Reclamações públicas

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Exmos. Senhores do Centro de Gestão de Reclamações da Fidelidade,

Dados do processo: Seguradora: Fidelidade Número do processo de sinistro: 26AA217443/002 Número da apólice: 756403794 Matrícula da viatura: 14-AO-97 Data do acidente: 01/09/2026 Na sequência do acidente, a Fidelidade considerou a viatura como perda total e comunicou que o valor da indemnização seria de 2.000,00 €, correspondente ao valor venal da viatura, de 2.200,00 €, deduzido do valor do salvado, de 200,00 €. A seguradora informou igualmente que aceitaria pagar 351,94 € relativos às despesas de transporte apresentadas, excluindo uma fatura anterior à data do acidente e recusando o pagamento de uma despesa de ginásio. Contudo, a Fidelidade limitou o período de reconhecimento das despesas de transporte a 19 de outubro de 2026, alegando que essa foi a data da comunicação definitiva dos valores relativos à perda total. O problema é que, até à presente data, não recebi qualquer pagamento, nem da indemnização pela perda total da viatura, nem das despesas de transporte já reconhecidas pela seguradora. Considero necessário esclarecer se é legítimo limitar o reconhecimento das despesas de transporte a essa data quando a indemnização ainda não foi paga e continuo a suportar as consequências da privação da minha viatura. Já apresentei uma reclamação junto da Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões (ASF), mas pretendo obter apoio adicional para defender os meus direitos enquanto consumidora. Assim, solicito à DECO PROteste: A análise da situação e o esclarecimento dos meus direitos perante a Fidelidade. A avaliação da legitimidade da limitação temporal das despesas de transporte, tendo em conta que ainda não recebi a indemnização. O aconselhamento sobre a possibilidade de reclamar as despesas de transporte suportadas após 19 de outubro de 2026. O apoio na contestação dos valores e das despesas recusadas pela seguradora, incluindo a despesa de ginásio, caso exista fundamento para o seu reembolso. A orientação sobre os meios adequados para exigir o pagamento dos montantes já reconhecidos pela Fidelidade. Posso disponibilizar o e-mail da seguradora, a documentação do sinistro, as faturas das despesas de transporte e os comprovativos das reclamações já efetuadas. Agradeço a vossa atenção e aguardo as vossas orientações sobre os próximos passos a seguir. Com os melhores cumprimentos, Paloma Sousa

Em curso

SINISTRO CASA - MAQUINA DE LAVAR ROUPA - 3 MESES E SEM SOLUCAO

FAZ 3 MESES QUE ESTOU COM A MÁQUINA DE LAVAR AVARIADA E A ESPERA DE UMA SOLUCAO POR PARTE DA SEGURADORA QUE NEMRESPONDE NADA. FOI FEITA A PERÍCIA LOGO QUE ABRI O PROCESSO EM JULHO DESSA ANO, APÓS ISSO JÁ LIGUEI DIVERSAS VEZES E COBREI RESPOSTA E ATÉ HOJE NADA. VENDEM UM SERVIÇO QUE NÃO ENTREGAM E COBRAM CARO POR ISSO. COMO PODE??? TINHA FEITA UMA RECLAMACAO PRIVADA POR AQUI, MAS AGORA SERÁ PÚBLICA PARA ALERTAR AS PESSOAS SOBRE O SERVIÇO E COBERTURA DESSA SEGURADORA.

Em curso

Fidelidade - Danos agravados por fuga de água não resolvida após intervenção inicial

