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Cobrança indevida de serviço de nutrição cancelado e penalizações infundadas
Boa Noite, Venho por este meio apresentar uma queixa formal relativamente ao fitness up e devidos serviços. No dia 20 de abril, fui informado pela nutricionista que me acompanhava, de que a mesma iria cessar funções na empresa Fitness UP. Questionando se pretendia transitar para outra profissional ou cancelar o serviço, solicitei expressamente o cancelamento do serviço de nutrição, motivado pela saída da referida profissional. Em junho, detetei no extrato bancário o débito de valores anormais. Inicialmente supus tratar-se de um ajuste de faturação, mas após novo débito idêntico em julho, desloquei-me ao estabelecimento. Fui então informado de que o serviço de nutrição continuava ativo e a ser cobrado. Confrontado com a situação, apresentei ao estabelecimento as provas por escrito (capturas de ecrã/prints) que atestam a conversa e o pedido de cancelamento atempado com a colaboradora da empresa. Após um mês de espera, a resposta apresentada pelo Fitness UP foi a oferta de 1 a 2 meses de compensação em serviços/utilização do ginásio, recusando a devolução do dinheiro cobrado indevidamente. Presentemente, após o período dessa suposta compensação, fui notificado de que me encontro com a mensalidade em atraso e com uma penalização de 10,20€ acrescida. Visto que o serviço de nutrição foi cancelado em abril e os valores cobrados posteriormente são inteiramente indevidos — gerando uma cadeia de erros de faturação da responsabilidade exclusiva do ginásio Solicito: - O retorno imediato, em numerário/transferência bancária, de todos os valores cobrados indevidamente pelo serviço de nutrição desde abril. - O anulamento imediato da penalização de 10,20€ e a retificação do estado da minha conta/mensalidade, uma vez que não existem valores legítimos em dívida.
Cancelamento não foi efetuado
Exmos. Senhores, Reitero que a solicitação inicial de cancelamento da minha adesão foi efetuada por mim no mês de junho. Desde essa altura, realizei inúmeras chamadas telefónicas no sentido de concluir a desvinculação, as quais nunca foram retribuídas. Quando finalmente me atenderam, instruíram-me a enviar um e-mail, ao qual demoraram quase um mês a responder. E quando respondem impõem pagar mensalidades atrasadas as quais não tenho culpa por não efetuarem o meu pedido de à meses, só respondendo para pedir pagamentos, para além disso voltei a contactar o apoio telefónico disseram q eu iam dizer ao apoio cliente que era urgente para em contactar no mesmo dia e nisto já vão uns dias e outra vez nada feito. Face ao exposto, recuso expressamente o pagamento de quaisquer mensalidades ou quinzenas cobradas para além da data da minha solicitação inicial. Encontro-me disponível para liquidar estritamente a taxa de cancelamento prevista contratualmente, rejeitando qualquer outro montante decorrente do vosso atraso de resposta. Mais informo que, dada a manifesta falta de resposta atempada, falta de transparência por parte da empresa e o facto de esta situação já se arrastar há meses por vossa responsabilidade, irei avançar com a apresentação de queixa formal junto do Livro de Reclamações Eletrónico, bem como junto dos órgãos de fiscalização e arbitragem de consumo competentes. Fico a aguardar os dados atualizados para a regularização exclusiva da taxa de cancelamento e a emissão do comprovativo do encerramento definitivo do contrato. Com os melhores cumprimentos, Eduarda Ornelas
Dificuldades para cancelar
Venho meio desta deixar um registro formal que venho tentando cancelar minha assinatura a 3 meses porém o ginásio não facilita , fiz a inscrição em abril porém fiquei doente o que me impossibilitou de frequentar o ginásio , logo depois tive que me mudar onde não ha físicos da Fitness up por perto , fiz minha inscrição pelo Watssap então não tem nenhum ginásio que eu sou filiado , eles dificultam muito e a os valores vão sendo covraods mesmo sem ultilizar , terrível
Cancelamento de adesão telefónica em período de reflexão (14 dias) - Fitness UP Coimbra
