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Burla HiPay Sas - entidade 12101 - Novo banco
Exmos. Senhores, No ano de 2024 fui vitima de burla através da Hipay Sas e da entidade 12101, na minha conta no Novo Banco... 03/01/24 - 29.95€; 03/01/24 - 28.96€; 03/01/24 - 25.43€; 29/04/24 - 29.44€, Nestas transações usaram o cartão de débito, 15/11/24 - 29.97€; Nesta transação usaram o cartão de crédito que nunca usei na minha vida... 07/12/24 - 29.97€; este movimento é uma cópia em toda a informação de datas origem e valores do movimento do cartão de crédito só que neste usaram o cartão de débito Nesta data recebi um alerta do banco e recusei o pagamento, e foi o movimento que me levou a verificar a conta e onde descobri estes movimentos fraudulentos, originados pela plataforma HiPay Sas. Exijo ser ressarcido destes valores cobrados fraudulamente. Cumprimentos.
Recusa de informações e comprovativos de transações efetuadas e operações debitadas duas vezes
No dia 16/01 desloquei-me ao Novo Banco em Canelas para solicitar um comprovativo de uma operação realizada via aplicação "novo banco", identificada como PAG COMPRAS NBAPP seguida de caracteres numéricos, no valor de 99€. Trata-se de compra online a empresa Tous Jewelry, tendo esta cancelado o envio do artigo por indisponibilidade de stock e requerido envio de comprovativo da compra para proceder à devolução. Sucede que é impossível obter tal documento via aplicação, canais digitais NB ou qualquer outro meio por mim acessível surgindo sempre a mensagem de "Erro" "Serviço Temporariamente Indisponível". O mesmo tem vindo a suceder por diversas ocasiões com os extratos mensais. O NB recusa peremptoriamente fornecer qualquer comprovativo, sendo que de momento esta é - inexplicavelmente - a única transação cuja consulta está indisponível. Recorde-se que em 27/11/24, me cobraram a quantia de 11.92€ duas vezes, creditando-a uma vez (após mensagem a pedir esclarecimentos ao Banco). Em 2/01, cobraram pela segunda vez os montantes 30.97€, 30.77€ e 11.92€, todos correspondentes a transações efetuadas uma só vez e já debitadas, mas que o NB decidiu cobrar uma segunda vez, identificando-as como TRF CRED INTRAB. A restituição apenas ocorreu 12 dias mais tarde, após reclamação junto do Banco de Portugal. Até hoje desconheço o motivo do "lapso". Assim, receio que o NB esteja a impossibilitar o acesso a informação e provas relativas às transações, e a camuflar transações duplicadas, assim se apropriando ilegalmente do meu dinheiro, sendo essa a única justificação plausível para a recusa de informações que apenas o NB pode e deve dar, por se encontrar legal e contratualmente vinculado a tal. Ademais, a funcionária do NB de Canelas esclareceu incialmente que deveria ter sido a Colega a lançar os débitos, de seguida afirmou que no Balcão não tinham acesso a informações sobre as transações duplicadas e que se o cliente não se apercebesse e chamasse a atenção, nunca reparariam nessas operações. Quanto ao comprovativo, sugeriu que "fosse tentando pela app", uma vez que hoje não iria sair do NB com qualquer comprovativo. Mais afirmou que iria apurar o que aconteceu relativamente às transações duplicadas que desconhecia (mas que deveria ter sido a Colega a efetuar...), e em jeito de adivinhação, disse que "poderia ter sido algum hacker", voltando sem qualquer informação adicional. Tratou as duas situações com desprezo e em jeito de divertimento. Por ora, estou impossibilitada de reaver os 99€, bem como de fechar a conta junto do Novo Banco, pois necessito dela para receber a devolução da quantia paga, o que é impossível uma vez que o Banco se recusa a fornecer qualquer comprovativo. Exposta a minha intenção de encerrar a conta, a Sra. Funcionária convenientemente sugeriu que o não fizesse enquanto não fosse resolvida a situação. Tratando-se de uma conta de serviços mínimos, também não poderei abrir uma segunda conta noutra instituição bancária. Assim, e por cautela, terei de manter um saldo reduzido de modo a evitar qualquer apropriação ilegal e não poderei realizar quaisquer movimentos, sejam créditos ou débitos, pois arrisco-me a vê-los, uma vez mais, e inexplicavelmente, debitados uma segunda vez e sem qualquer informação que me permita identificar as transações que fiz, e muito menos a que eu não fiz - mas paguei, com excepção da data e valor da mesma. A presente reclamação seguiu igualmente via livro de reclamações online e físico, bem como via formulário disponível no website do Banco de Portugal.
