Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
H. G.
02/02/2026

Código promocional WTF/Uber inválido – possível prática enganosa

Eu, o titular do serviço WTF/NOS, venho por este meio apresentar reclamação formal contra a operadora NOS/WTF, devido à disponibilização de um código promocional Uber que não funciona, induzindo o cliente em erro. Na aplicação WTF foi-me disponibilizado o código promocional para utilização na app Uber. Ao inserir o referido código na aplicação da Uber, surge uma mensagem de erro informando que o código está expirado, apesar de o mesmo constar como válido na app WTF, conforme demonstrado nos prints em anexo: Código retirado diretamente da app WTF Erro apresentado pela app Uber ao inserir o código Esta situação configura publicidade enganosa, uma vez que a WTF promove benefícios que não são utilizáveis, levando o cliente a crer que tem direito a uma vantagem que, na prática, não existe. Solicito: Esclarecimento imediato sobre o motivo do código não funcionar Correção da situação com disponibilização de um código válido ou compensação adequada Garantia de que os códigos promocionais divulgados são efetivamente utilizáveis Caso não haja resolução, reservo-me o direito de avançar com queixa junto das entidades competentes, incluindo Livro de Reclamações Online, ANACOM. Aguardo resolução célere e resposta por escrito. Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
D. D.
02/02/2026

Reclamação de seguimento – Arrastamento do processo, incumprimento de prazos e bloqueio de contacto

À atenção da Provedoria da NOS Comunicações, Venho apresentar reclamação de seguimento, submetida através da DECO, no âmbito da reclamação inicial apresentada há cerca de três meses, relativa aos danos causados em vários equipamentos (televisão, PlayStation 5 e óculos de realidade virtual) na sequência de falha da box fornecida pela NOS após a trovoada ocorrida na noite de 4 para 5 de novembro de 2025. No seguimento desse processo, e depois de muitos contactos, foi-me solicitado pela NOS o envio dos relatórios de reparação dos equipamentos danificados para um endereço de e-mail específico, o que foi cumprido no dia 30 de dezembro de 2025. Em resposta, recebi um e-mail a confirmar a receção da documentação e a indicar que seria dada resposta no prazo máximo de 3 dias úteis. Tal prazo não foi cumprido. Decorridos mais de 15 dias, contactei o apoio ao cliente da NOS para obter esclarecimentos, tendo sido atendido por um colaborador que adotou uma postura inadequada e pouco profissional, informando que não deveria contactar o apoio ao cliente, mas sim a Provedoria da NOS, alegando ainda que os colaboradores do apoio “não têm experiência suficiente”. Acrescentou que contactar a Provedoria também não resolveria, sendo apenas necessário aguardar. Na sequência dessa indicação, tentei efetivamente contactar a Provedoria através do contacto fornecido, tendo sido informado por mensagem automática de que o meu número não faz parte dos contactos com processos ativos, ficando assim impossibilitada de qualquer comunicação. Esta situação é grave e inadmissível, uma vez que: O processo encontra-se ativo e pendente de decisão; A própria NOS indicou a Provedoria como canal adequado logo no início do processo; O consumidor ficou sem qualquer meio funcional de contacto; O processo arrasta-se há cerca de três meses sem resposta concreta. Nestes termos, exijo: Uma resposta formal, clara e fundamentada ao processo em curso; Clarificação objetiva quanto à responsabilidade da NOS pelos danos causados; Indicação dos próximos passos e respetivos prazos; Garantia de um canal de contacto funcional enquanto o processo se mantiver ativo. Na ausência de resolução célere, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, nomeadamente ANACOM, sem prejuízo de outros meios legais ao meu dispor. Cumprimentos, Tiago Gonçalves