Exmos. Senhores da Direção do Fitness UP e DECO PROteste,O meu nome é Felizarda Cumbe. No dia 28 de agosto, aceitei por via telefónica uma proposta de adesão ao Fitness UP Coimbra. No entanto, o funcionário comercial que efetuou a chamada registou erradamente o meu nome no vosso sistema como "Loukitah Cumbe".Após ponderar em casa, decidi não avançar com o plano. No uso do meu direito legal de Livre Resolução (período de reflexão de 14 dias), salvaguardado por lei para contratos celebrados à distância, contactei a empresa para cancelar o contrato.Até à data de hoje, já enviei 4 e-mails para o apoio ao cliente, tendo recebido apenas respostas automáticas. Adicionalmente, contactei o suporte telefónico e o próprio comercial que me fez a venda, mas ambos descartam responsabilidades e recusam-se a validar o cancelamento, criando um impasse propositado.Como o primeiro contacto de cancelamento foi feito bem dentro do prazo legal dos 14 dias (a contar de 28 de agosto), o contrato encontra-se legalmente resolvido. Mais informo que a autorização de débito direto já foi cancelada junto do meu banco para evitar cobranças indevidas.Exijo por este meio:A retificação do meu nome no vosso sistema para Felizarda Cumbe;A confirmação imediata, por escrito, da anulação do contrato e de qualquer fidelização associada, sem qualquer encargo ou penalização.Caso a situação não seja resolvida com brevidade, apresentarei queixa formal junto da ASAE por práticas comerciais abusivas e incumprimento do direito de livre resolução.Melhores cumprimentos, Felizarda Cumbe Loukitahc@icloud.com 968999099
Cobrança do seguro anual com aumento do valor sem comunicação prévia
Exmos. Senhores, Venho solicitar o vosso apoio relativamente a uma situação ocorrida com o ginásio Fitness UP, onde sou sócia. No ano anterior, foi-me cobrado o valor de 12,50 € referente ao seguro anual. Este ano, foi efetuada uma cobrança de 17,50 €, correspondente ao mesmo seguro, representando um aumento de 5,00 €. A cobrança de 17,50 € foi efetuada separadamente da cobrança habitual do ginásio. No mesmo dia foram realizados dois movimentos distintos na minha conta bancária: um de 17,60 €, correspondente à cobrança habitual, e outro de 17,50 €, correspondente ao seguro anual. O meu principal problema não é apenas o aumento do valor, mas sobretudo o facto de não ter sido previamente informada dessa alteração nem do novo valor que iria ser debitado. Não recebi qualquer comunicação individual através de e-mail, SMS, telefone ou outro meio que me informasse previamente de que o seguro anual passaria de 12,50 € para 17,50 €. No contrato que celebrei com o Fitness UP não encontro indicação do valor do seguro anual, nem uma indicação clara que me permita perceber em que condições ou mediante que procedimento esse valor pode ser alterado. Só tive conhecimento de que o valor tinha aumentado quando consultei os movimentos da minha conta bancária e verifiquei o débito de 17,50 €. Perante esta situação, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, solicitando, entre outros aspetos, a devolução da diferença de 5,00 €. Entretanto, o Fitness UP respondeu à reclamação, apresentando a seguinte justificação: "Agradecemos o seu contacto e lamentamos o desagrado causado pela alteração do valor do seguro anual. Gostaríamos de esclarecer que houve uma atualização da tabela de preços. No entanto, o valor da mensalidade manteve-se sem qualquer alteração. A alteração verificou-se apenas relativamente ao valor do seguro anual, que passou a ser de 17,50€. A informação relativa à atualização do valor do seguro encontrava-se afixada na receção do ginásio, estando assim disponível para consulta pelos nossos sócios. Compreendemos, contudo, a sua insatisfação por ter tomado conhecimento do novo valor através do movimento bancário e lamentamos o transtorno que esta situação lhe possa ter causado." Considero esta resposta insuficiente, uma vez que a empresa confirma que a alteração do valor do seguro ocorreu, mas apenas refere que a informação estava afixada na receção do ginásio. No meu caso, não tive conhecimento dessa informação antes da cobrança. A entrada para o ginásio é junto à receção, mas não existe necessidade de passar diretamente em frente ao balcão para entrar nas instalações, pelo que não me apercebi da existência de