Reclamações públicas
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SINISTRO NÃO PAGO
Exmos Senhores, Na data de 07/02 sofri uma inundação em minha cave devido as chuvas na região de Cascais. Após contatar meu seguro, recebi a visita do perito que prontamente enviou o relatorio de vistoria. Na data de 16/03 aprovei o valor sinistrado e enviei o de acordo assinado com meus dados bancarios - IBAN para deposito. Desde entao aguardo o crédito em conta sem sucesso. Tento contato por telefone, email e app, porém não recebo nenhuma posição de status.
Sinistro casa
“Exmo. Senhor ou Senhora, Fidelidade Seguradora. Meu nome é Ruben Martins Venho apresentar uma reclamação relativa ao meu processo de seguro, decorrente do acidente na tempestade Cristin, ocorrido a 28 de janeiro. Já enviei orçamentos e documentos, mas até hoje não recebi resposta. Informaram que a gestora me contactaria, mas não recebi qualquer chamada e sempre que vos contacto dizem que não conseguem estabelecer a chamada com a gestora.Solicito urgência no tratamento até 3 dias , uma vez que os danos na minha casa são visíveis. Apólice: MR6208803. Agradeço uma resposta célere.”
Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357
Reclamação Formal contra Fidelidade – Processo 22MR060357 Venho apresentar reclamação formal contra a seguradora Fidelidade relativamente à gestão do processo de sinistro n.º 22MR060357, decorrente dos danos causados pelas tempestades ocorridas entre janeiro e fevereiro de 2026. O sinistro refere-se à avaria e queima do sistema de ar-condicionado da minha habitação, causada por sobretensão/interrupções elétricas verificadas durante as tempestades. Toda a documentação técnica, relatórios e orçamentos foram devidamente enviados à seguradora. No entanto, após meses de demora e falta de acompanhamento, a Fidelidade procedeu ao pagamento parcial de apenas 2.233,92€, valor que não corresponde aos prejuízos reais apresentados e comprovados documentalmente. Os próprios documentos enviados à seguradora demonstram claramente que: * O orçamento dos equipamentos ascende a aproximadamente 2.747,72€; * Existe ainda um valor estimado de cerca de 1.000€ relativo à mão de obra de instalação; * Os custos totais necessários para reposição do sistema ultrapassam largamente o montante pago pela Fidelidade. Apesar disso, a seguradora decidiu encerrar/concluir o processo sem pagar a totalidade dos valores reclamados e sem apresentar qualquer explicação clara ou fundamentada para a exclusão da mão de obra e restantes custos técnicos. Questiono: Como pode a Fidelidade considerar um processo resolvido pagando apenas parte do equipamento e ignorando totalmente os custos obrigatórios de instalação e montagem? Quem suportará esses encargos necessários para repor o sistema em funcionamento? Além da questão financeira, a situação agravou-se pela completa falta de contacto e acompanhamento por parte da gestora do processo, Ana Matos. Desde terça-feira, dia 26 de maio, tentei inúmeras vezes obter esclarecimentos diretamente junto da Fidelidade: * Liguei mais de 10 vezes para a seguradora; * Solicitei repetidamente contacto da gestora; * Nunca me foi passada a chamada; * Nunca obtive retorno; * Enviei diversos e-mails sem qualquer resposta. Considero absolutamente inadmissível que um cliente fique impossibilitado de contactar a responsável pelo seu processo, especialmente numa situação em que existem valores claramente em falta e um processo encerrado indevidamente. A atuação da Fidelidade demonstra falta de transparência, ausência de apoio ao cliente e incumprimento do dever de acompanhamento e informação. Solicito: * Revisão imediata do processo; * Pagamento dos valores efetivamente em falta; * Esclarecimento formal sobre os critérios utilizados para exclusão da mão de obra; * Contacto urgente por parte da gestora responsável ou de outro responsável competente. Caso a situação não seja resolvida rapidamente, reservarei o direito de avançar com participação junto da ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões e demais entidades competentes. Obrigada
Demora na decisão pós peritagem
xmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à gestão do sinistro participado no dia 26 de fevereiro, no âmbito do meu seguro multirriscos habitação. A participação foi efetuada devido a uma infiltração de água proveniente da minha habitação, que está a afetar a fração do vizinho. Devido a esta situação, encontro-me impossibilitada de utilizar qualquer ponto de água na minha casa, incluindo torneiras e descarga do autoclismo, o que representa uma situação extremamente grave e urgente. Já dei conhecimento que estou numa situação especialmente urgente visto estar gravida de quase 8 meses e não termos qualquer previsão de uma resposta da parte da seguradora. Após insistência da minha parte, a peritagem foi finalmente realizada no dia 26 de março. Nessa ocasião, o perito concluiu ser necessária uma intervenção de procura destrutiva, nomeadamente a abertura de parede na habitação do vizinho. Na hora não foi feita a intervenção necessária visto ser necessária indicação da parte da seguradora de que se poderia avançar com a procura. Aguardei a chamada da seguradora, no entanto não fomos contactados. Desde então, tenho tentado obter esclarecimentos junto dos serviços de apoio ao cliente, abri uma reclamação na segurada e no livro de reclamações todas sem resposta até agora. Contactei telefonicamente por diversas vezes e, em todas as ocasiões, foi-me indicado um prazo de 48 horas para resposta, o qual nunca foi cumprido. Até à presente data, continuo sem qualquer contacto ou indicação concreta sobre a resolução do problema.
