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Cartão Bloqueado sem motivo
Exmos. senhores... A caixa geral de depósitos bloqueou-me o cartão quando me encontrava de férias num país fora da comunidade europeia sem qualquer motivo que o justificasse. Imaginam o pesadelo que é ficar sem recursos financeiros fora da comunidade europeia? De regresso a Portugal, ainda não me resolveram o problema, mesmo sabendo que estou sem dinheiro para o dia a dia. Estou pessoalmente na cgp de Alverca, sugeri o levantamento de dinheiro ao balcão, mas querem cobrar uma taxa. Estou incrédula! Lamento a falta de noção/consciência da cgd no que diz respeito à gravidade da situação e lamento também que não tenha a humildade de reconhecer a sua responsabilidade no sucedido.
Fraude digital
Exmos Senhores: No dia 16 de setembro, durante a tarde, verifiquei que foram retirados indevidamente valores da minha conta bancária. Assim que me apercebi do sucedido, contactei a linha de apoio da CGD. Enquanto aguardava atendimento, li uma mensagem recebida da CGD, do mesmo dia, informando que o meu cartão tinha sido bloqueado por suspeita de fraude e questionando se eu havia efetuado determinada operação. Respondi que não, tendo recebido de seguida outra mensagem a informar que o cartão tinha sido cancelado. No telefonema que estava a acontecer mencionei o ocorrido e solicitei a abertura de um processo de fraude. No dia 18 de setembro, verificaram-se novas retiradas. No entanto, após a receção do novo cartão, no dia 23 de setembro, e da reposição dos valores no dia 24 de setembro, presumi que a situação estaria resolvida. Aderi ao Apple Pay utilizando o novo cartão, após o receber (outubro de 2025), por receio de usar o cartão físico. Desde então, comecei a utilizar a wallet do iPhone com a autorização e código secreto da aplicação da CGD. No dia 8 de outubro, notei novamente transações não autorizadas na aplicação da CGD. Contactei a linha de apoio e informaram-me que se tratava de retiradas efetuadas pela própria CGD, por terem “considerado” que não se tratava de fraude. Nesse telefonema fui, ainda, instruída a consultar uma resposta na aplicação. Contudo, não aceito que tais operações não constituam fraude, dado que não autorizei nem realizei quaisquer transações, nem partilhei dados pessoais, códigos de segurança, PIN ou credenciais de acesso com o cartão antigo. Peço ajuda na resolução desta injustiça.
Crédito bonificado à habitação com pessoa com deficiência
Exmos. Senhores, O signatário não viu acolhido o pedido de conversão do empréstimo à habitação concedido em 2010 para o "Regime jurídico da concessão de crédito bonificado à habitação com pessoa com deficiência, em conformidade com a < lei nº. 64/2014. O signatário possui Atestado Médico de Incapacidade Multiuso permanente de 81% e sua esposa de 60%, na 1ª. avaliação, sendo que na próxima avaliação seguramente pode subir para mais de 90%, uma vez que, conforme PET TC (06 Março 2024) tem "Lesão hipermetabólica, com maior expressão na região axilar direta pulmonar (múltiplo e bilateral) e ósseo (5ª. costela direita), com avidez intensa para FDG - estadio IV". A CGD ignorando o pedido formulado alterou as condições do empréstimo reduzindo o valor da prestação em apenas €50,00.