qualquer aviso. Além disso, a própria resposta do Fitness UP reconhece expressamente que tomei conhecimento do novo valor através do movimento bancário, ou seja, apenas depois de a cobrança ter sido efetuada. Gostaria, por isso, de saber se, do ponto de vista dos direitos do consumidor, a simples afixação de um aviso na receção do estabelecimento pode ser considerada comunicação prévia adequada de uma alteração do valor de uma cobrança anual, particularmente quando essa cobrança é efetuada automaticamente e de forma separada da mensalidade habitual. Gostaria também de saber se, não estando indicado no contrato o valor do seguro anual nem, aparentemente, um mecanismo claro para a sua atualização, o ginásio pode proceder unilateralmente a esta alteração e efetuar a cobrança do novo valor sem uma comunicação prévia dirigida ao consumidor. Já solicitei a devolução dos 5,00 € correspondentes à diferença entre o valor anteriormente cobrado e o valor atualmente cobrado, mas a resposta apresentada pelo Fitness UP não contempla qualquer devolução nem esclarece estes aspetos. A reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico encontra-se atualmente em análise. Assim, agradeço à DECO PROteste que me possa esclarecer: 1. Se o procedimento adotado pelo Fitness UP relativamente à alteração do valor do seguro anual e à sua comunicação é compatível com a legislação de defesa do consumidor; 2. Se a afixação de informação na receção pode ser considerada suficiente como comunicação prévia de uma alteração deste tipo; 3. Se a inexistência, no contrato, de indicação do valor do seguro ou de uma cláusula clara relativa à sua atualização é relevante para a validade desta alteração; 4. Se tenho fundamento para exigir a devolução dos 5,00 € cobrados adicionalmente; 5. E quais os próximos passos que recomendam para fazer valer os meus direitos perante o Fitness UP. Tenho disponíveis o contrato, os comprovativos dos débitos bancários e a reclamação apresentada no Livro de Reclamações Eletrónico, bem como a resposta entretanto apresentada pelo Fitness UP, podendo facultar esses documentos para análise. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo o vosso esclarecimento. Com os melhores cumprimentos, Sofia Figueiredo
pedido de cancelamento ignorado
Venho apresentar uma reclamação relativamente ao processo de cancelamento do meu contrato com a empresa Fitness UP. No dia 18/08/2026 desloquei-me às instalações mais próximas de minha casa para fazer o pedido de cancelamento do meu contrato, uma vez que, devido à alteração de minha morada, deixei de ter condições de frequentar o ginásio ao qual estava inscrita. Dirigi-me a dois clubes Fitness Up, incluindo o clube do Bolhão, que foi colocado como clube preferencial, tendo em conta a proximidade da minha antiga residência, com o objetivo de tratar do cancelamento. Em ambos os locais fui informada de que o cancelamento teria de ser solicitado através dos meios online. Segui essas indicações e enviei o meu pedido de cancelamento por e-mail no dia 18 de agosto. Posteriormente, recebi uma resposta automática a informar que o meu pedido seria analisado e que teria uma resposta no prazo de 7 dias úteis. Esse prazo terminou no dia 27 de agosto sem que tivesse recebido qualquer resposta ou resolução relativamente ao meu pedido, enviando um novo e-mail nesse mesmo dia com o mesmo objetivo. O meu pedido de cancelamento foi realizado antes do início do mês de setembro, e não pretendo que me seja cobrado um novo período de mensalidade relativo a setembro quando já tinha manifestado formalmente a minha intenção de cancelar o contrato. Foi-me indicado também a existência de uma taxa de cancelamento de 60 euros, relativamente ao período de fidelização que ainda está a decorrer, entretanto, dadas as circunstâncias considero inadmissível que, depois de me ter deslocado presencialmente a dois clubes, ter seguido as instruções dadas pelos próprios funcionários, tenha apresentado o pedido de cancelamento por escrito e não tenha obtido qualquer resposta dentro do prazo que me foi indicado, caso me seja cobrado o valor de alguma quinzena eu ainda tenha de pagar o valor de quebra de contrato, sendo que não cumpriram da parte deles.
