Reclamações públicas

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L. L.
15/01/2026

Impedimento de Rescindir por Justa Causa

Venho por este meio apresentar reclamação contra a entidade Fitness Up – Picoas, na sequência de um conflito de consumo relacionado com a recusa de cessação de contrato por justa causa, sem aplicação de penalizações. No dia 3 de dezembro de 2025, formalizei junto da entidade reclamada a minha intenção de rescisão do contrato por justa causa, fundamentada em problemas persistentes nas instalações, nomeadamente infiltrações, humidade excessiva e deficiente ventilação, que se verificam há vários meses e que comprometem a qualidade do serviço prestado e a saúde dos utilizadores. Apesar das comunicações efetuadas, a entidade manteve a exigência de uma taxa de cancelamento no valor de €50, alegando a aplicação de uma cláusula contratual válida independentemente do motivo da rescisão. No dia 17 de dezembro de 2025, apresentei reclamação no Livro de Reclamações eletrónico, a qual não obteve qualquer resposta até à presente data. Posteriormente, no dia 15 de janeiro de 2026, fui contactado pela entidade reclamada para esclarecimento do decurso do processo. Nesse contacto, foi reconhecida a existência de deficiências nas instalações do ginásio. No entanto, foi-me igualmente comunicado que, para que o cancelamento do contrato fosse aceite, teria obrigatoriamente de regularizar os valores entretanto faturados e proceder ao pagamento da taxa de cancelamento de €50, exigência que considero ilegítima, tendo em conta que a cessação do contrato decorre de falhas imputáveis ao próprio prestador do serviço. As situações descritas encontram-se documentadas através de registos fotográficos, que junto em anexo, evidenciando o estado das instalações. Nos termos dos artigos 4.º e 5.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), o consumidor tem direito à qualidade dos serviços prestados, bem como à proteção da sua saúde e segurança. As condições descritas configuram incumprimento contratual por parte do prestador, legitimando a cessação do contrato por justa causa. Mais acresce que, nos termos do Decreto-Lei n.º 446/85 (Regime das Cláusulas Contratuais Gerais), são abusivas e juridicamente ineficazes as cláusulas que imponham penalizações ao consumidor em situações de incumprimento do prestador ou que limitem os direitos legalmente conferidos ao consumidor. Assim, solicito a intervenção da entidade competente no sentido de ser reconhecido o meu direito à cessação do contrato por justa causa, sem aplicação de qualquer penalização ou cobrança, com efeitos reportados à data da comunicação inicial da intenção de rescisão, ou seja, 3 de dezembro de 2025.

Em curso
J. S.
14/01/2026

Cancelamento

Tenho tentado, há meses, entrar em contacto com o ginásio para resolver a questão do cancelamento da minha inscrição, mas até hoje não obtive qualquer retorno. Nunca cheguei a frequentar nenhuma aula e, apesar disso, continuam a ser emitidas cobranças mensais. Além disso, paguei um valor referente a um personal trainer que nunca utilizei, e sugeri que esse montante fosse abatido aos valores que estão a cobrar. Não tenho qualquer problema em pagar a taxa de cancelamento de 50€, mas não faz sentido continuar a receber cobranças por um serviço que nunca utilizei. Deixo registado também que não tenho disponibilidade para me deslocar até o centro de Picoas, motivo pelo qual tenho tentado resolver esta situação por outros meios de contacto, sem sucesso. E quando fiz a inscrição, foi de forma on-line. Peço que o cancelamento da inscrição seja efetuado de imediato, que as cobranças em aberto sejam anuladas, e que me enviem confirmação formal da regularização da minha situação. Aguardo resposta e resolução com urgência

