunicacoes com a Kiwi onde a empresa admite inconsistencias.
Cancelamento obrigatório
Efetuei uma reserva de um aluguel de carro no dia 02/01/2026, com o número da reserva 778308884. após a isso liguei e pedi um orçamento para antecipar a retirada do carro fui informado por e-mail do valor que era maior do que já havia sido pago, respondi o e-mail do booking que ficava sem efeito qualquer alteração no dia 11/02/2026. Agora praticamente quase a ir viajar vejo que foi feito a alteração sem meu consentimento… liguei e a resposta que me foi dada era que eu deveria cancelar e fazer uma nova reserva, e claro que seria com um outro valor. O erro foi de quem não tomou nota por parte da booking que não era para ser feito qualquer alteração. Não assumiram o erro que tiveram e eu como cliente sai prejudicado pois acabou com a viagem da minha família .
cancelamento de subscrição
No dia 12/03/2026 fiz a subscrição do plano primeplus, porém na hora de comprar um voo estava mais caro comprando no primeplus do que no site da companhia, no mesmo dia cancelei a inscrição que ainda aparece como ativada, quero o reembolso pois esse site é uma farsa e não quero ter a inscrição. Não compensa ter essa inscrição e já fiz o cancelamento várias vezes e mesmo assim ainda aparece ativada.
Reembolso de cancelamento de Reserva
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar apoio na resolução emergente de uma situação que passarei a descrever e apresentar uma reclamação contra a agência de viagens iCligo (iCligo- VIAGENS E TURISMO, UNIPESSOAL LDA), devido à total ausência de apoio, falta de transparência nas informações, após o cancelamento de uma viagem que teria lugar no dia 23/03/2026 a 27/03/2026, por motivos adjacentes à nossa vontade. No dia 23 de março de 2026 recebemos uma notificação 4 horas antes do voo a dizer que o mesmo tinha sido cancelado devido a problemas técnicos do avião. Visto que reservamos a viagem através da referida agência, contatamos logo a mesma assim que recebemos a notificação para saber o que poderíamos fazer. A primeira coisa que nos foi dita foi questionar se nos poderíamos deslocar ao Aeroporto Francisco Sá Carneiro ao balcão da companhia aérea e saber como proceder (sendo que nos encontrávamos a 168 km do Aeroporto), o que mostra desde já uma falta de apoio perante a situação. Depois foi-nos dada a possibilidade de reagendar o voo ou cancelá-lo, e como tínhamos tudo planeado para a realização da viagem e a possibilidade de a adiar uns dias, optámos pelo adiamento do voo, considerando que os valores que pagámos pela reserva não se alteravam e nada nos informaram do contrário. Contudo, apenas no dia 24 de março é que nos foi informado que teríamos que pagar um extra de 497,92 Euros pela reserva tornando-se inexequível para nós, e aí informamos a agência que queríamos cancelar. Solicitámos à agência o reembolso dos valores devidos ou, na impossibilidade, a emissão de uma Declaração de Gastos Irrecuperáveis. Este documento é essencial para que possamos acionar o seguro de viagem e recuperar os montantes retidos. No entanto, a empresa tem demonstrado uma conduta negligente e persuasiva, apresentando uma grande falta de resposta ignorando contatos sucessivos e impossibilitando a resolução do processo, levando também a uma retenção de informação em vários dos seus pontos (a omissão de valores que posteriormente teriam de ser pagos no caso do adiamento da viagem, o fornecimento do descritivo dos gastos que alegam ser não reembolsáveis), a constante pressão para que paguemos o valor acima referido, não apresentando comprovativos de que os fornecedores (companhia aérea e hotel) retiveram os valores, mantendo-nos numa situação de prejuízo financeiro sem justificação documental. Em questões de prazos, tememos que se esgotem, dada esta morosidade na resolução do processo. Agradecendo antecipadamente a V. Atenção e uma brevidade na resposta, Com os melhores cumprimentos Nelson Miguel Boino
Ressarcimento de show cancelado
No dia 25/11/2025 adquirimos dois ingressos para o show em Portugal do cantor Osvaldo Montenegro, que se realizaria no Porto, em junho de 2026 e que estaria a ser organizado pela empresa em questão. O show foi cancelado, por motivos alheios ao público e entretanto já entramos em contato com a referida empresa, através do email de contato dos mesmos, por diversas vezes, sem no entanto procederem ao ressarcimento dos valores. Deram-nos UM retorno retorno neste meio tempo, solicitando o nosso Iban, o qual foi enviado, mas nada ocorreu e não retornam mais nenhum contato ou atendem ao telemóvel.
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