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Burla Interpass
Venho, por este meio, pedir a vossa a ajuda para resolver um assunto relacionado com a empresa Interpass.No dia 14 de janeiro, de 2020, fui contactada pela Senhora Andreia Dala a informar-me que tinha ganho um voucher de férias com 10 destinos à minha escolha e que me tinha de dirigir ao Hotel Pestana Sintra Golf para levantar o mesmo com o colega Paulo Pires. Fui no intuito de ganhar um voucher, pois, no telefonema foi confirmado que não era nenhum tipo de vendas. Quando cheguei, lá estava o senhor Paulo Pires muito simpático, que me explicou o voucher e que teria de ir a outra sala para ir levantá-lo. Quando entrei a senhora Andreia Dala veio receber-me e começou a explicar, novamente, as condições do voucher. A mesma falou durante 2 horas sobre viagens muito aliciantes, descontos de combustíveis, seguros, saúde, telecomunicações e muito mais, na altura fiquei indecisa, mas como os preços eram tão bons e vivendo sozinha com o meu filho achei que as contas mensais iriam baixar. No final de tudo chamou a sua chefe Maria do Céu Gamito que vinha dar a melhor proposta face as minhas despesas mensais, ficou no valor de 50€. Falei com a D. Maria do Céu sobre a minha fidelização com a Medicare, que não poderia ficar com essas duas despesas, o que a Senhora me respondeu foi que não tinha nenhuma penalização a pagar, que bastava cancelar o débito direto e eu só entregaria o resto dos documentos após confirmação com a Medicare (claro que existia fidelização e teria de pagar penalização). Quando falei na minha intenção de não fazer parte do clube deixaram de me responder e só voltaram a contactar após os 14 dias. Sempre todos muito simpáticos até a parte em que não queres fazer parte de um clube que engana pessoas. Neste momento já me foi cobrado 111€ por serviços administrativos.
Fui enganado na propaganda de prémio de viagens
Fui contatada com o intuito de receber um fim de semana grátis, no entanto induziram-me a assinar um contrato de crédito no valor de 4,195.00€ para pagar em 72 prestações, algo que não me foi explicado na hora, pois só percebi que ia passar um fim de semana gratuito com os meus filhos num hotel.Posteriormente, contatei a empresa para cancelar o contrato e o que me foi dito foi que se não pagasse as prestações, os meus bens seriam penhorados.Agradeço muito a atenção dedicada ao assunto.Com os melhores cumprimentos,Ana Carolina Medeiros
Rescisão de contrato e obrigatoriedade de pagamento
Exmos senhores,Sou sócia da Interpass desde 1992 (até 2011 com a titularidade do meu marido e após 2011 - data do seu falecimento - com a minha titularidade) e até 2019 sempre paguei as Taxas administrativas, quer usufruisse ou não de serviços.Acontece que deixei de ter interesse e em Novembro passado, uma das minhas filhas cujo nome também está incluído nos sub membros ligou para saber se seria possível a alteração de titularidade para o nome dela. A chamada foi transferida para o gestor Sr. Bruno Teixeira (autorizo a que ouçam a gravação da mesma), que me explicou que tal alteração seria possível embora com alterações: a) o valor da anuidade, ou seja das despesas administrativas passaria a ser de 111€/anob) a designação do cartão passaria de Premier para Familiar (onde ela poderia incluir outros titulares)c) a semana anual gratuita deixaria de ser vitalícia para apenas ser nos dois anos seguintes à alteração do contrato...entre outras coisas.Embora estas alterações a fizessem ponderar um pouco, pediu que lhe fosse enviado o contrato (ou alteração) para que o lessem e questionou se o poderia reenviar por email depois de assinado por ambas ou se seria melhor deslocar-mo-nos ao Porto para assinar presencialmente. Ele informou que essa seria a melhor opção mas que iria preparar tudo e que entraria em contacto... nunca entrou nem enviou qualquer alteração ou contrato para ser assinado...Assim sendo, em 31/5 enviei um mail com uma carta assinada por mim pedindo o cancelamento do contrato à data de renovação e eis que recebo uma carta pedindo o pagamento da taxa relativa a este ano, que supostamente teria vencido em Março deste ano.Ora,a taxa sempre foi paga anualmente em Julho/Agosto, como de resto poderão confirmar no anexo relativo ao pagamento efetuado em 2019. Além disso, como se pode verificar também no anexo dos contratos, não refere a data de pagamento das referidas taxas!Assim, agradeço que o contrato seja cancelado já e como já referi, não tenciono pagar nem mais um cêntimo pois estão a agir de má fé, o que, analisando outras reclamações, é já habitual nesta empresa.