Em curso
C. R.
11/01/2026

Fitness UP - Pedido de devolução de valores indevidamente cobrados

Quando soube que o Fitness Up abriu em Marco de Canaveses, forneci o meu número de telemóvel para que me ligassem com vista a obter mais informações sobre as condições de adesão. Fui abordado dias depois, no dia 5 de dezembro, onde fui informado dos termos do contrato e efetuei o pagamento da taxa de inscrição, sem ter, contudo, assinado contrato posteriormente. Um dos aspetos que mais me interessou foi a avaliação física e nutricional presencial, no entanto, considero que esta cláusula não me foi bem comunicada, e vou explicar porquê: no dia 9 de dezembro, fui notificado via Whatsapp, pela Nutricionista Madalena Gorjão-Henriques, de que tinha uma avaliação nutricional agendada para o dia seguinte, às 14:30, em Picoas, Lisboa. Eu tinha ficado com a ideia de que o Fitness Up do Marco garantia este serviço de acompanhamento e de que, ao efetuar a minha inscrição, o meu ginásio seria o do Marco, e não o de Picoas. A pessoa com quem falei ao telemóvel relativamente aos termos do contrato não me deu a entender o contrário. Tendo em conta a minha residência e situação profissional, não tenho meios nem disponibilidade de frequentar um ginásio em Picoas. Pedi a restituição do valor que paguei pela taxa de inscrição (€32,50), visto não ter interesse em contratar nessas condições, mas a única resposta que obtive foi se teria interesse em transferir de clube, resposta que considero ser insatisfatória tendo em conta o conteúdo da minha reclamação. Já no passado dia 9 de janeiro, venho a descobrir que €17,60 foram debitados da minha conta, pela entidade "Seculos Esbeltos, Lda", apesar de eu não ter assinado nenhum contrato. Não consenti a que este valor fosse retirado da minha conta. Uma chamada telefónica, durante a qual efetuei o pagamento da taxa de inscrição, não é o mesmo do que assinar um contrato, razão pela qual entendo que este débito é inaceitável. Considero que, no meu caso, foram violados os deveres de informação e comunicação associados aos contratos de adesão e que há aqui uma clara violação do dever de boa fé contratual por parte da Fitness Up.

Em curso
B. H.
10/01/2026

Nova reclamação – reembolso Fitness UP (situação não resolvida)

Exmos. Senhores da DECO PROteste, Venho por este meio apresentar uma nova reclamação relativamente ao ginásio Fitness Up, uma vez que a situação anteriormente reportada não ficou efetivamente resolvida. O processo anterior acabou por ser encerrado, presumivelmente por se ter considerado que o problema estaria em vias de resolução. No entanto, apesar das indicações dadas nesse contexto, o ginásio Fitness Up não cumpriu o que havia sido comunicado, mantendo-se a recusa em proceder ao reembolso devido. De forma clara e cronológica, a situação é a seguinte: No dia 25 de agosto de 2025, efetuei um pagamento antecipado correspondente a seis meses para poder utilizar os serviços do ginásio Fitness Up. Importa esclarecer que não foi celebrado qualquer contrato formal; tratou-se apenas de um pagamento antecipado para acesso ao ginásio durante esse período. Pouco tempo depois, sofri uma lesão grave no tríceps, tendo sido avaliado por um médico numa unidade pública de saúde em Portugal. Foi-me emitido um atestado médico oficial, confirmando que me encontrava impossibilitado de praticar atividade física por motivos de saúde, durante um período prolongado. Assim que tive conhecimento dessa limitação, contactei o ginásio Fitness Up, expliquei a situação, apresentei o respetivo comprovativo médico e solicitei um reembolso proporcional relativo ao período pago que não poderia ser utilizado. Apesar disso: - o ginásio apresentou inicialmente uma proposta de devolução que não refletia de forma proporcional o período não utilizado; - posteriormente, fui informado de que o departamento financeiro recusou autorizar qualquer reembolso adicional; - até ao momento, nenhum reembolso foi efetuado, apesar de o pagamento antecipado estar devidamente comprovado e reconhecido pelo próprio ginásio. Apesar de todas as minhas tentativas para resolver esta situação de forma pacífica, proporcional e colaborativa, continuo sem receber o valor correspondente ao período não usufruído. Com esta nova reclamação, coloco-me novamente à disposição para fornecer toda a documentação necessária, incluindo: - comprovativo do pagamento antecipado (já do conhecimento do ginásio), - certificado médico, - comunicações trocadas com o Fitness Up. Solicito, assim, o apoio da DECO PROteste na mediação desta situação, de modo a alcançar uma solução justa e definitiva. Agradeço desde já a vossa atenção e fico a aguardar as vossas instruções. Com os melhores cumprimentos, Benjamin Hunner

