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Portabilidade de número de telemóvel
Exmos. Senhores, Em 22 de abril de 2024 celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa com o n.º 31423437. Sucede que até hoje, passados 11 dias, o serviço não se encontra a funcionar em conformidade, tendo havido inúmeras falhas e problemas técnicos consecutivos no serviço contratado: - cartão de telemóvel não está a funcionar, pois ainda não foi feita a portabilidade do mesmo. A própria entidade já foi contactada por diversas vezes e nada foi feito. Considerando o exposto, venho solicitar a resolução dos problemas reportados. Cumprimentos.
EXTENSÃO DA REDE DESDE O DIA 27/3
Exmos. Senhores, Em MARÇO celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa . Sucede que até hoje, passados que são 32 dias, o serviço ainda não se encontra instalado e a funcionar, apesar dos inúmeros contactos telefónicos efetuados para o vosso n.º de apoio a clientes. Considerando o exposto, venho rescindir o contrato celebrado, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização por via desta decisão, da vossa inteira responsabilidade. Cumprimentos.
Instalação do serviço
Boa tarde ! Essa é a quinta reclamação que faço .sobre o tema , fiz quatro na provedoria do cliente no site da MEO, porém sem resposta até o momento . Efetuei o contrato no dia 20/02/2025 e no ato do contrato não me foi informado que necessitavam da autorização do condomínio. Passados 1 mês , retornei à loja Meo do Almada fórum e apresentei. Autorização do condomínio , em que me foi informado que dia 27/03/205 me seria instalado o serviço. Dia 27 liguei para lá apoio ao cliente e me deram a data do dia 1/4. Nesse mesmo dia fui à loja pelo que foi informado pela gerente que não havia previsão e a mesma nem sequer se deu ao trabalho de tentar resolver . Resumindo até o o momento não temos qualquer informação sobre a instalação . Ontem 21/04/2025 retornamos à loja , o mesmo atendente que nos fez o contrato nos atendeu , passou o problema a gerente e a mesma dessa vez nem nos atendeu , e não nos deu previsão . Trabalhamos de a partir de casa e tá sendo bem complicado essa situação , pois se nós fosse dito desde o início que seria esse transtorno não teríamos sequer aderido ao serviço. Já não sei em que mais canais reclamar .
Ativação do serviço móvel sem efeio
Exmos. Senhores, Em 13/03 celebrei contrato de prestação de serviços de telecomunicações com a vossa empresa "Digi Portugal" com o n.º 930178409 Sucede que até hoje, passados que são 36 dias, o serviço não se encontra a funcionar em conformidade, tendo havido inúmeras falhas e problemas técnicos consecutivos no serviço contratado: - (DESCREVER PROBLEMAS) A empresa diz que o serviço só era ativo após 72 horas do cartão ter sido entregue na morada de residência Considerando o exposto, venho solicitar a resolução dos problemas reportados. Cumprimentos. O Consumidor
Tecnico nao compriu com a sua função
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) Cumprimentos. Boa tarde venho aqui porque quero fazer uma reclamação contra a meo ja e w segunda vez que me mandam o mesmo tecnico para fwzer a estalacao desta vez voltou a fazer o mesmo com pouco interesse em fazer a instalação os aparelhos eram para ficar todos na cozinha mas o tecnico pos logo intraves entao so a box e que ficou na cozinha o resto no quarto dise que eram para tres televisoes so vez para duas e porque eu nao tinha o fio la pos a tv do quarto a trabalhar a resposta que ele deu foi que era responsabilidade do cliente e nao da meo entao o que veio ca fazer agora ja na outra vez se re usou a fazer a intalacao do quarto agora vez o mesmo talvez terei de reportar esta situação ao tribunal se pwgo e para ser bem servida e nao mal servida senao quero uma indemnização ou nao pagar o serviço boa tarde estou muito desapuntada
Atraso inaceitável na instalação de serviços
No dia 13 de março de 2025, celebrei contrato com a MEO para a instalação de serviços de televisão, voz e internet na minha residência. A instalação ficou inicialmente agendada para o dia 19 de março, no entanto, esta não chegou a acontecer, sem qualquer justificação plausível. Desde então, a única constante tem sido a falta de resolução e a ausência de comunicação clara por parte da MEO. Foi-me dito que existiam problemas com o PDO, nomeadamente a falta de espaço, situação que, segundo os vossos técnicos, estaria resolvida até ao dia 12 de abril. Essa data já passou, e continuo sem qualquer serviço ativo. Desde então, tenho contactado repetidamente a linha de apoio ao cliente, tendo já feito várias dezenas de chamadas, cada uma com informações contraditórias: alguns técnicos alegam que estão à espera de autorização do condomínio, enquanto outros afirmam que isso não é necessário e que apenas falta criar uma ligação adicional no PDO. Esta desorganização e falta de profissionalismo são inadmissíveis. Neste momento, estou há mais de um mês sem qualquer acesso a serviços essenciais dos quais depende no meu quotidiano. Já apresentei inúmeras reclamações e começo a sentir que estou a ser ignorado. Quanto mais tempo terei de esperar? Estou seriamente a ponderar cancelar o contrato e mudar de operador, uma vez que não houve qualquer cumprimento da parte da MEO. Saliento que resido numa zona urbana, com cobertura de fibra – não se trata de uma zona remota ou sem infraestrutura. O nível de ineficácia com que este processo tem sido gerido é absolutamente incompreensível. Solicito uma resposta imediata e concreta, com uma data definitiva para a instalação. Não estou disponível para continuar a ser empurrado de departamento em departamento ou receber desculpas infundadas. Caso a situação não seja resolvida com urgência, irei apresentar reclamação junto da ANACOM e de outras entidades competentes, incluindo a possibilidade de expor publicamente o caso através dos media, nomeadamente a SIC e a TVI.