Denúncia de Burla: Atenção aos clientes do Novo Banco
Exmos. Senhores, Denúncia de Burla: Atenção aos clientes do Novo Banco Gostaria de alertar a todos sobre uma situação de burla da qual fui vítima recentemente.(07.1.2025) Recebi uma mensagem (SMS) que parecia ser do Novo Banco, contendo um link que redirecionava para o que aparentava ser o site ou aplicação oficial do banco. Acreditando que era legítimo, segui as instruções e acabei por cair numa fraude. Os burl*es conseguiram roubar muito dinheiro da minha conta. Após o ocorrido, percebi que se tratava de um esquema fraudulento bem elaborado, que utilizava a imagem do banco para enganar os clientes da qual fui de imediato ao banco e meteram se de lado recusando o reembolso do valor perdido… e ainda tive de pagar para confirmarem se o dinheiro ainda estava na conta do burlã* VERGONHA! Faço este alerta para que outros não passem pelo mesmo. Se receberem mensagens semelhantes, NÃO cliquem em links suspeitos e, em caso de dúvidas, entrem em contato diretamente com o Novo Banco pelos canais oficiais. Já fiz a denúncia junto às autoridades competentes e recomendo que todos estejam atentos a este tipo de burla. A prevenção e o cuidado são essenciais para evitar prejuízos. Aguardo RESPOSTA!
Burla
Exmos. Senhores, O meu pai ficou com a conta a zeros depois de um atacante ter acesso a APP do novo banco do meu pai, através de um acesso remoto. O meu pai para qualquer transferência tinha de inserir os dados do cartão Matriz. O atacante no entanto para alterar as configurações e fazer a transferência imediata para a sua conta não precisou de qualquer validação. Cumprimentos.
Penhora paga e não levantada
Exmos. Senhores, Esta reclamação já foi feita junto do Novo Banco que até ao momento não se pronunciou sobre o assunto que se expõe. Trata-se de uma penhora que o meu marido teve entre 2019 e 2023. Esta penhora decorreu desde início até ao seu fim, tendo sido liquidado o valor total da dívida a penhorar. Após alguns meses e tentando avançar com vida financeira que deveria estar resolvida, e portanto o mapa de responsabilidades regularizado, ao ser contactado, o novo banco informa de um valor ainda em dívida que ronda os 7 mil euros. Esta informação não é correta e temos a confirmação do agente de execução e da entidade patronal do meu marido que informam que o total da dívida foi pago. Precisamos portanto que o novo banco resolva esta situação e não arraste este processo que está a condicionar a nossa vida financeira. Cumprimentos.
