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Fraude site viagogo
Dia 19/01/2026 ,Comprei 4 bilhetes para o concerto do Iron Maiden que será realizado dia 07 de julho de 2026, pelo site www.viagogo.pt ,porém o site não descrevia nenhuma informção que os bilhetes só irião ser entregues tres dias antes da data do show sem garantias. Tambem entrei no site para verificar meu pedido com o numero da encomenda e não havia nenhum pedido feito. Sendo assim, eu entrei em contato com o apoio ao cliente pedindo o cancelamento da compra no mesmo dia, e os mesmos se recusaram a fazer o cancelamento e disse que ja não posso cancelar nada. Até o momento ainda não se encontra nenhum pedido feito neste site com minha conta e numero de encomenda. Quero o cancelamento e a restituição do valor pago da primeira parcela via Klarna e o cancelamento das demais parcelas. Obrigado!
Devolução dos bilhetes por cancelamento
Exmos Senhores, Como devem estar a par no passado mês de Setembro estava prevista acontecer a Semana Académica de Lisboa. Para tal adquiri dois bilhetes para um dos dias do evento (30 de Setembro) , tal como o anexo demonstra. O evento foi cancelado/adiado no dia 26 de setembro, através de anúncio das redes sociais. Os bilhetes que adquiri foi através da Bol, que de seguida enviou um e-mail a informar que os bilhetes eram válidos para as novas datas e que no caso de reembolso deveríamos enviar e-mail para os seguintes endereços: nazir@capitalzone.pt e nafizemadatali@capitalzone.pt. Enviei de imediato e-mail a solicitar o reembolso que deveria ser feito até ao dia 30 de outubro.(foto em anexo). Posteriormente a Semana Académica de Lisboa realizou uma publicação no Instagram a informar quais os endereços e contactos para os quais deveríamos solicitar o reembolso, o que de imediato fiz.(foto em anexo) Após não receber respostas nem qualquer reembolso dos bilhetes , realizei uma reclamação formal à Comitiva de Mordomias, Lda (que também anexo) Posto isto, passando mais de 2 anos da data do evento e tendo solicitado o reembolso no prazo estipulado venho denunciar novamente entidade organizadora pela falta de resposta atempada e reembolso dos bilhetes adquiridos após cancelamento do evento, de acordo com o estabelecido na lei (Decreto-Lei n.º 23/2014, de 14 de fevereiro (artigo 9º) ). Reforço que já passaram mais de 2 anos da data do evento e que os clientes que adquiriram estes bilhetes merecem uma resposta, bem como uma indemnização. Solicito uma resposta o quanto antes. Obrigada Madalena Leite
Pedido de reembolso – serviço não prestado (salto de paraquedas) Não resolvida Pública
Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Skydive Maia. Em 2024 adquiri um voucher para um salto de paraquedas, tendo efetuado o pagamento por transferência bancária. Apesar de várias tentativas de marcação, o salto nunca foi realizado, tendo havido sucessivos adiamentos e cancelamentos por parte da empresa. Desde então, tentei contactar a Skydive Maia por diversos meios (email e outros), sem qualquer resposta. A empresa encontra-se atualmente em silêncio total, não apresentando qualquer solução nem procedendo ao reembolso do valor pago. Trata-se de uma situação que configura incumprimento contratual, sendo que o serviço pago nunca foi prestado. Tenho conhecimento de que existem vários consumidores na mesma situação, o que agrava a gravidade do caso. Solicito o apoio da DECO Proteste no sentido de obter a resolução do contrato e o reembolso do montante pago, bem como orientação adicional quanto aos meus direitos enquanto consumidor, encontrando-me atualmente residente na Suíça. Disponibilizo-me para fornecer toda a documentação necessária que comprove o pagamento e as tentativas de contacto efetuadas.
Bilhetes não entregues
Comprei 2 bilhetes para o conserto da lady gaga em Barcelona ,porém assim que fiz a compra vi que os bilhetes poderiam não ser entregues, pois dependem de terceiros ,então resolvi efetuar o cancelamento ainda dentro do prazo legal ,porém informaram que não poderiam cancelar e que haveria a possibilidade de vender os bilhetes e ser reembolsado do valor e não perderia ,porém chegou no dia do conserto, os bilhetes não foram entregues pela via gogo e a venda foi cancelada, e toda vez que entro em contacto,dizem que tenho que aguardar, o conserto foi dia 28/10/2025, hoje já é 21/01/2026 e até agora não resolveram minha situação , e sempre pedem para eu aguardar ,preciso muito que isso seja resolvido.
