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Reclamação: Cancelamento não processado, cobranças indevidas e pedido de reembolso
Exmos. Senhores, Eu, sócia n.º 38008163, venho apresentar uma reclamação formal relativamente à forma como o meu pedido de cancelamento tem sido tratado. Há mais de um mês enviei um e-mail a solicitar o cancelamento da minha inscrição. Até à presente data, não obtive qualquer resposta nem confirmação do cancelamento. Posteriormente, desloquei-me ao Fitness UP de Almirante Reis para resolver a situação presencialmente. No entanto, não se encontrava qualquer colaborador responsável pelo atendimento, apenas um professor, que me informou não ter competência para tratar do cancelamento. A minha fidelização já terminou e, apesar de ter comunicado atempadamente a minha intenção de cancelar o contrato, continuam a ser efetuadas cobranças mensais na minha conta, sem qualquer justificação e sem que o meu pedido tenha sido processado. Considero esta situação inadmissível, uma vez que demonstra falta de resposta aos contactos efetuados, ausência de atendimento adequado no clube e a continuidade de cobranças indevidas, causando-me prejuízo financeiro. Assim, exijo: O cancelamento imediato da minha inscrição; A cessação de quaisquer cobranças futuras; O reembolso célere e integral de todos os montantes cobrados indevidamente após o meu pedido de cancelamento. Caso esta situação não seja resolvida de imediato, apresentarei a competente reclamação junto das entidades competentes e recorrerei aos meios legais necessários para salvaguardar os meus direitos. Aguardo uma resposta urgente e a regularização definitiva desta situação. Com os melhores cumprimentos, Sócia n.º 38008163
Assédio e não resolução do serviço (Fitness Up Galiza)
Sou o sócio n.º 10005575, do Fitness UP Galiza. No dia 16 de março de 2026, comuniquei expressamente, através do endereço oficial de apoio ao cliente do Fitness UP, a minha decisão de cancelar a inscrição, fundamentando-a na diminuição da qualidade do serviço, em problemas existentes nos balneários, no volume excessivo da música e na ocupação das salas fora dos horários das aulas, deixando os sócios sem espaços adequados para treinar. O Fitness UP confirmou a receção dessa comunicação no dia 18 de março de 2026. Apesar de ter comunicado de forma clara e inequívoca a minha intenção de cancelar, a empresa recusou-se a dar seguimento ao pedido por via eletrónica, alegando que eu teria de me deslocar presencialmente ao clube para preencher e assinar um formulário. No dia 21 de abril de 2026, seguindo as instruções de uma colaboradora, voltei a enviar o pedido para o endereço eletrónico do Fitness UP Galiza. Em resposta, foi-me exigido o pagamento dos valores alegadamente em atraso e ainda da “próxima quinzena” como condição para aceitarem o cancelamento. No dia 23 de abril, foi-me exigido o pagamento de 74,20 €, apesar de o pedido inicial de cancelamento ter sido enviado mais de um mês antes. Desde então, o Fitness UP continua a aumentar sucessivamente o montante que afirma estar em dívida, tendo enviado pedidos de pagamento de 19,80 €, 64,40 €, 79,20 €, 99,00 €, 118,80 €, 138,60 €, 158,40 €, 178,20 € e, mais recentemente, 198,00 €. Paralelamente, continuo a receber mensagens, chamadas telefónicas e contactos insistentes para pagamento, apesar de já ter explicado repetidamente que a inscrição foi cancelada e de ter solicitado que consultassem o processo. A própria equipa chegou a responder que ficaria a aguardar para resolver a situação relativa ao cancelamento, mas continuou posteriormente a emitir novas cobranças. Considero inadmissível que uma comunicação escrita e devidamente identificada, enviada para o endereço oficial da empresa e cuja receção foi confirmada, seja ignorada, enquanto continuam a ser acumuladas mensalidades e efetuados contactos insistentes. Não aceito que o cancelamento seja