Reclamação por Publicidade Enganosa e Omissão de Informação – FITNESS UP
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a cadeia de ginásios FITNESS UP, por práticas comerciais desleais, publicidade enganosa e violação grave do dever de informação ao consumidor (artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 57/2008). Ao tentar efetuar a minha inscrição online, fui atraído por uma campanha publicitária de grande destaque na página inicial da marca que garantia expressamente: "UPGRADE COMPLETO: 6 MESES DE GINÁSIO GRÁTIS + SORTEIO PACK APPLE".Durante as fases seguintes do processo de adesão online (passos 1/3 e 2/3), a marca reforça a mesma promessa no topo do ecrã através do texto: "USA O CÓDIGO UPGRADE PARA TREINARES 6 MESES GRÁTIS E TE HABILITARES A UM PACK APPLE!". Em nenhum momento desta jornada inicial é apresentada qualquer nota de rodapé, asterisco ou ligação visível para os Termos e Condições que expliquem restrições à gratuitidade anunciada. A desconformidade com o publicitado manifestou-se em dois pontos críticos: Custos Iniciais Ocultos: No passo 2/3 da inscrição, surge a obrigatoriedade de um pagamento imediato de 37,50€ (Seguro + Chip), valor que nunca foi previamente mencionado como condição associada à oferta publicitada. Mensalidades Interpoladas Omitidas: Após contactar telefonicamente o clube FITNESS UP de Benfica para esclarecer a situação, fui informado por um colaborador de que a gratuitidade não é contínua. Segundo a marca, o cliente tem de pagar o valor inicial e as mensalidades subsequentes funcionam num sistema interpolado (1.º mês gratuito, 2.º mês pago, 3.º mês gratuito, etc.). Esta estrutura real da campanha contradiz frontalmente a afirmação literal e categórica de "6 meses grátis". A omissão deliberada destas condições na publicidade principal induz o consumidor em erro, levando-o a iniciar um processo de contratação baseado em falsas premissas. Tendo em conta que a DECO Proteste já analisou previamente este anúncio em chamada comigo e confirmou a legitimidade desta queixa, solicito a intervenção desta entidade para que: A empresa seja instada a cumprir estritamente a oferta publicitada nas condições apresentadas (6 meses de real gratuitidade nas mensalidades); A publicidade seja corrigida ou retirada por configurar uma prática comercial enganosa e lesiva dos direitos dos consumidores. Junto em anexo as capturas de ecrã que comprovam os factos acima descritos.Melhores cumprimentos. Tiago Melo Tiagomiguel692@gmail.com 913137002
Cobranças indevidas
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, contestar formalmente os valores que me estão a ser imputados e exigir o imediato cancelamento de qualquer alegada inscrição/contrato em meu nome, bem como a cessação de quaisquer cobranças ou tentativas de cobrança futuras. No dia 30 de maio, aderi aos serviços da Fitness UP através de contacto telefónico com o vosso comercial Marco, através do número 911 872 822, tendo efetuado nesse mesmo dia um pagamento no valor de 15,14 €. Posteriormente, comecei a frequentar o ginásio. Contudo, por motivos de saúde relacionados com a minha gravidez, foi-me emitido um atestado médico de gravidez de risco, tendo a minha obstetra desaconselhado expressamente a prática de exercício físico. Perante esta situação, tentei contactar o referido comercial Marco, quer através de mensagens, quer através de chamadas telefónicas, no sentido de comunicar a situação e solicitar o cancelamento da minha inscrição. As mensagens foram