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Rescisão de contrato
Em janeiro deste ano celebrei um contrato através de um telefonema de um colaborador. Na primeira e única vez que dei entrada nas instalações, num exercício senti uma forte dor nas costas a qual me obrigou a ir ao médico e desde esse dia nunca mais consegui frequentar o ginásio, andei vários meses a tentar cancelar o contrato e mesmo com declaração médica sempre me foi impossibilitado fazer sem pagamento de uma taxa de cancelamento, taxa essa que acho abusiva pelos motivos que peço o mesmo. Tenho tentado resolver este assunto com dezenas de telefonemas que não são atendidos, tanto para a sede como para o referido ginásio, assim como email para o apoio a cliente. Neste momento como minha esposa teve um acidente gravíssimo não tenho tempo nem cabeça para mais problemas e como achei que este assunto deveria ser resolvido, paguei a referida taxa de 60€, mais 7,5€ por incumprimento contratual, 11.60€ por serviço de nutrição que nem sabia existir, e 23,60€ por qualquer coisa do plano anual, num total de 102,70€ Acho estes valores cobrados abusivos, não sei sequer se são legais com um atestado médico a confirmar a impossibilidade de frequentar ginásios e desejo a devolução de pelo menos a taxa de cancelamento.
Recusa de cancelamento
Após entrar em contacto diversas vezes via mail com os serviços do ginásio de Fânzeres e me ter sido comunicado que devia me dirigir ao ginásio da minha zona para efetuar o cancelamento, dirigi me hoje ao ginásio de Fânzeres para efetuar o cancelamento. Ao chegar o funcionário perguntou me onde tinha efetuado a inscrição ao qual respondi que tinha sido presencialmente com um colega. Após ele aceder a minha ficha me diz que devido a ter sido feito online que não podia me cancelar e que não podia fazer nada. Neste sentido gostaria de saber quem me está a enganar, se é o funcionário que me diz que o cancelamento não pode ser feito presencialmente ao balcão ou se as informações fornecidas por email e as informações que constam na página da internet do próprio ginásio? Porque ou um ou outro está a enganar me e neste sentido a roubar dinheiro pois, enquanto a situação não ficar resolvida estarei a ser debitado do ginásio
Cancelamento não concluido
Venho a reclamar mais uma vez, desde quando sai do hospital que venho solicitando o cancelamento do meu contrato, tendo em vista que fiz reclamações no livro presencialmente na unidade de Penafiel e nunca resolveram as questões de falta de equipamentos, de objetos destruídos, ficamos 4 meses sem tornozelos para glúteo, e fora que estou sendo assediada por funcionários para pagamentos!!!!! Formalizei email, que somam mais de 20 dias, e por último enviei a tal carta que demoraram 1 mês para pedir e até agora nada! Estão me cobrando multa sendo que sou claramente isenta, pois cancelei o contrato devido a má estrutura e falta de cosias básicas para um treino, a falha começou daí! Logo não tenho que pagar nenhuma multa e também peço que não me cobrem a partir do dia que solicitei cancelamento! Mês de JULHO TEM TAMBÉM A NUTRICIONISTA QUE tem de ser cancelada, pois não faço ginásio mais na unidade, Fui coagida , e por eu querer cancelar o contrato do ginásio, peço também cancelamento de todos os serviços ativos!!!! Mais uma vez
Reclamação: Cancelamento não processado, cobranças indevidas e pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Eu, sócia n.º 38008163, venho apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como o meu pedido de cancelamento tem sido tratado. Há mais de um mês enviei um e-mail a solicitar o cancelamento da minha inscrição. Até à presente data, não obtive qualquer resposta nem confirmação do cancelamento. Posteriormente, desloquei-me ao Fitness UP de Almirante Reis para resolver a situação presencialmente. No entanto, não se encontrava qualquer colaborador responsável pelo atendimento, apenas um professor, que me informou não ter competência para tratar do cancelamento. A minha fidelização já terminou e, apesar de ter comunicado atempadamente a minha intenção de cancelar o contrato, continuam a ser efetuadas cobranças mensais na minha conta, sem qualquer justificação e sem que o meu pedido tenha sido processado. Considero esta situação inadmissível, uma vez que demonstra falta de resposta aos contactos efetuados, ausência de atendimento adequado no clube e a continuidade de cobranças indevidas, causando-me prejuízo financeiro. Assim, exijo: O cancelamento imediato da minha inscrição; A cessação de quaisquer cobranças futuras; O reembolso célere e integral de todos os montantes cobrados indevidamente após o meu pedido de cancelamento. Caso esta situação não seja resolvida de imediato, apresentarei a competente reclamação junto das entidades competentes e recorrerei aos meios legais necessários para salvaguardar os meus direitos. Aguardo uma resposta urgente e a regularização definitiva desta situação. Com os melhores cumprimentos, Sócia n.º 38008163
