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Contrato de factoring não reconhecido – suspeita de usurpação de identidade
Venho apresentar reclamação relativamente a uma responsabilidade de crédito comunicada pela COFIDIS (código 0921) que consta no meu Mapa de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal. No mapa consta uma operação identificada como “Factoring”, iniciada em 24/12/2025, no valor de 1.215,66 €, com entrada em incumprimento em 30/04/2026. Não reconheço esta operação, nunca celebrei este contrato e não autorizei qualquer pessoa a contratar ou assumir esta responsabilidade em meu nome. Contactei a Cofidis para esclarecer a situação e fui informado de que o processo foi encaminhado para uma empresa de cobrança, tendo-me sido fornecido o respetivo contacto. Tentei contactar essa empresa várias vezes, sem conseguir ser atendido ou obter acesso ao processo. Solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de obter da Cofidis esclarecimentos sobre a origem desta operação e cópia de toda a documentação utilizada para a contratação, incluindo contrato, identificação utilizada, assinatura ou método de autenticação e documentação que justifique a dívida. Suspeito que os meus dados pessoais possam ter sido utilizados indevidamente por terceiros. Solicito ainda que, caso se confirme que não fui eu a celebrar o contrato, a Cofidis proceda à correção da informação comunicada ao Banco de Portugal. Não reconheço a dívida nem a existência deste contrato.
Usurpação de identidade
Apresento reclamação formal à COFIDIS na sequência de uma contratação fraudulenta realizada em meu nome através do Cofidis Pay. Nunca tive crédito na COFIDIS. Um terceiro utilizou o meu Cartão de Cidadão e NIF para efetuar, no website da iSwitch, a compra de um iPhone 16, selecionando como método de pagamento o Cofidis Pay. Para além dos meus documentos de identificação, foram utilizados dados falsos, nomeadamente número de telefone, morada e endereço de email que não me pertencem. Nunca solicitei este crédito, nunca efetuei esta compra e nunca autorizei a utilização dos meus dados. Apesar destas divergências, foi possível concluir a operação e associar-me um crédito de €979,00, posteriormente comunicado pela COFIDIS à Central de Responsabilidades de Crédito do Banco de Portugal como dívida vencida/incumprida. O meu mapa confirma €979,00 em incumprimento, com início do contrato em 21/06/2024 e entrada em incumprimento em 04/07/2025. Questiono, por isso, como é possível uma instituição financeira permitir a contratação de crédito utilizando o Cartão de Cidadão e NIF de uma pessoa, sem uma verificação de identidade suficientemente robusta que confirme que é efetivamente essa pessoa a contratar, sobretudo quando são fornecidos contactos e morada falsos. Considero existir uma falha grave nos mecanismos de autenticação, validação de identidade e prevenção de fraude da COFIDIS, que permitiu a um terceiro criar uma obrigação financeira em meu nome. Já apresentei queixa-crime na GNR, contactei a iSwitch e a COFIDIS e tenho documentação que comprova a operação. Esta situação está a causar-me prejuízos: estou grávida, necessito urgentemente de um automóvel e tenho um projeto de construção de habitação já preparado, com projeto e empreiteiro definidos, não podendo avançar devido ao impacto deste registo no acesso ao financiamento. Solicito investigação e resolução urgente.
Cancelamento do crédito dentário
Exmos. Senhores, Tenho tentado cancelar um crédito relativo a um tratamento dentário há mais de dois anos. Na última vez que fui à clínica, disseram-me que não era possível cancelar. O facto é que não realizei os tratamentos e não pretendo continuar. Gostaria que os valores correspondentes aos tratamentos não efetuados fossem devolvidos à empresa credora e que apenas pagasse o restante correspondente ao que, efetivamente, usufruí. Já enviei email à clínica e não obtive qualquer resposta. Aguardo que esta situação seja finalmente resolvida.