lidas, mas não obtive qualquer resposta, tendo igualmente ficado sem resposta às diversas chamadas efetuadas. No dia 05/06, desloquei-me pessoalmente à receção do Fitness UP Arcos do Sardão, precisamente com o objetivo de esclarecer a situação e proceder ao cancelamento. Nessa ocasião, informei a receção da situação e disponibilizei-me para apresentar o respetivo atestado médico de gravidez de risco. Foi-me, contudo, transmitido pela funcionária da receção que, uma vez que eu ainda não tinha assinado o contrato, não teria de efetuar qualquer procedimento adicional para proceder ao cancelamento. Perante essa informação, e confiando legitimamente na indicação prestada pelos vossos próprios funcionários, deixei de frequentar o ginásio e considerei a situação encerrada. Sucede que, posteriormente, no dia 10/07, foi efetuado na minha conta bancária um débito direto no valor de 17,60 €, débito esse que não autorizei e relativamente ao qual não concedi qualquer autorização de débito direto válida. Quando me apercebi da situação, desloquei-me novamente ao Fitness UP Arcos do Sardão para solicitar esclarecimentos. A funcionária da receção informou-me de que a situação não seria da responsabilidade daquele estabelecimento e indicou-me que deveria contactar o número disponibilizado online. Segui essa indicação, mas, apesar das tentativas efetuadas, não consegui obter qualquer atendimento. Perante a ausência de resposta e a impossibilidade de obter esclarecimentos junto da entidade que estava a efetuar as cobranças, procedi ao cancelamento/inativação da autorização de débito direto junto da minha instituição bancária. Desde então, recebi novas comunicações a exigir pagamentos: uma no dia 29/07, no valor de 25,10 €, e outra no dia 12/08, no valor de 32,60 €. Importa salientar que nunca autorizei a Fitness UP a efetuar débitos diretos na minha conta bancária. O Banco de Portugal esclarece que, para a realização de pagamentos através de débito direto, é necessária uma autorização de débito em conta concedida pelo devedor ao credor. Mais concretamente, o credor deve apenas iniciar cobranças para as quais detenha uma autorização de débito em conta válida, estando igualmente obrigado a conservar os comprovativos dessa autorização. O Portal do Cliente Bancário esclarece ainda que, quando não existe uma autorização de débito em conta, o consumidor dispõe de um prazo de 13 meses para solicitar a retificação de um débito não autorizado. Assim, não reconheço nem aceito o débito de 17,60 € efetuado em 10/07, nem quaisquer outros débitos que tenham sido ou venham a ser efetuados sem uma autorização válida da minha parte. Caso V. Exas. entendam que existia uma autorização de débito direto, solicito que me enviem, por escrito, cópia integral da respetiva autorização de débito em conta (ADC), com indicação da data, forma de obtenção e demais elementos que demonstrem a sua validade. Reitero igualmente que, aquando da minha deslocação ao Fitness UP Arcos do Sardão em 05/06, foi-me expressamente comunicado pela funcionária da receção que, por não ter assinado o contrato, não necessitaria de realizar qualquer procedimento para o cancelamento. Foi com base nessa informação, prestada por uma representante da própria entidade, que deixei de frequentar as instalações. Caso a Fitness UP alegue agora a existência de um contrato que me vincule a pagamentos posteriores, solicito que me seja remetida cópia integral do contrato que alegadamente celebrei, bem como prova da minha aceitação, data de celebração, condições aplicáveis e prova de que essas condições me foram devidamente comunicadas. Com efeito, o Decreto-Lei n.