Venho manifestar publicamente a minha insatisfação com a atuação da Fidelidade numa situação de fuga de água proveniente da habitação do vizinho do primeiro andar, que está a causar danos cada vez mais graves na minha casa, situada no rés-do-chão. A situação foi comunicada ao vizinho a 29 de agosto, tendo ele contactado a Fidelidade nessa mesma semana. No dia 3 de setembro, foi feita uma vistoria técnica pela Fidelidade à minha casa, onde foram tiradas fotografias, nomeadamente às casas de banho, devido à água a cair do piso superior. No dia 21 de setembro, foi realizada uma intervenção na casa do vizinho, onde se encontra a origem da fuga. No entanto, essa intervenção não resolveu o problema, pois a água continuou a infiltrar-se na minha habitação, agravando significativamente os prejuízos ao longo do tempo. Inicialmente, apenas as casas de banho estavam afetadas, mas atualmente a situação já atingiu também a cozinha e a garagem. Neste momento, os danos são preocupantes: Casa de banho da suíte: infiltrações intensas, água a escorrer pelos azulejos e do teto, começando já a danificar os móveis. Quarto: durante o dia e noite não consigo controlar a quantidade de água que entra, o que tem provocado levantamentos e danos no soalho. Casa de banho principal: teto a pingar, água a escorrer pelos azulejos e azulejos manchados. Cozinha: presença de água e infiltrações visíveis. Bens pessoais: várias toalhas ficaram completamente encharcadas e danificadas. Garagem: a água já chegou à garagem, formando uma poça que causou danos em dois veículos. Considero inadmissível que, desde 21 de setembro, a situação se mantenha sem uma solução eficaz, permitindo o agravamento constante dos danos. Até ao momento, a única resposta por parte da Fidelidade tem sido que o processo está "em análise". Gostaria de salientar que também sou cliente da Fidelidade, mas nesta situação estou na posição de terceiro lesado, pois não fui eu a acionar o meu seguro. Os danos resultam de uma fuga originada na casa do vizinho, situação que já foi participada à Fidelidade. Tendo em conta a gravidade e evolução dos prejuízos, exijo uma intervenção urgente para eliminar definitivamente a origem da fuga, uma avaliação completa dos danos já ocorridos e uma resposta concreta sobre a reparação necessária. Espero que a Fidelidade assuma responsabilidade na gestão deste processo, apresentando uma solução rápida e eficaz, para evitar o agravamento de uma situação já insustentável.

Em curso

Reajuste de 78% da mensalidade

Caros, Boa tarde. Sou cliente Fidelidade Pets há vários anos e, ao longo desse período, os reajustes anuais da minha apólice nunca ultrapassaram os 3 € mensais. Por esse motivo, fiquei extremamente surpreendida ao verificar que, este ano, o valor da mensalidade sofreu um aumento de aproximadamente 78%, passando de 28 € para 50,61 € por mês. Perante esta situação, entrei em contacto telefonicamente com a Fidelidade para obter esclarecimentos. No entanto, a colaboradora que me atendeu não soube apresentar uma justificação clara ou fundamentada para um aumento tão expressivo. Face à falta de esclarecimentos, apresentei de imediato uma reclamação através do Livro de Reclamações. A resposta recebida revelou-se pouco clara e insuficiente. Solicitei esclarecimentos adicionais, mas desde 11/09/2026, apesar dos vários contactos e follow-ups efetuados, continuo sem qualquer resposta por parte da Fidelidade, conforme pode ser comprovado pelo histórico de emails anexado. Adicionalmente, importa referir que, ao contrário do que foi indicado na resposta recebida, nunca me foi enviado qualquer aviso ou comunicação prévia relativamente a este aumento de 78%, nem por email nem através da área de comunicações da aplicação Fidelidade. Em anexo segue igualmente um screenshot da minha área de cliente, onde se pode verificar a inexistência de qualquer comunicação nesse sentido. Considero este aumento manifestamente desproporcional e potencialmente abusivo, sobretudo tendo em conta a sua dimensão e a ausência de uma comunicação prévia clara e transparente. Apesar de permanecer sem explicações satisfatórias, fui entretanto obrigada a suportar o pagamento do novo valor da mensalidade. Acresce ainda que o apoio ao cliente da Fidelidade tem sido extremamente insatisfatório, quer por telefone quer por email. Sempre que necessito de solicitar reembolsos, os tempos de espera rondam, em média, os 10 dias, e em diversas situações ultrapassam esse prazo. Desta forma, solicito a vossa intervenção no sentido de avaliar se este aumento é devidamente fundamentado e compatível com as obrigações legais e contratuais aplicáveis, bem como de confirmar a sua legitimidade. Com os melhores cumprimentos, Carolina Bueno

Em curso

Resulusao do problema

Ola pedi uma acistencia na italia na sexta feira a noite, nos deixarao no hotel e a carrinha ia para a oficina reparar ficaria pronta na segunda feira, e ate agora nao esta pronta deixarao xe pagar o hotel temos que pagar nos, me sinto aqui abandonado sem saber que fazer

