Reclamações públicas

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Recaída acidente trabalho

Falta de respostaLesado 107464780Processo 0020018244Dei entrada no dia 06/06/2023 no balcão da companhia no IHA com processo de recaída de um acidente de trabalho, julgava eu que seria atendido logo dado tratar-se de um problema de saúde puro engano tem sido um calvário já perdi o numero de vezes que liguei para a companhia, já fui ao gestor do seguro já fui ao balcão da companhia, já apresentei reclamação por escrito para departamento da companhia e até para o Provedor da companhia escrevi respostas (0) prejuízos físicos, psicológicos e financeiros são já muitos, vários telefonemas uma ida ás urgência HDES Ponta Delgada uma ida consulta urgência médica família tento de ir para o Centro Saúde Ponta Delgada ás 6 horas e 30 minutos para poder ser atendido e compra de medicamentos á minha conta e resposta nada.Venho por este meio pedir apoio no sentido de ver resolvida esta situação e que passava por uma simples autorização para ser visto pelo médico da companhia.

Resolvida

Problema com reembolso de fatura de fisioterapia

Exms. Senhores,Venho por este meio expressar a minha profunda insatisfação com o serviço prestado pela Generali-Tranquilidade-Advance Care e registar formalmente uma reclamação acerca dos vários problemas que encontrei ao solicitar o reembolso das despesas de tratamento fisioterapêutico. Tenho constatado um nível de inconsistência e informações contraditórias por parte da equipa de apoio ao cliente, o que é extremamente frustrante e prejudicial à minha experiência enquanto cliente.Durante as minhas interações com o serviço de apoio ao cliente, deparei-me com várias situações em que as informações fornecidas foram contraditórias, gerando confusão e inconvenientes significativos.Inicialmente, ao questionar a necessidade de uma prescrição médica para o tratamento fisioterapêutico, fui informada por um dos representantes do apoio ao cliente de que esta não era necessária. Baseada nesta informação, prossegui com o envio das despesas para reembolso, acreditando que não seria preciso uma prescrição médica.No entanto, após submeter as despesas, fui informada de que, afinal, era necessária uma prescrição médica. Esta mudança repentina de informação contradiz diretamente a orientação anteriormente fornecida. É dececionante e frustrante receber informações contraditórias, uma vez que isso causou atrasos e confusões desnecessárias.Além disso, após fornecer a prescrição médica exigida, recebi uma comunicação informando que o tipo de despesa que submeti não era aceite pela Generali-Tranquilidade-Advance Care. Fiquei surpreendida com esta informação, uma vez que não foi mencionado inicialmente quais os tipos específicos de despesa aceites. Esta inconsistência aumenta ainda mais a minha frustração e demonstra uma falta de clareza nas informações fornecidas pela equipa de apoio ao cliente.Para além disso, numa chamada telefónica recente, fui informada de que as despesas submetidas deveriam ser indicadas como tratamento e não como consulta. Esta instrução apanhou-me de surpresa, uma vez que nunca tinha sido mencionada anteriormente. Esta mudança inesperada nos requisitos mina ainda mais a minha confiança na capacidade da Generali-Tranquilidade-Advance Care em fornecer informações coerentes e fiáveis.Por último, neste momento tenho uma fatura aprovada e reembolsada da segunda sessão de tratamento e a fatura da primeira sessão recusada, ambas com exatamente a mesma descrição e documentação de apoio, o que demonstra a total falta de nexo deste processo.Estas repetidas situações de informações contraditórias, alterações nos requisitos e falta de transparência têm prejudicado gravemente a minha confiança na Generali-Tranquilidade-Advance Care. Já não confio nas informações fornecidas pela equipa de apoio ao cliente e sinto-me insegura acerca da fiabilidade dos vossos processos.Por conseguinte, solicito cordialmente que a Generali-Tranquilidade-Advance Care tome medidas imediatas para abordar as seguintes preocupações:Garantir que os representantes do apoio ao cliente forneçam informações consistentes e precisas às clientes acerca dos requisitos, incluindo a necessidade de uma prescrição médica, os tipos de despesas aceites e quaisquer outras diretrizes relevantes para o reembolso do tratamento fisioterapêutico.Realizar uma revisão minuciosa dos processos do serviço de apoio ao cliente para identificar e corrigir os problemas que levaram às informações contraditórias e à falta de transparência nas comunicações.Reembolsar todas as despesas elegíveis relacionadas com o meu tratamento fisioterapêutico de forma rápida, tendo em consideração o stress, as dificuldades financeiras e o tempo desperdiçado causados pelas inconsistências e atrasos.Oferecer uma compensação pelos inconvenientes, frustrações e perda de confiança resultantes da má experiência com o serviço de apoio ao cliente.Confio que darão a devida atenção a esta questão e tomarão medidas imediatas para abordar e resolver estes problemas. Caso contrário, serei obrigada a recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor e a procurar outros recursos legais.Aguardo uma resposta rápida e uma solução satisfatória para esta questão no prazo de 7 dias a partir da data desta carta. Agradeço que confirmem o recebimento desta reclamação e que forneçam o nome de um contacto e os respetivos dados de contacto direto para futuras correspondências.Agradeço desde já a vossa pronta atenção a esta matéria.