Assédio e não resolução do serviço (Fitness Up Galiza)
Sou o sócio n.º 10005575, do Fitness UP Galiza. No dia 16 de março de 2026, comuniquei expressamente, através do endereço oficial de apoio ao cliente do Fitness UP, a minha decisão de cancelar a inscrição, fundamentando-a na diminuição da qualidade do serviço, em problemas existentes nos balneários, no volume excessivo da música e na ocupação das salas fora dos horários das aulas, deixando os sócios sem espaços adequados para treinar. O Fitness UP confirmou a receção dessa comunicação no dia 18 de março de 2026. Apesar de ter comunicado de forma clara e inequívoca a minha intenção de cancelar, a empresa recusou-se a dar seguimento ao pedido por via eletrónica, alegando que eu teria de me deslocar presencialmente ao clube para preencher e assinar um formulário. No dia 21 de abril de 2026, seguindo as instruções de uma colaboradora, voltei a enviar o pedido para o endereço eletrónico do Fitness UP Galiza. Em resposta, foi-me exigido o pagamento dos valores alegadamente em atraso e ainda da “próxima quinzena” como condição para aceitarem o cancelamento. No dia 23 de abril, foi-me exigido o pagamento de 74,20 €, apesar de o pedido inicial de cancelamento ter sido enviado mais de um mês antes. Desde então, o Fitness UP continua a aumentar sucessivamente o montante que afirma estar em dívida, tendo enviado pedidos de pagamento de 19,80 €, 64,40 €, 79,20 €, 99,00 €, 118,80 €, 138,60 €, 158,40 €, 178,20 € e, mais recentemente, 198,00 €. Paralelamente, continuo a receber mensagens, chamadas telefónicas e contactos insistentes para pagamento, apesar de já ter explicado repetidamente que a inscrição foi cancelada e de ter solicitado que consultassem o processo. A própria equipa chegou a responder que ficaria a aguardar para resolver a situação relativa ao cancelamento, mas continuou posteriormente a emitir novas cobranças. Considero inadmissível que uma comunicação escrita e devidamente identificada, enviada para o endereço oficial da empresa e cuja receção foi confirmada, seja ignorada, enquanto continuam a ser acumuladas mensalidades e efetuados contactos insistentes. Não aceito que o cancelamento seja condicionado ao pagamento de valores constituídos precisamente porque o Fitness UP se recusou a processar atempadamente o pedido. Acresce que o cancelamento foi motivado pela deterioração das condições do serviço relativamente às existentes no momento da adesão, incluindo problemas nas instalações, redução das áreas disponíveis para treino, utilização de uma sala exclusivamente para personal training, incumprimento de horários de aulas e falta de espaço adequado para aquecimento e treino dos restantes sócios. Nestes termos, solicito: O reconhecimento do pedido de cancelamento apresentado em 16 de março de 2026; O cancelamento definitivo da inscrição, com efeitos reportados à data da primeira comunicação; A anulação de todos os valores cobrados ou acumulados após essa comunicação; O envio de uma discriminação completa de qualquer montante que aleguem ser anterior a 16 de março de 2026; A cessação imediata das chamadas, mensagens e restantes contactos de cobrança; A confirmação escrita de que não existe qualquer dívida, processo de cobrança ou comunicação a terceiros associada aos valores contestados; Uma resposta escrita e definitiva à presente reclamação. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de apresentar toda a documentação e registos de contacto às entidades competentes de defesa do consumidor e de resolução de conflitos de consumo. Rui Portugal Sócio n.º 10005575
Tentativa de resolução do contrato
Frequentava o ginásio da Portela há mais de 1 ano, tentei cancelar meu contrato lá três vezes e uma das vezes me mandaram ir a Santo Antonio dos Cavaleiros, pois era o clube que aparecia em sistema (nunca estive em Santo Antonio dos Cavaleiros, a não ser posteriormente a esta informação), também não consegui lá porque me indicaram que afinal eu estava associada a Fitness Up de Odivelas e que só poderia efetuar o cancelamento online. O primeiro e-mail enviado por mim para cancelamento foi ainda antes desta confusão toda, no dia 01-07-2026, ao que me responderam que eu teria de fazer o cancelamento presencialmente. Posterior a este e-mail é que fui mais uma vez a Portela e me mandaram para Santo Antonio dos Cavaleiros e depois indicaram que era Odivelas e deveria cancelar online. Mais uma vez, depois de todas estas tentativas, enviei e-mail a solicitar o cancelamento e explicar toda esta história no dia 23-07-2026. Enquanto isso, já paguei um mês inteiro a mais sem conseguir ir ao ginásio, porque me mudei! Ainda não fui respondida, fiz insistência no dia 27-07-2026 e até agora nada. Tenho urgência em me desvincular deste ginásio, pois preciso me matricular no mais próximo de casa o quanto antes, por motivos de saúde física e mental. Péssimo atendimento da fitnessup.
