Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
alteração do credor,sem autorização da instituição bancária envolvida
Exms. Senhores Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente a uma situação grave ocorrida no âmbito do meu contrato com a Tranquilidade. Foi-me comunicado que ocorreu uma alteração do credor da apólice nº 0008275508 com alteração do credor, a qual foi efetuada sem qualquer autorização da instituição bancária envolvida Bankinter, nem o meu consentimento expresso. Importa salientar que tal procedimento é proibido por lei, configurando uma atuação irregular e potencialmente ilegal. Cumpre ainda esclarecer que o processo em curso tinha como único objetivo a inclusão de um novo credor, o Banco Santander, passando a existir dois credores até ao dia da escritura, que após a mesma iria solicitar ao Bankinter a carta de desinteresse, e nunca solicitei a eliminação do credor originalmente existente Bankinter, o que foi indevidamente efetuado sem qualquer autorização ou validação por parte das entidades competentes. Acresce ainda que a escritura apenas se encontra agendada para o dia 22 de dezembro, não existindo, à presente data, qualquer garantia de que a mesma venha efetivamente a realizar-se. Assim, a alteração efetuada ocorreu antes de qualquer ato definitivo, agravando de forma significativa a gravidade da situação. Esta atuação causa-me sérios prejuízos e levanta fundadas preocupações quanto ao cumprimento das obrigações legais e contratuais por parte da Tranquilidade. Deste modo, solicito, com caráter de urgência: A regularização imediata da situação; A reposição do Bankinter como único credor, mantendo-se o enquadramento inicialmente acordado; Uma explicação escrita, detalhada e fundamentada juridicamente sobre os motivos que conduziram a esta alteração indevida; A confirmação expressa de que não serei responsabilizado por quaisquer consequências decorrentes desta atuação. Na ausência de uma resposta célere e satisfatória, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente a ASF (Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões), Banco de Portugal e demais meios legais ao meu dispor. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível.
Sinistro nao tratado ha mais de um mes
Durante as tempestades de novembro, o subsolo da minha casa ficou alagado portanto abri sinistros de numero 0027522425 e 0027522426 no dia 13/11/2025 para poder efetuar os reparos e substituicoes necessarios. No dia 14/11 a seguradora solicitou descrição mais pormenorizada da ocorrência (incluindo identificação dos bens danificados). Lhe enviei a resposta no mesmo dia, com fotos. No dia 17/11 a seguradora retornou para informar que o meu processo de sinistro foi remetido para peritagem. No dia 19/11/2025 o perito da Realperitos vieram a minha casa fazer a inspecao, tiraram fotos e confirmaram o volume de chuva daqueles dias como o causador do alagamento. Ate disseram que outro cliente, com bombas de capacidade duas vezes maiores que a minha, tiveram o mesmo problema. No dia 20/11 os peritos solicitaram alguns documentos que lhes foram enviados no dia seguinte (21/11). Desde entao nao houve nenhum contato por parte dos peritos. Fiz follow up com a seguradora e peritos nos dias 26/11, 2/12, 8/12, 12/12 e recebi sempre a mesma resposta da seguradora: Caro/a cliente, Damos em nosso poder a sua comunicação, cujo teor notámos. Em resposta, informamos que, aguardamos a receção do relatório de peritagem para podermos dar seguimento á instrução e conclusão do seu processo. Cumprimentos, Cristina Senas Sinistros/Claims Reais/Property & Casualty Generali Tranquilidade Ja se passou um mes do alagamento e quase um mes desde a peritagem porem o processo segue parado. Enquanto isso nao posso iniciar os reparos nem substituicao dos bens danificados. Solicito imediata resolucao deste caso e pagamento imediato da indenizacao solicitada. Obrigado.