Phishing
Exmos. Senhores, Caros Senhores No passado dia 23 de Dezembro fui vítima de phishing. Recebi um "whatsapp" de uma das minhas irmãs, que detectei como falso depois das transferências, com o seu nome e uma fotografia também sua. Efectuei 5 pagamentos, a seu pedido, antes de me aperceber de que tinha sido vítima de phishing. Tentei reportar o assunto de imediato ao banco, via linha de apoio ao cliente e balcão. Depois de ter descoberto que não tinha sido a minha verdadeira irmã a pedir-me esses pagamentos, pedi-lhe que fosse imediatamente fazer queixa ao banco, já que eu estava a caminho da PJ. A minha irmã dirigiu-se ao balcão do NB de Massamá e lá informaram-na de que não havia nada a fazer. Não contente com a resposta, liguei para a linha de apoio ao cliente do Novo Banco no dia 23 de Dezembro às 13:50 de forma a conseguirem assinalar os pagamentos indevidos e tornaram a dizer-me que não havia nada a fazer. Como esta fraude envolveu outra entidade bancária onde tenho conta, que imediatamente assinalou a minha transferência como indevida, voltei a insistir para a linha de apoio do Novo Banco no dia 26 de Dezembro, às 9:24 e mais uma vez me foi dito que não havia nada a fazer. Mais informo que as referências utilizadas para os pagamentos estavam já assinaladas como fraudulentas depois de uma simples pesquisa no google. Os pagamentos indevidos foram efectuados através da nossa conta conjunta do Novo Banco no dia 23 de Dezembro entre as 10.45 e as 11:15. Fiz queixa na PJ e o auto estará pronto no final desta semana, mas escrevo esta mensagem na esperança de me aconselharem algo mais que deva fazer para a boa conclusão deste problema. Cumprimentos. MM
Cobrança indevida
Exmos. Senhores, Amortizei na totalidade o meu crédito habitação, quando fui fazer o cancelamento das minhas hipotecas no registo predial a senhora que me atendeu informou-me que no seguimento da entrada em vigor, a partir de janeiro de 2021, da Lei n.º 57/2020, os bancos deixam de poder cobrar qualquer custo pela emissão dos documentos para extinção de garantia real ou distrate no término do contrato de crédito. Acontece que o novo banco cobrou 81,50€ pela documentação, fiz uma reclamação ao banco e a resposta que me deram foi: “ O Banco não cobra o cancelamento da hipoteca. Cobra o emolumento.” Não me interessa o que chamam, o que é certo é que mudam o nome ao que fazem para contornarem a lei e puderem roubar os clientes. Isto não deveria ser permitido. Cumprimentos. Fernando Fernandes
Cancelamento de Conta sem solicitação
Exmos. Senhores, Ao cumprimentá-los, passo a realizar a seguinte RECLAMAÇÃO/DENÚNCIA, sobre os serviços prestados pelo Novo Banco, ao tempo em que relato o seguinte fato: No último dia 18 de dezembro de 2024, eu e minha esposa fomos utilizar a aplicação do Novo Banco para o pagamento de uma compra, quando nos deparamos com a seguinte mensagem : "SUA CONTA FOI CANCELADA, POR FAVOR FAÇA CONTATO COM A LINHA DIRETA". Desta forma, como não havíamos como pagar, devolvemos os itens que iríamos adquirir e ligamos para a linha direta, quando foi informado pela atendente que deveríamos procurar a agência para verificar o que havia ocorrido, sequência fomos a um terminal eletrônico e o cartão foi capturado pela máquina. Para esclarecer ainda mais, informe-se que esta conta já possui mais de um ano aberta e é utilizada apenas para a recessão do valor de salário da minha esposa, não havendo qualquer problema ou transações acima de 1000 euros. Conforme orientado pela atendente, fomos a agência do centro de Braga e fomos informados pelo funcionário que o cancelamento foi por ordem da agência central de Lisboa e que não sabiam nem podiam informar os motivos do tal cancelamento, mas informou que "este Banco não possuía interesse em ter clientes como nós". Informou ainda que os valores que ficaram retidos na conta seriam devolvidos em mais ou menos 30 dias através de um cheque que chegaria até a nossa morada. Assim, consideramos um verdadeiro absurdo, uma instituição financeira estabelecer uma relação com cliente e após mais de um ano, decidir encerrar a conta sem qualquer aviso ou orientação, reter o dinheiro que está na conta e e ainda desrespeitar de forma contundente, pessoas que até então estão dignamente honrando com todas as suas obrigações financeiras. Portanto, passo a solicitar ajuda desta reconhecida entidade para obter ao menos o ressarcimento do dinheiro retido indevidamente e apoio jurídico para reparação de danos morais e materiais, uma vez que até o presente momento estamos sem ter como pagar despesas ou mesmo receber pelo trabalho prestado. Esta é a reclamação, informando que a conta é conjunta (eu e minha esposa) e como nunca tivemos problemas, esta era a nossa única conta. Cumprimentos.