condicionado ao pagamento de valores constituídos precisamente porque o Fitness UP se recusou a processar atempadamente o pedido. Acresce que o cancelamento foi motivado pela deterioração das condições do serviço relativamente às existentes no momento da adesão, incluindo problemas nas instalações, redução das áreas disponíveis para treino, utilização de uma sala exclusivamente para personal training, incumprimento de horários de aulas e falta de espaço adequado para aquecimento e treino dos restantes sócios. Nestes termos, solicito: O reconhecimento do pedido de cancelamento apresentado em 16 de março de 2026; O cancelamento definitivo da inscrição, com efeitos reportados à data da primeira comunicação; A anulação de todos os valores cobrados ou acumulados após essa comunicação; O envio de uma discriminação completa de qualquer montante que aleguem ser anterior a 16 de março de 2026; A cessação imediata das chamadas, mensagens e restantes contactos de cobrança; A confirmação escrita de que não existe qualquer dívida, processo de cobrança ou comunicação a terceiros associada aos valores contestados; Uma resposta escrita e definitiva à presente reclamação. Caso a situação não seja resolvida, reservarei o direito de apresentar toda a documentação e registos de contacto às entidades competentes de defesa do consumidor e de resolução de conflitos de consumo. Rui Portugal Sócio n.º 10005575
Tentativa de resolução do contrato
Frequentava o ginásio da Portela há mais de 1 ano, tentei cancelar meu contrato lá três vezes e uma das vezes me mandaram ir a Santo Antonio dos Cavaleiros, pois era o clube que aparecia em sistema (nunca estive em Santo Antonio dos Cavaleiros, a não ser posteriormente a esta informação), também não consegui lá porque me indicaram que afinal eu estava associada a Fitness Up de Odivelas e que só poderia efetuar o cancelamento online. O primeiro e-mail enviado por mim para cancelamento foi ainda antes desta confusão toda, no dia 01-07-2026, ao que me responderam que eu teria de fazer o cancelamento presencialmente. Posterior a este e-mail é que fui mais uma vez a Portela e me mandaram para Santo Antonio dos Cavaleiros e depois indicaram que era Odivelas e deveria cancelar online. Mais uma vez, depois de todas estas tentativas, enviei e-mail a solicitar o cancelamento e explicar toda esta história no dia 23-07-2026. Enquanto isso, já paguei um mês inteiro a mais sem conseguir ir ao ginásio, porque me mudei! Ainda não fui respondida, fiz insistência no dia 27-07-2026 e até agora nada. Tenho urgência em me desvincular deste ginásio, pois preciso me matricular no mais próximo de casa o quanto antes, por motivos de saúde física e mental. Péssimo atendimento da fitnessup.
Cobrança indevida / Contrato não autorizado / Venda enganosa.
Ex Senhores, venho por meio deste fazer uma queixa formal sobre a fitness up de Leiria. No dia 12 de março de 2026, dirigi-me às instalações do ginásio Fitness UP Leiria (UP Leiria, Lda) para efetuar a adesão a um plano de treino. Paguei antecipadamente e à vista o montante de 150,70 € referente a um período de 3 meses (+1 mês de oferta), totalizando 4 meses de acesso livre. Aquando da celebração do contrato, informei expressamente a funcionária que me atendeu que não pretendia qualquer tipo de fidelização nem autorizava a cobrança por débito direto recorrente. A funcionária garantiu-me verbalmente que o plano não implicava qualquer fidelização e que o contrato cessaria automaticamente no dia 23 de julho de 2026. No entanto, no dia 24 de julho de 2026, fui surpreendida com a cobrança não autorizada de 17,60 € na minha conta bancária por débito direto. Ao contactar o ginásio, fui informada de que o meu contrato havia sido registado no sistema como um plano fidelizado por 1 ano com cobranças quinzenais. Trata-se de uma prática comercial enganosa e de uma cobrança indevida efetuada sem o meu consentimento.