Reclamação sobre o processo 26MR034239 - Danos da tempestade Kristin
Boa tarde, venho por este meio apresentar uma reclamação sobre o processo de sinistro 26MR034239 em que consiste em danos no telhado da minha casa resultantes da tempestade Kristin. Escrevo esta reclamação em nome da minha esposa que é a titular do seguro. Assim que soube dos danos abri um pedido de sinistro pela APP da fidelidade e que remeti as fotos dos danos no inicio do processo e passado pouco tempo liguei para esclarecer uma duvida sobre o IBAN que estavam a pedir para enviar. posto isto também perguntei nessa chamada se era preciso enviar novamente as mesmas fotos dos danos que já tinha enviado inicialmente, tendo sido informado que não seria necessário. então com essa informação enviei a restante informação que pediam(certidão predial, orçamento de reparações e comprovativo de IBAN). passado 2 semanas sem resposta fui fazendo ligações para a linha de apoio para saber o porque de estar a demorar tanto uma resposta ou se era necessário mais alguma informação da nossa parte. E percebo que devido á tempestade deviam ter bastante trabalho mas passado quase 1 mês e meio sem resposta e com pedidos de contacto pela parte do apoio telefónico á gestão para contactarem conosco (clientes) deparo me que na manha de 23 de abril cancelaram o meu processo de sinistro sem nenhuma justificação e sem nenhum contacto da parte da seguradora. Depois desta triste noticia liguei (outra vez) para a linha de apoio que não me souberam dizer o porque de me terem cancelado o processo. Venho a saber numa das ligações que ando a fazer diariamente para a linha de apoio que cancelaram o processo por falta de fotos dos danos, sendo que enviei as fotos no inicio do processo e frisei que as fotos estavam sempre lá no inicio do processo e perguntei em todos os contatos se era preciso enviar outra vez e disseram sempre que não era preciso. Sendo que as chamadas são gravadas podem comprovar esta informação. Venho por favor pedir ajuda para reabrirem o processo e eu poder arranjar os danos. Atentamente JR
SINISTRO NÃO PAGO
Exmos Senhores, Na data de 07/02 devidos as chuvas em Cascais , minha cave inundou. Dessa forma solicitamos a vistoria do perito para avaliar os danos ocorridos no edifício e conteúdo. Após a visita recebemos valores possiveis de credito para cobrir as despesas de reparo. Na data de 18/03 enviamos os dados bancários e de acordo com proposta. Desde então tento contato por email e telefone sem sucesso. Restando essa a unica maneira de obter uma resposta
Recusa de responsabilidade (Fidelidade))
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio dessa entidade na resolução de uma situação relacionada com um sinistro automóvel, no âmbito do processo n.º 26AA030602/081, envolvendo o meu veículo, um Volkswagen Passat com matrícula 39-LQ-60. Após o acidente, em que o meu veículo se encontrava devidamente estacionado e foi atingido por uma viatura em manobra de marcha-atrás, foi realizada a respetiva peritagem por parte da seguradora Fidelidade. Importa referir que estive presente no momento da peritagem e alertei expressamente para a existência de ruídos no veículo, bem como para a intensidade do embate, confirmada por testemunhas que relataram que o veículo chegou a deslocar-se com o impacto. Solicitei, inclusivamente, que fosse efetuada uma verificação mais aprofundada da componente mecânica, o que não foi considerado, tendo essa possibilidade sido desvalorizada. O processo de reparação revelou-se moroso, tendo decorrido cerca de um mês até à chegada das peças à oficina SOAUTO de Carnaxide. Após esse período, o veículo foi finalmente reparado e entregue. Contudo, no momento do levantamento da viatura, verifiquei que o ruído anteriormente reportado se mantinha, evidenciando que a reparação efetuada não tinha resolvido integralmente o problema. De imediato, tentei contactar quer a oficina quer a seguradora, tendo enviado comunicações formais a ambas as entidades. Posteriormente, solicitei uma nova avaliação, tendo enviado à SOAUTO e à Fidelidade um pedido de reavaliação da situação, acompanhado de um orçamento da oficina independente Feu Vert, onde foi identificado o problema na pendural da barra estabilizadora, localizada precisamente na zona do embate. Apenas a SOAUTO respondeu, informando que a intervenção realizada se limitou às indicações da seguradora, tendo sido autorizada apenas a reparação da carroçaria (para-choques), não abrangendo qualquer componente mecânica. A seguradora Fidelidade não apresentou qualquer resposta até à data. Perante a ausência de resposta e a necessidade