Em curso
T. V.
07/01/2026

Cancelamento não efetivado

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao meu processo de inscrição, utilização e tentativas de cancelamento na cadeia Fitness UP, o qual permanece por resolver apesar de inúmeras diligências da minha parte. Junho de 2024 Realizei a minha inscrição no Fitness UP da Portela. No momento da inscrição deixei claro que residia em Carcavelos, mas que durante cerca de um mês estaria numa casa temporária na Portela e queria começar a treinar nessa unidade, aproveitando igualmente o facto de existirem ginásios Fitness UP perto da minha residência em Carcavelos, aos quais tencionava deslocar-me posteriormente. Na receção foi-me garantido que, sendo a Fitness UP uma cadeia nacional, poderia inscrever-me em qualquer ginásio e usufruir livremente de qualquer unidade do país, dentro do plano escolhido, sem qualquer condicionamento futuro. Frequentei o ginásio da Portela menos de um mês, até me mudar definitivamente para Carcavelos. Julho de 2024 No meu primeiro dia no ginásio de Carcavelos, apresentei-me na recepção e solicitei a transferência para que esse ginásio passasse a ser o meu ginásio “oficial”. Foi-me explicado que bastava efetuar a alteração na aplicação móvel e que não havia necessidade de qualquer processo formal, pois sendo tudo a mesma cadeia, a gestão seria feita dessa forma. Assim procedi. Março de 2025 Já a trabalhar fora do país, durante uma semana de férias em Portugal, desloquei-me presencialmente ao ginásio de Carcavelos com o objetivo de cancelar a minha inscrição. Estava totalmente consciente da taxa de cancelamento de 50€ e pronta para a pagar naquele momento. Expliquei que passo 3 de 4 semanas por mês fora de Portugal por motivos profissionais e que infelizmente não ia poder continuar a treinar na Fitness UP. Contudo, o cancelamento foi recusado na receção de Carcavelos, tendo-me sido dito que o cancelamento apenas poderia ser efetuado presencialmente no ginásio da Portela, local onde tinha efetuado a inscrição inicialmente meses antes. Expliquei que naquele mesmo dia iria novamente sair do país e que era impossível deslocar-me à Portela. Reforcei que o ginásio de Carcavelos era o ginásio que frequentei efetivamente e aquele que, desde o início, deixei claro que seria o meu principal. Solicitei que entrassem em contacto com a Portela para dar seguimento ao cancelamento, mas tal foi-me recusado, afirmando que a situação era “alheia” ao ginásio de Carcavelos e que apenas presencialmente na Portela poderia cancelar. Março a Julho de 2025 Apesar de não usufruir de qualquer ginásio, continuei a pagar mensalmente as quotas durante esses cinco meses, sendo que a minha última visita efetiva ao ginásio foi a 2 de março. Não deixo de frisar que estes pagamentos aconteceram exclusivamente porque o cancelamento me foi recusado, apesar de eu o ter tentado fazer dentro de um contexto legítimo e estando disposta a cumprir as condições contratuais. Meados de Julho de 2025 Desloquei-me finalmente ao ginásio da Portela, com o objetivo de resolver definitivamente a situação e cancelar a inscrição. Nessa data, já perfazia 1 ano de fidelização, situação que me tinha sido inclusive confirmada anteriormente no ginásio de Carcavelos. Na receção, fui atendida por um colaborador (cujos dados infelizmente não retive), a quem expliquei todo o processo. Foi-me apresentada novamente a taxa de 50€ de cancelamento e, naturalmente, questionei, uma vez que desta vez já tinha ultrapassado o período de fidelização. Foi-me explicado então que, apesar de ter passado um ano, usufrui de semanas gratuitas no início que não eram contadas na fidelização e que teria ainda cerca de 16€ a pagar referentes a esse período, após isso o cancelamento ficaria efetivo. Seguindo as instruções dadas, aceitei essa informação e procedi ao pedido de cancelamento nessa base, confiando que a situação ficaria resolvida após essa última cobrança 16€ e não os imediatos 50€. Contudo, a minha situação não foi resolvida. O ginásio continuou a proceder a cobranças nos meses seguintes, obrigando-me, após toda esta sequência de falhas e contradições, a cancelar o débito direto. Contactos posteriores: • Em setembro de 2025, recebi um contacto telefónico de uma colaboradora a quem voltei a explicar toda a situação. Fui informada de que iriam averiguar e retornar o contacto — não aconteceu. • Em dezembro de 2025, fui novamente contactada, desta vez por um colaborador. Mais uma vez expliquei todos os factos e fui informada de que iriam procurar o meu pedido de cancelamento e esclarecer a situação. Mais uma vez, não obtive seguimento. Face a tudo o exposto, solicito: 1. Confirmação da rescisão contratual sem qualquer penalização adicional; 2. Envio, por escrito, da confirmação oficial da resolução deste processo. Caso continue sem obter resposta adequada e célere, terei infelizmente de avançar com os meios legais ao meu dispor, incluindo Livro de Reclamações, entidades competentes e defesa do consumidor. Aguardo resposta e resolução. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
B. A.
06/01/2026