Incumprimento contratual e cobrança indevida
Venho por este meio solicitar o apoio da DECO na resolução de um conflito com a entidade Fitness UP (Unidade Almirante Reis), relativamente a um serviço de acompanhamento nutricional que não foi prestado nas condições contratadas. No dia 12/06/2026, celebrei um plano de acompanhamento nutricional presencial com duração de 6 meses, tendo efetuado o pagamento inicial de 67,50 euros. O serviço deveria ser prestado presencialmente na unidade referida. No entanto, após a saída da nutricionista, a entidade não assegurou a continuidade do serviço nas condições acordadas, apresentando alternativas que não eram viáveis (outra unidade ou formato online). Verificaram-se diversas falhas imputáveis à entidade: Cancelamentos sucessivos de consultas; Falta de comparência da profissional substituta; Ausência de continuidade no acompanhamento; Falta de solução adequada na unidade contratada. Importa referir que nunca faltei a consultas por minha iniciativa. Apesar do incumprimento, foi-me cobrado um valor adicional de 75 euros, incluindo 60 euros de taxa de cancelamento, que considero indevida, uma vez que o cancelamento decorre exclusivamente da incapacidade da entidade em prestar o serviço. Até à data, paguei um total de 142,50 euros e usufruí apenas de uma consulta, ficando três consultas por realizar. A entidade recusa-se a reconhecer e disponibilizar essas três consultas, bem como a proceder ao reembolso da taxa de cancelamento. Perante a perda de confiança no serviço, não considero aceitável a solução de reagendamento. Pretensão: Reembolso dos valores pagos relativos às três consultas não realizadas; Devolução da taxa de cancelamento indevidamente cobrada; Encerramento do contrato sem qualquer penalização. Solicito o apoio da DECO na mediação deste conflito, com vista a uma resolução célere e justa. Com os melhores cumprimentos, KR
Informações contraditórias, recusa de suspensão da inscrição e falsa apresentação como supervisora
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente ao Fitness UP Picoas, em Lisboa, devido a informações contraditórias prestadas no momento da adesão, à recusa posterior de suspensão da inscrição, à forma desrespeitosa como fui tratada e à possível falsa identificação da pessoa que me contactou como supervisora do ginásio. No momento em que fiz a minha inscrição, informei expressamente a colaboradora responsável de que iria realizar um período de Erasmus fora de Portugal e que, por esse motivo, necessitaria de suspender a minha inscrição durante três meses. A colaboradora garantiu-me, de forma clara, que essa suspensão seria possível e afirmou inclusivamente que essa possibilidade se encontrava prevista no contrato. Esta informação foi determinante para a minha decisão de aderir ao ginásio, uma vez que não teria celebrado o contrato nas mesmas condições se soubesse que teria de continuar a pagar as mensalidades durante o período em que estaria ausente do país e impossibilitada de utilizar as instalações. Quando solicitei posteriormente a suspensão da inscrição, fui informada pelo Fitness UP Picoas de que não seria possível realizá-la e de que o contrato previa precisamente o contrário daquilo que me tinha sido garantido no momento da adesão. Foi-me ainda dito que a colaboradora que efetuou a minha inscrição já não trabalhava no ginásio e que, por esse motivo, nada poderia ser feito. Foi afirmado que se tratava da “minha palavra contra a dela” e foi inclusivamente insinuado que eu poderia estar a mentir sobre a informação que me tinha sido transmitida. Considero esta posição absolutamente inaceitável. A informação foi-me prestada por uma representante do próprio ginásio durante o processo comercial e influenciou diretamente a minha decisão de celebrar o contrato. O facto de essa colaboradora já não trabalhar no local não elimina a responsabilidade da empresa pelas informações prestadas pelos seus funcionários no exercício das suas funções. Para agravar a situação, fui contactada telefonicamente por uma pessoa que se apresentou como