Em curso
H. S.
30/01/2026

Serviço NOS não corresponde

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela NOS e à atuação comercial junto do meu sogro. Antes de mudar para a NOS, o meu sogro era cliente Vodafone. A mudança ocorreu após a visita de um comercial da NOS que, de forma insistente, indicou que “estava na altura de mudar”, garantindo melhores condições de serviço e melhor cobertura Wi-Fi. Com base nessas informações, o meu sogro decidiu alterar o seu operador. Contudo, na prática, essas garantias não se confirmaram. A cobertura Wi-Fi revelou-se pior do que a que tinha anteriormente, com mais zonas sem sinal. Após reclamação, a NOS enviou um técnico ao local, que informou que a única forma de melhorar a cobertura seria através da instalação de 2 a 4 extensores Wi-Fi, com um custo adicional mensal de 7,50 €. Naturalmente, esta situação gerou grande insatisfação. O serviço foi vendido com a promessa de excelente cobertura, superior à da Vodafone, e só depois é indicado que, para atingir um nível de serviço aceitável, são necessários equipamentos adicionais pagos. Ou seja, mudou de operador para ter melhores condições e poupar dinheiro, e acabou por ter mais custos. Mesmo com extensores, apesar de alguma melhoria, a cobertura continua aquém do esperado. Para além disso, existem problemas frequentes na imagem dos televisores, com falhas e interrupções constantes de sinal. Acresce ainda o facto de o meu sogro ter ficado com encargos associados ao contrato anterior com a Vodafone, o que contraria a ideia transmitida de que a mudança seria vantajosa e oportuna. Importa também referir que a comunicação publicitária da NOS transmite a ideia de “internet em todo o lado”, mas na realidade, após instalação, verifica-se que tal não corresponde à experiência do cliente, sendo depois propostos extensores com custos adicionais que não foram devidamente esclarecidos no momento da venda. Em resumo: • O serviço vendido não corresponde ao prometido; • Existem custos adicionais para tentar alcançar a qualidade de serviço garantida; • O serviço televisivo apresenta falhas constantes; • Houve custos de rescisão com o operador anterior. Solicito uma análise urgente desta situação e a apresentação de uma solução definitiva, sem encargos adicionais, que assegure a qualidade de serviço que foi prometida. Aguardo uma resposta célere. Contacto do meu sogro: Marcela Santos Tlm: 960005068 Com os melhores cumprimentos,

Em curso
A. F.
30/01/2026

tarifario

Fui contactada no 28 de Janeiro por parte da "nos", (930482190)WTF, onde o colaborador muito rapidamente me indicou que tinha uma oferta para mim que reduzia o tarifário para 15€ reunindo as mesmas condições. Questionei se mantinha tudo igual e foi me dito que sim. Aceitei. no dia a seguir recebo uma mensagem para o telemovel a dizer que o meu tarifário tinha passado a Pós -pago. Como? Contactei a WTF o qual me foi dito que podiam reverter a situação. Pedi então que sim ( sempre dizendo que queria o que tinha), reverteram a situação no entanto, ontem pedem para carregar novamente o telemovel (carreguei 16€ que tinha carregado recentemente), e vejo que me estão a cobrar o envio de MMS (coisa que nunca foi cobrada). Ora o colaborador que me atendeu explicou que não podia ter o tarifario anterior porque tinha ficado descontinuado. Como assim? Fazem um erro comigo e eu fico lesada? não só em tarifario como também em carregamento?.