Cobrança indevida após financiamento automóvel – falta de informação e acerto de conta
Exmos. Senhores, Venho por este meio solicitar o apoio da DECO relativamente a uma situação com a entidade Cofidis, referente a um contrato de financiamento automóvel associado ao veículo com matrícula 47-LI-17. O referido veículo deixou de estar na minha posse há vários anos, tendo sido na altura assinada uma declaração de venda, acompanhada de um documento de extinção de reserva de propriedade emitido pela Cofidis, o que permitiu a transferência legal da titularidade. Desde então, nunca mais tive qualquer controlo sobre o veículo. Recentemente, fui confrontado pela Cofidis com a alegação de existência de dívida, situação que considero injustificada e contraditória, pelos seguintes motivos: - O veículo já não se encontra em meu nome; - A certidão permanente do registo automóvel confirma que não existem ónus ou encargos; - Nunca me foi apresentado qualquer acerto de contas após a entrega ou alienação do veículo; - Nunca me foi comunicado o valor de venda do veículo nem o montante abatido à alegada dívida; - Durante anos, não me foi prestada qualquer informação clara, o que me impediu de regularizar a situação atempadamente. Esta situação causou-me prejuízos, nomeadamente a impossibilidade de organizar a minha vida financeira, bem como a eventual acumulação de juros sem que me fosse dado conhecimento do valor real em dívida. Já apresentei reclamação junto do Banco de Portugal, encontrando-se o processo em análise. Assim, venho solicitar o apoio da DECO para: 1. Analisar a legalidade da atuação da Cofidis; 2. Interceder junto da entidade para obtenção de esclarecimentos completos; 3. Garantir que não estou a ser alvo de cobrança indevida; 4. Apoiar na eventual contestação de juros e valores injustificados. Agradeço desde já a atenção dispensada e aguardo orientação sobre os próximos passos. Com os melhores cumprimentos, Márcio José da Silva Ganhao NIF: 256234205 Email: marcioganhao@gmail.com Telemóvel: 913222610
Pari/persi cobrança indevida
Há mais de um mês estou pedido esclarecimentos do motivo do meu nome ter ido parar no pari/persi codidis. A resposta que me deram e que tinha dívida na cartão. Uma acusação descabida, pois sempre paguei minhas facturas adiantado. Agora recebo uma carta que constava que eu tinha dívidas. Nunca aconteceu de ter nenhuma dívida na cofidis. Em anexo esta um foto das dívidas que teria em questão. Estou muito decepcionada como a cofidis está me tratando. Sempre paguei tudo antes do vencimento, e tenho como provar, apesar de está em débito direto. Mas como tinha já o dinheiro disponível e vem nas facturas a opção de pagar por referência MB, optei por pagar desta forma. Há mais de 10 anos efetuei pagamentos por entidade e referência e nunca tive problemas por causa disto. Álias sempre liguei a linha de apoio ao cliente e todos os atendentes que conversei me deram a informação que poderia pagar desta forma. Meu cartão foi bloqueado, fiquei como má pagadora por pagar atencipadamente. O provedor de cliente nunca me explicou que dívidas que eu tinha. Mesmo assim na minha conta web do cofidis tinha a informação que devia 12.06€ que surgiu não sei de onde e não tive este esclarecimento até o dia de hoje. Sou tratada sem consideração nenhuma...me cobraram dívidas que não tenho é o cúmulo do absurdo e uma falta de respeito! Mesmo assim liguei na linha de atendimento ao cliente e perguntei qual era meu valor em dívida e que ainda nem tinha vencido, uma vez que tinha pagamentos fracionados. Paguei tudo que devia. Até desbloquearam meu cartão. Mas dois dias depois foi bloqueado novamente. Para piorar tudo, recebo esta carta que vai em anexo só com as supostas dívidas. O pior que se um dia mais tarde eu precisar de outro crédito pessoal, está situação vai aparecer no meu histórico e nunca mais consigo um crédito com a cofidis. Estive presencialmente em uma loja cofidis e a resposta da atendente a este meu caso e que eu não tinha saldo na conta para levantarem o dinheiro, o que é mentira,pois estive no meu banco e minha gestora informou que a última vez que a cofidis foi ao banco para debitar o valor do cartão, foi no mês de agosto. Pelos meus extratos provo que a data do débito tinha dinheiro na conta. Eu quero minha ficha de cliente limpa. Fui informada pela minha advogada que posso processar a cofidis por danos morais e injúria, uma vez que nunca tive dívida. Eu tenho como provar todos os pagamentos que fiz e a cofidis não foi ao banco para receber o pagamento e de total responsabidade dela e não minha. Saldo sempre teve.