supervisora do ginásio. Durante essa chamada, a pessoa adotou um tom rude, hostil e acusatório, procurando transferir toda a responsabilidade para mim e afirmando que eu era culpada por não ter lido corretamente o contrato. Apesar de eu ter explicado que me tinha sido dada uma garantia verbal clara no momento da adesão, essa informação foi ignorada. A pessoa insistiu que nada poderia ser feito, acusou-me indiretamente de poder estar a mentir e terminou a chamada desligando-me o telefone na cara. Posteriormente, vim a saber que a verdadeira supervisora do Fitness UP Picoas se encontra de férias. Assim, a pessoa que me contactou e se apresentou como supervisora aparentemente não exerce essa função. Esta situação suscita sérias dúvidas relativamente à identidade, às funções e à autoridade da pessoa que me contactou em nome do ginásio. Considero particularmente grave que alguém possa apresentar-se como supervisora, adotar uma posição oficial em nome da empresa, fazer afirmações sobre o meu contrato e tratar-me de forma desrespeitosa, quando, aparentemente, não ocupa esse cargo. Solicito, por isso, que seja esclarecido quem foi a pessoa que me contactou, qual a função que efetivamente exerce, com que autorização se apresentou como supervisora e se a direção do Fitness UP Picoas tem conhecimento da forma como essa chamada foi conduzida. Na sequência destes acontecimentos, apresentei já uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, dando conhecimento da informação incorreta que me foi prestada, da recusa da suspensão e do comportamento da pessoa que me contactou. Entretanto, falei com um colaborador de outro estabelecimento Fitness UP, que me informou de que é possível suspender a inscrição durante um período máximo de três meses por motivo de ausência do país e que essa possibilidade se encontra prevista no regulamento da cadeia. Esta informação contradiz diretamente o que me foi dito pelo Fitness UP Picoas. Assim, existem atualmente várias informações incompatíveis entre si. Até ao momento, o Fitness UP Picoas não me apresentou, de forma clara e por escrito, a cláusula específica do contrato ou do regulamento que alegadamente impede a suspensão, nem esclareceu de forma transparente se esta regra varia entre clubes da mesma cadeia. Solicitei também uma cópia integral do regulamento e das condições aplicáveis à minha adesão, especialmente da versão em vigor na data em que celebrei o contrato, bem como a indicação concreta da cláusula relativa à suspensão ou congelamento da inscrição por ausência temporária do país. Perante esta situação, solicito a intervenção e orientação da DECO PROteste relativamente aos seguintes pontos: 1. Se o ginásio pode recusar a suspensão da inscrição quando essa possibilidade foi expressamente garantida por uma colaboradora no momento da adesão e foi determinante para a celebração do contrato; 2. Se o Fitness UP deve assumir responsabilidade pelas informações prestadas pelos seus funcionários durante o processo de contratação; 3. Se existe fundamento para exigir a suspensão da inscrição durante os três meses do Erasmus, sem cobrança das respetivas mensalidades; 4. Se o ginásio tem o dever de disponibilizar o regulamento integral e a versão das condições contratuais em vigor na data da minha inscrição; 5. Como devo proceder perante as informações contraditórias prestadas por diferentes estabelecimentos da mesma cadeia; 6. Que consequências poderá ter o facto de uma pessoa se ter apresentado como supervisora sem, aparentemente, exercer essa função; 7. Que outras diligências ou entidades devo contactar, caso o Fitness UP continue a recusar uma solução. O que pretendo é que seja cumprida a condição que me foi apresentada no momento da adesão: a suspensão da minha inscrição durante os três meses em que estarei fora do país, sem cobrança de mensalidades nesse período. Pretendo ainda obter a identificação e função da pessoa que me contactou, uma resposta formal relativamente à sua conduta e um esclarecimento escrito e inequívoco sobre as regras de suspensão aplicáveis ao meu contrato.