Encerrada

Cobrança de débito direto sem autorização

Venho por meio até meio comunicar um débito de 17,99€ “DD DE53000022 Domestic and Ge PT/U/ D11/0126758”Cobrado por débito direto sem autorização, vale lembrar que não tenho vínculo algum com esta empresa no qual está cobrando esse valor sem o devido consentimento, se o valor não for reembolsado ! Levarei a empresa em questão a tribunal.

Encerrada

indemnização perda total veículo

Exmo/a.(s) Senhor/a(s),Agradecia que deixassem de insultar os vossos clientes com respostas destas, visto que apesar de ser o lesado neste caso, sou cliente Tranquilidade, Grupo Generali Seguros, S.A. (apólice 9002407697 e 0006317612).Os Exmo/a.(s) Senhor/a(s) sabem certamente, de acordo com vários precedentes legais, que o valor a considerar é o valor de substituição, ou seja, o valor que seria necessário para adquirir um veículo com características semelhantes.Mas caso esta informação não seja do vosso conhecimento, deixo aqui os links e respetivos sumários para dois pareceres, um do Tribunal da Relação do Porto e outro Tribunal da Relação de Lisboa:jurisprudencia.pt/acordao/9502/pdf/I - O valor indicado por uma seguradora como valor de mercado de um veículo, em caso de perda total, corresponde à indicação, por ela, do valor de substituição do veículo. II - Cabe ao lesado alegar e provar factos tendentes a aumentar esse valor de substituição. III - Se o valor da reparação estiver acima 20% deste valor de substituição, em princípio a seguradora só será obrigada a pagar a indemnização pelo valor de substituição.www.dgsi.pt/jtrl.nsf/33182fc732316039802565fa00497eec/2026a729512ffcec802580b100596c4bI.A reparação só é excessivamente onerosa, para efeitos do art. 563 do CC, se ficar provado que o seu valor (adicionado ao valor do salvado) é superior (em princípio em mais de 20%), ao valor de substituição por um veículo com idênticas características.II.O valor de substituição não é o valor venal, entendido como valor comercial, de mercado, ou de venda do veículo, mas o valor da compra.Salvado: 1759,00Reparação: 4509,871759,00 + 4509,87 = 6 268,87 6 268,87 x 1,2 = 7 522,64 ¹As características do veículo em questão, de uma forma demasiado simplificada, são:• Honda Civic VTI (chassis EG9 – sedan 4 portas) de 09 de 1994Uma simples pesquisa online retorna os seguintes resultados:https://www.olx.pt/d/anuncio/honda-civic-eg9-2xxcv-aceito-carro-IDHnzFo.html 6 000 €https://www.olx.pt/d/anuncio/honda-civic-eg9-vti-160cv-IDHofKf.html 7 850 €https://www.custojusto.pt/porto/veiculos/carros-usados/classico/honda-civic-1-6-vtec-eg9-160cv-38603051 7 890 €6000 + 7850 + 7890 = 2174021740 ÷ 3 = 7246,67 ² A ausência de mais resultados não é devido à manipulação dos mesmos para inflacionar o valor, mas sim por se encontrarem poucos exemplos disponíveis para compra, um testamento a raridade do veículo. Convido Exmo/a.