rescindir contrato com Interpasse
Ex mos Senhores., venho por este meio solicitar a vossa ajuda.Não querendo alargar muito, uma vez todas as queixas contra a Interpass, remetem ao mesmo problema, só com pequenas diferenças no Contrato INTERPASS FAMILY GOLD, como as que passo a citar: o contrato foi realizado num Hotel da cidade do Porto (Hotel Dom Henrique) no dia 21 de setembro de 2018. Após ter sido contactada através de vários telefonemas, para me conseguirem convencer a ir ao referido Hotel na companhia do meu marido (exigência pedida), para receber um prémio atribuído (voucher de uma estadia por um determinado período de tempo, totalmente grátis) e que demoraríamos nada mais que 15 minutos.Chegados ao Hotel, ainda estivemos mais de 30 minutos de espera, para nos ser atribuído o referido prémio. Quisemos desistir, mas fomos dissuadidos de o fazer. Informamos que os 15 minutos, tornou-se numa reunião de quase 3 horas, com uma promotora da empresa e que mais tarde se juntou um outro elemento da mesma, visto esta não estar a conseguir os objetivos pretendidos, e assim acabamos por assinar o Contrato Interpass Family Gold em 21 de setembro de 2018. O fator decisivo foi adquirir um cartão com seguro de saúde. Pese embora, outras vantagens como viagens,serviços, etc..., que os senhores já devem ter conhecimento. A partir desta data, nunca nos foi facilitado usufruir o Voucher e nunca utilizamos qualquer tipo de serviço a não ser pagar as mensalidades de 69,92€ durante 60 meses. Tendo nos incutido também, a ideia de que poderíamos desistir a qualquer momento, mesmo antes do pagamento da totalidade do valor contratual, só não receberíamos o valor já pago.Perante a situação Mundial do COVID-19, o meu marido ficou sem qualquer tipo de rendimento e o dinheiro que tínhamos no Banco começou a escassear, até que chegou um mês e o Banco não mais mensalidade nenhuma. Tivemos que cancelar outros contratos que tínhamos e não nos foi levantado qualquer tipo de problema.Tentemos junto da Interpass, anular o Contrato, sem qualquer sucesso. A partir deste momento começamos a receber telefonemas diários, com um diálogo inapropriado para uma empresa que se diz tão prestigiada. Esta situação continua até à presente data, acompanhada de SMS's 2 a 3 vezes por semana, para mim e meu marido em simultâneo. Entramos numa fase de desespero, e perguntamos se queriam que fossemos roubar para lhes pagar.Desde 2 de abril do corrente ano, que enviamos para a Interpass vários mails e duas (2) cartas registadas com AR, a denunciar a resolução do contrato. A primeira em 29/05/2020, onde anexamos os cartões INTERPASS FAMILY GOLD. a segunda carta foi enviada em 15/06/2020, como 2ª Via, visto a primeira ter seguido só com assinatura do meu marido. Nunca tivemos qualquer reação ao mails enviados, assim como as referidas cartas. Só temos os AR's em como as receberam. Temos vindo a receber SMS´s ameaçadores duas a três vezes por semana, que exemplifico com o último: ULTIMO AVISO:349,63€-Ent:21230 Ref:036 399 462. Dispõe de 48H P/ REGULARIZAÇÃO, EVITE CENTRALIZAÇÃO DE DÍVIDA.Perante o exposto, agradecíamos toda a ajuda possível de modo a prescindir do contrato.Objetivo: RESOLUÇÃO DE CONTRATO-Com os melhores cumprimentos,Maria Manuel Oliveira Rocha
Marcação vch interpass