Divida pela parte de
Senhores(as) Estou aqui para dar depoimento sobre uma injustiça onde uma clinica entrou en contacto duas vezes comigo , acabei indo para fazer uma limpeza gratis fui la não prestaram bom serviço me cobraram 51€ onde era gratis fizeram com que eu assinasse um papel onde comprovasse o débito direto da conta , o cofidis começou a retirar dinheiro da minha conta sem eu souber disativei o debito, passei na clinica eles me disseram que tenho um contrato , eu disse que não porque não aceitei continuar com o plano destista , porque que vou ter um filho aqui e que as condições está deficil , eu cancelei o contrato ate eles me deram um comprovativo , mais o cofidis continua a fazer cobrança onde ja fiz o cancelamento e praticamento depois daquela consulta numca mais a clinica entrou em contacto comigo e a divida ja está no banco de portugal de 1719,16€ 😥 sem eu fazer nada nos dentes e está a me criar problemas com documentos
Cobrança ilegal de dívida
Exmos. Senhores Venho por este meio apresentar a minha reclamação sobre a conduta ilegal para cobrança de dívida feita pela cofidis no meu local de trabalho. Por lei a cobrança de dívida não pode colocar em causa o meu trabalho nem ser feita no meu local de trabalho. Trabalho numa loja onde somos 5 funcionárias mais 1 supervisor, todos com acesso ao telemóvel da loja. Qual o meu espanto quando sou contactada telefonicamente por um agente de cobrança pelo telemóvel da loja no dia 5 de Novembro, como se isso não fosse o suficiente já enviaram duas mensagens escritas para o telemóvel da loja sobre a minha dívida e sobre a cobrança da mesma. A lei protege me da exposição pública, lei essa que não está a ser cumprida por parte da cofidis estando eu a ser prejudicada moralmente e profissionalmente. Além disso, aceitei um acordo para pagamento em 12 prestações e até à data não recebi qualquer informação por escrito desse mesmo acordo, apenas entidade e referência para pagamento. Ou seja não tenho qualquer documento que comprove que fiz um acordo nem garantia nenhuma de que o acordo efetivamente foi feito e que o cumprido fico com a minha dívida paga.
Extincao de reserva
No dia 10 de setembro terminei de pagar o meu credito a cofidis . Logo nesse dia enviaram um email a confirmar isso mesmo..e que iam enviar o documento para que podesse tratar junto do imtt da respectiva extincao no documento unico..desde aquela data o documento ainda nao apareceu mesmo tendo feito diversas tentativas ,sera que podem ajudar ? Cumprimentos .Mario Rocha
Consolidação de créditoss
Bom dia Estou a tentar junto da Cofidis uma consolidação de créditos porque tive um problema grave na coluna durante um ano meio que me impediu de trabalhar e apesar de já ter explicado a situação ao provedor, continuam a recusar por causa da taxa de sobreendividamento. Neste momento não tenho praticamente despesas em Portugal, e não tenho dívidas. Não entendo como é que reduzir o valor da prestação pode implicar incumprimento, tendo também em consideração que logo que poude amortizei mil euros do empréstimo. Podem tentar resolver a questão? Obrigado Margarida Bon de Sousa
Recusa de transferência de titularidade de crédito automóvel
Venho por este meio apresentar queixa contra a Cofidis, na sequência de várias tentativas de resolução de uma situação de crédito automóvel, relativamente ao qual sou 2.ª titular. O crédito em questão foi adquirido para um veículo que, na prática, é utilizado e pago pelos meus pais, sendo o meu desejo sair como co-titular, mantendo-se o crédito ativo, mas com a alteração de titularidade para os meus pais, que sempre suportaram os encargos do mesmo. Contactada a Cofidis, foi-me indicado que a única forma de me desvincular seria através de: -Liquidação total do crédito, ou -Um pedido de novo crédito em nome dos meus pais, para pagamento do atual. Ora, esta solução implica novos encargos e juros adicionais para a mesma operação, quando seria possível tecnicamente dar continuidade ao crédito existente com alteração de titularidade, mediante nova análise de risco aos novos propostos titulares. Considero esta postura abusiva e sem razoabilidade, obrigando a custos desnecessários para os clientes quando o contrato em vigor poderia prosseguir sem interrupções, apenas com alteração de titularidade, não colocando em causa a segurança do crédito para a instituição, uma vez que os pagamentos continuam a ser efetuados pelos mesmos responsáveis. Solicito que esta situação seja analisada, considerando que a recusa injustificada de alteração de titularidade configura uma prática que penaliza desnecessariamente o consumidor, sendo uma forma indireta de obrigar ao pagamento de novos juros e comissões para uma operação que poderia ser resolvida de forma justa e transparente. Aguardo a vossa análise e resposta
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