Renovação contratual sem autorização e serviço abaixo do contratado
Exmos. Senhores, No dia 10/04/25, entrei em contacto com a MEO para alteração de residência. O atendente me informou que o valor que eu pagaria seria alterado de 41,49 para 43,49, somente pelo fato de eu pedir a alteração de morada, o que não faz o menor sentido. Não aceitei, pois fiz um plano de fidelização em ago/24 com duração de 24 meses e o valor seria esse por 2 anos. Pedi para cancelar a alteração de residência, pois queria ler o contrato do serviço com calma. Após uns minutos, um outro atendente chamado Pedro me ligou, explicando a situação sobre o aumento e continuei não aceitando, pois não tinha conseguido ler o contrato ainda. Expliquei que precisa desligar, pois iria entrar em reunião e ele, com muita má fé, leu-me rapidamente o alteração de contrato como se eu tivesse aceitado e desligou. No mesmo dia, recebo um SMS da MEO a pedir para aceitar a alteração de endereço e de valor. Não aceitei o link que foi-me enviado, nem vou aceitar. Adicionalmente, sempre notei a minha internet muito lenta. Como trabalho remotamente, vejo que demora para baixar arquivos ou a conexão em reunião fica ruim. Comecei a medir a velocidade e pasmem, nunca passou dos 300 Mbps, sendo que eu pago 1Gbps. Tenho diversos relatórios que fui salvando desde o dia da ligação. Com isso, desejo encerrar o meu contrato com a MEO, porque além de má fé, o serviço não corresponde com que o que eu pago há 3 anos. Cumprimentos.
Renovação não autorizada de contrato MEO e conduta da representante da empresa Multifrequência
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à operadora MEO (Altice Portugal), bem como à empresa parceira Multifrequência, devido a uma renovação de contrato que nunca foi por mim autorizada, e que tem vindo a causar grande frustração e prejuízo enquanto consumidor. No dia 3 de dezembro de 2024, fui contactado pelo número 963 928 080 pela assistente Rita Isabel Peixe Reis, da empresa Multifrequência, que, em nome da MEO, me informou que o contrato atual terminaria a 17 de março de 2025 e questionou se desejava renová-lo. Deixei muito claro que não pretendia renovar o contrato, justificando essa decisão com a má qualidade do serviço na minha área de residência — ausência de rede móvel, internet instável e um router ineficiente. A assistente sugeriu, então, substituir o router. Respondi que aceitaria essa substituição apenas se não implicasse qualquer renovação contratual, servindo unicamente para tentar melhorar o serviço até ao fim do contrato. Presumo que esta chamada esteja gravada, pelo que é possível confirmar esta informação. Contudo, o router nunca foi substituído e, em vez disso, recebi posteriormente um e-mail da MEO a confirmar a renovação do contrato, o que nunca autorizei nem consenti. Relatei esta situação no Portal da Queixa no dia 5 de março de 2025, descrevendo detalhadamente o sucedido. Após semanas de espera sem qualquer resolução, contactei a MEO pelo menos cinco a seis vezes, sempre a solicitar uma solução. Em todas as ocasiões, foi-me dito para aguardar, com a abertura de vários processos internos que alegadamente iriam acelerar a resolução do problema. Para agravar ainda mais a situação, no dia 27 de março de 2025, às 17h41, recebi mais um e-mail da assistente Rita Isabel Reis, referente a uma aceitação de fidelização, que nunca cheguei a abrir até à data de hoje, 9 de abril. No entanto, essa fidelização foi considerada aceite no mesmo dia, às 19h24, sem qualquer ação da minha parte. Importa ainda referir que o número de telemóvel associado ao contrato tem de se manter contactável, uma vez que é essencial para o meu trabalho, nomeadamente para receber chamadas importantes. Não pretendo manter o pacote atual, que inclui serviços como chamadas ilimitadas e fidelização forçada, mas sim garantir que o número continua ativo e funcional fora desse pacote. A instabilidade e falhas constantes do serviço prejudicam diretamente a minha atividade profissional. Face ao exposto, exijo o cancelamento imediato de quaisquer contratos renovados ou fidelizações impostas sem o meu consentimento expresso, bem como a anulação de qualquer vínculo resultante desta conduta abusiva, tanto da MEO como da consultora Multifrequência. Não tenho qualquer interesse em manter o serviço com esta operadora, que tem demonstrado total falta de profissionalismo e respeito pelo cliente. Fico a aguardar uma resposta urgente e definitiva. Com os melhores cumprimentos, Albertino Russo
