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Alteração do condutor habitual
Entrei em contacto com a Fidelidade no dia 26 de Junho de 2020, numa tentativa de alterar o condutor habitual associado à minha apólice (N.º 755169716). Pediram-me que enviasse os dados do novo condutor, e eu, no dia 6 de Julho de 2020, tal como solicitado por parte da seguradora, assim o fiz. Sempre que tento contactar a Fidelidade via e-mail, eis a já tão comum resposta que recebo: Agradecemos o seu novo contacto. Informamos que o seu assunto já está ser analisado. Voltaremos ao seu contacto o mais breve possível. Ficamos ao dispor para qualquer esclarecimento.A nova condutora habitual ainda não se encontra assegurada, mas eu continuo a pagar. Será que esperam um acidente para não terem de a bonificar? Serviço horrível!
Cancelamento de Seguro
Venho por este meio exigir o pagamento de todas as mensalidades que me foram cobradas desde julho de 2019, relativamente à apólice nº 9666702.No dia 2019-04-30, enviei uma mensagem através da vossa plataforma (https://www.my.fidelidade.pt), a solicitar o cancelamento do seguro da respetiva apólice, conforme ponto 1, cláusula 12ª das Condições Gerais dos Seguros Multicare da Fidelidade. Sem qualquer resposta ao meu pedido, foi-me cobrado indevidamente todos os meses a mensalidade de um seguro já cancelado.Desta forma, exijo o reembolso de todos os pagamentos recebidos indevidos por vós.Seguem em anexo todos os documentos comprovativos dos pagamentos, vossos recibos e também o pedido do cancelamento do seguro da minha parte.
Recusa à aceitação da resolução do sinistro
Venho, por este meio, comunicar a V. Exas, o meu descontentamento com o desfecho do processo, referente ao sinistro do Seguro Multirriscos junto ao crédito habitação. Por ser uma apólice nova (tendo inicio a 13/Março/20) e por não saber que poderia existir o problema, a vizinha do andar de baixo veio se queixar e começou a ter repasses no teto da sua casa de banho, ao nível da sanita. Perante o sucedido, solicitei um perito. O perito veio no dia 2 de Junho e a primeira coisa que fez foi verificar o apartamento da vizinha, sem que eu dissesse nada. Vim a saber que o perito solicitou todos os documentos referentes ao apartamento da vizinha deixando-a desconfortável. Ao chegar ao meu apartamento, a primeira coisa que o perito disse foi que tinha uma apólice nova. Expliquei lhe o que se passava, que o repasse vinha da zona da sanita, mas o perito embirrou que o problema vinha da banheira ignorando por completo a sanita. A banheira está toda isolada à volta, pois se apontar o chuveiro directamente para o respirador e para a torneira da banheira (como o fez) certamente que vai cair água, mas como não tomo banho com o chuveiro apontado para esses dois sítios fica difícil o cimento que esta por baixo da banheira ficar molhado. Dessa maneira, constatou que o cimento ficava molhado, mas não chegou a tocar no cimento todo para verificar se realmente estava molhado não só da peritagem. Após o sucedido chamado vários canalizadores para pedir uma segunda opinião, e todos disseram que não existia problemas na banheira, o cimento por baixo está seco, apenas constataram que poderia ser da caixa sinfónica que está por baixo da banheira que faz ligação à sanita poderia ter uma fissura ou então as tubagens de água quente/fria que poderiam ter uma fuga a meio.Concluo, que ao ser transparente com o perito e sendo a minha primeira vez que solicito assistência através do seguro, que ambos (seguro e perito) agiram de má fé pelo facto: de ser uma apólice nova, por não se darem ao trabalho de verificar a casa de banho como deve ser, desde de verificar a caixa das tubagens como a sanita, pela omissão da segunda via do relatório da GEP, dos vários contactos telefónicos e email enviados a solicitar o relatório e uma justificação da recusa do sinistro, já para não falar na demora de resposta aos emails enviados para a linha de apoio. Referente às justificações, apenas souberam dizer que o relatório constitui peça interna do processo, sendo eu a interessada e por o imóvel ser meu é uma falta de transparência não entregarem uma cópia do relatório, por ser um direito meu saber a conclusão da peritagem a outra justificação, foi o facto de dizerem que só cobram situações futuras. Perante isto tudo, sendo um problema presente e futuro, pergunto me, para que serve pagar um seguro MULTIRRISCOS, se quando solicitamos ajuda são os primeiros a limpar as mãos. Valores mais altos falam por si… Como seguradora deixam muito a desejar nos vossos serviços.Ficarei aguardar uma resposta por escrito num prazo máximo de 8 dias, a contar da data que tomaram conhecimento desta reclamação, de forma para voltarem a reabrir o processo do sinistro e atribuírem uma solução que se enquadre melhor ao meu problema presente, antes que a situação se a grave mais. Mais informo, que peritagem novas referente a este processo não deveram ser cobradas.Agradeço desde já a vossa atenção dispensada, com os melhores cumprimentos.Marlene Santos
Aviso de estorno
Recebi um aviso de estorno ( Nr. 5110181199 ) com data de 11.12.2019 dizendo que iria ser transferido o valor de 9,09€ para a conta mencionada no aviso. A data prevista para liquidação era de 8 semanas. Estamos em Junho e não foi efetuado nenhum pagamento. Agradeço que me informem o motivo pela qual não efetuaram o estorno.