Exmos. Senhores, No passado dia 16-10-2019 fui contatada pela Dª Carolina Jerónimo, indicando-me um nº de telemóvel- 925982937- Dra Ivone Monteiro pois tinha ganho um voucher gratuito da Interpass.Quando perguntei a razão pela qual havia sido sorteada, a Sra. Dª Carolina Jerónimo informou-me que para estarem inscritos em plataformas digitais tinham de fazer algumas ofertas para dar a conhecer o produto.Apesar de ter dito já ter sócia e não estar interessada, pois implicava grandes palestras ( a senhora garantiu-me que a chamada estava a ser gravada), a Sra. Dª Carolina Jerónimo insistiu que fosse fazer o levantamento do voucher e que não haveria lugar a palestras.Fi-lo à hora combinada ( 18h30m) no Hotel Pestana de Cascais. A Sra. Dª Joana Pereira entregou-me o voucher que anexo e disse que só tinha de ligar ou mandar e-mail para os endereços sublinhados no voucher.Hoje quando tentei proceder à marcação pelo telefone indicado, a Sra. Dª Amália disse que teria de me dirigir à Av. Elias Garcia, 45C, em Lisboa, indicação que nunca tive presencialmente e que perguntei várias vezes.
Cancelamento do Contrato nº 152112
No dia 23 de Setembro de 2017, eu e a minha mulher fomos convidados pela Interpass a comparecer no ÉvoraHotel para uma apresentação da mesma. Fomos atendidos pelo Sr. Wellington Ferreira que nos apresentou todo o plano de saúde, seguros e de viagens de que a empresa dispõe. Nesse mesmo dia fomos convencidos a realizar o acordo com a Interpass, sendo que o motivo maioritário que nos levou à aceitação foram os acordos apresentados a nível do plano de saúde para toda a família, e clínicas nelas envolventes. Foi referido como exemplo, várias vezes durante o discurso feito pelo representante a Clínica dos Alamos, por estar perto da nossa área de residência, para toda e qualquer intervenção dentária.No dia 31 de Outubro de 2017, a minha mulher necessitou de cuidados médicos no âmbito da medicina dentária e, confiantes da informação anteriormente dada, deslocamo-nos à Clínica dos Alamos para efetuar uma exodontia complicada, onde fomos informados que a mesma não dispõe de qualquer acordo com a Interpass para intervenção dentária mas apenas a nível de teleradiografia e ortopantomografia. Fomos assim obrigados a dirigirmo-nos a outra clínica dentária (Dentévora) onde após assistência médica, foi nos feita uma simulação de valores a pagar com o acordo da Interpass e com a Multicare (plano de saúde atribuído pela empresa de trabalho) e deparamos que para a mesma situação com o plano da Multicare ficava a 45€ e com o plano Interpass a 50€ (onde foi dito várias vezes na demonstração que dispõe dos valores mais baixos do país). Acabamos por usufruir do acordo da Multicare.Ainda no dia 28 de Fevereiro de 2018, a minha mulher entrou em contacto para o e-mail que nos forneceram no dia da apresentação, como apoio e ajuda em toda e qualquer dúvida ou questão (jfernandes@interpass.pt), para fazer uma marcação de férias, ao qual nunca obteve resposta. Feita uma pesquisa na internet entre valores da Interpass e outras agências de viagens, para o mesmo destino, fica mais barato qualquer outra agência do que a Interpass. Mais uma vez optamos por outra opção, ao invés de usufruirmos do acordo da Interpass que pagamos mensalmente no valor de 66.58€.