(s) Senhor/a(s) a fazerem a própria pesquisa para confirmar por vós próprios.Outro testamento ao valor do veículo, é este ser reconhecido como clássico e estar segurado como tal através do vosso parceiro Vitorinos Seguros.Sendo o valor médio dos possíveis carros de substituição 7246,67 € ² e o valor de reparação 7 522,64 € ¹, trata-se de uma reparação excessivamente onerosa, para efeitos do art. 563 do CC, conforme os precedentes legais supramencionados, sendo que Exmo/a.(s) Senhor/a(s) seriam obrigados a pagar a indemnização pelo valor de substituição, 7246,67 € ², caso eu decidisse avançar com um processo legal, novamente conforme os precedentes legais supramencionados.O valor médio dos possíveis carros de substituição está sujeito a alteração, por ser um carro raro, considerado clássico e em valorização constante.Isto dito, eu aceito o valor de 4 000 €, ficado o salvado na minha posse, para agilizar o processo e prevenir custas judicias incutidas a ambas as partes relacionados com este caso no futuro.Agradeço uma resposta antes do fim do ano civil.Sem mais de momento, subscrevo-me, apresentando os meus melhores cumprimentos,O segurado,Filipe Costa PereiraDe: linhasinistros [linhasinistros@tranquilidade.pt] Enviada: 20 de dezembro de 2022 09:39Para: sinistros@vitorinos.ptAssunto: Regularização processo sinistroOCORRÊNCIA Nº: 0017515218SINISTRO Nº: 0019756089Exmo/a.(s) Senhor/a(s),Acusamos a receção da vossa correspondência, cujo teor notamos e agradecemos. Serve a presente para informar V.Exa.(s), que reanalisado o processo de sinistro em título, assim como os elementos que o constituem, consideramos por correto o valor atribuído ao veículo danificado, nos termos do disposto no n.º 2 do art.º 41.º do DecretoLei 291/2007 de 21 e Agosto, conforme nossa correspondência anterior, assumindo os danos consequentes do presente sinistro, em conformidade com o previsto na alínea e) do n.º 1 do art.º 36.º e no n.º 4.º do art.º 41.º do mesmo diploma. Assim, a proposta de indemnização efetuada perante V.Exa.(s), encontra-se tecnicamente correta, cumprindo a mesma o efeito previsto pelo n.º 1 do art.º 38.º do diploma acima indicado. Face ao exposto, o valor apurado ascende a 3.800,00€, sendo da responsabilidade desta Seguradora o pagamento de 2.041,00€ e o valor de 1.759,00€, da entidade indicada na nossa comunicação, que poderá adjudicar diretamente com a mesma.Assim sendo, aguardamos o envio do DUA e comprovativo de IBAN.Mais informamos que, para uma maior comodidade, rapidez e segurança, solicitamos que nos envie o comprovativo da titularidade do IBAN onde conste a identificação do titular (ex.: documento homebanking, cópia de caderneta, cópia do cabeçalho do extrato) de modo a que com a sua autorização possamos proceder ao pagamento do valor em causa por transferência bancária. Informamos que não é aceite comprovativo retirado do multibanco onde não constem os elementos acima indicados.Com os nossos melhores cumprimentos,Departamento de Sinistros / ClaimsUnidade Automóvel/MotorSetor Auto Materiais / Material DemageAvenida da Liberdade, 242 | 1250-149 Lisboa Email: linhasinistros@tranquilidade.pt

