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Condições degradantes e cobrança abusiva de penalização – Fitness Up Almada
Venho apresentar reclamação contra a Fitness Up Almada devido ao estado de degradação das instalações e à recusa em cancelar o meu contrato sem cobrança de penalização. As condições da sala de musculação são inadmissíveis: ventilação insuficiente, ambiente extremamente abafado, aparelhos de ar condicionado avariados e a pingar, infiltrações constantes em dias de chuva, baldes espalhados pelo espaço e panos molhados inclusive nas escadas, criando risco de queda. O teto apresenta buracos e aspeto degradado, transmitindo sensação de insegurança estrutural. Basta consultar as avaliações públicas no Google para perceber que estas queixas não são isoladas e que os problemas já se arrastam há bastante tempo, sem resolução adequada. Ainda assim, continuam a cobrar mensalidades normalmente enquanto os clientes treinam em condições que considero indignas e potencialmente perigosas. Tenho problemas de tensão baixa e o ambiente abafado já me causou mal-estar físico dentro do ginásio. Considero que não existem condições mínimas de conforto, segurança e salubridade para utilização do espaço. Na minha opinião, o estado atual das instalações justificaria inclusive uma fiscalização séria pelas entidades competentes. Apesar disso, ao solicitar o cancelamento do contrato por justa causa, fui informada de que teria de pagar uma “taxa”/penalização de 60 euros. Considero inaceitável que um ginásio nestas condições tente obrigar clientes a permanecer vinculados ou pagar para sair. Já efetuei reclamação no livro de reclamações e, caso a situação não seja resolvida, irei avançar junto da ASAE e demais entidades de defesa do consumidor.
Falta de informação, regra abusiva e falta de controlo e higiene
No passado dia 18 de Abril dirigi-me ao ginásio Fitness UP em Olhão, situado no Ria Shopping, para realizar um treino diário. O recepcionista informou-me do valor, solicitei fatura com numero de contribuinte, ao qual respondeu que não costuma passar faturas com numero de contribuinte para treinos diários. Voltei a mencionar que queria fatura com contribuinte, e forneci o cartão de cidadão para que o recepcionista pudesse criar registro pessoal e emitir fatura, foi feito o pagamento e emitida a fatura 33031/*****0413. Foi entregue o termo de responsabilidade para ser assinado por mim, relativamente ao seguro de acidentes, como é usual em qualquer ginásio. Após estes procedimentos sou informado pelo recepcionista que não podia entrar com um saco de ginásio que levava comigo, para dentro da sala de musculação. Questionei o porquê desta limitação, porque não me havia informado antes e onde estava escrita esta norma, em local visível no balcão ou dentro do ginásio. Informou-me que era por ordem do instrutor de sala de musculação. Pedi para falar com o instrutor responsável e fui informado que o mesmo não estava de momento. Voltei a questionar porque não havia informado desta norma limitativa antes de ter feito o pagamento da diária e onde estava afixada em local visível ao publico a mesma. Não obtive resposta por parte do recepcionista. Sugeriu que deixa-se o saco de ginásio atras do balcão, dado que não tinha comigo cadeado para cacifo, norma a qual também não fui informado antes do pagamento da diária. No decorrer do treino, verifiquei que esta norma limitativa não está afixada em nenhum local dentro da sala, nem nos corredores de acesso ou balneários. Mais grave foi o facto de verificar que uma norma de higiene essencial, como a utilização de toalha nos equipamentos, não é cumprida pela generalidade dos utilizadores, sem qualquer controlo ou advertência por parte dos instrutores ou recepcionista presentes neste espaço.
Não cumprimento do estabelecido em contrato
Objeto da reclamação: Alteração unilateral das condições contratuais sem qualquer comunicação e pedido de resolução do contrato por justa causa. Descrição dos factos: Em 17/10/2025 assinei contrato no clube da Rua da Alegria 819, Porto, aderindo ao Plano Livre Piscina, que inclui acesso à piscina e aulas de natação (conforme confirmado no Inquérito de Boas-Vindas que assinei). Em fevereiro de 2026, sem qualquer aviso prévio (nem verbal, nem escrito, nem por email ou telefone), as aulas de natação passaram a ser cobradas à parte no valor de 6,80€ semanais. Tomei conhecimento desta alteração apenas na semana passada no clube da R. do Seixal 130, Porto. Fundamentação: Trata-se de incumprimento contratual e alteração unilateral abusiva das condições inicialmente contratadas (DL 446/85). Tenho direito à resolução do contrato por justa causa, sem pagamento de taxa de 50€ e sem penalizações. Pedido: Cancelamento imediato do contrato sem qualquer encargo ou multa; Cessação de todos os débitos; Confirmação escrita do cancelamento. Já tentei acordo por email e presencialmente com a instituição e apenas consegui que me fizessem downgrade para um plano que não incluisse acesso à piscina. Os funcionarios que me respoderam por email simplesmente ignoram o facto da quebra de contrato ser por parte deles, as atendentes do Clube da Constituição além de fazerem o mesmo , afirmam convictamente que a realização de reclamação no livro de reclmações não terá qualquer efeito pois a ASAE não se interessa no tipo de recamação que estou à fazer, demostrando ainda comportamento ríspido, indiferente e sem respeito ao informar que ela mesma era a pessoa responsávem el responder os emails da ASAE e lhe diria que meu caso não é nada de mais . A falta de respeito para com o cliente é revoltante e a certeza de impunidade e prepotencia de se sentirem acima da legislação é ainda mais revoltante .