Estabelecimento fechado
No Natal de 2023 recebi um voucher para fazer o salto de paraquedas onde eu marquei para o dia 1 de agosto de 2025, onde teria falado com um assistente por whatsapp e ele deu me mais alguns dias para marcas pois eu estava grávida e não poderia saltar dentro das datas! Quando chegou perto do dia 1 de agosto recebi um email a dizer que não era possível realizar o salto por conta de restrições aéreas! No entanto marquei o salto novamente para 25 de janeiro de 2026 onde agora soube que o skydive da Maia está fechado permanentemente e não recebi nada a avisar que não teria o salto nem recebi a devolução do dinheiro! E eu preciso de uma coisa ou de outra!
Subscrição
No dia 04/01 comprei passagens de ida e volta para a Londres pela e-dreams. No dia 19/01, tive um débito que não foi autorizado no valor de €89,90 referente a uma subscrição. Em contacto com a empresa, me foi dito que nada poderiam a fazer a não ser um voucher no valor de €89,90 para compra de passagens acima de €300. Pela recusa, me foi oferecido um reembolso de €45 mais €45 de voucher que também recusei. Gostava que a empresa me fizesse o reembolso do montante descontado, pois como não tenho interesse nessa tal subscrição, não faz sentido eles fazerem o reembolso em forma de voucher, até porque não foi pago em voucher.
Incoerência
No dia 06/01/2026, adquiri através da eDreams um pacote turístico (voo + hotel) no valor de 1.215€, para o período de 07/05 a 10/05. Posteriormente verifiquei que o pacote vendido é manifestamente incoerente, uma vez que inclui voo para uma ilha e alojamento noutra ilha diferente, tornando impossível a execução normal do serviço contratado. Desde o primeiro momento procurei resolver a situação de forma colaborante, aceitando inclusivamente que o hotel não fosse reembolsável e propondo soluções razoáveis, como a alteração de datas para períodos mais económicos ou a criação de um novo pacote coerente (voo + hotel na mesma ilha), estando disponível para proceder ao acerto de valores. A eDreams recusou apresentar qualquer solução concreta, limitando-se a invocar fornecedores intermediários e encerrando administrativamente a reclamação como “resolvida”, sem que o problema tivesse sido efetivamente solucionado. Foi ainda confirmado pelo próprio hotel que não recebeu qualquer pedido de alteração relativo à minha reserva. Solicito a intervenção da DECO PROTESTE para que a eDreams seja instada a assumir a sua responsabilidade enquanto entidade que comercializou e faturou o pacote turístico, apresentando uma solução funcional e adequada, nos termos dos direitos do consumidor.
COBRANÇA INDEVIDA EDREAMS
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação da empresa eDreams, devido à cobrança indevida de uma subscrição anual no valor de 89,99€, efetuada sem o meu consentimento expresso, bem como pela adoção de práticas que considero enganosas e lesivas dos direitos do consumidor. No dia 3 de janeiro de 2026, adquiri voos através da plataforma eDreams. Para o efeito, limitei-me a criar uma conta com o único objetivo de concluir a compra dos voos, não tendo, em momento algum, aderido conscientemente a qualquer plano de subscrição "Prime", nem fui claramente questionada sobre tal adesão. No dia 18 de janeiro de 2026, foi-me debitado o valor de 89,99€ correspondente a uma alegada subscrição anual eDreams Prime. Assim que me apercebi da cobrança, contactei a linha de apoio ao cliente cerca de uma hora depois, solicitando o reembolso integral imediato do valor, por se tratar de uma cobrança não autorizada. Durante a chamada, foi-me dito que eu teria usufruído de um "desconto de 3€ e pouco, a outra 20€ e alguma coisa", na compra dos voos, por ser membro Prime. Tal informação é falsa e enganosa, uma vez que o desconto aplicado à compra foi apresentado, no momento da transação, nunca como benefício associado a qualquer subscrição. Importa ainda salientar que apenas hoje, após a cobrança indevida, fui verificar os vários e-mails que me enviaram a confirmar a reserva e em letras muito pequenas e no rodapé da página, existia uma menção à suposta subscrição, à qual nunca dei o meu consentimento expresso. Esta forma de comunicação não cumpre o dever legal de informação clara, destacada e transparente, nos termos do artigo 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) e do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, sendo inadequada para vincular o consumidor a um contrato de subscrição paga, configurando ainda uma prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008. A primeira solução apresentada pela empresa foi a atribuição de um vale de 65€, utilizável apenas em voos de valor superior a 