Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Valor dos bilhetes não foi devolvido

Venho desta forma apresentar uma reclamação à empresa Legends Alive, por faltarem com a palavra de devolução do valor pago por 3 bilhetes, por 3 dias de um evento que foi cancelado (Lendas do Rock). Deram uma data limite para pagamento inicial de 60 dias, que não foi cumprida, dando uma nova data (20 de outubro de 2026) que também não foi cumprida. Quero ainda dizer que ao tentar apresentar uma reclamação à empresa através do Livro de Reclamações online, esta não foi econtrada. Isto é muito grave, pois denota-se uma grande falta de transparência relativamente a todo este assunto.

Em curso
P. B.
20/10/2026

Impedimento de entrada em exposição e recusa de reagendamento ou reembolso

Adquiri um bilhete de grupo para a exposição de realidade virtual Viagem pelo Cosmos, com data para 18/10/2026. Fiz a deslocação a Lisboa com a família expressamente para o evento. À entrada, foi-me pedido o cartão de cidadão de todos os visitantes. Apenas tinha 2 desses cartões e faltavam os outros 2. Como consequência, impediram-nos a entrada por não termos os restantes cartões de cidadão. Procurei de imediato uma solução, pedindo o reembolso ou a possibilidade de remarcar para outro dia em que conseguisse apresentar todos os cartões. Informaram-me que esta situação era comum e deram-me um papel com um e-mail e um número de telefone para tratar do assunto. Saí de lá desiludido por não ter conseguido usufruir da exposição nesse dia, mas nunca imaginei que depois me recusassem totalmente remarcar a visita ou devolver o valor pago. Ao contactar a Fever na segunda-feira, foi-me dito que não faziam qualquer alteração ou devolução, independentemente da situação. Sinceramente, considero inadmissível pagar por um serviço, não o receber e ainda ser informado que não tenho quaisquer direitos relativamente ao dinheiro pago ou possibilidade de reagendar. Não faz sentido que uma postura tão inflexível seja aceitável e correta. Pretendo uma solução justa, pois esta situação é completamente inaceitável.

Em curso
B. A.
19/10/2026

Impossibilidade de compra de bilhetes para Liverpool FC vs FC Porto e falha no serviço de apoio ao

Exmos. Senhores da DECO, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação ocorrida no dia 19 de outubro de 2026, durante o processo de venda de bilhetes para o jogo Liverpool FC vs FC Porto, agendado para 9 de dezembro. Desde as 16h00 que tentei adquirir bilhetes através da plataforma oficial de bilhética do FC Porto. Os sócios associados à minha conta cumpriam o critério de assiduidade de sete jogos exigido para esta fase de venda, mas, apesar disso, não consegui concluir a compra. Ao longo de aproximadamente duas horas, acedi à plataforma em cinco ocasiões distintas. Em todas elas, o sistema apresentou a mensagem “No seats available – There are currently no tickets available for you”, impedindo-me de selecionar lugares e avançar com a compra. Em várias tentativas, fui ainda obrigado a regressar ao fim da fila de espera. Perante o problema, procurei resolvê-lo enquanto o período de venda ainda decorria. Entre as 16h00 e as 18h00, enviei vários emails ao FC Porto, acompanhados de capturas de ecrã que documentavam o erro apresentado. Contactei igualmente, por duas vezes, o suporte da bilheteira da Loja do Associado. Apesar destas diligências, não obtive qualquer solução concreta ou esclarecimento que me permitisse concluir a compra. Quando voltei a aceder à plataforma após as 18h00, verifiquei que os bilhetes disponibilizados nessa fase já se encontravam esgotados. Considero particularmente grave que tenha comunicado o problema atempadamente, apresentado provas e procurado assistência através de diferentes canais, sem que tenha sido encontrada qualquer solução antes do esgotamento dos bilhetes. Compreendo que a disponibilidade de bilhetes possa ser limitada e que o cumprimento dos critérios de acesso à venda não garanta, por si só, a existência de lugares. Contudo, considero legítimo exigir que a plataforma de venda funcione adequadamente e que os problemas reportados durante o processo sejam devidamente analisados e tratados pelo serviço de apoio ao cliente. Assim, solicito à DECO: Que me esclareça sobre os meus direitos enquanto consumidor perante uma situação desta natureza. Que avalie se os factos descritos podem configurar uma falha na prestação do serviço de bilhética ou no dever de assistência ao consumidor. Que me indique quais os meios adequados para exigir ao FC Porto uma investigação e uma resposta formal sobre o sucedido. Que me aconselhe sobre a possibilidade de solicitar uma solução que me permita adquirir os bilhetes pretendidos, tendo em conta que comuniquei o problema durante o período de venda, sem obter assistência eficaz. Disponho de capturas de ecrã da plataforma e dos emails enviados durante o período em questão, bem como dos detalhes relativos aos contactos telefónicos efetuados, que poderei disponibilizar para análise. O meu objetivo não é obter um tratamento privilegiado nem exigir a criação de bilhetes indisponíveis, mas sim que seja analisada uma situação que reportei em tempo útil e para a qual não me foi apresentada qualquer solução. Agradeço a vossa orientação e aguardo os vossos esclarecimentos sobre os meios que tenho ao meu dispor para defender os meus direitos enquanto consumidor. Com os melhores cumprimentos, Bruno Almeida

