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Exigência de pagamento divida à Cofidis
Hoje, dia 12 de dezembro de 2024, fui contactada telefonicamente pela INTRUM. O assunto seria o perdão da dívida que tenho com a Cofidis (11808,01€) para 50% (5904€), sendo que o pagamento terá que ser feito até dia 16 deste mesmo mês. Se não o fizer, terei que entrar num acordo de pagamento mensal de 80€ renovável de seis em seis meses com duração de doze anos aproximadamente. Trabalho há 27 anos recebendo sempre o ordenado mínimo e vivo sózinha. Pedi à Cofidis para enviar para o meu email, a data do início do contrato, a data da última prestação paga e o valor da dívida até essa data, o extrato detalhado de todos os pagamentos efetuados até à última prestação paga. Informo que o montante pedido foi de 10000€ há 18 anos aproximadamente. Não percebo porque motivo, ao fim de tantos anos a INTRUM me contacta a exigir um valor superior ao que pedi, uma vez que a dívida estava quase liquidada. Porquê só agora? Porquê a INTRUM? Pergunto à Cofidis onde está a autorização de partilha dos meus dados com a INTRUM?
Alteração de Iban
Venho, por este meio, reclamar que venho a tentar alterar o Iban do contrato de crédito pessoal desde o ano 2022 com a empresa cofidis, e os mesmos nunca ajudarem nem resolveram a situação e comuniquei diversas vezes por Chat online, e fiz várias tentativas via online para alteração de Iban. Tem vindo a cobrar me em juros visto que fazem a tentativa de débito de uma conta que já não utilizo.
Anulação/Renúncia Cofidis Pay/Dossier 50000011096055 - Body Concept Santarém
Venho, por este meio, comunicar a V Exas. o seguinte: Adquiri um pacote de 20 sessões de Endo-massagem (dermoterapia) na Body Concept de Santarém (vosso parceiro), no dia 16/11/2023, foi-me sugerido fazer o pagamento faseado, tendo aderido a pagar através da Cofidis Pay (durante 12 meses, o que daria 55€/mês, a começar em 01/01/2024, (N.º da fatura 6 37/18282)), fui para casa, pensei melhor e achei que ia ficar com um encargo grande, pois tive outras despesas de saúde mais urgentes e avaria de eletrodomésticos grandes de cozinha e que não poderia ficar com mais aquele encargo. No dia 29/11/2023, dirigi-me pessoalmente à Body Concept de Santarém, e expliquei que não poderia fazer aqueles tratamentos, por questões de saúde e também devido ao encargo com o qual iria ficar e que queria anular/revogar/renunciar os ditos tratamentos, que ainda nem sequer tinham sido iniciados e que estando ainda dentro do período dos 14 dias, em que o consumidor pode renunciar, queria que anulassem os mesmos e que dessem também ordem de renúncia/revogação junto da Cofidis. No dia seguinte, 30/11/2023, resolvi dirigir-me à Cofidis em Santarém, expliquei a situação, e que queria anular/revogar/renunciar o contrato com a Cofidis, a empregada disse-me que não o podia fazer, e que só a Body Concept é que podia dar essa ordem à Cofidis. Resolvi após isto tudo fazer por escrito um e-mail a pedir anulação/revogação/renuncia com conhecimento às duas entidades.Foi nessa altura que também tive acesso ao contrato escrito, pois até aí não o tinha tido nas minhas mãos. Venho então através da Deco Proteste solicitar a resolução do contrato, junto também da Cofidis, uma vez que efetuei dentro do prazo (Dec. Lei 133/2009 de 2 de junho). No entanto, mesmo tendo exposto a minha situação pessoal e financeira, ademais referi que não tinha condições monetárias de momento, fizeram questão de avançar com o processo. Existe a Lei de Defesa dos ConsumidoresCapítulo II- Direitos do consumidor Art. 9.º- Direito à proteção dos interesses económicos 1 - O consumidor tem direito à proteção dos seus interesses económicos, impondo-se nas relações jurídicas de consumo a igualdade material dos intervenientes, a lealdade e a boa-fé, nos preliminares, na formação e ainda na vigência dos contratos. Posto isto, além de não ter sido avisada atempadamente que uma vez avançando não haveria hipótese de desistência, verifiquei, ao analisar atentamente o contrato que a Cofidis me deu na agência em Santarém, que o referido documento não menciona, como a lei exige, a possibilidade de o comprador fazer cessar a suposta fidelização. Como a lei me concede 12 meses para pôr termo a este tipo de contratos quando o dever de informação não é cumprido, venho agora fazer uso desse direito. Também a própria vendedora da Body Concept Santarém, e após a minha deslocação ao local no dia 29/11/2023, para a informar que não posso fazer os tratamentos e que neste momento não tinha capacidade financeira para fazer face ao pagamento, me informou que em 23/11/2018 assinei uma ficha de cliente que tem a frase “Não se efetuam devoluções parciais ou totais de valores recebidos”, isto é também agir de má fé, pois só estão interessados no negócio e não querem saber dos direitos dos clientes, só nessa altura é que me foi dito isto, pois na altura em que aderi (16/11/2023), não teria avançado se soubesse desta frase. Esse documento foi assinado na altura em que o meu marido estava com a sentença de morte, com um cancro, tendo vindo a falecer 2 meses depois, eu não me lembro ou nem sabia desta frase, só agora quando me mostraram no dia 29/11/2023, é que eu vi, pois desde essa altura ando medicada com antidepressivos em psiquiatria e com sessões de psicólogo.Solicito que procedam à anulação/revogação/renúncia do contrato e que no dia 01/01/2024 não tenha de pagar por um produto que não possa e que não quero. Grata pela atenção. Com os melhores cumprimentos A TSolução pretendida• Anulação da fatura nº 6 37/18282 junto da Cofidis e tratamentos cancelados
Débito Indevido
Assunto: Débito IndevidoNIF:299500926Exmos. Senhores,Eu, Arthur Guilherme de Souza Silva, junto a minha esposa, Thávea Silva dos Santos, nif 299501116, tenho um contrato de financiamento com a COFIDIS. Dia 06 de Dezembro, percebi que o débito não foi realizado, mesmo eu tendo valor para pagamento em conta no dia 05. Por isso, utilizei a aplicação COFIDIS, pelo telem+ovel de minha esposa, e realizei o pagamento de forma manual (referência e valor da fatura).Porém, hoje, dia 11 de dezembro, a COFIDIS realizou o débito em minha conta e ainda acrescentando valores a mais (possivelmente multa pelo suposto atraso).Quero a devolução no montante de 98,30 euros, conforme desconto feito hoje, dia 11 de Dezembro de 2023, o mais rápido possível.
