Reclamações públicas

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Não pagamento indemnização por cancelamento voo

O voo 7627 de 14/09/2025 LIS-FNC foi cancelado por indisposição de um membro de tripulação. A nossa reserva continua 4 passageiros, sendo 2 menores (uma família). Referência Reserva: K9L51ZT Seguimos os canais próprios e solicitamos a compensação devida ao abrigo do Regulamento Europeu. Até à data, apenas o montante referente a um dos passageiros adultos foi aprovado e liquidado. O outro passageiro adulto após diversos contactos com o apoio cliente submeteu o pedido das mais variadas formas solicitadas (aparentemente o facto de ter um acento no nome serve de desculpa para o sistema e demais empresa constantemente boquearem). Mesmo com a forma como o apoio cliente indicou para preencher, recusaram novamente. Após uma série infindável de contactos, agora já por e-mail, foi indicado que para os passageiros menores deveriam ser enviados cópias CC. Tal foi efetuado e foi indicado que o pedido para os 3 passageiros seria processado. Após mais algumas semanas sem novidades, insistimos juntos do apoio ao cliente, o qual disse que realmente não era comum a demora e que iriam reforçar o pedido. Novamente, duas semanas passaram e continuamos na mesma situação, mais de 2 meses após o voo e sem respostas ou perspectivas.

Encerrada

Alteração de horário de embarque sem aviso

No dia do voo associado à reserva K9TNDTC, recebi um e-mail da easyJet às 01h09 da manhã, informando que o voo, inicialmente previsto para as 06h00, teria um atraso para as 07h00. Apesar dessa alteração, apresentei-me no aeroporto pelas 04h15, conforme o horário original. Nos painéis de informação constava que o voo tinha sido reagendado para as 07h00 e que o portão seria informado às 06h10. Por volta das 06h10, verifiquei novamente o ecrã e foi indicado o Portão 15. Desloquei-me de imediato até lá, mas ao chegar fui informado de que o embarque já estava encerrado. Disseram-me então que o voo tinha regressado ao horário original (06h00), mas a companhia não comunicou esta alteração em momento algum, nem por SMS, e-mail ou anúncio sonoro. Outros passageiros estavam na mesma situação, tendo igualmente perdido o voo pelas mesmas razões. Tenho provas documentais e um PDF com a reclamação apresentada por outro casal à DECO PROTESTE, sob o número 13663215, que relata exatamente o mesmo incidente (email anexo). Devido à falta de comunicação da easyJet, fui obrigado a comprar um novo bilhete no valor de 129 euros para o dia seguinte, assumindo custos que não me podem ser imputados. Posteriormente, apresentei uma reclamação formal diretamente à easyJet (ref: 199997856) ao abrigo do Regulamento (CE) n.º 261/2004, solicitando o reembolso do novo bilhete e a compensação legalmente prevista. A companhia respondeu informando que não efetuará qualquer ressarcimento, decisão com a qual discordo veementemente, por entender que houve falha grave de comunicação e incumprimento dos deveres de informação e assistência ao passageiro. Assim, apresento esta reclamação à DECO PROTESTE, anexando o e-mail da easyJet, o comprovativo do novo bilhete, o PDF de outro passageiro afetado e os restantes documentos de suporte, solicitando a intervenção da entidade para a reavaliação do caso e aplicação das medidas previstas no Regulamento Europeu EC 261/2004, incluindo reembolso e indemnização pelos transtornos causados.

Encerrada

Cancelamento de voo

Exmos. Senhores, Em 24/10/2025 dirigi-me ao aeroporto de Marrakech Menara para embarcar no vosso voo EJU6740 para Lisboa, aeroporto Humberto Delgado. Sucede que o voo cuja partida estava marcada para as 21h25, foi cancelado, só tendo os passageiros sido informados no aeroporto, e acabámos por embarcar noutro voo para Barcelona, no aeroporto de Barcelona El-Prat. Daí apanhámos então outro voo VY8460, só tendo chegado ao nosso destino final às 08h30 do dia 25/10/2025. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de €250,00 por passageiro, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Em curso