Resolvida

Anulação de apólice de forma unilateral

Bom dia. Há mais de um ano venho solicitando à Generali/Tranquilidade que esclareça por que anulou a minha apólice de seguro saúde de forma unilateral.A seguradora me acusa de ter prestado falsas declarações sobre doença pré-existente, porém não diz que doença seria essa. Todos os meus exames estavam normais. Se o pedido de autorização é particular e confidencial, entendo que seria para preservar o segurado. No entanto, eu já enviei tanto para o setor de reclamações da generali/tranqulidade, como para o da advancecare, TODOS os documentos encaminhados por ocasião do pedido de autorização de exames.Desta forma, eu já dispensei a confidencialidade do pedido!No entanto, a seguradora continua a me acusar de ter prestado falsas declarações sem que me digam que falsas declarações seriam essas. Meus exames estavam todos NORMAIS! Eu NUNCA tive hérnia de hiato antes.Desta forma, peço esclarecimentos URGENTE!Já faz mais de um ano (mais de um ano!) que tento esclarecer a situação. Quero retomar o seguro! O descaso da seguradora é absurdo! Já coloquei a reclamação mais de uma vez no Livro de Reclamações, já recorri ao CIMPAS, o qual arbitrou uma quantia a ser paga para mim decorrente do descaso da seguradora. Além de dezenas de e-mails e telefonemas!Continuarei a lutar por respeito e justiça.Atenciosamente, Luiz Azevedo.

Resolvida

Advance care - péssima qualidade de atendimento e serviço

Venho através dessa reclamar da qualidade de serviço do operador de saúde Advance care. Pedidos de reembolso, formulários preenchidos são misticamente perdidos pelo sistema, o problema é recorrente. Tento a mais de 2 meses conseguir reembolso para a armação de óculos de grau no valor de 122,30 € , porém como a dois meses antes havia feito reembolso de lentes de grau (lentes apenas, não armação), o sistema automático da empresa e seus robôs atendentes não conseguem interpretar a situação apenas para a armação. Sendo assim, toda vez que abro tickets ou chamados ou fico horas no chat da empresa ( atenção sempre tenho que contar toda a história novamente, porque o sistema e os atendentes sempre esquecem) , meus chamados e pedidos são fechados argumentado que não posso solicitar reembolso de lentes e armações por causa do plafond atingido. Atenção, só usei o plafond das lentes, agora quero usar somente para armação, porém a inconpetência da empresa em entender essa situação é lamentável. Solicito reclamação formal e encaminhamento as entidades reguladoras de saúde para a fiscalização efetiva do plano de saúde advance care, tanto no atendimento, na qualidade de serviço, transparência e principalmente respeito ao consumidor. Menos política, mais eficácia e transparência.

Encerrada

Problemas com a solicitação de reboque

Boa tarde, a minha situação foi a seguinte, no dia 17 solicitei um reboque e onde me foi negado e tive de pagar do meu bolso, uma semana antes de pedir a assistência mais concretamente no dia 13.4.2021 tinha ligado para a assistência a pedir a informação se tinha direito a um carro de substituição, onde me foi dito que sim tinha direito mas era um carro 1200cc gasolina 5 lugares, e eu disse a sra que me atendeu por sinal foi simpática, e onde eu disse que não tinha interesse pois o carro que eu tinha assegurado era um carro ligeiro de mercadorias de 3 lugares, ficado assim tudo sem efeito, no dia 17 tive um problema no carro onde solicitei o reboque onde me foi negado pelo sr André Oliveira onde foi um pouco arrugante, e alegou que eu tinha feito um pedido de carro de substituição e se eu sabia que a carrinha não estava boa tireia da oficina, e ai perdia o direito ao reboque, mas onde eu no primeiro contacto que fins no dia 13 não solicitei apsolutamente nada, e sim a carrinha estava na oficina porque acendeu a luz a dizer abs ou Seija travagem, a rosolucao do problema até foi feita bem rápida e numa oficina onde vai os meus carro onde eu tenho mais 2 carros ligeiros de passageiros o sr da oficina nao me levou qualquer custo pelo serviço, onde eu não podia exigir uma fatura, e a avaria que me deixo à pé foi uma luz a dizer edc, e esta a ser reparada pois foi centralina e bomba injectora, fins a reclamação para o seguinte e-mail: assistencia24h@eap.pt onde não me solucionaram o problema e continuaram a dizer que eu não tinha razão... Desde já obrigado e vou deixar em baixo os dados do carro em questão e os meu, e quando nessesario poderei enviar a fatura do reboque que paguei no valor de 125euros para provar que paguei a quantia.Número de contribuinte:241426529Matricula do carro: 22-88-QT