Encerramento de conta e não devolução de valores depositados
Exmos. Senhores, (DESCREVER SITUAÇÃO) A questão é sobre abertura de conta para imigrantes, fiz o agendamento de abertura de conta promotora do novobanco Andrea através no WhatsApp as informações que foram me passadas das documentações foram essas “Duas opções : com CPLP ou sem CPLP - Levar documentos ORIGINAIS : ( CPLP ou residência ) + atestado de morada ou alguma fatura em sua nome ,tipo telemóvel,NOS ou VODAFONE e contrato de trabalho ou atividade aberta ,NIF ,NISS e Passaporte), para abrir a sua conta como residente , se não tiver ,levar o NiF Português ,passaporte original , CPF do brasil , alguma fatura já em seu nome daqui de Portugal ou o atestado de morada portuguesa e contrato de trabalho ou atividade aberta ,se já tiver, para abrir a sua conta como NÃO residente ,mas já com profissão. Levar os euros para depositar em conta, de acordo com a sua idade.Menos de 31 anos levar 50 euros ( mínimo para depositar) e mais de 31 anos a regra é :250 euros ).Caso você tenha mais de 31 anos,existe a possibilidade do gerente aceitar o depósito inicial menor que os 250 euros .Tem que conversar lá na hora isso !Entendeu ? Pode transferir do Wise também lá na hora ,ok? Atenção : é preciso sempre ter o atestado de morada daqui de Portugal ou documento das finanças atestando a morada ou alguma fatura já daqui de Portugal ( fatura do telemóvel, ou Vodafone ou gás ou água e etc…para já receber as correspondências do novobanco em sua morada correta.” A abertura de conta sem contrato de trabalho na instituição de Oeiras no endereço: Rua Largo 5 de outubro 3 A 6, 2780-225, com o gerente João, a conta foi aberta no dia 07/11/2024, as informações passada pois abertura que a minha ficaria bloqueada sem poder fazer movimentações dos valores depositados, alegação do gerente foi devido a fatura de comprovante de morada, estive ontem na agência para atualização do comprovante de morada que estava faltando, gerente me informou que o banco estaria a solicitar o extrato bancário de uma conta do Brasil para que fosse desbloqueado minha conta do novobanco e podece fazer movimentações, optei por fazer o encerramento da conta devido tantas empecilhos, o gerente me informou que não havia data específica para que o banco fizesse a devolução do dinheiro depositado, apenas me informou que quando tivesse um retorno o gerente entraria e contato para fizesse a retirada através do cheque Cumprimentos.
Serviço
Exmos Senhores, No passado dia 30 de julho, desloquei-me ao balcão do Novo Banco e falei com a Sra. Anabela Reitor com o propósito de fazer o pedido de amortização total referente ao remanescente no valor (+/- de 3000€) aquando da dação da minha casa no ano de 2015/2016. Valor esse que ficou diluído nos restantes anos do contrato, na impossibilidade de o abater na totalidade na altura. A Sra. Anabela, referiu que era necessário fazer o levantamento do valor em dívida à data, e fazer a transferência do montante calculado com a maior celeridade, de forma a que o valor não sofresse alterações, sendo necessário acrescentar o valor da prestação que iria vencer, bem como o valor de comissão de conta, de forma a não ficar em incumprimento durante os 10 dias seguintes, estes necessários para tratar do processo de amortização. Feito o cálculo, o valor à data de 30 de julho, o valor seria de 2550€. No dia 31 de julho, procedi à transferência no valor referido, com o envio dos comprovativos (em anexo) por email à Sra. Anabela . Após algumas tentativas de contato telefónico sem sucesso e resposta (registos disponíveis), enviei novo email a dia 06 de agosto onde faço o pedido de confirmação da receção do meu email. Nessa data, e em resposta ao email enviado, recebi um email da Sra. Anabela, que solicita que assine o pedido de amortização e o devolva pela mesma via, documento este que remete no email e necessário para dar seguimento ao processo. Na mesma data, devolvi o email com o documento devidamente assinado, e mais uma vez solicito a confirmação da receção do email com o documento solicitado, onde não foi obtida qualquer resposta. Nos dias 07, 08,14,19 de agosto foram sempre feitas tentativas de contato via email e telefónico (comprovativos disponíveis), mais uma vez sem sucesso. Na impossibilidade de conseguir