Em curso
L. G.
29/01/2026

Cancelar contrato | Falhas serviço

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal relativa ao contrato de comunicações eletrónicas celebrado entre a minha empresa e a NOS Comunicações, S.A., bem como requerer a rescisão do mesmo sem qualquer penalização, devido a sucessivas irregularidades contratuais, falhas graves de serviço e prejuízos profissionais causados por ações e informações contraditórias prestadas por colaboradores e gestores da referida operadora. Sou cliente empresarial da NOS , tendo inicialmente celebrado um contrato no valor mensal de 50€. Alguns meses após o início do contrato, fui contactado por um gestor da NOS que me propôs a inclusão de um cartão móvel adicional, com um acréscimo mensal de 7€, garantindo expressamente que tal alteração não implicaria qualquer renovação ou prolongamento do período de fidelização. Contudo, meses depois, vim a constatar a existência de uma central telefónica associada ao contrato, serviço que nunca solicitei, nem para o qual me foi entregue qualquer equipamento, verificando ainda que o contrato passou a incluir dois números de telefone fixo, sem o meu conhecimento. No dia 15 de janeiro de 2026, o gestor Gerson deslocou-se às instalações da minha empresa e apresentou-me uma nova proposta contratual, alegadamente mais vantajosa, com uma redução mensal de 10€ e internet ilimitada em dois telemóveis, serviço este que, segundo o próprio, não estava relacionado com a central telefónica. Questionei expressamente se esta alteração implicaria o aumento do período de fidelização, tendo-me sido garantido que não. Com base nessa garantia, aceitei a proposta. No entanto, no dia 21 de janeiro de 2026, fiquei sem qualquer serviço de internet no meu estabelecimento comercial (cabeleireiro), serviço esse essencial para a emissão de faturação legal aos clientes. Inicialmente presumi tratar-se de uma falha temporária associada a condições climatéricas adversas, dado que a quinta-feira corresponde ao meu dia de folga. Contudo, na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, verifiquei que a situação se mantinha. Contactei então a NOS, tendo sido instruído por uma gestora a reiniciar o router, procedimento que não resolveu o problema. Foi, por isso, agendada uma intervenção técnica para o dia 26 de janeiro de 2026. O técnico que se deslocou ao local tentou substituir o router, mas informou que tal não era possível, uma vez que o serviço de internet se encontrava desligado na origem. Nesse mesmo dia, voltei a contactar a NOS e falei com o gestor Alexandre, que me informou que, na sequência do contrato celebrado a 15 de janeiro com o gestor Gerson, os serviços de NET e TV tinham sido desligados a mandato do gestor Gerson com o novo contrato mantendo-se apenas os serviços móveis, situação que me impossibilitou legalmente de continuar a faturar aos meus clientes. Questionei a possibilidade de regressar ao contrato anterior, no valor de 57€, com os serviços restabelecidos, tendo-me sido dito que tal não era possível. Foi-me então apresentada uma nova proposta no valor de 68€ + IVA/mês, alegadamente por existirem “irregularidades no serviço”, proposta essa que recusei, não só pelo valor, mas também pela gravidade implícita do termo utilizado. Apesar da insistência do gestor, mantive a minha recusa. Contactei posteriormente o gestor Gerson, solicitando esclarecimentos sobre o corte dos serviços, tendo-me sido dito que tal não seria possível e que iria averiguar a situação. Paralelamente, tentei contactar a NOS por correio eletrónico, através dos endereços disponíveis, solicitando a rescisão do contrato sem penalização, não tendo obtido resposta eficaz. No dia 28 de janeiro de 2026, contactei novamente a NOS, tendo sido atendido pelo gestor Jorge Matos, a quem expus a situação e solicitei orientações para proceder à rescisão contratual. O referido gestor informou-me que tal não seria possível e que, caso pretendesse cessar o contrato, os serviços seriam imediatamente cortados, ficando eu obrigado a pagar o remanescente da fidelização, correspondente a 36 meses no valor de 71€/mês. Acresce que, apesar de o gestor afirmar que o serviço de internet já se encontrava ativo, tal não correspondia à realidade, e o gestor Jorge perguntou me se já tinha reiniciado o router , referi que não pois, não sabia que os serviços já estavam a funcionar, tendo-me sido dada uma resposta de forma arrogante, imputando à própria NOS o erro no corte dos serviços e ilibando posteriormente o gestor Gerson de qualquer responsabilidade. Face a todo o exposto, considero que a NOS demonstrou grave falta de transparência, alterações contratuais não informadas, incumprimento contratual e falhas graves na prestação de serviços essenciais, causando prejuízos diretos à minha atividade profissional, nomeadamente a impossibilidade de faturar legalmente aos meus clientes. Nestes termos, exijo: 1. A rescisão imediata do contrato sem qualquer penalização; 2. A compensação pelos serviços indevidamente cortados e pelos prejuízos financeiros resultantes da impossibilidade de faturação; 3. A confirmação por escrito de todas as medidas adotadas para regularizar esta situação. Sem outro assunto, aguardo resposta célere e adequada, reservando-me o direito de recorrer a todas as vias legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos, Laura Gomes Gerente Semeiacharme