de utilizar o veículo, vi-me obrigada a proceder à reparação por minha iniciativa, suportando integralmente o custo da mesma. Considero que a situação resulta de uma avaliação incompleta dos danos no momento da peritagem, uma vez que os sinais de possível dano mecânico foram por mim devidamente reportados desde o início. Assim, pretendo que a seguradora Fidelidade assuma o pagamento do valor correspondente à reparação efetuada, por se tratar de um dano diretamente relacionado com o sinistro. Face ao exposto, venho solicitar o apoio da DECO no sentido de: Mediar esta situação junto da seguradora; Apoiar na obtenção do ressarcimento do valor despendido; Orientar sobre eventuais diligências adicionais a adotar. Encontro-me disponível para facultar toda a documentação comprovativa, incluindo fotografias, testemunhos, comunicações trocadas, orçamento e fatura da reparação efetuada. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e aguardo orientação. Com os melhores cumprimentos, A.M.
Indemnização não aceite
Exmos. Senhores, (Apólice n: MR65814172_Sinistro 26MR002426) Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativamente à decisão na sequência da participação de sinistro por mim apresentada, a qual não posso, de todo, aceitar, decisão essa que obtive via chamada telefónica. Com efeito, o dano verificado — consubstanciado na avaria da caldeira de aquecimento de águas— ocorreu na sequência direta de uma quebra generalizada de energia elétrica (apagão) na sequência de uma tempestade, facto totalmente alheio à vontade e responsabilidade dos tomadores do seguro. Assim, não se vislumbra qualquer fundamento válido para a recusa da cobertura, atendendo à natureza súbita e imprevisível do evento. Importa ainda salientar que o seguro de multirrisco e recheio, em vigor contempla cobertura para danos elétricos, pelo que a situação em apreço se enquadra claramente no âmbito das garantias contratadas. Nesta medida, não poderá essa seguradora eximir-se à responsabilidade de indemnizar os prejuízos verificados, uma vez que os mesmos resultam precisamente de um evento coberto pela apólice. Acresce ainda que, conforme resulta da vossa comunicação datada de 19/01/2026, foi expressamente referido que, caso não fosse prestada qualquer resposta à participação no prazo de 25 dias úteis, seria assumido por V. Exas. o pagamento da anuidade da apólice. Face ao exposto, e tendo em consideração o decurso do referido prazo sem resposta adequada ou fundamentada, importa igualmente clarificar o cumprimento desta obrigação por parte dessa seguradora. Nestes termos, solicito a reapreciação da decisão tomada, bem como que sejam ressarcidos os prejuízos decorrentes da avaria do equipamento aos tomadores do seguro. Requeiro ainda a devida fundamentação detalhada da posição assumida por V. Exas., caso mantenham a recusa. Reservo-me o direito de recorrer aos meios legais competentes caso a situação não seja devidamente regularizada. Aguardo a vossa resposta com a maior brevidade possível. Carlos Rodrigues
Indemnização Sinistro
Reclamação formal – Regularização insuficiente de sinistro - Apólice MR64789182-Processo MR64789182 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao processo de sinistro associado à minha apólice de seguro multirriscos n.º MR64789182 participado por mim na sequência de ocorrência verificada durante a primeira semana de fevereiro de 2026, na minha residência situada em São Paulo, Rua Principal N2 - 3360-030 CRV Penacova Conforme oportunamente comunicado, na sequência das tempestades que afetaram Portugal nesse período, bem como dos sucessivos cortes e reposições no fornecimento de energia elétrica, ocorreram danos em diversos equipamentos elétricos e eletrónicos, designadamente: - Motor do portão elétrico - Central GPRS do sistema de alarme - Sirene exterior do sistema de alarme - Bateria sistema alarme De acordo com os elementos técnicos disponíveis, tais danos resultaram de sobretensões e perturbações na rede elétrica, diretamente associadas às condições meteorológicas adversas verificadas. Sucede que, não obstante os prejuízos efetivamente sofridos e devidamente documentados, foi-me atribuída uma indemnização no valor de apenas 100€, montante esse que considero manifestamente insuficiente, desadequado e desproporcional face aos danos reportados e comprovados. Importa salientar que: - Os equipamentos danificados são essenciais ao funcionamento e segurança da habitação; - Foram apresentados (ou encontram-se disponíveis) orçamentos/relatórios técnicos que evidenciam custos de reparação/substituição significativamente superiores; - Não