Cancelamento de Contrato
No dia 16 de Fevereiro comuniquei que estava a cancelar o contrato diretamente no site da empresa e nunca obtive resposta. Como cancelei o debito direto as cobranças futuras não se concretizaram. Entretanto a empresa segue a tentar efetua-las, ignorando o meu pedido de cancelamento.Não sei o objetivo disto estar desta maneira. E fico preocupado de a empresa estar a gerar debitos pendentes para mim. E queiram me cobrar de forma indevida. Pois eles que ignoraram o meu pedido.A solução do problema será eles efetuarem o devido cancelamento do meu contrato.Obrigado.
problema com estorno
Venho, por este meio, comunicar a V. Exa. que, após a renegociação do meu seguro multiriscos habitação, a companhia de seguros Fidelidade apresentou-me um aviso recibo com um valor superior ao que tinha sido acordado. Entrei em contacto e foi-me sugerido que pagasse o referido prémio, pois a empresa faria o estorno do valor pago a mais. Acedi a estas condições e, passados alguns dias, recebi na passada sexta-feira, dia 20 de março, o aviso de estorno N.º 0164599260 acompanhado da seguinte mensagem: Estimado Cliente, Informamos que vai ser transferido para a sua conta bancária abaixo indicada o valor do estorno mencionado neste aviso. Data prevista: 8 semanas sobre a liquidação do respetivo prémio. No entanto, caso exista algum valor em dívida à Companhia, este montante será retido para a respetiva liquidação..É precisamente pelo exagero de 8 semanas para pagamento do estorno que estou a apresentar esta reclamação. Acho que é um abuso e uma prepotência da companhia que se acha no direito de devolver aquilo a que tenho direito quando bem entende. Além disso ainda ameaça o cliente de não pagar o estorno caso este tenha algum valor em dívida.Com os melhores cumprimentos,João Alves
Fidelidade não cancela seguro multirriscos
Boa noite, No dia 24/02/2020, realizei a transferência do me crédito habitação, que se encontrava no banco CGD para o banco Millennium, após a culminação do processo, fui cancelar os seguros associados ao crédito habitação (recheio e multi-riscos), ao verificar na minha área de cliente que só tinha sido cancelado o seguro de recheio, liguei para o seguro (Fidelidade), a fim de verificar o porquê desta situação, eles alegam que não existe justa causa pelo facto de ter sido transferência do crédito habitação, no entanto, neste momento tenho contratado com a nova instituição financeira, um seguro multi-riscos na seguradora occidental, assim sendo, gostaria saber se esta posição manifestada pela companhia de seguros Fidelidade, encontra-se ajustada ao atual enquadramento legal em vigor. De referir que para o cancelamento dos seguros, foi entregue uma cópia da nova escritura, como solicitado pelos funcionários do banco CGD, sem nunca mencionar o impedimento de resolução de seguros que agora alega a Fidelidade. Ficando ao dispor para qualquer esclarecimento adicional, aguardo o vosso esclarecmento. Cumprimentos
Efatura
Venho por este comunicar que nao consigo validar as faturas do seguro de saude no efatura como despesas de saude.