Em curso
B. F.
28/01/2026

Rescisão de Contrato com Desativação Imediata de Serviços

Exmos. Senhores, No passado dia 12 de Janeiro, pela hora de almoço, dirigi-me à loja NOS da Avenida da República Nº10 para terminar o contrato com a NOS. O assistente que me atendeu avisou de que a desativação de serviços seria imediata. Estranhei tal celeridade e a tia que me acompanhou inclusive reclamou se não deveria ser às 24h uma vez iria pagar o dia atual por inteiro. O assistente respondeu que era assim que funcionava e não podia fazer nada, ao dar entrada ao processo deveria apenas poder continuar a receber chamadas. Assinei o formulário de denúncia e, momentos depois, recebo um SMS a solicitar a devolução dos equipamentos NOS até 11 de Fevereiro, o que corrobora com a desativação imediata tal com indicado pelo assistente. Procedi então à devolução dos equipamentos no próprio dia para deixar o assunto arrumado. Qual não é o meu espanto quando, a 22 de Janeiro, recebo uma carta da NOS a informar da receção do pedido de rescisão e que o contrato terminaria a 1 de Fevereiro, data em que seria efetuado o desligamento e dispunha de até 30 após esta data para devolver os equipamentos. Voltei à loja a 26 de Janeiro, onde me informaram que era mesmo assim, a faturação é paga até ao final do período conforme condições contratuais, mas como o serviço já se encontra desativado e os equipamentos entregues, o resto não se aplica. Ora, mas se o cliente tem de pagar o contrato até ao fim, a NOS também tem a obrigação de continuar a fornecer os seus serviços até ao final do mesmo. Assim, ao tê-los desativado e requisitado a devolução dos equipamentos no momento do pedido de rescisão, a NOS tem estado em incumprimento do contrato, pelo que exijo que sejam descontados na fatura final todos os dias que me encontro sem serviços devido a este desligamento antecipado. Cumprimentos.

Resolvida
D. M.
28/01/2026

Cobrança indevida de roaming

Exmos. Senhores, Sou cliente com o contrato de fornecimento de serviços de comunicações eletrónicas com o nº (N.o conta cliente 1.70153225, FT 202616/133340). Alerto-vos para o erro existente na fatura enviadas – Foi debitado um custo de roaming no Qatar de 4MB. De facto estive em transito no Qatar mas tal não seria possível dado que desactivei os dados em roaming à saída de Portugal e utilizei o modo de avião quando em voo. Previamente no ano anterior com uma situação semelhante pedi também que fosse desactivado o serviço de roaming para dados, sem que o serviço telefónico fosse também desactivado, tendo sido indicado que tal não seria possível e foi dada a indicação de que deveria desactivar o roaming de dados e o modo de avião, o que fiz. Não me é possível prevenir que o roaming de dados seja barrado como parte do vosso serviço sem que fique incontactável, estando sujeito a este tipo de erros. Solicito a correção imediata da fatura e reservo o direito de recorrer a todos os meios ao meu alcance para obter uma compensação pelos prejuízos sofridos. Cumprimentos.

Em curso
T. P.
27/01/2026

Contrato feito por engano

Bom dia, Fui abordado por um vendedor da Nos Alarmes que se fez passar por vendedor da Verisure, pois tinham o mesmo nome na altura as empresas . Disse que estava para baixar a prestação mensal e para colocar equipamentos mais modernos . Foi aceite . Passado um mês recebemos fatura de 4 alarmes . Visto ter alarme em 2 moradas Vinha por este meio pedir o cancelamento imediato como já foi solicitado em loja . Vinha também esclarecer que toda esta situação foi feita com a D Cátia Ramos que NÃO é sócia Gerente da empresa mas sim colaboradora do Café . Contrato foi assinado de forma digital pelo vendedor no telemóvel da Cátia Ramos alegando que ia instalar a nova aplicação de alarme e configurar a mesa . Os 2 contratos tem o nome de Cátia Ramos e o seu número de telemóvel assim como a ficha de instalação . Eu como Sócio Gerente e poder legal na empresa não assinei nem estive presente em qualquer uma destas situações . Recebi a carta para pagar o incumprimento de contrato que na estava legal pois sou o único representante legal da Desperta Prodígio Obrigado pela atenção Cumprimentos