Cofidis
Venho por este meio comunicar vossas excelências do incumprimento da minha dívida.Gostaria de saber como resolver o mesmo já que faz mais de 10 anos que tenho essa divida. Já estive com pessoas a bater á porta para me fazer uma avaliação do que tenho em casa para retirar e com aviso de na próxima terem que trazer a polícia para arrombar a porta. Ao qual eu já falei que a casa é alugada e que nada que está no imóvel é meu. Gostaria de saber como resolver a situação. Podem me ajudar??
Nova Dívida
Venho por meio fazer uma reclamação da Cofidis. Tenho duas dividas uma com a Cofidis 2004(cartão crédito) e novo banco 2005 ( empréstimo). Fiz um acordo com as duas e estou a honrar-los. Porém hoje recebi um novo comunicado da Cofidis a dizer que tenho outra dívida de 2007 de empréstimo bancário. Sendo que em 2020 fiz contato com o banco de Portugal e lá constava somente duas dívidas. Eu pensei que tinha resolvido essa situação e agora me vem com outra dívida. Isso me colocou numa situação de descontrole das minhas dívidas. Não posso acionar advogados pois minhas dívidas, a juntar com os acordos, é de 1400€ sendo que meu ordenado fica entre 1500€ e 1700€ conforme produtividade. Então estou numa situação mesmo dramática. Peço orientação, por favor. Obrigado
Cofidis vende facilidade de crédito e dificuldades de limpar o nome.
N/REF: 56617/R0523 - 50000006276006Conforme Reclamação ROR00000000044794011, cujo não obtive resposta oficial.Tenho um acordo dês de 18/01/2023, onde foi efetuado o primeiro pagamento e assim foi nos demais meses todos pagos em dia, entre tanto, hoje 03/07/2022, ainda me encontro com o nome em incumprimento no Banco de Portugal como se não houvesse acordo e como se não tivesse pago as 6 prestações. Me privando de créditos para quitação de dívidas e utilização de cartão de crédito para viagem urgente que precisei.Obtive a seguinte resposta em anexo. Que afirma não precisar registar o acordo no Banco de Portugal e consequentemente não retirar meu nome do Mapa. Isto é possível ? A responsabilidade a entidade que fez o registo do nome no mapa de responsabilidade não tem a obrigação de atualizar o Banco Portugal sobre a situação de eventuais acordos e pagamentos ?
Reembolso antecipado com juros abusivo
Tenho um contrato de financiamento automotivo com a Cofidis e ao antecipar capital foi me imposto um juros de 7.5% quando o banco de Portugal informa que o juros deve ser 0.5%.
Falta de envio de recibos de pagamento
Bom dia,Venho por este meio reclamar com vossa a entidade o facto de não me enviarem os recibos do pagamento das prestações do meu automóvel.Sou empresa e preciso mensalmente o envio de faturas, já foi solicitado por inúmeras vezes telefonicamente e nada foi feito, dizem que enviam e nada, não necessito que seja em papel pode ser por email, como todas as entidades com o qual trabalho fazem.Como empresa tenho de ter isso tudo, para fazer as contas de final de ano como vossa empresa deve saber.Agradeço o envio dos recibos visto ser um direito meu.Nrº Contrato 30000001146041Contribuinte : 514036508
Informação pessoal comprometida
Fui ao Cofinet para conferir que tinham recebido o pagamento da a prestação mensal, no login pediram para confirmar o codigo que foi enviado por SMS e o mesmo nunca foi recebido, depois verifiquei que estavam a enviar para um numero que termina em 579 - este número não me pertence. Infelizmente ainda não foi possivel resolver a situação, devido ao horário do suporte, que é limitado. Como o login é feito através de um NIF que só é utilizado no site da cofidis e no das finanças, eu suponho que dois cenários possam ter originado esta situação: ou a cofidis ajudou o hacker a ter acesso a conta e alterou o numero depois de uma fraca verificação por conversa com o suporte, ou houve uma fuga de dados sensiveis que permitiu o hack.
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