contrato clube interpass
No dia 21 de Junho de 2015, eu primeiro titular do contrato nº 141176-0, fomos contactos pela Interpass e convidados a ir a uma reunião no Hotel Raga Ilha da Madeira, para proceder ao levantamento de um voucher que daria um fim de semana gratuito num dos complexos turísticos associados. Foi-nos transmitido telefonicamente que a reunião não demoraria mais do que 15 minutos e que apenas era para fazer o levantamento do prémio. Ainda nos disseram que era uma forma da empresa fazer publicidade e com o voucher que tínhamos ganho iríamos ficar muito satisfeitos e talvez até convencer familiares a experimentar. Fomos então ao Hotel Raga, para o levantamento do prémio e o que supostamente seria rápido, levou cerca de 2 horas com um promotor da Interpass (Andre Caria),e no final veio um Sr Augusto Silva apresentar a proposta final mas nunca disse que não podíamos desistir,muito pelo contrário, questionamos várias vezes se podíamos desistir a qualquer momento e os mesmo sempre referiram que sim. Nessa reunião o promotor apresentou com grande convicção condições de viagens e alojamento para os associados Interpass, múltiplas vantagens com parceiros comerciais, companhias de seguros, gasolineiras, telecomunicações entre outros. E no fim do discurso apresentou como se fosse o último diamante um seguro de saúde vitalício fazendo a subscrição do cartão “Interpass Family Gold, assim como os nossos ascendentes e descentes poderiam usufruir dele. Este foi o factor decisivo para levar à celebração do contrato porque supostamente os nossos pais e filhos podem usufruir de um seguro de saúde vitalício. Por fim disse o custo mensal do contrato, 95,73 euros em 48 meses e mais as taxas administrativas durante este tempo apenas porque após o pagamento destes 48 meses seríamos membros com contrato vitalício e sem mais custos. No entanto esta situação está salvaguardada no Decreto Lei n.º 446/85, de 25 de outubro, que diz que não podem existir cláusulas contratuais perpétuas e que se as mesmas existirem são consideradas nulas.” Foi questionado várias vezes por mim se poderia desistir a qualquer momento, o qual me foi respondido que sim, que após o primeiro mês tinha 14 dias para o fazer em qualquer altura, mesmo antes do pagamento da totalidade do valor em contrato. Nunca em altura alguma, foi referido que tínhamos apenas 14 dias para resolução do contrato apenas no primeiro mês. Esta informação foi omitida durante a apresentação. No Decreto lei nº 446/85 refere que a “comunicação de modo adequado e com a antecedência necessária para que, tendo em conta a importância do contrato e a extensão e complexidade das cláusulas, se torne possível o seu conhecimento completo e efetivo, por quem use de comum diligência. Isto nunca foi feito durante a reunião, ou seja, nunca nos foi lido o contrato na integra. Após a apresentação excessivamente longa dos supostos serviços a promotora apresentou alteração do comportamento mostrando alguma inquietude para assinarmos o contrato e começou a pedir os documentos e sob este ambiente pressionado acabamos por assinar e nem nos deixou ler o contrato atentamente. Passou -nos as folhas pelos olhos dizendo que lá estava tudo o que tinha dito. Claro que nós acabamos por acreditar na boa fé do promotor, até porque achamos que uma empresa como a Interpass não nos iria enganar. Foi-nos dito que receberíamos por correio os cartões Family Gold e que a partir dessa altura já estaríamos habilitados a usufruir de todos os serviços apresentados. A verdade é que nunca usufrui dos serviços interpass. Os cartões e a restante informação contratual apenas chegou por correio já passava dos 14 dias após a celebração do contrato e a minha pergunta então é: como poderia rescindir uma coisa que ainda não tinha? Não tive acesso em tempo útil e real a toda a informação necessária para de forma consciente e pensada, sem pressão dos promotores tomasse a decisão de manter ou não o contrato. Desde então tenho cumprido com os pagamentos, mas chegou a um ponto de rutura que não dá mais para continuar porque nunca usufrui dos serviços da Interpass, estou a pagar um valor que não o tenho, ou seja a Interpass nunca me deu/emprestou dinheiro e por isso pergunto-me atualmente o que é que eu estou a pagar? Se nunca me deram nada. Estou a pagar um valor