Abandono assistência em viagem
Bom dia! Venho através desde e-mail dizer sobre a maior frustração da minha vida, sou Adriano Andreo tenho seguro com a tranquilidade matrícula 87-59-JQ. Na noite de 17/11/2025 por volta das 18:40 fiz a solicitação de assistência em viagem na cidade de Vimioso, Bragança. A princípio foi enviado reboque e táxi. Por volta das 21:00 horas o reboque chegou ao local, com a espera do táxi o mesmo chegou a ligar para seguradora para saber por onde andava o táxi, foi informado que estava a caminho. Após horas de espera recebi uma ligação da seguradora por volta das 22:30 horas informando que eu não tenho direito ao taxi e o reboque lembrando que os mesmos já estavam no local. Após conversa por telefone com a seguradora foi informado que eu teria que me virar e se persistir seria cobrado uma taxa do reboque e do táxi. Com todo abandono por parte da seguradora, o táxi que estava no local nos ajudou a encontrar um local para passar a noite e o reboque levou o furgão para a base. A frustração da situação é inadmissível e desumano, após todo a situação de má fé por parte da seguradora ficamos em uma pousada e no dia seguinte estamos indo para casa de autocarro. Gostaria de uma solução o mais breve possível, pois meus materiais de trabalho estão todos no furgão e esse descaso está trazendo prejuízo gigante. Solicito às gravações das conversas que foram feitas com os atendentes. A seguradora não pode enviar o reboque e depois dizer que tenho que arcar com a despesa. Atenciosamente, Adriano Andreo.
Reclamação de danos provocado pelo reboque; ausência de resposta da seguradora
Matrícula – 98 DI 66 (Ford S Max); Reclamação de danos provocado pelo reboque Na falta de resposta em tempo útil - 20 dias úteis, de acordo com a Europ Assistance (qualidade@eap.pt) -, efetuo reclamação nesta plataforma. Em 17/09/2025, foi efetuado pela minha pessoa, Hélder Brizida Lima, um pedido de assistência em viagem com apólice n.º 0010175833 - Generali Tranquilidade. Descrição: O veículo avariou à entrada da localidade de Mogo de Ansiães, junto a saída da IC5, no concelho de Carrazeda de Ansiães. Assistiu à recolha da viatura pelo condutor do reboque, frisando que o carro avariado foi colocado no reboque com o motor a funcionar e a mover-se. A viatura foi transportada para o centro de recolha por um reboque que veio de Torre de Moncorvo, segundo informação do mesmo. Acontece que quando a mesma foi descarregada na oficina, na Maia, a 26/09/25, foi verificado e registado (ver anexo), conjuntamente com transportadora, que o veículo tinha o travão de mão bloqueado, ficando o mesmo totalmente imobilizado. Algo que não se verificou no dia da avaria. Assim reforço, mais uma vez, que a avaria original do veículo, que provocou o incidente e a necessidade de pedir reboque, estava apenas associado à perda de potência do motor e à perda de óleo (por muito que se acelerasse, não superava velocidade instantânea de 40 km/h). Perante o exposto, venho solicitar o pagamento dos danos provocados ao travão de mão do veículo, o qual já foi verificado pelo mecânico da oficina. Mais informo que a avaria primária já foi resolvida.
Renovação sem aprovação
Boa tarde, em junho de 2024 fiz um pedido de seguro de saúde com fidelização de um ano na altura que o seguro foi me "vendido" A explicação que me foi dada por telefone era que o contrato tinha a fidelização de 1 ano após essa data eu poderia cancelar a qualquer momento mandei e-mail em setembro mas não obtive resposta esse mês voltei a mandar e-mail a pedir o cancelamento do seguro hoje recebo um e-mail a informar que sou obrigada a pagar até junho de 2026 não recebi qualquer contato da parte da tranquilidade para renovar o seguro voltei a enviar e-mail porque em momento algum concordei com a renovação do contrato e quero que seja feita a anulação imediata do seguro. Conseguem ajugar-me. Cumprimentos Tânia Teles
Valor de cobrança indevido
Exmos Senhores, Venho reclamar de valor que me foi cobrado indevidamente referente a uma apólice de seguro. Ao contratar o seguro através da minha empresa Cometa Santos Unipessoal lda, foi pago o valor de 138,83€ (anual) e após 3 meses me foi cobrado 46,28€, que segundo a seguradora foi alteração da minha apólice, sendo que não foi efetuado nenhum pedido de alteração junto à mediadora e tão pouco à seguradora. A proposta foi-me enviada inicialmente, acordado os valores,pago e não aceito alterações de algo que não foi acordado. Sendo assim, solicito reembolso do valor a mais cobrado e debitado em minha conta. Obrigado.