Cobrança indevida / Contrato não autorizado / Venda enganosa.
Ex Senhores, venho por meio deste fazer uma queixa formal sobre a fitness up de Leiria. No dia 12 de março de 2026, dirigi-me às instalações do ginásio Fitness UP Leiria (UP Leiria, Lda) para efetuar a adesão a um plano de treino. Paguei antecipadamente e à vista o montante de 150,70 € referente a um período de 3 meses (+1 mês de oferta), totalizando 4 meses de acesso livre. Aquando da celebração do contrato, informei expressamente a funcionária que me atendeu que não pretendia qualquer tipo de fidelização nem autorizava a cobrança por débito direto recorrente. A funcionária garantiu-me verbalmente que o plano não implicava qualquer fidelização e que o contrato cessaria automaticamente no dia 23 de julho de 2026. No entanto, no dia 24 de julho de 2026, fui surpreendida com a cobrança não autorizada de 17,60 € na minha conta bancária por débito direto. Ao contactar o ginásio, fui informada de que o meu contrato havia sido registado no sistema como um plano fidelizado por 1 ano com cobranças quinzenais. Trata-se de uma prática comercial enganosa e de uma cobrança indevida efetuada sem o meu consentimento.
Incumprimento contratual e cobrança indevida
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO na resolução de um conflito com a entidade Fitness UP (Unidade Almirante Reis), relativamente a um serviço de acompanhamento nutricional que não foi prestado nas condições contratadas. No dia 12/06/2026, celebrei um plano de acompanhamento nutricional presencial com duração de 6 meses, tendo efetuado o pagamento inicial de 67,50 euros. O serviço deveria ser prestado presencialmente na unidade referida. No entanto, após a saída da nutricionista, a entidade não assegurou a continuidade do serviço nas condições acordadas, apresentando alternativas que não eram viáveis (outra unidade ou formato online). Verificaram-se diversas falhas imputáveis à entidade: Cancelamentos sucessivos de consultas; Falta de comparência da profissional substituta; Ausência de continuidade no acompanhamento; Falta de solução adequada na unidade contratada. Importa referir que nunca faltei a consultas por minha iniciativa. Apesar do incumprimento, foi-me cobrado um valor adicional de 75 euros, incluindo 60 euros de taxa de cancelamento, que considero indevida, uma vez que o cancelamento decorre exclusivamente da incapacidade da entidade em prestar o serviço. Até à data, paguei um total de 142,50 euros e usufruí apenas de uma consulta, ficando três consultas por realizar. A entidade recusa-se a reconhecer e disponibilizar essas três consultas, bem como a proceder ao reembolso da taxa de cancelamento. Perante a perda de confiança no serviço, não considero aceitável a solução de reagendamento. Pretensão: Reembolso dos valores pagos relativos às três consultas não realizadas; Devolução da taxa de cancelamento indevidamente cobrada; Encerramento do contrato sem qualquer penalização. Solicito o apoio da DECO na mediação deste conflito, com vista a uma resolução célere e justa. Com os melhores cumprimentos, KR
Informações contraditórias, recusa de suspensão da inscrição e falsa apresentação como supervisora
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao Fitness UP Picoas, em Lisboa, devido a informações contraditórias prestadas no momento da adesão, à recusa posterior de suspensão da inscrição, à forma desrespeitosa como fui tratada e à possível falsa identificação da pessoa que me contactou como supervisora do ginásio. No momento em que fiz a minha inscrição, informei expressamente a colaboradora responsável de que iria realizar um período de Erasmus fora de Portugal e que, por esse motivo, necessitaria de suspender a minha inscrição durante três meses. A colaboradora garantiu-me, de forma clara, que essa suspensão seria possível e afirmou inclusivamente que essa possibilidade se encontrava prevista no contrato. Esta informação foi determinante para a minha decisão de aderir ao ginásio, uma vez que não teria celebrado o contrato nas mesmas condições se soubesse que teria de continuar a pagar as