Reclamação contra ginásio por cobranças indevidas

Venho por este meio solicitar o apoio da DECO Proteste relativamente a um conflito de consumo com a entidade CARDINAL GARRIDO UNIPESSOAL LDA (Fitness UP), no âmbito de um contrato de prestação de serviços de ginásio. Sou sócia da referida academia, tendo celebrado contrato no dia 04/09/2025, com pagamento por débito direto. Sofri um acidente que resultou numa fratura no ombro, situação clinicamente comprovada, que me impossibilitou totalmente de frequentar o ginásio durante o período de recuperação médica. Por lapso, decorrente da própria situação de saúde e do processo de recuperação, entreguei as respetivas baixas médicas fora do prazo inicialmente previsto no contrato, facto que reconheço. No entanto, tal atraso não altera a realidade objetiva da minha incapacidade temporária para utilizar os serviços contratados, a qual se encontra devidamente comprovada. Apesar disso, a academia manteve a cobrança das quotas relativas ao período em que estive clinicamente impedida de frequentar o ginásio, recusando a anulação das mesmas, com base em cláusulas contratuais que excluem a possibilidade de suspensão do contrato, mesmo em caso de doença ou acidente. Considero que esta prática não respeita os princípios da boa-fé, do equilíbrio contratual e da proporcionalidade, previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96) e no Regime das Cláusulas Contratuais Gerais (DL n.º 446/85), sendo abusiva a exigência de pagamento de um serviço que não pôde ser utilizado por motivo de incapacidade temporária por razões de saúde. Solicito, assim, o apoio da DECO Proteste no sentido de analisar a situação e intervir junto da entidade reclamada, visando a anulação das cobranças efetuadas ou previstas durante o período da minha incapacidade médica. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação relevante, nomeadamente contrato, comprovativos de débito e baixas médicas. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Gisele de Araújo N.º de sócio: 66002787

Resolvida
J. F.
31/12/2025

Cancelamento de fidelização

Venho por este meio apresentar reclamação contra a entidade Fitness UP, devido à recusa em permitir a renúncia do contrato de ginásio sem penalização, bem como à exigência do pagamento de uma taxa de 50€, que considero indevida. Iniciei a minha inscrição no Fitness UP no dia 20 de outubro, motivado pelo facto de trabalhar em Famalicão e residir em Guimarães, sendo-me apresentado como vantagem a possibilidade de treinar em vários clubes. Durante o período inicial, encontrava-me em fase experimental no trabalho, com horário flexível, o que me permitia frequentar o clube de Famalicão. Após a efetivação no emprego, o meu horário alterou-se significativamente, passando a depender de transportes públicos, o que inviabiliza completamente a prática de exercício físico em qualquer clube da rede Fitness UP. Esta alteração foi superveniente, involuntária e alheia à minha vontade. Contactei por diversas vezes os clubes de Guimarães, Joane e Famalicão, expondo a minha situação e solicitando uma solução consensual. Em várias ocasiões foi-me transmitido que a situação seria analisada pelas chefias, o que não aconteceu dentro dos prazos indicados, obrigando-me a repetir sucessivamente a explicação do problema. Importa ainda referir que não fui devidamente informado, no momento da adesão, sobre a existência de um prazo de 15 dias para renúncia do contrato, informação essencial que nunca me foi comunicada de forma clara e inequívoca, quer verbalmente quer por destaque contratual, o que configura falta de informação pré-contratual ao consumidor, nos termos da legislação aplicável às cláusulas contratuais gerais. Apesar de apenas ter usufruído do ginásio de forma residual e de ter pago uma única quinzena, foi-me exigido o pagamento de uma taxa de cancelamento no valor de 50€, sem que tenha sido apresentada qualquer alternativa razoável ou demonstração de proporcionalidade entre o valor exigido e o serviço efetivamente prestado. Considero esta cobrança desproporcional e injusta, atendendo às circunstâncias expostas, à ausência de informação clara no momento da contratação e às sucessivas tentativas de resolução amigável por mim realizadas. Solicito, assim, a anulação da taxa de 50€ e a rescisão do contrato sem penalização, à luz do princípio da boa-fé contratual e da proteção dos direitos do consumidor. Com os melhores cumprimentos, José Diogo Fernandes