Recusa de cancelamento de seguro
Exmos. Senhores, Empresa recusa-se ao cancelamento do seguro automovel ou devolver o momentante do valor pago . A empresa exige comprovativo de transferencia de propriedade, sendo que eles proprios tem acesso a essa base de dados. Nao fiquei com qualquer documento de prova de transferencia na altura do registo do carro e o comprador recusa-se a facultar neste momento , Sendo que não obtive resposta ao pedido de esclarecimentos que vos fiz chegar, solicito a vossa resposta ao mesmo com a maior brevidade. Cumprimentos.
Problema em receber um estorno
Exmos. Senhores, Tendo pago em janeiro passado o seguro da minha viatura de então (57-CH-64) que vendi poucas semanas depois, apresentei o caso à companhia que imediatamente respondeu que tinha direito ao estorno (128,35€) mediante a apresentação dos documentos comprovativos da venda. Enviei-os imediatamente e recebi no dia 3 de setembro último uma carta-cheque dessa importância pagável até 3 DE JUNHO passado. Escrevi à companhia dando parte do sucedido e recebi um mail solicitando-me que contactasse o meu mediador, o Automóvel Clube. Assim fiz e lá, depois de comunicarem com a Tranquilidade, disseram-me que tinha de lhes enviar uma carta a pedir o cancelamento da Carta-cheque e a enviar o comprovativo do meu IBAN. Assim fiz e hoje tornei a receber um mail mandando-me outra vez contactar o meu mediador. Tenho 81 anos e acho este procedimento inaceitável. Sem mais assunto Cumprimentos. Ana Ramos
Falha grave no serviço de reboque
Exmos. Senhores, No dia 25/09/2025, um funcionário da nossa empresa ficou avariado juntamente com os restantes colegas de trabalho na autoestrada VCI, no sentido Ponte da Arrábida – Ponte do Freixo. O funcionário iniciou a participação da avaria e o pedido de reboque via WhatsApp às 17:23, confirmando a matrícula e marca do veículo, assim como a localização exata. Às 17:27, recebeu uma resposta automática: "Serviço de reboque: estamos a encaminhar o seu pedido para um dos nossos operadores..." Enquanto aguardavam a chegada do reboque, uma funcionária da empresa deslocou-se ao local para levar os restantes colegas de trabalho para casa, ficando apenas o funcionário que conduzia a viatura e fez o pedido de reboque na berma da autoestrada. Nesta altura, o funcionário ainda não tinha sido informado do destino da viatura pelos seus superiores. Às 18:23, tentou indicar a oficina de destino, mas não conseguiu, pois, as respostas automáticas não permitiam interação. Às 18:52, a administrativa da empresa contactou a linha da Tranquilidade pelo número 213 863 322, tentando esclarecer onde se encontrava o reboque, a estimativa de chegada e fornecendo a morada de destino. Ao indicar a matrícula da viatura, a operadora informou que não existia nenhum pedido de reboque associado à mesma, quase uma hora e meia depois do pedido inicial. Foi então agilizado o pedido com a operadora, que indicou um tempo de espera de 45 a 60 minutos, o que significaria que os funcionários estariam mais de duas horas na berma da autoestrada, completamente expostos a risco, sem qualquer tipo de assistência. Às 19:03 e 19:27, o funcionário recebeu mensagens automáticas do serviço de reboque: "Já identificamos o reboque que vai realizar o seu serviço, logo que disponível." Às 19:29, finalmente foi informado que o reboque chegaria em 35 minutos e que seria da empresa SEPRAMA. Por volta das 20:08, o reboque chegou, mas o condutor afirmou que iria jantar primeiro e só depois descarregaria a carrinha na oficina. Caso a oficina estivesse fechada, levaria a viatura para o parque privado da SEPRAMA, o que atrasaria a entrega em 2 a 3 dias úteis. O condutor do reboque (matrícula AT57IS, n.