Em curso

Reclamação Resolução Sinistro

NIF: 265152500 Data nascimento: 13/07/1996 Cód. Postal: 4990-655 Apólice Nº: MR66328376 Boa tarde, Venho por este meio expressar o meu descontentamento com o tratamento que está a ser dado ao sinistro que abrimos no dia 24/08/2026. Foi feita peritagem no dia 28/08/2026 e após isso NUNCA mais recebemos atualizações do sinistro. Todas as semanas sou eu que ligo uma ou duas vezes por semana com a linha de apoio para tentar perceber se há novidades sobre o sinistro e a resposta é SEMPRE A MESMA: os gestores não estão a atender, não estão a dar resposta aos sinistros e eu continuo sem placa e forno para cozinha. Neste momento o que me tem safado, a mim e ao meu noivo, é a boa vontade de familiares que nos têm ajudado. Esta situação está completamente insustentável. Todos os meses é cobrado certinho o valor do seguro para que exatamente quando temos infelicidades como a que nos acontecem termos uma alternativa para nos ajudar a resolver a situação. Neste momento está exatamente a acontecer o contrário, não está a ser ajuda nenhuma, mas o seguro continua a ser cobrado. Solicito ajuda na resolução deste problema pois já esgotei todas as minhas opções de reclamação viáveis. Obrigada.

Em curso

Fidelidade - Comparticipação Sinistro

Boa tarde, gostaria da v/ ajuda para o seguinte. Este NIF é do condomínio onde resido e do qual sou administrador. No passado mês de março, houve todas aquelas enxurradas, que nos inundou o poço do elevador do nosso prédio. Alguns equipamentos avariaram e chamamos a manutenção da OTIS que fez o que tinha que fazer. O custo total foi 1,500€ + IVA = 1,845€. Apresentei toda a documentação anexa à Fidelidade em Abril e responderam-nos agora com 453,30€ de comparticipação de sinistro. Na verdade, nas condições particulares anexas dizem que não tem franquias em caso de inundação e que pode ir até ao total do valor do seguro. Podem ajudar-me a esclarecer esta situação? Obrigado

Em curso

Demora na avalição de processo de ativação de seguro

Exmos. senhores, No inicio do verão tivemos um problema de infiltrações vindo do andar de cima. O seguro do dono do apartamento era da Fidelidade - Companhia de seguros .S.A. Veio o perito do seguro e o processo ficou com o registo 26MR079804. Isto no inicio de julho. O teto da nossa casa de banho ficou bastante danificado, o espelho por cima do lavatório caiu, o armário por baixo do lavatório ficou seriamente danificado e junto com o lavatório descolaram-se da parede, ainda não caíram. A companhia foi contactada por e-mail, sendo os mesmo devolvidos ( não foram entregues). O e-mail foi fornecido pela companhia quando contactada para o e-mail geral. Foram feitos telefonemas sempre com a informação de que o processo estava para análise. Informação que nos foi dada na semana passada já com dois meses passados sobre o sucedido. Gostaria de saber se não existe um prazo limite para a avaliação dos processos, sendo que a casa de banho está a degradar-se de dia para dia e o seu uso é limitado.

Em curso

Seguro vida, falta devida rectificação da prestação mensal acordo com capital em dívida em cada ano