Em curso

devolução do dinheiro dos bilhetes devido a cancelamento do s espectáculos

Concertos LENDAS DO ROCK 2026 cancelados e não devolução do dinheiro dos bilhetes até à presente data (mais de 90 dias , quando disseram que o fariam até 60 dias)

Em curso
C. F.
15/10/2026

Preço do bilhete não corresponde ao preço retirado da conta bancária

Exmos senhores e senhoras venho por este meio solicitar uma reclamação, pois comprei 2 bilhetes de avião que eram o valor de 90€ e de repente.menos de 2 minutos subido para 120 devido ao aumento automático da empresa aérea,bo problema e que me foi retirado 158,99 e não me foi dito antes de avançar para o pagamento., que haveria estas coisas?? Agradeço desde já com os melhores cumprimentos Cidália Fernandes

Em curso
D. S.
13/10/2026

Passagem sem mala despachada

Exmos. Senhores, Durante uma viagem de Porto Alegre para Lisboa, com reserva para quatro pessoas e bagagem despachada contratada, a TAP informou-me, no aeroporto, que as malas não constavam como incluídas. Após mais de 30 minutos a tentar resolver a situação com o apoio ao cliente da eDreams, fui orientado a comprar novamente o serviço e solicitar posteriormente o reembolso. A situação ocorreu de madrugada, durante uma viagem com duas pessoas idosas e uma criança. Como não dispúnhamos de dinheiro suficiente para pagar novamente o despacho de todas as malas, parte da bagagem ficou por despachar. A eDreams confirmou o reembolso das três malas que consegui pagar, mas recusou o meu pedido de compensação adicional pelos transtornos causados. Gostaria de solicitar o apoio da DECO PROteste para avaliar se existem fundamentos para requerer uma compensação adicional, considerando as circunstâncias do ocorrido e os constrangimentos que ultrapassaram o simples pagamento duplicado do serviço. Agradeço desde já a vossa orientação. Com os melhores cumprimentos,

Em curso
T. S.
08/10/2026

Bilhete não utilizável conforme anunciado

Boa tarde, Gostaria de apresentar uma reclamação relativamente à Fever, na sequência da compra de um bilhete combinado para o Palazzo Pitti, Jardins Boboli e Giardino Bardini. O bilhete indicava que incluía as três atrações, mas, quando tentámos utilizar o voucher, fomos informados na bilheteira oficial do Palazzo Pitti de que não era possível obter o bilhete físico necessário para entrar no Giardino Bardini. Como consequência, a entrada foi-nos recusada, apesar de esta atração estar incluída no bilhete que tínhamos comprado. Contactei a Fever para solicitar o reembolso, mas recusaram o pedido, limitando-se a invocar a sua política de "vendas finais". Considero que esta resposta não é adequada, uma vez que não se trata de um simples pedido de cancelamento, mas de um serviço que não pôde ser utilizado nas condições em que foi anunciado e vendido. Gostaria, por isso, de contar com o apoio da DECO PROteste para tentar obter o reembolso do valor correspondente ao serviço que não foi prestado. Tenho disponíveis o comprovativo da compra, o voucher e a correspondência trocada com a Fever. Agradeço desde já a vossa ajuda. Cumprimentos, Tânia Silva