º de pronto-socorro 701423) recusou-se a levar o funcionário no lugar de passageiro, deixando-o completamente sozinho na berma da autoestrada, alegando já ter iniciado o turno às 07h00 e demonstrando uma postura teimosa e pouco colaborativa, desconsiderando o risco evidente a que expunha o nosso funcionário. Foi acordado que o condutor do reboque entraria em contacto com o número fornecido pelo nosso funcionário para agilizar a entrega da viatura na oficina. Por volta das 20:25, o condutor deixou o funcionário à porta do Alameda Shopping, enquanto a entrega da viatura estava ainda por confirmar. Durante o trajeto, não foi entregue qualquer guia ou comprovativo por parte do funcionário da SEPRAMA. Posteriormente, outra funcionária da empresa deslocou-se ao Alameda Shopping para levar o funcionário para casa. Às 21:40, o funcionário tentou obter informações sobre a entrega da viatura, sem sucesso. Apenas mais tarde, os gerentes da empresa conseguiram confirmar que a viatura tinha sido descarregada por volta das 21:30. Esta situação é absolutamente impensável e inadmissível: quase três horas na berma de uma autoestrada, sem qualquer tipo de assistência adequada, colocaram os nossos funcionários em sério perigo físico, expondo-os a riscos de acidentes, intempéries e stress elevado, totalmente desnecessários. A situação foi agravada pela falta de registos da Tranquilidade, que demonstrou uma total ausência de controlo e acompanhamento do pedido de reboque, e pela despreocupação e ineficiência da operadora, que não ofereceu qualquer informação concreta durante todo o período. Acresce a isto a atitude obstinada e pouco profissional do condutor da SEPRAMA, que repetidamente ignorou a gravidade da situação, colocando a conveniência própria à frente da segurança do trabalhador, recusando-se inicialmente a permitir o transporte do funcionário no seu veículo, só não o deixando sozinho por pragmatismo pessoal, sem qualquer consideração pela vulnerabilidade do trabalhador na berma da autoestrada. Este conjunto de falhas evidencia um quadro de negligência e falta de profissionalismo inaceitáveis, tornando a experiência não apenas extremamente perigosa, mas também emocionalmente desgastante e profundamente frustrante para todos os envolvidos. Exigimos uma resposta formal e urgente da vossa parte, bem como esclarecimentos sobre as medidas que irão tomar para garantir que este tipo de ocorrência não volte a acontecer, de forma a proteger os clientes e os funcionários envolvidos.
Assistência - avaria automóvel
Sábado, dia 16 de agosto, na autoestrada (A4, sentido Porto, 117.7 km), à saída de uma praia fluvial no distrito de Vila Real, tivemos uma avaria por volta das 19:00. Acionámos o seguro de viagem (Generali Tranquilidade) e ficámos a aguardar assistência. Éramos 5 pessoas, entre elas uma criança de 13 anos e uma Sra. com mobilidade condicionada. Primeiramente chegou a carrinha de sinalização da assistência de viagem Transmontana e de seguida o reboque. Enquanto o carro era rebocado, o Rafael da assistência de viagem (após colocar cones na estrada), foi-se embora, afirmando que tinha outro sinistro para acudir e explicando-nos que o reboque tinha de permanecer connosco até que um táxi chegasse ao local. Ficou então concluído o reboque, e o José da empresa de reboques Michel Car, rapidamente expressou vontade de também ir embora, afirmando que a assistência de viagem Transmontana o tramou, e que agora ele tinha obrigatoriamente de permanecer ali connosco. Este mesmo senhor esteve depois deitado na berma da autoestrada enquanto fumava um cigarro (ver imagem abaixo). Após alguma conversa, disse-nos que o seu patrão também tinha uma empresa de táxis, pelo que lhe sugerimos que ligasse ao patrão a pedir que este pudesse aceitar o pedido de requisição de táxi da parte da seguradora que, até ao momento, permanecia sem resposta. Foi aqui que sofremos o primeiro grande revés. O patrão disse ao José que não tinha interesse nenhum em aceitar o serviço e que o José devia apenas ir embora, pois já concluiu o reboque do nosso carro. E assim foi. Ficámos completamente sozinh@s na autoestrada em plena época de incêndios, sem um triângulo de sinalização sequer, pois o José levou-o. A situação intensificou-se, e além de continuarmos insistentemente a exigir soluções à seguradora, também decidimos ligar à GNR de Murça, ao que estes responderam que podiam enviar um carro patrulha. Felizmente, pouco tempo depois da