Em curso
M. B.
27/01/2026

Faturação Contrato sem consentimento

Venho por este meio apresentar reclamação contra a NOS por prática comercial enganosa e mau atendimento em loja. Tenho 20 anos e sempre fui cliente do tarifário WTF. Recebi uma chamada telefónica onde não me foi explicado que estava a celebrar um contrato, nem foram informados valores, fidelização ou condições. Foi apenas referido que teria “mais dados”. Nunca dei um consentimento claro e informado para qualquer contrato. Posteriormente, após cerca de um ano ou menos, foi-me enviada uma faturação no valor de 100€, a qual não reconheço, uma vez que o contrato foi feito sem o meu consentimento válido. Solicitei a gravação da chamada que comprove essa alegada aceitação. Acrescento ainda que, numa deslocação a uma loja NOS, Centro Vasco da Gama, para pagamento da mensalidade do tarifário WTF, cujo valor era 15€, efetuei o pagamento com uma nota de 20€. Foram-me devolvidos 5€ em moedas, sendo que os funcionários riram-se da situação e sugeriram que eu fosse a uma casa de câmbio trocar as moedas, demonstrando falta de respeito e profissionalismo no atendimento ao cliente. Hoje dia 26.01.2026 atendi uma chamada das inúmeras chamadas de uma vez que eu recebi da NOS para me cobrar o valor, e o meu parceiro atendeu, e a senhora falou com ele e disse que foi diretamente de uma loja que fizeram contrato, sabendo que não houve feito de contrato nenhum, nem por chamada nem por loja nem nenhuma autorização, em todos estes anos pagava por multibanco ou só quando tinha dinheiro ia à loja!! foi aí que vimos que não passou de uma fraude autêntica com os direitos ao Cliente. Hoje foi me confirmado por uma chamada da NOS que isto foi uma fraude que a NOS fez. Sem falar que a loja NOS Vasco da Gama, falou que não podia resolver nada e que tinha de ligar para um certo número e sempre que ligava ninguém me atendia, mas agora passado tempos para fazer a cobrança já começam a ligar me, estranho. Todos os envolvidos desta loja terão que apresentar ou em chamada gravada ou na loja o contrato que assinei sem permissão, porque não o foi feito. Tentei resolver hoje na loja mas dizem não poder fazer nada apenas uma queixa, assim o fiz escrevendo também no livro de reclamações na loja e na provedoria da NOS, e agora aqui!

Em curso
B. R.
26/01/2026

Suspensão indevida do serviço e informação enganosa

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal relativamente à atuação dessa empresa no âmbito do contrato de prestação de serviços. Perto do fim de contrato, o titular entrou em contacto com a empresa NOS no âmbito de procurar saber se seria possível oferecer melhores condições face ao contrato anterior. No decurso das comunicações mantidas com os serviços da NOS, no dia 20 de janeiro, foi-lhe expressamente prometido um conjunto de condições mais vantajosas, designadamente melhor serviço por um preço inferior, maior velocidade de internet em casa, oferta dos canais TVCines durante 24 meses e 4 telemóveis com 500 GB de internet disponíveis. Para além disso, foi realçado que o serviço não seria suspenso no dia 23 de janeiro, como estaria inicialmente previsto com o fim do contrato anterior. Tais promessas foram determinantes para a toma da decisão de não procurar outras operadoras, confiando legitimamente na informação transmitida por essa empresa. Sucede que, posteriormente, o serviço veio a ser suspenso exatamente no dia 23 de janeiro, contrariamente ao que tinha sido acordado. Além disso, não houve urgência por parte da empresa em resolver um erro que não imputa culpa no consumidor, tendo sido agendado o restabelecimento do serviço apenas para o dia 28 de janeiro. Quando contactada a linha de apoio ao cliente durante múltiplos períodos de tempo na tarde desse mesmo dia 23/01, houve a possibilidade de reagendar a intervenção para o dia 26 de janeiro, mas com as mesmas condições do contrato anterior, contrariamente ao que terá sido acordado no dia 20 de janeiro telefonicamente. Cumpre esclarecer que eventuais erros internos ou falhas administrativas da empresa não podem, em caso algum, ser imputados ao consumidor, nem justificar a suspensão de um serviço que foi mantido com base em promessas claras e concretas. Tal atuação consubstancia, no mínimo, incumprimento contratual e violação do dever de boa-fé, podendo ainda configurar informação falsa ou enganosa, nos termos da legislação de defesa do consumidor. Mais grave: a conduta descrita causou um prejuízo efetivo, traduzido na perda da oportunidade de o consumidor ter celebrado contrato com outra operadora em condições eventualmente mais favoráveis, dano esse juridicamente relevante e indemnizável. Importa referir que até hoje, dia 26/01, a empresa não demonstrou qualquer interesse em resolver um problema, que ainda se mantém e que causou grandes constrangimentos pessoais e profissionais ao titular e restantes membros do agregado familiar.

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