Encerrada
Y. L.
26/12/2025

Publicidade enganosa – oferta “12 meses de ginásio grátis”

Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa Fitness UP, Lda, por publicidade potencialmente enganosa. Recebi uma SMS promocional com a mensagem: “Até 5/01 junta-te à Tribo UP com 12 MESES DE GINÁSIO GRÁTIS”, o que leva um consumidor médio a entender que o primeiro ano de ginásio é gratuito. No entanto, ao avançar com a adesão no site, verifica-se que a oferta corresponde apenas ao 2.º ano gratuito, sendo obrigatório o pagamento integral do 1.º ano, ficando o consumidor vinculado a um contrato de 24 meses. Considero que a comunicação comercial é ambígua e suscetível de induzir em erro quanto às condições essenciais da oferta, nomeadamente o preço e a duração do contrato. Solicito a análise desta situação por possível violação das regras relativas à publicidade enganosa.

Resolvida
C. W.
11/12/2025

Cobrança indevida

Sou sócio do ginásio Fitness Up, com o n.º XXXX, tendo aderido a um plano com fidelização, com pagamento de quotas por débito direto. Por motivos de saúde, concretamente agravamento de duas hérnias, com indicação médica para não praticar exercício físico em ginásio, deixei de poder utilizar o serviço. Face a esta situação, apresentei pedido de cancelamento do contrato, por escrito, explicando o motivo e disponibilizando comprovativo médico. Em resposta, o Fitness Up informou que, nos termos da cláusula 2.3, o cancelamento do contrato "independentemente do motivo invocado" só é possível mediante o pagamento de uma taxa de cancelamento de 50,00 €, exigindo esse valor para proceder ao desligamento, bem como a formalização presencial do pedido com antecedência mínima de 10 dias úteis. Voltei a expor que a minha situação não corresponde a uma simples desistência por conveniência, mas a uma impossibilidade de utilização do serviço por motivo de saúde, alheio à minha vontade, e que, nessas circunstâncias, não considero legítimo ser penalizado com a referida taxa. Ainda assim, o Fitness Up insistiu na cobrança dos 50,00 €, mantendo a posição de que a taxa é exigível mesmo em caso de doença comprovada. Considero que a interpretação e aplicação desta cláusula, no sentido de que a taxa de cancelamento é sempre devida, mesmo quando o consumidor se encontra impossibilitado de utilizar o serviço por motivo de saúde, é contrária à boa-fé, gera um desequilíbrio significativo em prejuízo do consumidor e não respeita os princípios da legislação de defesa do consumidor nem do regime das cláusulas contratuais gerais, tratando-se, na prática, de uma cláusula penal aplicada de forma automática e desproporcionada. Tendo em conta o exposto, venho solicitar: Que seja reconhecido que, no meu caso concreto, existe motivo de saúde atendível que legitima a resolução do contrato sem aplicação da taxa de cancelamento de 50,00 €. Que o contrato de sócio n.º XXXXX seja considerado cessado, com efeitos à data do pedido de cancelamento por motivo de saúde, sem cobrança de qualquer penalização. Que o Fitness Up confirme a cessação do contrato e a inexistência de débitos futuros, bem como a regularização de quaisquer valores eventualmente cobrados após o pedido de cancelamento por motivo de saúde. Que a autoridade competente avalie a conformidade da cláusula contratual invocada pelo Fitness Up, designadamente a parte em que se afirma que a taxa é devida "independentemente do motivo invocado", ponderando a sua eventual natureza abusiva em contexto de relação de consumo.