Em curso
R. D.
06/10/2026

“Venda de bilhetes Boom Festival – falta de transparência e desigualdade no acesso”

Venho solicitar o apoio/intervenção da DECO Proteste relativamente à forma como decorreu a venda presencial de bilhetes do Boom Festival, no dia 6 de outubro de 2026, através da loja embaixadora de Lisboa. Recebi previamente uma comunicação oficial do Boom Festival informando que a venda dos bilhetes teria início no dia 6 de outubro. Com base nessa informação, eu e o meu marido deslocámo-nos ao ponto de venda em Lisboa, chegando cerca das 6h00 da manhã. Para nossa surpresa, quando chegámos já nos foi atribuído aproximadamente o número 135 numa lista existente à porta da loja. Segundo nos foi explicado no local, essa lista tinha começado a ser preenchida desde sábado, dia 3 de outubro, ou seja, três dias antes da data oficialmente anunciada para o início da venda. Foi-nos ainda referido que eram realizadas chamadas periódicas para confirmar a presença das pessoas inscritas e manter a respetiva posição na fila. Considero esta situação particularmente grave, porque significa que consumidores que tiveram conhecimento antecipado desta lista puderam garantir uma posição vários dias antes, enquanto outros, como nós, confiaram exclusivamente na informação oficial enviada pela organização. Questiono, por isso, como pode ser considerado transparente e equitativo um processo em que a venda estava oficialmente anunciada para o dia 6 de outubro, mas em que as posições para aquisição dos bilhetes começaram, na prática, a ser organizadas desde o dia 3. Permanecemos no local desde aproximadamente as 6h00 até às 19h40, quase 14 horas, sem conseguirmos adquirir os dois bilhetes que pretendíamos. Durante todo esse período não foram asseguradas condições mínimas para as pessoas que aguardavam. Não existiam instalações sanitárias disponíveis para os clientes que estavam na fila, obrigando-me a recorrer repetidamente aos estabelecimentos comerciais das proximidades e a efetuar consumos para poder utilizar uma casa de banho. A venda estava prevista para começar às 11h00, mas sofreu um atraso superior a uma hora. Durante esse período, a polícia chegou inclusivamente a entrar no estabelecimento para verificar o que se estava a passar. Quando a venda começou, verificaram-se também sucessivos problemas com os pagamentos por cartão, tendo sido aconselhado a alguns clientes que levantassem dinheiro para agilizar o processo. Este aconselhamento parece-me igualmente incompreensível, tendo em conta que cada pessoa podia adquirir até cinco bilhetes, correspondendo a um valor que podia atingir aproximadamente 1.410 euros, muito acima dos limites normais de levantamento em caixas Multibanco. Outro dos aspetos mais graves foi a falta de informação relativamente ao número de bilhetes efetivamente disponíveis. Ao longo do dia, várias pessoas perguntaram repetidamente quantos bilhetes existiam para venda. A resposta transmitida foi sempre que não sabiam. No final, fomos informados de que teriam sido disponibilizados apenas cerca de 390 bilhetes. Depois de aproximadamente 78 pessoas terem efetuado as suas compras, foi anunciado que os bilhetes tinham terminado. Se esta informação tivesse sido transmitida desde o início, os consumidores poderiam ter avaliado a sua posição na fila e decidido conscientemente se pretendiam permanecer durante tantas horas no local. Em vez disso, centenas de pessoas permaneceram durante horas numa fila sem conhecerem sequer a quantidade total de bilhetes disponível. Foi-nos também transmitido pelo responsável da loja que o acordo para aquela entidade funcionar como embaixadora do Boom Festival teria sido celebrado cerca de seis meses antes, mas que, poucos dias antes da venda, a organização do Boom Festival teria alterado as condições inicialmente acordadas. Segundo o mesmo responsável, nem a própria loja teria conhecimento antecipado de que receberia uma quantidade tão reduzida de bilhetes. Caso esta informação seja verdadeira, considero que demonstra uma falha grave de organização e comunicação entre a entidade promotora e o ponto de venda, cujas consequências acabaram por ser suportadas pelos consumidores. Eu e o meu marido pretendíamos adquirir apenas dois bilhetes. Chegámos às 6h00 da manhã, permanecemos no local praticamente todo o dia e saímos cerca das 19h40 sem conseguir efetuar a compra. Para estar presente, abdiquei inclusivamente de um dia de folga. Compreendo perfeitamente que os bilhetes possam esgotar devido à elevada procura. A minha reclamação não decorre do simples facto de não ter conseguido comprar os bilhetes. O que considero inaceitável é a forma como todo o processo foi conduzido: - existência de uma lista iniciada três dias antes da data oficialmente anunciada para a venda; - aparente desigualdade de informação entre consumidores; - ausência de informação clara sobre o número de bilhetes disponíveis; - atraso significativo no início da venda; - problemas com os meios de pagamento; - ausência de condições mínimas para as pessoas que permaneceram muitas horas no local; - e falta de transparência ao longo de todo o processo. Solicito, por isso, o apoio da DECO PROteste na análise desta situação e, se possível, na obtenção de esclarecimentos junto da entidade responsável pelo Boom Festival/Good Mood. Pretendo igualmente perceber se a forma como este processo foi conduzido respeitou os deveres de informação, transparência e igualdade de tratamento que devem existir nas relações com os consumidores. Tenho na minha posse o e-mail recebido com a informação relativa à data de início da venda e poderei disponibilizar os elementos necessários para comprovar o sucedido. Agradeço a vossa análise e intervenção. Com os melhores cumprimentos, Rosa Dias e José Patrício