chamada, o Rafael da assistência de viagem regressou e permaneceu connosco até tudo estar "terminado" às 23:35. Sim, estivemos um total de 4h30m completamente despidos de quaisquer direitos e sobretudo dignidade. A GNR que apenas chegou ao local bastante depois da assistência de viagem Transmontana também não melhorou a situação, pois fazerem as pessoas sentirem-se seguras e sobretudo compreendidas não é, de todo, a especialidade deles. Além de nos estarem permanentemente a responsabilizar pela resolução da situação, na qual estivemos sobreempenhados desde o primeiro minuto, ainda tiveram a audácia de descredibilizar em absoluto a conduta da pessoa que nos rebocou o carro. Fica mesmo difícil entender qual é a formação deste corpo dito de segurança, assim como qual o seu real papel para com a sociedade portuguesa, dada a desmotivação a que recorrem analfabetamente, para que não apresentemos queixas, e muito menos lutemos pelos nossos direitos básicos. Sobre estes agentes (de quem apenas um nome nos recordamos: Bruno Anjos), e sobre o José da empresa de reboques Michel Car, não temos mais a acrescentar. Quanto à seguradora, falámos com várias pessoas, desde a Cátia Santos, à Ana, à Jordana e à Catarina Marques. Esta foi aquela com quem falámos por último e que dentro do serviço patético que nos foi providenciado, efetivamente foi quem prestou o trabalho menos mau. O cerne da questão, que foi o táxi, foi catapultado, como é habitual, pela intransigência, desumanidade e falta de criatividade gritante com que algumas empresas de seguros tendem a operar. A solução que nos foi proposta e que apenas se efetivou após 4h30m de espera foi sermos levados de volta para Coimbra, o nosso local de residência. Ora, este foi um dos pontos, senão mesmo o maior ponto causador de enorme atraso na procura de um táxi, pois nenhum táxi (com pelo menos 5 lugares, friso) estava disponível para fazer este serviço dito incómodo. Nós estávamos a passar férias nesta zona, pelo que também não tinha qualquer sentido lógico regressarmos a Coimbra. Nesse sentido, propusemos repetidas vezes à seguradora que esta encontrasse uma solução alternativa. Coisa que foi permanentemente incapaz de fazer. O que propunhamos era conseguirem um táxi que nos transportasse até ao aeroporto do Porto, onde nos pudessem providenciar uma viatura de substituição, já que era noite de sábado e não havia mais nenhum lugar até segunda-feira onde pudéssemos conseguir um carro. Além disso, esta opção encurtava o tempo de viagem para metade, o que permitiria garantidamente facilitar a busca por um táxi. Infelizmente nenhuma das nossas contrapropostas foi levada avante. Fomos mesmo forçados a permanecer na berma da autoestrada em plena noite até à chegada do táxi que, por sua vez, ainda nos levou numa viagem de 2h20m até Coimbra, totalizando assim 6h50m de desespero e idiotice sem paralelo. Felizmente tínhamos forma de carregar a bateria dos telemóveis, caso contrário nem contactáveis estaríamos. Dependíamos somente e apenas de nós próprios. Enfim. O mais alarmante é que no final de tudo apenas se conseguiu um táxi, porque a taxista em questão, de nome Cidália, tinha família em Coimbra e, nesse sentido, acabou por encontrar alguma conveniência em levar-nos. Foi sorte pura. Caso contrário, no que dependesse da seguradora, ainda lá estaríamos na berma. Muito tranquilos, diga-se. Talvez venha daí o nome. Por fim, resta-nos continuar a pedir que façam o vosso trabalho, pois apesar de terem sido claramente incompetentes, e de estar na altura de repensar urgentemente as vossas parcerias não só com empresas de reboque, como com empresas de táxis, a verdade é que ainda podem fazer algo para se tentarem redimir. Há limites. Seja de bom senso ou de tempo de espera por uma (pseudo)solução. Pelo que exigimos uma indemnização pelo gigantesco transtorno causado. Não foi só um dia, ou umas férias arruinadas. Foi uma desumanização completa de um grupo de pessoas e até de uma criança, assim como do país e do continente a que pertencemos.
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