mensalidades durante o período em que estaria ausente do país e impossibilitada de utilizar as instalações. Quando solicitei posteriormente a suspensão da inscrição, fui informada pelo Fitness UP Picoas de que não seria possível realizá-la e de que o contrato previa precisamente o contrário daquilo que me tinha sido garantido no momento da adesão. Foi-me ainda dito que a colaboradora que efetuou a minha inscrição já não trabalhava no ginásio e que, por esse motivo, nada poderia ser feito. Foi afirmado que se tratava da “minha palavra contra a dela” e foi inclusivamente insinuado que eu poderia estar a mentir sobre a informação que me tinha sido transmitida. Considero esta posição absolutamente inaceitável. A informação foi-me prestada por uma representante do próprio ginásio durante o processo comercial e influenciou diretamente a minha decisão de celebrar o contrato. O facto de essa colaboradora já não trabalhar no local não elimina a responsabilidade da empresa pelas informações prestadas pelos seus funcionários no exercício das suas funções. Para agravar a situação, fui contactada telefonicamente por uma pessoa que se apresentou como supervisora do ginásio. Durante essa chamada, a pessoa adotou um tom rude, hostil e acusatório, procurando transferir toda a responsabilidade para mim e afirmando que eu era culpada por não ter lido corretamente o contrato. Apesar de eu ter explicado que me tinha sido dada uma garantia verbal clara no momento da adesão, essa informação foi ignorada. A pessoa insistiu que nada poderia ser feito, acusou-me indiretamente de poder estar a mentir e terminou a chamada desligando-me o telefone na cara. Posteriormente, vim a saber que a verdadeira supervisora do Fitness UP Picoas se encontra de férias. Assim, a pessoa que me contactou e se apresentou como supervisora aparentemente não exerce essa função. Esta situação suscita sérias dúvidas relativamente à identidade, às funções e à autoridade da pessoa que me contactou em nome do ginásio. Considero particularmente grave que alguém possa apresentar-se como supervisora, adotar uma posição oficial em nome da empresa, fazer afirmações sobre o meu contrato e tratar-me de forma desrespeitosa, quando, aparentemente, não ocupa esse cargo. Solicito, por isso, que seja esclarecido quem foi a pessoa que me contactou, qual a função que efetivamente exerce, com que autorização se apresentou como supervisora e se a direção do Fitness UP Picoas tem conhecimento da forma como essa chamada foi conduzida. Na sequência destes acontecimentos, apresentei já uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, dando conhecimento da informação incorreta que me foi prestada, da recusa da suspensão e do comportamento da pessoa que me contactou. Entretanto, falei com um colaborador de outro estabelecimento Fitness UP, que me informou de que é possível suspender a inscrição durante um período máximo de três meses por motivo de ausência do país e que essa possibilidade se encontra prevista no regulamento da cadeia. Esta informação contradiz diretamente o que me foi dito pelo Fitness UP Picoas. Assim, existem atualmente várias informações incompatíveis entre si. Até ao momento, o Fitness UP Picoas não me apresentou, de forma clara e por escrito, a cláusula específica do contrato ou do regulamento que alegadamente impede a suspensão, nem esclareceu de forma transparente se esta regra varia entre clubes da mesma cadeia. Solicitei também uma cópia integral do regulamento e das condições aplicáveis à minha adesão, especialmente da versão em vigor na data em que celebrei o contrato, bem como a indicação concreta da cláusula relativa à suspensão ou congelamento da inscrição por ausência temporária do país. Perante esta situação, solicito a intervenção e orientação da DECO PROteste relativamente aos seguintes pontos: 1. Se o ginásio pode recusar a suspensão da inscrição quando essa possibilidade foi expressamente garantida por uma colaboradora no momento da adesão e foi determinante para a celebração do contrato; 2. Se o Fitness UP deve assumir responsabilidade pelas informações prestadas pelos