º 446/85, relativo às cláusulas contratuais gerais, estabelece que estas devem ser comunicadas na íntegra ao consumidor e com antecedência suficiente para que este possa tomar conhecimento efetivo das mesmas, recaindo sobre o contratante que as utiliza o ónus de provar essa comunicação. Acresce que a cessação da minha frequência não ocorreu por mero capricho ou vontade de incumprir qualquer obrigação. A situação decorreu de uma circunstância médica superveniente e devidamente comprovada, relacionada com uma gravidez de risco, tendo a minha obstetra desaconselhado a prática de exercício físico. Mais uma vez, saliento que, no dia 05/06, me dirigi presencialmente à receção, disponibilizando-me para apresentar o respetivo atestado médico, tendo procurado resolver a situação de forma transparente e de boa-fé. O Código Civil estabelece, no artigo 790.º, que a obrigação se extingue quando a prestação se torna impossível por causa não imputável ao devedor, sendo igualmente relevante o regime da impossibilidade subjetiva previsto no artigo 791.º. Sem prejuízo da apreciação jurídica concreta da relação contratual que V. Exas. possam alegar existir, considero manifestamente relevante o facto de ter comunicado a situação médica, de me ter deslocado presencialmente ao estabelecimento e de ter procurado apresentar o respetivo comprovativo médico, tendo inclusivamente recebido da vossa funcionária a indicação de que não seria necessário qualquer procedimento adicional. FACE AO EXPOSTO, SOLICITO: O cancelamento imediato e definitivo de qualquer inscrição ou contrato que V. Exas. entendam existir em meu nome; A cessação imediata de quaisquer cobranças ou tentativas de cobrança futuras; A anulação dos valores que me estão a ser atualmente reclamados, designadamente 25,10 € e 32,60 €, uma vez que contesto a existência de fundamento contratual para os mesmos; O reconhecimento de que não autorizei qualquer débito direto e, consequentemente, a regularização da situação relativamente ao débito de 17,60 € efetuado em 10/07; Caso V. Exas. aleguem a existência de contrato, o envio de cópia integral do mesmo e da respetiva prova de aceitação/celebração; Caso aleguem a existência de uma autorização de débito direto, o envio de cópia integral da respetiva autorização de débito em conta e dos elementos que comprovem a sua validade; A confirmação, por escrito, de que não serão efetuados novos débitos na minha conta bancária nem serão agravados os valores que atualmente me estão a ser reclamados; A confirmação escrita de que a minha situação se encontra definitivamente encerrada, sem qualquer dívida ou obrigação de pagamento futura. Advirto ainda que, caso não seja apresentada prova válida da existência de contrato e da respetiva autorização de débito direto, não reconhecerei qualquer dos valores reclamados. Reservo-me o direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes, designadamente através do Livro de Reclamações, e de recorrer aos meios de resolução alternativa de litígios e demais meios legais ao meu dispor, caso a situação não seja regularizada. Solicito resposta escrita no prazo máximo de 10 dias úteis. Por fim, considero particularmente grave que, depois de ter procurado resolver presencialmente a situação e de ter disponibilizado o meu atestado médico de gravidez de risco, tenham continuado a ser efetuadas cobranças.