Entrada negada

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação relativa ao voo EJU7663, de Lisboa para o Luxemburgo, no dia 23 de outubro de 2025, referente à reserva KB8STLJ, em nome dos passageiros João Coelho e Maria Coelho. Descrição dos acontecimentos No hotel onde estávamos hospedados, o placard informava que o voo se encontrava atrasado para as 07h00. Chegámos ao aeroporto pelas 04h20 e, ao verificar o placard, constava que a porta de embarque seria atribuída às 06h15. Sentámo-nos a aguardar e, precisamente às 06h15, a passageira Maria João Coelho deslocou-se novamente ao placard, constatando com surpresa que este indicava “porta fechada”. De imediato, dirigimo-nos à respetiva porta, onde se encontravam dois funcionários identificados apenas pelos apelidos Mutengo e Varela. Quando solicitámos a identificação completa, uma das funcionárias escondeu o cartão, virando-o ao contrário, e recusou-se a identificar-se, o que consideramos uma atitude inaceitável. Chegámos à porta às 06h20, altura em que esta já se encontrava encerrada. Acreditávamos que ainda não tivesse aberto, uma vez que o horário de partida anunciado era 07h00. No entanto, a funcionária informou-nos de que as portas fecham 30 minutos antes da partida, o que não faz sentido, visto que estávamos lá 40 minutos antes. Posteriormente, fomos informados de que o voo teria sido inicialmente atrasado por falta de tripulação, mas que entretanto essa situação se resolveu e o embarque começou antes do previsto, sem que houvesse comunicação clara aos passageiros. Situação de outros passageiros Não fomos os únicos afetados — pelo menos mais três passageiros ficaram igualmente em terra (dois cidadãos brasileiros e uma cidadã portuguesa), todos presentes no aeroporto desde as 04h00 e nenhum de nós recebeu qualquer mensagem ou notificação da easyJet sobre alterações no horário ou no embarque. Considerações finais Acreditamos que houve falha grave de comunicação** e erro no controlo de embarque, uma vez que é altamente improvável que vários passageiros, devidamente presentes no aeroporto, percam o voo sem qualquer aviso. É provável que a equipa de embarque tenha encerrado a porta prematuramente e sem confirmar a presença de todos os passageiros. Solicitamos, assim, que esta situação seja devidamente analisada e que nos seja apresentada uma explicação formal e uma compensação adequada, conforme os regulamentos aplicáveis (Regulamento CE n.º 261/2004). Além do mais, fomos forçados a comprar voo para o dia seguinte. Com os melhores cumprimentos, João Coelho