Encerrada

Acidente de trabalho

No dia 02/06/2020 tive um acidente de trabalho que me fez ir às urgências do Hospital S. Bernardo em Setúbal. Daí fui conduzido para o médico do seguro no Hospital da Luz em Setúbal onde têm acordo. No dia 04/06/2020 pelas 10h fui visto pelo médico que me mandou fazer uma ressonância magnética a coluna lombar e que estaria de baixa até ao dia 12/06/2020, data da próxima consulta. Dia 05/06/2020 recebo uma chamada do Hospital da Luz a informar que o seguro não aprovou a ressonância magnética e que teria de ir pelos meus próprios meios até à clínica de São João de Deus no dia 08/06/2020 ter outra consulta com o médico do seguro. Assim foi e qual não foi o meu espanto que quando entrei a única coisa que o médico me pediu foi para andar em bicos de pé e ao verificar a zona lombar verificou que toda a zona muscular estava dorida por assim dizer. Na minha ideia pensei que iria prescrever alguns exames a ver se tinha alguma lesão na coluna mas não, deu me alta, escreveu uma carta para apresentar na medicina de trabalho e limpou as mãos, ele e a seguradora, de gastarem dinheiro em exames. Será que vivemos neste Mundo em que o dinheiro se sobrepõe ao bem estar de uma pessoa? Pelo que percebo agora cabe a medicina de trabalho verificar o meu estado, pois não estou em condições de ir trabalhar, e cabe a eles pedir exames necessários, e assim se descartam. É para isto que existe seguros? É este o seu funcionamento? Para mim é uma vergonha ser tratado desta forma.

Resolvida

Indemnização dos danos sofrido

PROCESSO 19AA159361 [S. Continente]REF: 46.1369.165481 [Generali]Bom dia Senhores,A seguinte reclamação visa alertar os que pensam em contratar os serviços da Generali e aos atuais clientes da Generali sobre o processo de resolução de sinistros auto e obter ajuda na resolução do seguinte conflito.No dia 27 de Outubro as 13H na Rua Dr. Manuel Pereira Silva, houve uma colisão onde estiveram envolvidos os veículos 04-35-__ [Generali] designado por veículo A e veículo 75-44-__ [Seguros Continente] designado por veículo B.Exposição do acidente:“Após sair de um estacionamento em frente ao multibanco da Rua Dr Manuel Pereira Silva e percorrer a hemi-faixa de rodagem, junto aos veículos estacionados, fui surpreendido com a abertura repentina da porta do veículo A, tendo inevitavelmente colidido com a porta. A colisão fez desviar o veículo B e por sua vez colidiu com a divisória da faixa de rodagem” Danos:Veículo A: Porta do lado do condutor.Veículo B: Parte lateral direito e pneu esquerdo estourado.Após o preenchimento e o envio do DAAA recebi um orçamento 1174,21€ realizada pelo perito ao serviço da Generali. Na peritagem consta os danos na parte lateral do veículo e os danos na roda esquerda. No mesmo relatório está descrito que o resultado da peritagem foi condicional, e por consequente tinha que esperar pela analise da Generali.No dia 05 de Novembro 2019 recebi um e-mail anexado com uma carta da análise realizada sobre o sinistro do dia 27 de Outubro 2019.Na carta é concluída que a responsabilidade pertence parcialmente ao condutor do veículo A [segurado pela Generali], visto que o condutor alega que a porta estava aberta no momento do acidente. Informo que a alegação do condutor do veículo A referida anteriormente, não consta no DAAA preenchido e assinada por ambos os condutores.Face ao exposto, a seguradora Generali alega que não foram encontrados elementos que permitissem a atribuição da responsabilidade ou que contrariam a divergência das versões dos dois condutores, pelo que subsiste a dúvida, aplicando-se o artº 506º, nº 2, do Código Civil, tendo a seguradora Generali assumido o pagamento parcial da indemnização dos danos sofrido pelo veículo B.No mesmo dia respondi ao email anexando as fotos dos danos sofridos onde claramente é possível concluir que a responsabilidade do acidente é do condutor do veículo A. O condutor do veículo A alega que a porta do veículo estava aberta, mas as fotos provam que os danos veículo B foram na parte lateral. Ora usando a lógica se a porta veículo A estivesse aberta os danos no veículo B seriam na parte frontal e o veículo A ficaria sem porta devido ao impacto da colisão...Isto demonstra que a Generali foi imparcial na atribuição das responsabilidades (pois lhes dão jeito) e não querem assumir 100% o pagamento indemnização, invocando que há duvidas do acidente baseando apenas no que foi dito pelo condutor do veículo A.No meu ponto de vista a análise conduzida pela Generali e pelo perito não foi a correta:1º Porque as circunstancias do acidente enquadram-se no caso 53 da Tabela Prática de Responsabilidade:“Abertura de qualquer porta do veículo Y invadindo a faixa de rodagem. Veículo X embate na porta” : Atribuição Responsabilidade veículo Y.Este caso aplica-se quer a porta se abra no momento, quer esteja já aberta, sendo, nessa medida 100% desfavorável ao condutor da veículo A por infração ao disposto no N.2 do Art.53º do Código da Estrada:“A entrada ou saída de pessoas e as operações de carga ou descarga devem fazer-se o mais rapidamente possível, salvo se o veículo estiver devidamente estacionado e as pessoas ou a carga não ocuparem a faixa de rodagem e sempre de modo a não causar perigo ou embaraço para os outros utentes.”2º Porque as fotos mostram que o impacto foi no exato momento da abertura da porta.Após confrontar a Generali com enquadramento da Tabela Prática de Responsabilidade, recebi a seguinte resposta:“No seguimento a V/ missiva, somos a esclarecer que este processo foi gerido via tradicional e não via convenção, pelo exposto não se aplica o caso 53, mas sim o Código da Estrada.”A Generali diz que aplica-se o código de estrada e no entanto atribui-me a culpa do acidente, não considerando que o condutor do veículo A teve conduta negligente e devia ter-se previamente certificado de que podia abrir a porta do veículo que conduzia sem perigo para ele próprio e para o tráfego.Assim sendo baseando na Tabela Prática de Responsabilidade, Código de estrada e nas fotos dos veículos, rejeito 100% a culpa a que me foi atribuída e solicito o pagamento integral da indemnização