Cobrança
Estava eu pronta para treinar quando o meu chip não me deixa entrar e quando fui perceber porquê disseram que tinha uma quinzena em atraso quando no dia 05/05 recebi uma fatura como tinha sido debitado e quando me informaram fui aos movimentos e para meu espanto não tem nem que debitou nem que devolveu, tenho sempre dinheiro no cartão e agora querem que volte a pagar para usufruir do ginásio. Eu não vou pagar algo que o próprio ginásio mandou fatura muito menos quando não está nos movimentos da minha conta. Não mostra nem que saiu nem que entrou nos movimentos. Aconteceu o mesmo com a minha colega de trabalho. Já não é a primeira vez que falam das formas dos débitos dos ginásios Fitness up o que não falta é reviews e vídeos a falar mal dessa empresa. A resposta deles é que a culpa é do banco mesmo com alguém do banco a dizer que o problema não é da conta. Palhaçada autêntica!!
Falta de transparência
Conforme pedido de cancelamento presencial efetuado em 06/04/2026 (anexo), venho solicitar a retificação da faturação de abril para o valor proporcional ao usufruto do serviço tendo o contrato cessado a 06/04, o valor devido é de 9,49€ (4,46€ + 5,03€). Relembro que, nos termos da Lei das Cláusulas Contratuais Gerais," A cláusula 2.3, ao prever a retenção total de mensalidades durante o pré-aviso após o pagamento de uma taxa de rescisão fixa (50€), cria um desequilíbrio contratual e uma dupla penalização, o que é nulo nos termos do Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 446/85." qualquer cobrança de serviços não prestados após a rescisão é considerada abusiva e constitui enriquecimento sem causa. Aguardo os dados para pagamento do valor correto para darmos o processo por encerrado." Anexo o comprovativo de pagamento da taxa de cancelamento (Fatura VD 63058/100431), liquidada a 08/04. Dado que a própria fatura emitida pela Wellnesspath, Lda. refere que a taxa cobre o período até 2099, considero qualquer vínculo contratual e obrigação de pagamento posteriores a 06/04 totalmente liquidados e sem fundamento legal. O contrato não se sobrepõe à lei. Já paguei a taxa de rescisão de 50€, pelo que a cobrança de dias não gozados constitui uma penalização dupla e abusiva. Verifica-se, desde logo, a existência de incorreções no contrato da minha filha, nomeadamente na data de nascimento, o que compromete a fiabilidade dos dados contratuais e levanta dúvidas quanto à correta aplicação das condições associadas. Por outro lado, não existiu qualquer benefício ou contrapartida efetiva associada a uma eventual fidelização, sendo que foi já pago um montante de 50€ a título de cancelamento. A exigência de valores adicionais, sem utilização do serviço após o pedido de cancelamento, revela-se manifestamente desproporcional. Fico a aguardar os dados (9,49€) para regularizar esta quantia e dar o processo por encerrado."
Promoção não aplicada, Cobranças indevidas, recusa de cancelamento gratuito
Exmos. Senhores, Em 28 de Novembro de 2025, após ver propaganda no Instagram de 6 meses sem mensalidades, fiz a inscrição para a Fitness Up Leiria. Certo é que passaram a ser efetuados descontos na minha conta corrente, tais quais: referencia 00278634115 16/12/25 - 15.14 09/01/26 - 17.60 23/01/26 - 17.60 06/03/26 - 17.60 20/03/26 - 17,60 30/04/26 - 17.60 Quando percebi que estes estavam a ser feitos, contrários à promoção que adquiri, tentei cancelar, porém me foi imposta uma multa de 50 euros para tal. NUNCA fui na academia presencialmente, NUNCA assinei qualquer contrato que não fosse o da oferta de seis meses online.. Fato é que a empresa em questão age CONTRA A BOA-FE DAS RELAÇÕES DE CONSUMO. Oferece uma promoção que não cumpre e oferta pelo cancelamento do serviço que NUNCA foi contratado de tal forma. Venho assim requerer que seja efetuada a devolução dos valores pagos INDEVIDAMENTE, visto que tais valores não estavam na propaganda, bem como que seja cancelado o serviço, o qual NUNCA seria contratado se não fossem os 6 meses de oferta gratuita.