Falta de transparência
Estava inscrita no Fitness Up desde julho de 2025 e, no mês de outubro do mesmo ano aderi a uma campanha promocional segundo a qual, mediante o pagamento antecipado de 6 meses de mensalidades, teria direito a mais 6 meses de utilização gratuita. Ou seja, os primeiros 6 meses seriam os meses pagos antecipadamente e, apenas após esse período, começariam os 6 meses oferecidos pela promoção. No entanto, quando chegou o mês de maio de 2026, momento em que deveria iniciar-se o período gratuito da promoção, fui impedido de entrar no ginásio por alegadamente existir uma dívida no meu contrato. Uma vez que já ponderava cancelar a minha inscrição, aproveitei essa deslocação para solicitar esclarecimentos e proceder ao cancelamento do contrato. A alegada dívida foi removida, e classificada como um acerto. Expus igualmente uma situação de extrema gravidade: a existência de uma autorização de débito direto SEPA alegadamente assinada por mim, documento esse que nunca assinei. A minha suspeita é sustentada por vários factos: mo momento da inscrição recusei expressamente o pagamento por débito direto, optando por efetuar os pagamentos presencialmente; a assinatura que consta na autorização SEPA é a única que difere das assinaturas presentes nos restantes documentos da inscrição; não tenho qualquer memória de ter assinado esse documento e foi efetuado um débito direto na minha conta bancária em setembro de 2025, vários meses após a inscrição, situação da qual apenas me apercebi posteriormente. Perante estas circunstâncias, manifestei ao Fitness UP a minha fundada suspeita de que a autorização SEPA poderá não ser autêntica e solicitei que fossem apuradas responsabilidades e esclarecida a origem desse documento. Em vez de responderem às questões colocadas, os colaboradores limitaram-se a negar qualquer irregularidade e evitaram responder de forma objetiva às perguntas que lhes foram dirigidas. Acresce que, quando solicitei o cancelamento da minha inscrição, tanto eu como o meu namorado recebemos informações contraditórias relativamente ao contrato. Foram-nos comunicadas datas diferentes para o seu termo, bem como condições que contrariavam aquelas que nos tinham sido apresentadas no momento da adesão e da contratação da campanha promocional dos 6 meses gratuitos. Demonstraram um total desconhecimento do conteúdo do próprio contrato e da promoção comercial. Foi-nos garantido que a situação seria analisada internamente e que seríamos contactados no prazo máximo de dois dias úteis com uma resposta e uma solução. Esse contacto nunca aconteceu. Considero esta situação extremamente grave, não só pela existência de fortes indícios de utilização de uma autorização SEPA cuja autenticidade contesto, mas também pela falta de transparência, pela prestação de informações contraditórias, pela deficiente gestão contratual e pela ausência total de acompanhamento após a promessa de resolução.
Cobrança indevida
Venho reclamar do pessimo comportamento da empresa Fitness Up da Povoa de Varzim, que resolveu depois de um ano que já não estou mais a morar na cidade, começar a cobrar outra vez mensalidades diretamente na minha conta. Erros acontecem e eu entendo, mas depois da minha reclamação, continuam a cobrar e hoje, ainda recebi uma ligação do departamento de debitos, a cobrar pelos "atrasos" nas minhas mensalidades. A empresa não tem qualquer responsabilidade com o dinheiro dos clientes, se aproveitando da autorização do debito direto e fazendo cobranças indevidas. Já não é a primeira vez. Quando era cliente inscrita no ginasio, cobraram 50 euros indevidos e por mais que eu tenha reclamado e tenha ouvido a resposta que era mesmo uma cobrança errada, nunca me devolveram o dinheiro. Paguei multa por encerrar o meu contrato com eles e agora, depois de mais de um ano, resolveram começar a me cobrar outra vez. Já falei com três funcionarios da Fitness Up da Povoa de Varzim e nenhum deles resolveu a questão. Espero ter uma retratação sobre o caso e uma resolução dessa questão. Pois alem de me cobrarem de forma indevida, ainda estou na "lista de devedores" deles.