Em curso
J. F.
01/10/2026
SHOTGUN - SUCURSAL EM PORTUGAL

Shotgun recusa devolver €15 de taxa após cancelamento do Gravitate Festival

Venho apresentar uma reclamacao relativamente ao reembolso do bilhete que adquiri para o Gravitate Festival. O evento foi cancelado e, na sequencia do cancelamento, solicitei o respetivo reembolso. Foi-me devolvido o valor de 150 euros, correspondente ao bilhete, mas foi retido o montante de 15 euros relativo a taxa ou comissao cobrada pela Shotgun no momento da compra. Nao concordo com a retencao desse valor. A compra do bilhete foi realizada para um evento que acabou por ser cancelado, sem que tal tenha resultado de qualquer decisao ou incumprimento da minha parte. Assim, considero que o reembolso deve abranger a totalidade do montante que me foi cobrado para adquirir o acesso ao evento, incluindo a comissao ou taxa obrigatoria associada a compra. A DECO Proteste indica, relativamente ao cancelamento de espetáculos, que a comissão paga pelo consumidor deve ser igualmente restituída. Solicito, por isso, a devolução dos 15 euros que foram retidos.

Em curso
I. T.
30/09/2026

Bilhetes Duran Duran vendidos acima do preço oficial e não entregues, reembolso recusado

No dia 27/09/2026 adquiri, através da plataforma viagogo (viagogo.pt, operada pela viagogo GmbH, Genebra), 3 bilhetes para o concerto dos Duran Duran na MEO Arena, Lisboa, a 03/11/2026 (Pedido n.º 655437523, Setor Balcony 1), pelo valor total de €511,26, ou seja, cerca de €170 por bilhete. O preço oficial destes bilhetes na bilheteira autorizada (BOL / promotora Sodade) é de €70. A revenda de bilhetes para espetáculos acima do preço fixado pela organização constitui crime de especulação em Portugal, e a viagogo intermedeia e cobra comissão sobre essa venda. Até à data, os bilhetes não me foram entregues: a plataforma indica que só os disponibilizará na semana do evento. Ao pedir o cancelamento, a viagogo recusou e indicou apenas a revenda na própria plataforma, o que me obrigaria a participar numa revenda ilegal. A empresa também não disponibiliza identificação legal em Portugal (NIF, sede) que permita reclamar no Livro de Reclamações Eletrónico. Solicito a investigação destes factos e o reembolso integral de €511,26.

Encerrada

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