seus funcionários durante o processo de contratação; 3. Se existe fundamento para exigir a suspensão da inscrição durante os três meses do Erasmus, sem cobrança das respetivas mensalidades; 4. Se o ginásio tem o dever de disponibilizar o regulamento integral e a versão das condições contratuais em vigor na data da minha inscrição; 5. Como devo proceder perante as informações contraditórias prestadas por diferentes estabelecimentos da mesma cadeia; 6. Que consequências poderá ter o facto de uma pessoa se ter apresentado como supervisora sem, aparentemente, exercer essa função; 7. Que outras diligências ou entidades devo contactar, caso o Fitness UP continue a recusar uma solução. O que pretendo é que seja cumprida a condição que me foi apresentada no momento da adesão: a suspensão da minha inscrição durante os três meses em que estarei fora do país, sem cobrança de mensalidades nesse período. Pretendo ainda obter a identificação e função da pessoa que me contactou, uma resposta formal relativamente à sua conduta e um esclarecimento escrito e inequívoco sobre as regras de suspensão aplicáveis ao meu contrato.
Falta de transparência
Estava inscrita no Fitness Up desde julho de 2025 e, no mês de outubro do mesmo ano aderi a uma campanha promocional segundo a qual, mediante o pagamento antecipado de 6 meses de mensalidades, teria direito a mais 6 meses de utilização gratuita. Ou seja, os primeiros 6 meses seriam os meses pagos antecipadamente e, apenas após esse período, começariam os 6 meses oferecidos pela promoção. No entanto, quando chegou o mês de maio de 2026, momento em que deveria iniciar-se o período gratuito da promoção, fui impedido de entrar no ginásio por alegadamente existir uma dívida no meu contrato. Uma vez que já ponderava cancelar a minha inscrição, aproveitei essa deslocação para solicitar esclarecimentos e proceder ao cancelamento do contrato. A alegada dívida foi removida, e classificada como um acerto. Expus igualmente uma situação de extrema gravidade: a existência de uma autorização de débito direto SEPA alegadamente assinada por mim, documento esse que nunca assinei. A minha suspeita é sustentada por vários factos: mo momento da inscrição recusei expressamente o pagamento por débito direto, optando por efetuar os pagamentos presencialmente; a assinatura que consta na autorização SEPA é a única que difere das assinaturas presentes nos restantes documentos da inscrição; não tenho qualquer memória de ter assinado esse documento e foi efetuado um débito direto na minha conta bancária em setembro de 2025, vários meses após a inscrição, situação da qual apenas me apercebi posteriormente. Perante estas circunstâncias, manifestei ao Fitness UP a minha fundada suspeita de que a autorização SEPA poderá não ser autêntica e solicitei que fossem apuradas responsabilidades e esclarecida a origem desse documento. Em vez de responderem às questões colocadas, os colaboradores limitaram-se a negar qualquer irregularidade e evitaram responder de forma objetiva às perguntas que lhes foram dirigidas. Acresce que, quando solicitei o cancelamento da minha inscrição, tanto eu como o meu namorado recebemos informações contraditórias relativamente ao contrato. Foram-nos comunicadas datas diferentes para o seu termo, bem como condições que contrariavam aquelas que nos tinham sido apresentadas no momento da adesão e da contratação da campanha promocional dos 6 meses gratuitos. Demonstraram um total desconhecimento do conteúdo do próprio contrato e da promoção comercial. Foi-nos garantido que a situação seria analisada internamente e que seríamos contactados no prazo máximo de dois dias úteis com uma resposta e uma solução. Esse contacto nunca aconteceu. Considero esta situação extremamente grave, não só pela existência de fortes indícios de utilização de uma autorização SEPA cuja autenticidade contesto, mas também pela falta de transparência, pela prestação de informações contraditórias, pela deficiente gestão contratual e pela ausência total de acompanhamento após a promessa de resolução.
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