estabelecer contato pelas duas vias, desloquei-me ao balcão na minha hora de almoço e deparei-me com a Sra. Anabela, onde pedi apenas uns segundos de forma a poder indicar, em que situação estava o meu processo e se tinha recebido o meu email com o documento que tinha solicitado, uma vez que não tinha tido qualquer contato por parte desta. A Sra. Anabela refere " você está em falta comigo, mas não tenho tempo para falar consigo agora", uma vez que ia para uma reunião. Perguntei -lhe com quem poderia falar, para ficar descansada de que o processo estava a ser tratado, e a Sra. responde "pode falar com qualquer um dos meus colegas, no entanto, sou eu que estou com o seu processo e nenhum deles sabe o que se passa". Considerando a dificuldade de estabelecer contato e resolver a minha situação, desloquei-me no dia seguinte ao balcão da Avenida da República, próximo do meu local de trabalho e expôs a situação a uma Senhora (atendimento), cujo não fiquei com o nome. A Sra. Sofia ou Sara ouviu-me com cuidado e pediu para verificar os documentos enviados anteriormente, e referiu que poderia tentar resolver a situação, no entanto teríamos um problema, pois o valor à data 09/10 era insuficiente para o montante de amortização, sendo que teriam já sido debitadas prestações e comissões, na conta, uma vez que não tinha sido dado seguimento ao processo inicial de amortização. No mesmo dia, pelas 17 horas, tive um contato por parte da Sra. a referir que tinha tirado um "tempinho" para verificar a minha situação / e-mails e que tinha reparado a receção de alguns emails que não tinha tido oportunidade de ler e outros que teriam ido parar à caixa Spam. Mas que haveria um problema, com o documento recebido, uma vez que este estava assinado digitalmente, e para o Novo Banco o documento não é válido, pois ainda não tem sistema para confirmar a validade das assinaturas, ainda que seja um documento com a mesma validade legal que o documento em papel, sendo este um problema do Novo Banco ainda não ultrapassado, e que haveria um segundo problema, haveria a necessidade de fazer um depósito no valor de (+/- 200€) uma vez que tinha caído prestações e comissões e o valor disponível não era suficiente para amortizar o valor total, conforme pedido feito por mim a 30/07. Referi à Sra. Anabela que o documento assinado tem validade, tal como um documento assinado manualmente, segundo a legislação em vigor e que não iria assinar outro documento, uma vez que esse novo documento teria uma nova data, e que traria algumas consequências. Ainda que em última alternativa teria arranjado prontamente forma, caso a Senhora Anabela tivesse comunicado essa " lacuna" do banco, na receção do documento enviado por mim a 31 de julho, e não a 09 de outubro passado, mais de um mês. e pelo que me tinha sido informado, como consequência o valor disponível não seria o mesmo, e o transferido. A Senhora Anabela referiu uma vez que não teria intenção de assinar novo documento e fazer um novo depósito, que iria eliminar os documentos que tinha na sua posse, e que caso considerasse, deveria deslocar-se a outro balcão para iniciar um novo processo para o objetivo inicial. Fiquei extremamente insatisfeita com o atendimento durante todo o processo, que não correspondeu ao que seria expectável.Toda esta situação causou-me prejuízos e consequências conforme documentos comprovativos que anexo e valores que estão a ser exigidos para poder concluir o processo de amortização. Sendo que procedi de todas as formas aos pedidos feitos pela Senhora em tempo útil, para evitar a situação com que me deparo actualmente. Após reclamação ao banco para o email de reclamações, tive um contacto na tentativa de resolver a situação, mas teria que assinar novo documento e fazer o depósito conforme comunicado anterior. Neste contato em nenhum momento houve uma justificação para o incumprimento do processo e procedimentos tidos. Assim, venho por este meio solicitar que V.Exª tome todas as medidas necessárias para ser possível concluir o processo inicial de amortização total sem prejuízo, considerando os valores iniciais e documentos enviados. Aguardo resposta o mais breve possível . Sem mais de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos . Maria José
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