Acidente de trabalho
Venho por este meio informar que encontro-me completamente desagradado com a forma como fui tratado pelos vossos serviços desde que sofri o acidente de trabalho dia 10-09-2019. Nesse dia dei entrada na urgência da hospital da Luz de Guimarães. Fui visto por uma médica de medicina geral, fiz raio X a ver se tinha algo partido e foi marcada consulta para médico do seguro nesse mesmo hospital. Fui atendido pelo ortopedista Paulo Carvalho, não vou chamar de doutor pois comigo não foi doutor foi sim um funcionário da seguradora apenas interessado na vossa parte estive 15 dias em casa retomo ao trabalho com incapacidade temporária parcial de 25%. Não aguentando de dores fui aos serviços clínicos da minha empresa que requesitaram que eu fosse reavaliado mais cedo, estive uma semana a trabalhar com dores mal conseguia apoiar o pé no chão, segunda feira seguinte sou chamado a tal consulta, a mesma com o mesmo ortopedista que diz isso não está inchado não sei do que se queixa, mas lá mandou fazer uma ressonância magnética. Passado uma semana volto de novo hospital já com a ressonância magnética pronta mandou fazer fisioterapia, 10 sessões. Estive então a fazer o tratamento na consulta antes de ir novamente ao ortopedista a doutora da clínica manda me retirar as canadianas para ir apoiando o pé no chão. Dia seguinte vou ao hospital e manda-me trabalhar com incapacidade temporária parcial de 20%. Trabalho dois dias e continuo com dores e cada vez mais a andar com o pé de lado de forma defensiva para me sentir o mais confortável possível. Ligo para a seguradora explico eles mandam ir ao hospital, fui mas tive de ir para a urgência pois o ortopedista não tinha vaga, nada fizeram a não ser marcar consulta para o ortopedista. Passam dois dias volto para a consulta e o ortopedista diz que tenho de aguentar até dia 14 de Novembro que não me vai alterar nada. Hoje fui lá, andei 2 semanas a trabalhar com dores sem puder desempenhar as minhas funções. Chego lá hoje após 5 minutos de silêncio perguntou me como eu estava (mais valia não o ter perguntado) e disse que iria receber alta. Se eu me sinto igual com dores a andar e mesmo parado as vezes dói me como recebo alta? Não tenho direito a ser tratado? Sinceramente não sei o que fazer pois não estou em condições de trabalhar e como já não tenho a incapacidade terei de me apresentar ao trabalho oara desempenhar as minhas funções a 100% coisa que sei que não vou aguentar.
Problema com seguro saúde MULTICARE
Ex.mos Senhores,No passado dia 23 de Janeiro, fiz um seguro de saúde com a Multicare através da Fidelidade. Com efeito, após vários contactos telefónicos, que certamente ficaram gravados, nos quais frisei que queria um seguro que me permitisse ter consultas de especialidade, serviço de atendimento permanente e exames com valores fixos para os meus filhos, pensando ter ficado esclarecida e com um seguro com essas vantagens, aceitei o acordo telefonicamente. Acontece que no dia 06 de Abril dirigi-me ao serviço de atendimento permanente do hospital da Cuf do Parque das Nações, no qual paguei pelo atendimento 76,56€ conforme comprovativo em anexo. Após o episódio liguei para a linha de clientes da Multicare, na qual me informaram que a apólice dos meus filhos, contrariamente ao que me tinham sido dito por telefone, informações essas essenciais para a formação da minha vontade em contratar o seguro, não continha a vantagem de ter um valor predeterminado nos serviços de atendimento permanente ou nas consultas de especialidade, e que afinal de contas, os valores variavam de “hospital para hospital”. Entretanto, nesta última chamada telefónica, de dia 6 de Abril de 2019, acabei por fazer uma reclamação telefónica, que resultou num novo contacto telefónico. Essa chamada terá ocorrido no dia 9 de Abril de 2019, na qual, reafirmaram tudo o que me havia sido dito na chamada telefónica que me convenceu a aceitar o seguro de saúde Multicare para os meus filhos. Ainda nesta chamada telefónica de dia 9 foi-me dito que me voltariam a ligar depois de falarem com a Multicare, o que ainda não fizeram. Ora, neste momento, foi-me proposto um Seguro, o qual foi por mim aceite, mas as condições que aceitei contratar nada têm que ver com a realidade experienciada até ao momento, nem às informações que a linha de apoio da Multicare me forneceu. Resumindo, sinto-me enganada. Posto isto, com muita pena minha, ou a situação é esclarecida e eu ressarcida com brevidade, ou irei pedir o cancelamento da apólice, pois não vejo nenhuma vantagem neste seguro e tenho outras seguradoras que já me ofereceram melhores propostas. Sem outro assunto de momento, subscrevo-me com os melhores cumprimentos,Marta Manuelito
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