Litigio Ginasio e nutrição
Sou cliente do ginásio Fitness UP Santo António dos Cavaleiros e pretendo apresentar uma reclamação relativamente à cobrança indevida do serviço de nutrição e à gestão do processo de resolução desta situação. No final de 2023, mais concretamente em dezembro de 2023, realizei a minha última consulta de nutrição com o nutricionista Bruno. Nessa ocasião, fui informado pessoalmente pelo próprio de que iria deixar de trabalhar no ginásio. Até então, a comunicação relativa às consultas era efetuada através de WhatsApp. Durante essa conversa, fui informado de que ficaria sem nutricionista até que o ginásio me atribuísse um novo profissional e me informasse dessa alteração. Foi-me ainda transmitido que, caso não fosse atribuído um novo nutricionista, deixariam de ser cobradas as consultas de nutrição, uma vez que estas tinham de ser efetivamente realizadas e assinadas pelo cliente no final de cada consulta. Após a saída deste profissional, nunca recebi qualquer comunicação escrita, telefonema, e-mail ou outro contacto por parte do ginásio a informar da atribuição de um novo nutricionista. Também nunca fui contactado para marcação de consultas, acompanhamento nutricional ou eventual cancelamento do serviço. Importa referir que as consultas de nutrição eram sempre sujeitas a assinatura presencial do cliente após a sua realização, pelo que existe um registo documental que permite comprovar quantas consultas foram efetivamente realizadas. A minha última consulta ocorreu em dezembro de 2023. Durante cerca de dois anos deixei de frequentar o ginásio. Em dezembro de 2025, quando pretendi cancelar a minha inscrição, verifiquei que o serviço de nutrição continuava a ser cobrado mensalmente, apesar de não ter usufruído de qualquer consulta desde dezembro de 2023. Inicialmente, pensei que as cobranças identificadas correspondessem apenas à mensalidade do ginásio. Contudo, após análise da situação, constatei que continuava igualmente a ser cobrado o serviço de nutrição, sem que este estivesse a ser prestado. Ao tentar proceder ao cancelamento da inscrição, fui informado de que existia uma quinzena em atraso, motivo pelo qual o cancelamento não poderia ser efetuado naquele momento. Face às cobranças continuadas do serviço de nutrição sem prestação efetiva do mesmo, considerei que a situação deveria ser regularizada através da devolução dos valores indevidamente cobrados e do respetivo acerto de contas. A partir desse momento iniciou-se um longo processo de reclamações, contactos presenciais e trocas de e-mails com o ginásio, que se prolongou durante vários meses. Durante este período, não obtive uma resolução efetiva da situação nem qualquer prova de que me tivesse sido atribuído outro nutricionista ou de que tivesse usufruído de qualquer consulta após dezembro de 2023. Perante a ausência de resolução e a continuação das cobranças, procedi ao cancelamento do débito direto. Atualmente, o ginásio recusa devolver os valores cobrados pelo serviço de nutrição desde dezembro de 2023, apesar de não existir qualquer evidência de prestação do serviço. Em contrapartida, pretende cobrar mensalidades acumuladas desde dezembro de 2025 até à presente data, período durante o qual o litígio se encontrava em discussão e sem resolução. A proposta apresentada pelo ginásio consistiu na renovação do contrato, oferta de dois meses de mensalidade e anulação da alegada dívida existente. Esta proposta não resolve a questão principal, que é a devolução dos valores cobrados por um serviço de nutrição que não foi prestado nem usufruído. Considero que houve cobrança de um serviço sem prestação efetiva do mesmo, ausência de informação ao consumidor, falta de comunicação relativamente à substituição do nutricionista e falta de diligência na resolução da reclamação apresentada. As últimas trocas de e-mails ocorreram entre o final de junho e o início de julho de 2026, mantendo-se o impasse até à presente data.