Reclamação formal sobre falhas na prestação de serviço e conduta inaceitável de técnicos
Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a uma situação inaceitável que decorre desde o final de fevereiro, no âmbito da instalação de serviço de televisão e internet fixa, fruto de uma renegociação de um contrato com mais de 10 anos e da pretendida expansão do serviço para uma segunda residência. Após o contacto inicial na loja da MEO de Évora (Rua do Menino Jesus, 7004-503 Évora) e subsequente contacto telefónico, foi feita uma primeira marcação para a instalação do serviço no dia 18 de março,. Posteriormente a este contacto, foi proposto antecipar a visita para o dia 8 de março, pelas 8h30 (sábado), ao que acedi. No entanto, o técnico que se deslocou ao local mostrou-se indisponível para realizar o trabalho alegando as condições meteorológicas (chuva) e a complexidade da instalação por se tratar de uma casa antiga. Para além disso, durante a sua curta visita, proferiu comentários de teor claramente racista e xenófobo, afirmando, cito, "se vier cá um brasileiro ou um africano, pode ter a certeza que não vão fazer nada". Esta conduta é absolutamente inadmissível e exige uma ação imediata da vossa parte. Posteriormente, foi agendada uma nova visita para o dia 14 de março, pelas 17h, com a garantia de que o técnico estaria presente antes dessa hora, apesar da marcação no sistema indicar uma janela entre as 17h30 e as 19h (facto que se pode confirmar visto que todas as chamadas com o serviço de apoio ao cliente são gravadas). O técnico chegou depois das 17h30 e, momentos após sair do veículo, manifestou desagrado por ter de realizar o serviço àquela hora. Reiterou várias vezes que o trabalho era excessivo para o fim do dia, que não tinha sido informado, e que precisava de ir para casa jantar para evitar problemas com a esposa. Também este técnico fez um comentário racista inaceitável. Além disso, deu o serviço como não concluído apenas depois de ter chegado a casa, o que levanta suspeitas de conduta pouco ética. Foi então marcada nova visita para o dia 19 de março, às 9h. Este técnico, ao contrário dos anteriores, demonstrou profissionalismo, empenho e respeito. Verificou a situação, subiu ao poste e tentou resolver o problema de inexistência de espaço na caixa de ligação, contactando a central e inspecionando a área à procura de alternativas. Infelizmente, constatou-se que seria necessária uma expansão do DPO para que a instalação fosse possível, situação para a qual não tinha autonomia de atuação. Após esta visita, foram realizadas várias deslocações presenciais a lojas da MEO de Évora e Guarda (Praça Monsenhor Joaquim Alves Brás, Lt 1 D R/C D, 6300-733 Guarda), que, no total, a data de hoje, já vão em 6 visitas (três visitas iniciais, seguidas de mais três visitas a lojas diferentes). Nestas visitas foi nos prestada informação incoerente, não houve qualquer contacto de seguimento conforme prometido, e nem sequer uma previsão clara para a resolução do problema. Apenas na última visita a uma das lojas fui informado de que a expansão do DPO não estaria concluída e que a nova previsão apontava para 10 de abril, o que considero inadmissível. Foi entranto apresentada uma reclamação através de uma entidade terceira, a qual originou um novo contacto hoje, dia 10 de Abril (data que seria a limite para expanção do DPO). Neste contacto, foi-me transmitido que os trabalhos de expansão continuam em curso, mas que, neste momento, já não existe uma data prevista para a sua conclusão, o que considero absolutamente inaceitável face a todo o historial de adiamentos e falta de transparência no processo. Neste momento, passaram-se mais de 30 dias desde o início deste processo e continuo sem o serviço instalado. As faltas ao trabalho, o tempo desperdiçado e, acima de tudo, o comportamento discriminatório por parte de dois técnicos