CONTESTAÇÃO DE COBRANÇA DE €50 E DO PROLONGAMENTO DO PERÍODO DE FIDELIZAÇÃO
RECLAMAÇÃO FORMAL – CONTESTAÇÃO DE COBRANÇA DE €50 E DO PROLONGAMENTO DO PERÍODO DE FIDELIZAÇÃO POR MOTIVO DE ACIDENTE E SUSPENSÃO MÉDICA Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação formal relativamente à cobrança de uma penalização no valor de 50,00 €, que me está a ser exigida pelo ginásio, sob a alegação de que não completei as alegadas 52 semanas pagas previstas no contrato. Celebrei com o ginásio um contrato com um período de fidelização de um ano, correspondente, segundo as condições contratuais, a 52 semanas. Durante a vigência do contrato, sofri um acidente que resultou numa fratura do ombro, ficando temporariamente impossibilitada de frequentar o ginásio e de praticar atividade física. Por esse motivo, apresentei ao ginásio o respetivo atestado médico, que foi aceite pela entidade. Na sequência da situação clínica, o próprio ginásio autorizou a minha suspensão durante o período em que estive impossibilitada de frequentar as instalações, pelo que a interrupção dos pagamentos não resultou de uma decisão arbitrária ou de uma recusa minha em cumprir o contrato, mas de uma situação de saúde devidamente comprovada e comunicada à entidade. Importa salientar que não escolhi sofrer o acidente, nem escolhi ficar impossibilitada de utilizar os serviços contratados. A situação foi devidamente justificada através de documentação médica e aceite pelo próprio ginásio. O contrato tinha como data prevista de término o dia 5 de setembro de 2026. No entanto, neste momento, o ginásio informa-me de que, por não ter efetuado pagamentos durante o período em que estive suspensa por motivo médico, considero que não completei as 52 semanas pagas e, por esse motivo, pretendem cobrar-me uma penalização de 50,00 €. Contesto expressamente esta cobrança. Se o ginásio entendeu e aceitou que, perante a apresentação do atestado médico, eu deveria ficar temporariamente suspensa, não considero legítimo que, posteriormente, utilize essa mesma suspensão médica como fundamento para me penalizar financeiramente ou para prolongar unilateralmente o período de fidelização, sem que me seja apresentada uma cláusula contratual clara, específica e previamente aceite que determine expressamente essa consequência. Assim, solicito: 1. A indicação, por escrito, da cláusula concreta do contrato que permite ao ginásio cobrar a penalização de 50,00 € nesta situação; 2. A indicação expressa de qual a base contratual que permite transformar o período de suspensão médica, devidamente autorizado pelo ginásio, num período adicional de fidelização; 3. A apresentação do cálculo detalhado através do qual o ginásio conclui que não foram cumpridas as 52 semanas previstas; 4. A confirmação de que o período em que estive impossibilitada de frequentar o ginásio foi efetivamente registado como suspensão médica, e não como incumprimento contratual ou falta de pagamento; 5. A anulação da cobrança dos 50,00 €, por entender que não dei causa a qualquer incumprimento voluntário e que a situação decorreu de um acidente e de uma incapacidade médica devidamente comprovada; 6. A confirmação, por escrito, da data efetiva de cessação do contrato, sem aplicação de qualquer penalização decorrente da situação médica acima descrita. Solicito ainda que esta reclamação seja analisada à luz da legislação de proteção dos consumidores, nomeadamente quanto aos deveres de informação, transparência e equilíbrio das condições contratuais. Caso o ginásio mantenha a cobrança, solicito que me seja fornecida a respetiva fundamentação contratual e legal, para que possa apresentar a documentação à DECO PROTESTE e às restantes entidades competentes de defesa do consumidor, para apreciação da validade da cobrança e da eventual existência de uma cláusula contratual abusiva ou de uma prática comercial desproporcionada. Reforço que não me recuso a cumprir as obrigações que efetivamente resultem do contrato. O que contesto é que uma situação de acidente e incapacidade médica, devidamente comprovada e previamente comunicada ao ginásio, seja posteriormente utilizada para me impor uma penalização de 50,00 € ou para prolongar o período de fidelização sem que exista uma disposição contratual clara que determine expressamente essa consequência. Solicito resposta escrita à presente reclamação. Com os melhores cumprimentos, Bárbara Araújo