Prática reiterada de evitar que os clientes cancelem e fiquem ledadks
Exmo.(a) Senhor(a), Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à forma como tem sido conduzido o processo de cancelamento da minha inscrição no Fitness UP, considerando que o mesmo tem sido marcado por informações contraditórias, atrasos injustificados nas respostas e uma gestão que me tem causado prejuízo financeiro. Quando manifestei a intenção de cancelar a minha inscrição, desloquei-me presencialmente ao clube para o efeito. No entanto, fui informado de que o cancelamento não poderia ser efetuado presencialmente. Foi-me indicado que teria de o fazer por via telefónica. Ao contactar telefonicamente o Fitness UP, fiquei informado de que esse canal apenas se destinava à realização de novas inscrições, não sendo possível proceder ao cancelamento da minha adesão. Perante esta situação, fui obrigado a recorrer ao contacto por e-mail para formalizar o pedido de cancelamento. A resposta ao meu e-mail foi prestada apenas mais tarde, já numa fase em que, devido ao atraso na resposta, acabou por ser gerada a cobrança da quinzena seguinte, situação que considero inteiramente alheia à minha vontade, uma vez que manifestei a intenção de cancelar a inscrição atempadamente. Nessa resposta foi-me ainda comunicado que teria de pagar uma penalização de 50,00 € referente à rescisão contratual. Não obstante, procedi à entrega da minuta de rescisão contratual preenchida e paguei a quinzena em causa, explicando que a informação que em tinha sido dada seria a de que estaria isento do pagamento de tal cláusula penal. Perante essa informação, contactei diretamente os colaboradores dos clubes Fitness UP de Almirante Reis e de Picoas, os quais me garantiram, de forma clara, que essa penalização não era devida, uma vez que já havia cumprido o período de fidelização contratualmente previsto. Informaram-me igualmente de que nada teria de pagar para cancelar a inscrição. Transmiti essa informação por e-mail ao responsável pelo tratamento do meu processo (tal como referido acima aquando da entrega da minuta preenchida), aguardando novamente uma resposta. Contudo, voltou a decorrer um período de tempo significativo até obter qualquer esclarecimento. Quando finalmente responderam, limitaram-se a informar que, após análise da situação, entendiam que continuava a ser devido o pagamento dos 50,00 € e, adicionalmente, que teria igualmente de suportar o pagamento de mais uma quinzena. Esta forma de atuação cria a legítima perceção de que cada atraso nas respostas acaba por originar novas cobranças de forma deliberada, prolongando artificialmente o processo de cancelamento e obrigando o cliente a suportar sucessivos períodos de pagamento que poderiam ter sido evitados caso o pedido tivesse sido tratado com a diligência exigível. Face às informações contraditórias recebidas, voltei a contactar os colaboradores do Fitness UP de Almirante Reis, que voltaram a confirmar que não existe qualquer quantia em dívida relativa à rescisão, reiterando que não tenho de pagar os 50,00 €, nem qualquer outro valor associado à fidelização, tendo inclusivamente enviado um comprovativo em suporte fotográfico demonstrando que sou cliente há tempo suficiente para que qualquer período de fidelização já se encontre integralmente cumprido. Considero inaceitável que diferentes representantes da mesma empresa forneçam informações completamente contraditórias relativamente aos direitos e obrigações do cliente, obrigando-me a sucessivos e difíceis contactos e prolongando um processo que deveria ser simples e célere. Assim, solicito: O cancelamento da minha inscrição com efeitos reportados à data em que manifestei, pela primeira vez, a minha vontade de rescindir o contrato; A anulação da cobrança da penalização de 50,00 €, por não existir fundamento para a sua exigência; A anulação das quinzenas cobradas ou faturadas exclusivamente em consequência dos atrasos na resposta ao meu pedido de cancelamento; Um esclarecimento formal sobre as informações contraditórias prestadas pelos diferentes colaboradores do Fitness UP e sobre os procedimentos internos adotados para o cancelamento de inscrições. Espero que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, evitando a necessidade de recorrer às entidades competentes para defesa dos direitos do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Leonardo Santos
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