foi, até à presente data, apresentada fundamentação clara, detalhada e tecnicamente sustentada que justifique a limitação da indemnização ao referido montante. Neste sentido, venho solicitar: 1. A reapreciação integral do processo de sinistro; 2. A apresentação de fundamentação detalhada da decisão tomada, incluindo critérios de avaliação, eventuais exclusões contratuais aplicadas e cálculo do valor indemnizatório; 3. A revisão do valor da indemnização, de forma a refletir adequadamente os prejuízos efetivamente sofridos. Caso não seja apresentada uma resposta satisfatória no prazo legalmente previsto, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, designadamente a Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões, bem como a outras vias de resolução de litígios e defesa dos direitos do consumidor. Sem outro assunto de momento, aguardo a vossa resposta com a maior brevidade. Com os melhores cumprimentos, Maria Fátima Simões 938886785 sergiomiguelcarvalho1976@sapo.pt
Discordância com decisão de indemnização (sinistro n.º 26MR025390)
Exmos./as Senhores/as, No âmbito do processo de sinistro n.º 26MR025390, relativo a danos causados pela tempestade Kristin (28 de janeiro de 2026), venho por este meio apresentar reclamação relativamente à proposta de indemnização apresentada pela FIDELIDADE - Companhia de Seguros, S.A.. Em primeiro lugar, gostaria de referir que compreendo e aceito o enquadramento efetuado relativamente ao alpendre, enquanto estrutura não totalmente fechada, não contestando, por isso, a sua não inclusão como dano indemnizável. Contudo, não posso concordar com o mesmo enquadramento aplicado à garagem. A garagem em causa encontra-se fisicamente integrada e anexa à habitação principal, constituindo uma divisão funcional do imóvel, com acesso fechado por portão e delimitada por paredes estruturais. Trata-se, portanto, de um espaço que, no seu uso e configuração, corresponde a uma divisão fechada da habitação. A exclusão da garagem como divisão “não totalmente fechada” não reflete, no meu entendimento, a realidade construtiva do espaço, nem a sua função enquanto parte integrante do imóvel seguro. Acresce que a destruição da cobertura da garagem, provocada diretamente pela tempestade, originou danos adicionais, nomeadamente a exposição do sistema de motorização do portão elétrico, anteriormente protegido pela cobertura. Como consequência direta, o motor do portão ficou inutilizado, sendo necessária a sua substituição. Importa ainda referir que, nos documentos de peritagem, a exclusão se baseia na consideração de que existem “danos em divisões não totalmente fechadas”, o que, conforme acima exposto, não se aplica à garagem nos termos em que esta se encontra construída e utilizada. Adicionalmente, importa salientar que o presente processo se encontra em curso há um período já considerável, tendo a participação do sinistro sido efetuada no dia 6 de fevereiro de 2026, encontrando-nos já em meados de abril. Durante este período, as áreas afetadas permaneceram expostas, sem reparação das coberturas, o que tem contribuído para a progressiva degradação dos danos inicialmente verificados, nomeadamente pela ação da chuva, com consequências adicionais como a deterioração de componentes do sistema do portão da garagem. Acresce ainda que a proposta de indemnização e os documentos de peritagem apenas foram disponibilizados a 14 de abril, na sequência de um contacto telefónico por mim efetuado, o qual implicou um tempo de espera significativo, e após ter anunciado que avançaria com uma reclamação formal em várias plataformas, incluindo a DECO Proteste e a ASF – Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões. Face ao exposto, venho solicitar a reapreciação do processo de sinistro, com a inclusão da garagem enquanto divisão indemnizável, considerando a reparação da respetiva cobertura e dos danos diretamente decorrentes da sua destruição, nomeadamente a inutilização do sistema do portão elétrico. Manifesto total disponibilidade para colaborar numa eventual nova avaliação no local, caso considerem útil para uma melhor apreciação dos danos. Solicito, assim, a revisão da decisão no prazo máximo de 10 dias úteis, de modo a refletir de forma justa e adequada os prejuízos efetivamente sofridos, reservando-me o direito de recorrer aos meios de reclamação e defesa disponíveis caso não seja obtida uma resposta adequada dentro desse prazo. Junto anexo os orçamentos de reparação submetidos no âmbito deste sinistro. Sem mais de momento, apresento os meus melhores cumprimentos, A Segurada
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