Incumprimento contratual, cobrança indevida e recusa de cancelamento sem penalização
Celebrei contrato com o ginásio no âmbito de uma campanha que previa meses pagos intercalados com meses gratuitos. No mês que deveria ser gratuito, foi indevidamente tentada a cobrança da mensalidade, em violação das condições acordadas. A situação foi reportada presencialmente, sem resolução, tendo sido posteriormente cobrado o valor de 7,50€ por alegado incumprimento, o que é manifestamente indevido, uma vez que a origem da situação decorre de erro do prestador. Solicitei o cancelamento do contrato sem penalização, o qual foi recusado com base numa cláusula contratual, ignorando o incumprimento prévio por parte da entidade. Nos termos da Lei de Defesa do Consumidor, do Decreto-Lei n.º 446/85 e do Código Civil Português, o incumprimento contratual por parte do prestador legitima a resolução do contrato sem penalização, sendo nulas cláusulas que imponham encargos ao consumidor nestas circunstâncias. Adicionalmente, encontro-me impossibilitado de usufruir do serviço por motivos de saúde (lesão) e em situação de desemprego. Solicito: * Cancelamento imediato do contrato sem penalização; * Anulação e devolução de todos os valores indevidamente cobrados; * Confirmação escrita da cessação contratual. Abaixo encontram-se anexados os emails trocados com o apoio ao cliente.
Engano em contrato e prestação de serviço
Exmos Senhores, No dia 10/02 fiz um contrato de 3 meses para ajuda de um personal chamado Diogo na unidade da Alegria - Porto. O mesmo prometeu que daria aulas de 1hora, plano de treino e plano alimentar no pacote de 30€ semana, fazendo assim com que eu assinasse o contrato. Após o fechamento do contrato tive uma aula com o profissional e após isso tive imensa dificuldade em marcar as proximas aulas pois a agenda do mesmo se encotrava cheia no período da noite, falhando comigo por semanas, tendo até uma semana que consegui marcar a aula e o "profissional" esqueceu que havia marcado e nao foi. Reclamei na receção e mudei de profissional. Entretanto passando os 3 meses entrei em contato pra não renovar o contrato pois me mudei de casa e fica muito longe para ir ao ginásio da Alegria e me deparei com uma clausula no contrato de 15 quinzenas (7 meses e meio) a qual não foi o combinado dos 3 meses ou 15 semanas. Senti que agiram de má fé e agora estão me cobrando valores para o cancelamento do contrato, tambem estão me cobrando valores de semanas seguintes. Em 3 meses que paguei, fiz no maximo 6 aulas sendo que o correto seria 12, por enrolação do antigo "profissional" e até regularizar com o novo que é um excelente profissional. Preciso de ajuda para regularizar essa situação pois estou muito insatisfeito com o serviço e qualidade desse ginásio. Obrigado.
Dualidade de preços
Há 12 semanas efetuei a pré-inscrição online para o ginásio que iria abrir da Fitness Up nas Caldas da Rainha, tendo inclusive comentado com colegas meus, tendo alguns deles há pouco mais de 02 semanas terem feito igual inscrição e que já tinha até pago a inscrição e assinado o contrato. Só passadas 12 semanas e só após insistências fui contactado pelo Fitness Up, onde me ofereceram preços diferentes ao já contratualizados pelos meus colegas. Como será possível existirem preços diferentes para pessoas nas mesmas condições? Tanto eles como eu pertencemos à GNR que tem protocolo com essa rede de ginásios, a mim disseram-me que não poderiam ativar o protocolo para beneficiar de preços mais acessíveis e quando questionei do motivo de aos meus colegas o terem aceite esse protocolo apenas se limitaram a informar que deveria ter sido um erro. Questiono novamente se os preços exercidos são consoante querem ou se não deverá haver uma tabela de preços/mensalidades iguais para todos (com e sem protocolos). Esta situação é no mínimo obscura, pelo que gostaria que a ASAE verifica-se esta dualidade de serviços que deveriam ser tabelados.
Reembolso
O meu marido, titular do contrato, faleceu em agosto de 2025. O referido contrato destinava-se ao usufruto do meu filho menor de idade, sendo o meu marido o único responsável pelo pagamento. Nessa mesma data (agosto de 2025), a nossa família deixou de residir em Portugal. Legalmente, o contrato extinguiu-se no momento do óbito por impossibilidade absoluta de prestação de serviço, no entanto, o Fitness UP Almada continuou a cobrar mensalidades indevidamente através de débitos diretos. No e-mail que enviei no dia 02 de março de 2026 para o serviço de apoio ao cliente, fui clara ao informar sobre o falecimento e ao solicitar o reembolso dos valores cobrados desde agosto de 2025. Além das mensalidades, a empresa chegou ao ponto de cobrar, em fevereiro de 2026, um valor de renovação de matrícula/manutenção anual de uma conta cujo titular já tinha falecido há 6 meses e sem qualquer autorização. Apesar de me terem indicado por e-mail que a situação seria tratada, a verdade é que até hoje não recebi qualquer reembolso.
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