Exmos Senhores Venho por este meio e através da minha associação pedir urgentemente a regularização do montante que me têm cobrado a mais por falta do cumprimento da obrigação da entidade bancária fornecer a V.Exas todos os anos o valor do capital em dívida para a respectiva rectificação do valor mensal que como disse me/nos é devido por lei, decreto 222/2009. Sabem V. Exas muito bem desta situação, porque é de lei e se não receberam, devem fazer o pedido á entidade bancária ou atraves do vosso cliente, porque sendo necessário e de lei, não devem, porque o sabem perfeitamente, que a lei o exige e se não for cumprido o vosso cliente é bastante lesado financeiramente. É o caso á mais de 25 anos que V.Exas não o fazem e ainda vieram a subir o montante da prestação. V. Exas poderão ter bons recursos, os vossos clientes, como eu, não certamente. Estamos a falar ai dia de hoje a milhares de euros. Por isso, e em conformidade com a lei, e ser ressarcido dos montantes que estou lesado financeiranente já há muito tempo, pedi á entidade bancária o extrato dos valores em dívida no final de cada um dos anos dos último 25. Para, como a lei o refere, me serem ressarcidos os valores cobrados indevidamente. Pelo que atrás disse, ainda se torna mais grave, que V. Exas tenham colocado á cobrança no dia 01 a prestação de quase 54 € por os 7000€ de capital em dívida e, ou não haver boa cobrança, não voltaram, como o fizeram vastas vezes, a colocar á cobrança pois só previsiono a conta ao dia 05 altura em que as prestações do crédito caiem. Nem mesmo sei porque é que a entidade bancária não fez o pagamento, já o fez algumas vezes, e sabem o meu histórico. Tanto mais que a data de cobrança de V. Exas original, não era o dia 01, mas penso que o dia 03, se não estou engano. Assim V.Exas tomam a atitude, mesmo devendo-me muito dinheiro indevidamente cobrado, como é claro, de não colocarem novamente a pagamento a prestação, situação que o fizeram várias vezes e tudo correu bem. Anularam a apólice unilateralmente, quando o valor recebido é muito superior ao devido. Já receberam em 345 prestações cerca de 18000€. Só devo ao banco 70000€ o que contrasta claramente com os 18000 recebidos. Já pedi ao banco o extrato da dívida em cada ano dos últimos 25 para V. Exas me fazerem a devida rectificação e externo dos milhares de euros recebidos a mais até esta data. Peço a ajuda dos serviços jurídicos da DECO, pois empresas como a vossa e o Millennium sabem que estamos desprotegidos e fazem tudo o que entendem com atropelos á lei sem respeito pelos vossos clientes. SiM, VOSSOS CLIENTES Aguardo resolução urgente e reposição devida da apólice mas com o valor mensal cobrado em consonância com o montante em dívida. É mesmo muito urgente que está situação seja rapidamente regularizada, por todos os motivos expostos e porque estão claramente em falta com a lei. Apresento os meus respeitosos cumprimentos Norberto Reis Associado DECO Contribuinte n° 106238728 Cumprimentos.

Resolvida

Demora na resolução de sinistro, falta de assistência e alegado tratamento discriminatório

**Assunto: Demora na resolução de sinistro, falta de assistência e alegado tratamento discriminatório** Apresento reclamação contra a Fidelidade pela gestão do sinistro ocorrido em 25 de julho de 2026, processo n.º 757005667, relativo à viatura de matrícula 03-QU-07, cuja responsabilidade foi assumida pela seguradora da outra parte, UNA Companhia de Seguros. A viatura foi encaminhada para a oficina Valcar, escolhida exclusivamente pela proximidade da minha residência, em Valença do Minho, sem que tivesse qualquer relação prévia com a mesma. Desde o início, verificaram-se problemas no acompanhamento da peritagem. O perito iniciou a inspeção e o registo fotográfico sem a minha presença, apesar de a Fidelidade me ter informado de que deveria estar presente. Considero que a sua abordagem foi desrespeitosa e contrariou o acompanhamento que me havia sido comunicado. As autorizações de reparação foram sendo concedidas de forma faseada, obrigando-me a contactar repetidamente a seguradora e a solicitar sucessivas prorrogações da viatura de substituição. A autorização relativa à caixa de direção exigiu várias intervenções minhas junto da gestora Neusa Pires, para que fosse considerado o relatório técnico da oficina. Após 37 dias de utilização de viatura de substituição, foi-me comunicado que a minha viatura estava pronta. Contudo, ao ser colocada em funcionamento, verificou-se que a caixa de velocidades não engrenava as mudanças, impedindo a circulação. Solicito o esclarecimento técnico desta avaria e das razões pelas quais foi indicada a conclusão da reparação quando a viatura permanecia imobilizada. Comuniquei a situação à Fidelidade. No contacto de 03/09/2026, a gestora informou-me de que aguardaria o parecer do perito. Entretanto, nas comunicações por WhatsApp com o meu marido, o perito associou a necessidade de esperarmos ao facto de sermos brasileiros. Dispomos das mensagens escritas que sustentam este relato. Segundo informação transmitida pela oficina.

Encerrada

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