Encerrada

Cancelamento de voo-Reclamação Compensação

Exmos. Senhores Infelizmente e porque não é a primeira vez que acontece, tive cancelamento do voo EJU7727 (Porto → Lyon) marcado para o dia 27 de setembro de 2025, com partida às 6:00 e com regresso a 29 de setembro de 2025. Eu e os restantes passageiros do mesmo bilhete fomos informados do cancelamento apenas 3 horas antes da partida, quando já estávamos no aeroporto. A companhia alegou no seu email de comunicação, "falta de visibilidade no aeroporto do Porto", como motivo do cancelamento. Apesar de todos os esforços que fizemos para poder comprar bilhete naquele dia noutra companhia e inclusive no aeroporto de Lisboa, não nos foi possível devido ao número de passageiros do grupo. Éramos 7! Para além dos valores que os bilhetes tinham a cada minuto que passava... eram cada vez mais astronómico, como já se previa. No balcão de entendimento pouco ou nada nos disseram. Zero alternativas... Apenas para usar a plataforma que nos dava um voo no dia seguinte ao final da noite. O que não era viável, uma vez que a viagem de regresso estava agendada para a segunda feira ao inicio da manha. Contudo, este episódio e as alegadas "circunstâncias extraordinárias" que tem vindo a ser um hábito nos cancelamentos da Easyjet não corresponde verdade. Fizemos reclamação para a companhia aérea, juntamos provas de que isso não era verdade e exigimos a compensação que nos é devida pelo sucedido. A resposta foi a mesma "restrições de controle de tráfego aéreo no Porto regularam substancialmente o espaço aéreo devido às condições climáticas adversas, o que resultou em longos atrasos nos voos, pois as aeronaves aguardavam os 'slots' de espaço aéreo para operar, às vezes por várias horas, o que significou que não tivemos outra opção a não ser cancelar seu voo. Tomamos medidas razoáveis para evitar atrasos e cancelamentos de nossos voos, mantendo tripulações substitutas e aeronaves sobressalentes disponíveis em nossa rede. No entanto, nessas circunstâncias, essas opções não teriam ajudado, pois seu voo foi cancelado devido a restrições do controle de tráfego aéreo. Contudo tal argumento é falso. Primeiro voo da manha Eu e os demais passageiros, confirmamos que outros voos da EasyJet e de outras companhias aéreas levantaram e aterraram normalmente no Aeroporto do Porto e em Lyon na mesma janela horária, pelo que não existiam condições meteorológicas que impedissem a operação do voo, como foi alegado. Não havia vento, nem nevoeiro Assim, expõe-se publicamente que o cancelamento não se enquadra nas chamadas “circunstâncias extraordinárias”. Ao abrigo do Regulamento (CE) nº 261/2004, exijo, com carácter urgente: -Reembolso integral da Compensação financeira por cada passageiro, conforme a distância do voo ida e volta e o - Reembolso de despesas adicionais razoáveis e comprovadas resultantes deste cancelamento (transporte de carro, aluguer de parque de estacionamento, reservas não utilizadas) — cfr anexei os respetivos recibos e confirmações, Número(s) de bilhete: S532, S533, S534, S535, S536, S537, S524, S525, S526, S527, S528, S529 Número de passageiros afectados: 7 Solicito que esta reclamação seja tratada com celeridade e que a easyJet proceda ao pagamento da compensação e ao reembolso das despesas. Não podem alegar "circunstâncias extraordinárias" quando as mesmas não existem. Como é que é possível que nesse dia, apenas a easyjet tenha cancelado o voo para lYon às 06:00 e as outras companhias tenham levantado à mesma hora normalmente, sem nenhum outro cancelamento? Não podem enganar os consumidores, nem oferecer preços competitivos se depois não se responsabilizam pelo não cumprimento das vossas obrigações. Falta de tripulação, problemas de aparelho, isso é outra conversa. Não me fico por aqui e como é meu direito, informo que já apresentei queixa à ANAC (Autoridade Nacional da Aviação Civil) e à entidade reguladora competente, bem como ao Centro Europeu do Consumidor. Ninguém nos paga os danos que estas situações têm na nossa vida pessoal. Muito menos quando injustificáveis. Irei até onde for preciso. E como eu, outras pessoas que sintam lesadas não devem desistir pelo cansaço ou pelas burocracias. Recorrer a meios legais, incluindo Tribunal de Pequenas Causas / acção judicial para indemnização por danos materiais e morais, é sempre uma opção. Agradeço a confirmação de recepção desta reclamação e a indicação do número de referência do processo. Com os melhores cumprimentos,

Encerrada

Compensação por cancelamento de voo

Exmos. Senhores, Em, 9-09-2025, dirigi-me ao aeroporto de Basel, Suiça, para embarcar no vosso voo, 7734, para, Porto. Sucede que o voo cuja partida estava marcada para as, 21,50h, foi cancelado, só tendo os passageiros sido informados no aeroporto, e acabámos por embarcar noutro voo para o Porto. Daí apanhámos então outro voo, 9734, só tendo chegado ao nosso destino final às, 9,10h, no dia seguinte 10-09-2025. Significa isto que o atraso excedeu mais que 3 horas, pelo que tenho direito a uma indemnização de 250€ x 2 passageiros, total, 500€, de acordo com as regras de transporte aéreo sobre atrasos nas viagens aéreas. Exijo que me paguem este valor o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Agostinho Santos

Encerrada

Cobrança extra bagagem

Reclamação e pedido de reembolso – cobrança indevida por bagagem de mão no voo EasyJet de 26/08/2025 No passado dia 26 de agosto de 2025, embarquei com a minha família no voo da EasyJet com partida do Aeroporto do Porto e destino a Porto Santo, adquirido através da plataforma eDreams em 3 de abril de 2025. O voo incluía, conforme anunciado, a possibilidade de transportar uma mala de mão com as dimensões máximas de 45 x 36 x 20 cm incluindo rodas e pegas, tal como indicado no próprio site da EasyJet. Para garantir o cumprimento rigoroso das regras, adquiri previamente três malas com dimensões de 35 x 20 x 45 cm, comprovadas por documentação do vendedor Loja Action. Contudo, à porta de embarque, fui impedida de prosseguir sem pagar uma taxa extra de 58€ por mala total de 174€, sob o argumento de que as malas não entravam completamente no molde metálico disponibilizado para aferição. Apesar de ter solicitado a medição com fita métrica para comprovar que as malas estavam dentro das dimensões permitidas, este pedido foi ignorado. Além disso, não foi apresentada qualquer explicação objetiva sobre as medidas do molde utilizado, nem me foi entregue um recibo referente ao pagamento exigido no local. A funcionária admitiu que, na sua opinião, a bagagem poderia passar, mas que, na presença da supervisora, era obrigada a aplicar a taxa. Também me foi recusado o contacto direto com a supervisora, que se encontrava a poucos metros. As dimensões das malas respeitam integralmente os limites divulgados pela companhia; O molde utilizado parece não corresponder exatamente às medidas máximas anunciadas, tornando impossível a introdução de uma mala que esteja no limite exato das dimensões permitidas; A prática de selecionar aleatoriamente passageiros para validação da bagagem cria desigualdade de tratamento e falta de transparência; Desde 17 de agosto de 2025, encontra-se em vigor o regulamento europeu que proíbe a cobrança por bagagem de mão com dimensão até 100cm.