sem usufruir de qualquer bem ou crédito. Após informar que não conseguia pagar o valor inicial, reduziriam a mensalidade para 50 euros mensais sem custos associados, nem prejuízo do valor em falta do contrato. Que princípios são estes que esta empresa aplica?! Considero que o promotor aludiu à celebração do contrato com a Interpass sob falsos pretextos e sem boa-fé. Acho que é uma empresa de publicidade enganosa, que apresenta vantagens e condições falsas, que eu própria já constatei, porque afirmam preços mais baixos, competitivos e promessas de serviços que não cumprem em relação a outras empresas turísticas para conseguir que assinemos um contrato que não corresponde ao que nos é dito. E acrescento ainda que já tentei fazer a rescisão deste contrato mais cedo e fui ameaçada ao telefone por uma senhora chamada Maria José, que me disse que não poderia rescindir contrato que tinha que pagar até ao final,que era a mesmo que pagar uma casa e foi sempre estúpida ao telefone. Como pode ser como a compra de uma casa se nunca me deram nada, nunca usufrui de vantagens e estou a pagar uma coisa que não tenho. Nesta empresa fazem markting agressivo e são pessoas que não têm respeito e atentam contra a integridade moral e psicológica dos consumidores. Peço respeitosamente que me ajudem na resolução deste contrato porque como referi anteriormente nunca usufrui de qualquer vantagem em viagens, complexos turísticos ou benefício monetário e considero que o contrato não foi explicitado de forma clara, transparente, mas foi aplicado em má fé para nos levar a assinarmos e nos tornarem sócios.
Contratos vitalicios
O motivo da minha queixa é basicamente o querer cancelar um contrato da qual me dizem que é vitalícia, coisa que pelo entendi é ilegal. Gostaria imenso de desfazer me deste contrato pois não usufruio por não ter nenhum tipo de regaliasÉ de salientar que neste contrato estão 4 pessoas que em conjunto queremos cancelar.
Interpass - Resolução Contrato Vitalício
Interpass - Resolução do Contrato VitalícioContrato nº 142031Eu, Valdemar Martins Lamúria, sócio do Clube Interpass nº 142031-0 e seu cônjuge Catarina Alexandra Fernandes de Oliveira Cortiço 142031-1, e restantes elementos agregados a este contrato vimos por este meio resolver o contrato celebrado com a empresa Cif - Clube Internacional de Férias S.A.A nossa decisão deve-se a vários motivos e razões:Os preços, propostas, bem como serviços associados que proporcionam a nós sócios estão longe de ser concorrenciais com a grande maioria dos operadores turísticos, quer nacionais quer internacionais.Há muitos meses que pagamos uma taxa de momento, acima das nossas possibilidades, sem que tenhamos usufruído de algo que nos faça continuar com este contrato ativo, nem mesmo usufruindo dos vouchers de oferta.Juntando a isto, está o valor, que é extremamente exagerado, pago durante vários meses, fazendo muitos sacrifícios e, que ao momento não são de todo possíveis, bem como justificativos a médio e a futuro tempo com condições de exceção altamente vantajosas.Neste momento a nossa condição financeira não permite continuar com este contrato.Bem como os fantásticos descontos que proponham ao cliente sócio, perante as vossas parcerias com outras empresas.Após me informar com a Deco o que podia fazer para cancelar este serviço eles apresentaram-me o artº 50º-A do DL 275/93, de 5 de Agosto (com as alterações do Dec. Lei 37/2011, de 10 de Março, art.º 16.º) a partir do pagamento da segunda prestação, o titular tem o direito de resolver o contrato sem sofrer qualquer sanção, desde que informe a empresa no prazo de 14 dias seguidos a contar da receção do pedido de pagamento de cada prestaçãoNeste sentido, pretendemos resolver este mesmo contrato desde já, não advindo das mesmo quaisquer outras responsabilidades ou direitos para qualquer das partes. Mais recordo, relativamente a contratos vitalícios, o disposto no Dec. Lei 446/85, de 25 de Outubro, capitulo V, art.º 18, als. e) j), e no capítulo IV - Nulidade das cláusulas contratuais gerais, art.º 12, (cláusulas proibidas), sendo que não podem existir clausulas contratuais perpétuas e que, existindo, são consideradas NULAS.Por todas as razões acima descritas consideramos rescindido o contrato com o Clube Interpass.
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