300€, proposta que recusei. Posteriormente, foi-me oferecido um reembolso parcial de 45€ e um vale de 45€, utilizável em voos a partir de 150€. Voltei a solicitar o reembolso total do valor indevidamente cobrado, pedido que foi recusado, sendo-me então referido, de forma vaga, que “em Portugal o mercado não é 100% reembolsável” e que tal prática “é a lei”, sem que me tenha sido indicada qualquer norma legal concreta que sustente essa afirmação. Tal justificação é incorreta, uma vez que a legislação portuguesa não consagra qualquer princípio de “mercado não reembolsável”, sendo os direitos ao reembolso determinados pelo cumprimento das obrigações legais e pela existência de consentimento válido por parte do consumidor. Considero que esta situação configura: - Cobrança sem consentimento expresso; - Prática comercial enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008; - Violação do dever de informação clara e transparente; - Tentativa de contornar o prazo legal de 14 dias para livre resolução, uma vez que a cobrança ocorre exatamente após esse período. Solicito o apoio da DECO Proteste para a análise desta situação e para a reposição do valor total indevidamente cobrado, bem como para a prevenção de práticas semelhantes junto de outros consumidores.
Perda de entradas por motivo de força maior – Poça da Dona Beija
Exmos Srs, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação que considero injusta na qualidade de consumidor. Adquiri entradas para visita à Poça da Dona Beija, em São Miguel, com data previamente definida. Contudo, não me foi possível utilizar as entradas devido ao falecimento de um familiar direto (pai, sogro e avô dos visitantes), ocorrido antes da data da visita, tratando-se de um motivo de força maior, alheio à minha vontade e de carácter excecional. Após este acontecimento, contactei a entidade responsável. Apesar da explicação apresentada, recebi sempre respostas automáticas e padronizadas, limitando-se a informar que não procedem a devoluções nem a alterações de data, sem qualquer análise concreta da situação. Considero esta atuação excessivamente rígida e desprovida de sensibilidade, uma vez que não foi tida em conta uma situação grave e justificável, nem apresentada qualquer solução alternativa razoável. Entendo que, mesmo existindo termos e condições, estes deveriam admitir exceções em casos de força maior, como o falecimento de um familiar direto. Assim, solicito o apoio e enquadramento da DECO na defesa dos meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente quanto à possibilidade de alteração da data das entradas ou outra solução justa e proporcional. Com os melhores cumprimentos, Paula Miranda
Nome incompleto na passagem!
No ano passado foi adquirida uma passagem aérea através da plataforma eDreams, tendo igualmente sido subscrita a modalidade eDreams Plus. Nessa compra anterior, o nome do passageiro foi correctamente emitido de forma completa, conforme consta no documento de identificação. Contudo, numa nova compra realizada este ano para uma viagem com destino a Amesterdão, ao tentar efectuar o check-in, foi verificado que o bilhete foi emitido com o nome incompleto, constando apenas o primeiro nome e parte dos apelidos, ficando em falta o último apelido constante no documento oficial. Esta divergência no nome impossibilita o embarque, de acordo com as regras das companhias aéreas e da aviação internacional. Foi feito contacto com a companhia aérea, que indicou que a responsabilidade pela correcta emissão do nome é da agência intermediária, neste caso a eDreams. Posteriormente, ao contactar a eDreams, foi informado que a responsabilidade seria da companhia aérea e que não existia tempo útil para efectuar a correcção, sendo ainda referido que, em caso de cancelamento da viagem, não haveria direito a qualquer reembolso. Esta situação configura uma clara falha na prestação do serviço, uma vez que: - O erro não foi causado pelo consumidor; - Em compras anteriores realizadas na mesma plataforma, o nome foi emitido correctamente; - O erro na emissão do nome inviabiliza totalmente a utilização do serviço contratado; - A recusa de reembolso penaliza injustamente o consumidor por um erro que não lhe é imputável. Face ao exposto, é solicitada a resolução do problema com o reembolso integral do valor pago, sem aplicação de penalizações, uma vez que o serviço contratado não pode ser usufruído devido a erro da própria emissão do bilhete. Caso não exista uma resolução adequada, a situação será comunicada às entidades competentes de defesa do consumidor. Aguarda-se uma resposta célere e uma solução justa para o problema apresentado.
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