enviados pela empresa são motivo de grande indignação e repulsa. Acrescento ainda que, segundo informação prestada por um dos técnicos que se deslocou ao local, a infraestrutura existente é propriedade da MEO, embora seja partilhada com outras operadoras. Ou seja, encontro-me numa situação em que qualquer solução dependerá inevitavelmente de uma expansão da vossa rede, sendo esta a única disponível no local. Tal facto coloca-me numa posição de total dependência face à empresa, refletindo um monopólio técnico e comercial profundamente lamentável, que compromete a livre escolha do consumidor e agrava ainda mais os efeitos das sucessivas falhas na prestação do serviço. Assim, exijo: - Um pedido de desculpas formal pelos comportamentos discriminatórios verificados e pelas falhas graves de prestação de serviço. - Uma explicação clara e transparente sobre o estado atual do processo de instalação. - A calendarização definitiva da instalação, com garantia de que não haverá mais adiamentos ou faltas de comparência. - A identificação das medidas disciplinares aplicadas aos técnicos envolvidos.
Renovação não autorizada de contrato MEO e conduta da representante da empresa Multifrequência
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à operadora MEO (Altice Portugal), bem como à empresa parceira Multifrequência, devido a uma renovação de contrato que nunca foi autorizada, e que tem vindo a causar grande frustração e prejuízo enquanto consumidor. No dia 3 de dezembro de 2024, fui contactado pelo número 963 928 080 pela assistente Rita Isabel Peixe Reis, da empresa Multifrequência, que, em nome da MEO, me informou que o contrato atual terminaria a 17 de março de 2025 e questionou se desejava renová-lo. Deixei muito claro que não pretendia renovar o contrato, justificando essa decisão com a má qualidade do serviço na minha área de residência — ausência de rede móvel, internet instável e um router ineficiente. A assistente sugeriu, então, substituir o router. Respondi que aceitaria essa substituição apenas se não implicasse qualquer renovação contratual, servindo apenas para tentar melhorar o serviço até ao fim do contrato. Presumo que esta chamada esteja gravada, pelo que é possível confirmar esta informação. Contudo, o router nunca foi substituído e, em vez disso, recebi posteriormente um e-mail da MEO a confirmar a renovação do contrato, o que nunca autorizei nem consenti. Relatei esta situação no Portal da Queixa no dia 5 de março de 2025, descrevendo detalhadamente o sucedido. Após semanas de espera sem qualquer resolução, contactei a MEO pelo menos cinco a seis vezes, sempre a solicitar uma solução. Em todas as ocasiões, foi-me dito para aguardar, com a abertura de vários processos internos que alegadamente iriam acelerar a resolução do problema. Para agravar ainda mais a situação, no dia 27 de março de 2025, às 17h41, recebi mais um e-mail da assistente Rita Isabel Reis, referente a uma aceitação de fidelização, que nunca cheguei a abrir até à data de hoje, 9 de abril. No entanto, essa fidelização foi considerada aceite no mesmo dia, às 19h24, sem qualquer ação da minha parte. Importa ainda referir que o número de telemóvel associado ao contrato tem de se manter contactável, uma vez que é essencial para o trabalho do meu pai, titular do contrato, nomeadamente para receber chamadas importantes. Não pretendemos manter o pacote atual, que inclui serviços como chamadas ilimitadas e fidelização forçada, mas sim garantir que o número continua ativo e funcional fora desse pacote. A instabilidade e falhas constantes do serviço prejudicam diretamente a sua atividade profissional. Face ao exposto, exigimos o cancelamento imediato de quaisquer contratos renovados ou fidelizações impostas sem consentimento expresso, bem como a anulação de qualquer vínculo resultante desta conduta abusiva, tanto da MEO como da consultora Multifrequência. Não temos qualquer interesse em manter o serviço com esta operadora, que tem demonstrado total falta de profissionalismo e respeito pelo cliente. Fico a aguardar uma resposta urgente e definitiva. Com os melhores cumprimentos, Jaime António Guarda Russo
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