Encerrada

Pedido de Reabertura de Processo de Acidente de Trabalho

Excelentíssimos Senhores,Venho por este meio pedir esclarecimentos sobre o pedido de reabertura do processo de acidente de trabalho, uma vez que ainda não obtive nenhuma resposta da vossa parte.Na sequência de um acidente de trabalho foi-me dada alta médica sem que a seguradora Generali - Companhia de Seguros tenha permitido a realização de exames, nomeadamente ressonâncias magnéticas à coluna cervical e à coluna lombar, prescritas pelo médico ortopedista que me observou. Para além de não autorizar a realização dos exames, transferiu-me para outra unidade hospitalar onde me foi dada alta sem sequer ser observada. No entanto, mesmo sabendo que ia ter alta e que a seguradora não considerava esta situação como acidente de trabalho, realizei uma TAC à coluna lombar apesar de a minha queixa principal ser na zona da coluna cervical e pescoço. O médico aconselhou-me a procurar a minha médica de família por não conseguir conduzir e por não estar com capacidade para voltar ao trabalho. Através da minha médica de família realizei uma TAC à coluna cervical que acusou lesão e, com base nesse exame, mandou-me realizar a ressonância que tinha sido prescrita pelo médico ortopedista. Desde a alta médica (a 16 de Agosto) que continuo em casa, com dores, a tomar medicação e sem capacidade física para fazer a minha rotina normalmente. Considero, portanto, que o meu processo seja reaberto e que as responsabilidades sejam assumidas.Quanto ao facto de a seguradora alegar que esta situação que aconteceu no decorrer das minhas funções laborais não ser considerada um acidente de trabalho, informei-me junto das entidades competentes. Segundo as mesmas, o sucedido é efectivamente um acidente de trabalho, visto que aconteceu no local e no tempo de trabalho e produziu lesão corporal de que resultou uma redução da capacidade de trabalho.Aguardo uma resposta.Cumprimentos,Andreia Bragança

Resolvida

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