Resolvida

Cobrança de taxa de bagagem

Exmos Senhores, Bording Pass S591; S592; S593 e S594 De forma extremamente arrogante e agressiva, fomos abordados (os 4 passageiros) por um funcionário da Easyjet na porta de embarque em Palma de Maiorca, no passado dia 06/09/25, a indicar de forma muito direta que as nossas bagagens de cabine teriam que ser objeto de um pagamento extra para as podermos levar. Indicamos que as mesmas cumpriam as medidas indicadas no cartão de embarque, ao que o qual ignorou. Quisemos pagar em dinheiro, declinou e "apontou-nos" o terminal de pagamento automático. Pedimos comprovativo fiscal do pagamento ao dito funcionário, o que ignorou, virando costas. Entendemos que fomos vitimas de uma situação ilegal, de uma extorsão clara, pelo que exige-se a devolução do valor cobrado (232,22€). Anexa-se o ticket do terminal de pagamento e os cartões de embarque.

Resolvida Pedido de intervenção à DECO PROteste

Cobrança indevida por babagem

Escrevo para apresentar reclamação formal pela forma como fomos tratados e roubados no aeroporto do Porto no voo para a Madeira, easyJet 7753. Éramos três passageiros. Pagamos 1 mala de porão com 19kgs e levamos 2 bagagens de mão. Ao entrar, fomos barrados pelo Sr . João Ferreira- EasyJet - embarque. Porque apesar de sermos 3 passageiros, tínhamos apenas 2 malas de cabine, que unicamente por causa das rodas, não cabiam na caixa de teste, mas cabiam perfeitamente sob o assento da frente - como podem ver nas fotos anexas, tiradas a bordo do avião do voo 7753. A reserva tinha o n. K93X8Q6. Mesmo explicando que tínhamos 2 pequenas malas para três passageiros com bilhete válido, foram totalmente insensíveis e obrigaram-nos a pagar €118! Este valor é totalmente injusto, incorreto e um roubo! Repito que fomos três passageiros com 2 pequenas malas! Exijo que este valor nos seja ressarcido na totalidade, as malas não incomodaram ninguém, voaram por baixo do assento da frente e não incomodaram ninguém. Sugiro que deem formação aos funcionários, pois não pensam nem ouvem , não querem saber do passageiro nem do seu conforto, apesar de serem chamados à razão pelo menos uma dezena vezes. Foi assistido por uma outra senhora que se recusou a ser identificada, pois sabia que o que estavam a fazer era incorreto. Foi mal educada, insensível e irrazoavel, bruta e ameaçando-nos de que não embarcaríamos. A seguir a nós embarcaram várias pessoas na mesma fila, com malas e mochilas que igualmente excediam o tamanho da caixa (e não eram só as rodas, como no nosso caso) e nada lhes foi dito. Porquê a discriminação? É deplorável que prestem um serviço destes e o bullying que nos fizeram!!! A supervisora foi conivente e incapaz de nos entregar documento com identificação fiscal. Exijo que nos devolvam este roubo que nos fizeram, fomos coagidos a pagar ou então não embarcávamos. Apos resposta já recebida da Easyjet, a refugiar-se nas medidas por mala, etc, etc, fica a nova resposta: Creio, contudo, que os Srs devem ter alguma dificuldade em fazer contas. 45 x 36 x 20 cm são 0,0324m3 * TRÊS bagagens/passageiros = 0,0972 m3 para os três passageiros. Nós levámos DUAS bagagens (e PAGÁMOS a terceira) = 0,07904. Assim, não só levámos a bordo MENOS volume do que aquilo que estava comprado nos bilhetes, como ainda levámos menos. Fica o registo, para a posteridade. Aproveito por vos dar os parabéns pelo elevadíssimo novel do vosso staff de terra, que teve esta atitude incompreensiva e discriminatória para connosco e nao para com variadíssimos outros passageiros que levavam bagagens bem maiores do que as nossas. Por último gostaria de lhe dar igualmente os parabéns, porque não obstante tudo aquilo que expliquei, permanece na vossa posição e acabou de perder para sempre três clientes (nem éramos assim tão maus clientes), por causa de um débito indevido de €118. Excelente Empresa com serviço de Excelencia!