Encerrada
P. S.
10/12/2025

Maus serviços prestados Fitness Up - Quinta do Conde

Exmos Srs Agradeço que se tenham finalmente lembrado da minha consulta de nutrição ao fim de 6 meses a frequentar o vosso ginásio, embora a mesma já tenha sido pedida por diversas vezes na recepção assim como a consulta de avaliação física a que supostamente tínhamos direito . Deixei os meus dados por diversas vezes na respectiva recepção com os meus dados para ambas serem mesmo, algo que até este momento não se verificou. Além do mencionado anteriormente venho demonstrar o meu desagrado nos seguintes aspectos que considero negativos: - Mau cheiro constante nas casas de banho a esgoto segundo o que cheiro que se sente nesse espaço -A funcionária que faz a limpeza ao contrário do que sempre aconteceu nos diversos ginásios onde treinei efetua a manutenção das casas de banho durante o período em que os sócios estão nus e a tomar banho, quando seria suposto a mesma realizar tal função fora do horário de funcionamento , mas não culpo a Senhora mas sim quem permite que tal aconteça, porque por diversas vezes que tal facto foi presenciado por diversos funcionários e nunca ninguém fez nenhum reparo até sexta feira passada dia 31/10 porque eu mencionei esse facto perto de um funcionário e ele transmitiu o meu desagrado ao responsável que veio falar com a com a Funcionária de limpeza. — Nesse mesmo dia mais uma vez estava a tomar banho e fiquei sem água depois de me ensaboar, tendo que me limpar a toalha o que é algo desagradável como devem calcular, assim como também já aconteceu a água estar fria em mais do que uma ocasião. -Em relação a agua vitaminada , por diversas vezes é mesmo só agua porque as vitaminas devem se perder pelo caminho devido a falta de atenção de quem devia verificar ocasionalmente para que tal não acontecesse -Os torniquetes nem sempre colaboram e por diversas vezes não abrem -O verão foi um verdadeiro suplicio devido ao calor porque o espaço não tinha ar condicionado que só foi instalado no fim da época de calor e até essa altura recorria-se a técnica de abertura de outra porta para fazer corrente de ar -Temos funcionários de t shirt azul ( os da sala para acompanhar e ajudar quem ocasionalmente possa precisar ) e os de t shirt amarela que dão PT, acontece que por diversas o elemento de azul não se encontra na sala ou esta junto a recepção e não existe a preocupação quando um sócio novo entra em dar instruções inicias, a não ser que esse mesmo sócio possa vir a ser um futuro cliente de PT. -Durante bastante tempo a zona onde se encontra as passadeiras quando o sol batia no vidro tornava complicada a utilização das mesmas devido ao calor e ao encadeamento e após algum tempo foi parcialmente solucionado tal problema -A maquina de café caso se queira beber sem açúcar não é possível, tendo que se retirar o copo quando o açúcar caí e após isso torna se a colocar no respectivo sitio de onde sai o café. Esse facto que já foi reportado por diversas vezes -O chão da zona dos chuveiros é escorregadio , já tendo inclusive provocado a queda com algum aparato e ligeiras consequências no pé -De momento não me lembro de mais nada mas penso que é mais do que suficiente para não ser um espaço agradável como seria suposto onde vamos para relaxar, descontrair e aliviar o stress e não o oposto. -A entrada de novos sócios e o debito direto funcionam as mil maravilhas, só é pena que isso não se aplique a tudo o resto porque mais importante que ter novos sócios é cativa-los e mante-los . -Obviamente que não existem ginásios perfeitos ou sem falhas, mas neste caso considero serem demasiadas e considero serem inaceitáveis e intoleráveis e para mais num espaço que abriu este ano Só não me vim embora na sexta feira passada dia 31/10 depois dos factos que relatei e que foram a gota de agua porque o debito direto tinha entrado nesse dia de manha, mas após este período de 14 dias relativos a este debito não pretendo frequentar mais o vosso espaço porque considero que não cumprem vários requisitos importantes, o que me dá o direito de não continuar a ser vosso sócio a partir do dia 13/12. Todas estas questões anteriormente relatadas além de terem sido enviadas para o mail onvirtualgym.com no dia 04/11 foram transmitidas a um dos inúmeros funcionários que por vezes se atropelam na recepção do respectivo espaço em questão e o mesmo nesse dia depois de eu mencionar os motivos do meu desagrado e de não pretender continuar a treinar neste ginásio não me informou de mais nenhum procedimento necessário para efetuar a minha desistência e agora ao fim de mais de 15 dias tem me ligado e enviado mails constantemente a pressionar me para pagar e a questionar me sobre o motivo da minha saída quando na data que mencionei não me foi dito que seria necessário realizar mais algum procedimento para esse efeito. Agradeço que tomem em atenção o que foi aqui relatado porque eu fiz tudo da maneira correta e não entendo o motivo desta pressão ao fim de cerca de 3 semanas !!! Cumprimentos Paulo Santos

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