COBRANÇAS INDEVIDAS
Os problemas com a Fitness UP começaram praticamente desde a minha inscrição e terminaram da pior forma possível: mesmo depois de eu deixar de ser cliente, ter a minha ficha cancelada e ter sido informado presencialmente de que não existia qualquer pendência, a empresa continua a tentar efetuar cobranças na minha conta. Quando fiz a inscrição, foi-me informado que eu estaria a pagar a inscrição e o equivalente a uma quinzena. Poucos dias depois, antes sequer de chegar a segunda quinzena, apareceu uma nova cobrança de valor superior ao esperado. Quando questionei, disseram-me que aquilo que eu havia pago no dia da inscrição correspondia a “um equivalente de quinzena”. Essa informação nunca me foi explicada dessa maneira no momento da inscrição, o que já me deixou bastante insatisfeito com a forma como as cobranças são apresentadas. Mas o problema mais grave aconteceu depois. Já não sou cliente da Fitness UP há cerca de um mês. A minha ficha foi cancelada, não tenho qualquer dívida ou pendência e não existe atualmente qualquer relação contratual que justifique novas cobranças. Inclusive, no dia 05/08/2026, fui pessoalmente ao balcão da Fitness UP Miraflores justamente para resolver esta situação. Na ocasião, fui informado de que não existia qualquer pendência, que a minha ficha estava efetivamente cancelada e que não voltaria a receber notificações de dívida ou novas cobranças. Pois bem: isso não aconteceu. Mesmo depois dessa confirmação presencial, continuo a receber mensagens informando que a cobrança não foi efetuada e solicitando que eu regularize valores através de Multibanco. Ou seja: eu já não sou cliente, a minha ficha está cancelada, não tenho dívidas, fui pessoalmente ao estabelecimento confirmar isso e, ainda assim, continuam a tentar cobrar-me. E o atendimento para tentar resolver o problema foi ainda pior. Hoje voltei a contactar a Fitness UP para tentar solucionar definitivamente a situação. A funcionária disse-me para “comparecer ao balcão para resolver”, sendo que eu já tinha comparecido ao balcão no dia 05/08 e já me tinham confirmado que não havia absolutamente nada pendente. Perguntei então até quando continuariam a tentar retirar dinheiro da minha conta, uma vez que o problema continuava a acontecer. A resposta foi simplesmente “ignore as mensagens”. Expliquei que não posso simplesmente ignorar uma cobrança direta na minha conta bancária, principalmente quando existe o risco de o dinheiro ser retirado automaticamente. Em vez de procurar uma solução, a funcionária respondeu de forma extremamente grosseira que “não há nada a fazer”. Quando informei que iria recorrer ao Livro de Reclamações e procurar os meus direitos enquanto consumidor, a resposta foi “fique à vontade”, e a funcionária desligou-me o telefone na cara. Sinceramente, é inadmissível. Eu não estou a tentar fugir de uma dívida. Não estou a recusar um pagamento. Não estou sequer a tentar cancelar uma mensalidade. Eu já não sou cliente. A minha ficha está cancelada. Fui presencialmente ao balcão confirmar a inexistência de pendências e fui informado de que estava tudo resolvido. Ainda assim, a empresa continua a gerar tentativas de cobrança e, quando tento resolver o erro, sou tratado com completa falta de respeito. Também considero o atendimento da recepção muito abaixo do aceitável. Já tive outras experiências com funcionários que demonstraram grosseria e pouca vontade de ajudar, mas a situação de hoje ultrapassou todos os limites. Uma empresa pode cometer um erro. O problema é quando o cliente comunica o erro, vai presencialmente ao estabelecimento, recebe a confirmação de que está tudo resolvido e, mesmo assim, o problema continua, e depois o cliente ainda é tratado como se fosse o culpado pela situação. Por segurança, precisei inclusive bloquear o débito direto no banco, justamente para impedir que valores fossem retirados da minha conta enquanto a Fitness UP insiste em realizar cobranças que, segundo a própria unidade, não deveriam mais existir.
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