Resolvida

Cancelamento de voo e falta de reembolso (Voo n.º 7722 – Orly → Porto, 27/07/2025)

Exmos. Senhores, No dia 27 de julho de 2025, tinha viagem marcada com a minha família no voo 7722, de Orly (Paris) para Porto, que foi cancelado pela vossa companhia. De imediato, dirigi-me ao balcão da easyJet, onde me foi confirmado o cancelamento, sendo-me indicado que a alteração só poderia ser feita através da aplicação móvel da companhia. No seguimento das instruções transmitidas pelos vossos colaboradores no aeroporto de Orly, iniciei o procedimento na aplicação da easyJet para alteração do voo, tendo inicialmente surgido como opção um voo da Iberia no dia 28 de julho, às 13h00. Contudo, no decurso da operação, o voo ficou esgotado e não foi possível concluir a alteração. Posteriormente, foi-me apresentada apenas a possibilidade de voo no dia 29 de julho, às 21h00, através da easyJet, opção que não era viável devido a compromissos profissionais e pessoais previamente assumidos. Face a esta situação, e após nova consulta aos vossos colaboradores no aeroporto, foi-me expressamente indicado que poderia proceder à reserva noutra companhia aérea e, em seguida, solicitar à easyJet o reembolso integral da viagem, bem como das despesas de estadia, alimentação e deslocações. Face à urgência, adquiri passagens na companhia Transavia para o dia seguinte, garantindo o regresso. Posteriormente apresentei o pedido de reembolso, tendo recebido comunicação da easyJet a confirmar apenas o pagamento das despesas de deslocação e alojamento, mas excluindo o reembolso da viagem, alegando que me teria sido oferecida transferência gratuita para o voo de 29/07/2025. Contudo, nunca concluí qualquer alteração via aplicação, nem aceitei qualquer transferência para outro voo. Pergunto: quem efetuou essa alteração em meu nome? Na minha aplicação não consta qualquer modificação de voo realizada por mim, e nunca me foi apresentada essa opção. Se a alteração foi, de facto, realizada pela easyJet, então a companhia deve assumir essa responsabilidade, uma vez que não foi solicitada nem confirmada por mim. Caso continuem a insistir que tal alteração partiu da minha iniciativa, solicito que apresentem prova concreta de que essa modificação foi feita através da minha conta pessoal, com registo de data, hora e IP associado. Assim, reitero que fui induzido a seguir o procedimento recomendado pelos vossos colaboradores, tendo atuado de boa-fé. Neste sentido, o não reembolso da viagem viola a legislação europeia aplicável. Regulamento (CE) n.º 261/2004 do Parlamento Europeu e do Conselho – Estabelece regras comuns de indemnização e assistência a passageiros em caso de cancelamento. Artigo 8.º, n.º 1, alínea a): o passageiro tem direito ao reembolso integral do bilhete no prazo de 7 dias, caso opte por não viajar em voo alternativo. O reembolso deve abranger o preço total pago pelo bilhete, para a parte não utilizada da viagem. Código Civil Português – Artigo 762.º – As partes devem agir de boa-fé na execução do contrato. Ao induzir o passageiro a adquirir novo voo e depois recusar o reembolso, a companhia viola o princípio da boa-fé contratual. Direito do Consumidor (Lei n.º 24/96) – O consumidor tem direito a ser ressarcido por serviços não prestados ou prestados de forma defeituosa. Deste modo, exijo: O reembolso integral do valor pago pelo voo cancelado (bilhetes easyJet); A confirmação, por escrito, de que não foi realizada por mim qualquer alteração de voo, esclarecendo quem efetuou a suposta substituição; Caso não obtenha resposta adequada no prazo de 15 dias úteis, reservo-me o direito de: Formalizar queixa no Livro de Reclamações Eletrónico; Apresentar denúncia junto da Autoridade Nacional da Aviação Civil (ANAC) e da Direção-Geral do Consumidor; Recorrer a tribunal ou mecanismos de resolução alternativa de litígios.

Resolvida

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