Solicitação de esclarecimento e restituição de valor indevido
Exmo.(a) Senhor(a), Espero que esta mensagem o(a) encontre bem. Venho, por este meio, manifestar a minha preocupação relativamente a um débito registado na minha conta bancária. Ao consultar o meu extrato, constatei uma movimentação no valor de 19€, identificada como “DISP CARTÃO DÉBITO”, bem como a cobrança adicional de 0,76€ referente a “IMPOSTO DE SELO E COMISSÃO”, totalizando 19,76€. Fui informada de que se tratava da anuidade do meu cartão de débito. Contudo, gostaria de salientar que não solicitei a emissão de um novo cartão, uma vez que o meu cartão atual encontra-se válido até 09/2027. Acrescento ainda que não recebi qualquer notificação prévia sobre esta cobrança, tomando conhecimento da mesma apenas ao verificar o meu extrato bancário. Assim, solicito a restituição do valor debitado e o cancelamento do cartão indevidamente associado a esta cobrança, uma vez que o cartão que possuo continua ativo e dentro da validade. Agradeço desde já a vossa atenção e aguardo uma resposta célere e a resolução desta situação. Com os melhores cumprimentos, Ana Paula Fonseca
transferência não depositada
Exmos. Senhores, Boa tarde, Hoje, domingo, pelas 8h53m, recebi uma transferência de 20€ por mbway. A pessoa que me enviou verificou que na aplicação mbway deu como enviado, o valor de 20€. Na minha aplicação do mbway dá como recebido o valor de 20€. O que se passa é que o valor de 20€, não está disponível na conta associada ao mbway e ao número de telefone. Na aplicação caixadirecta, na "lista de tarefas", estado "aprovado", encontra-se a operação de transferência de 20€, mas não está disponível no saldo. Entretanto para teste, a mesma pessoa enviou 1€ e depois 4€ por mbway e esses valores ficaram logo disponíveis no saldo. A minha revolta é que preciso do dinheiro com urgência, já liguei 3 vezes para a caixa geral de depósitos e ninguem me resolve o probema. Preciso de dinheiro para comer e não tenho. Isto não se faz!!! Eu julgo que é um bug muito grave da caixa geral de depósitos inadmissível e ninguém me dá resposta em tempo útil!!! Cumprimentos.
Fracionamento/parcelamento
Bom dia venho por esse meio mostrar minha insatisfação com os serviços prestados sobre cartao de credito caixa onde fiz a adesão e não é muito explícito no ato da adesão a opção de fracionamento , em linha com os 2 atemdes que conversei falaram que so quando adere o cartao que tem essa opção de fracionado se nao aceitar vou ter um cartão que nao parcela isso é um desrespeito muito grande com o cliente solicito as opção de fracionamento dos meus cartões ou vou cancelar todos meus serviços com o banco
Débito indevido
No dia 11/09/2025 houve um débito indevido na minha conta da Caixa Geral de Depósitos (CGD), no valor de 146,48 €, em nome de Ageas Seguros Não Vida. Jamais adquiri quaisquer serviços desta "empresa" e jamais autorizei tal débito, o que configura ESTELIONATO. Fiquei boquiaberto e indignado com a falta de segurança deste banco Caixa Geral de Depósitos, devido ao fato de sem sequer me consultar, ter feito o débito INDEVIDO na minha conta. Total negligência e conivência desta agência bancária, que se vangloria em publicidades ao dizer que sob sua égide o dinheiro do cliente está "seguro e protegido". Repito: nunca fiz qualquer solicitação de serviço à essa "empresa" Ageas Seguros Não Vida e nem assinei qualquer documento que autorizasse débito direto na minha conta bancária. Como é possível uma "empresa" conseguir invadir a privacidade de uma conta bancária e usurpar, surrupiar dinheiro, sem o banco tomar as devidas medidas de segurança? Além de sofrer todo esse desrespeito por parte da Caixa Geral de Depósitos e da Ageas Seguros Não Vida, passei pelo constrangimento de chegar à caixa do supermercado e não ter dinheiro na minha conta, pois essa "empresa", sorrateiramente usou da negligência do banco para tomar de assalto o meu suado dinheiro. Exijo que a Caixa Geral de Depósitos tome as devidas providências o mais rápido possível e faça o estorno do MEU dinheiro que a Ageas Seguros Não Vida subtraiu da minha conta bancária. Obrigado.
A CGD recusa aceitar, pedido de conversão de conta SMB
Sou cliente da Caixa Geral de Depósitos e pedi a conversão da minha conta para Conta de Serviços Mínimos Bancários (SMB), direito que me é garantido pelo Decreto-Lei n.º 27-C/2000 (artigo 3.º-A, n.º 1), que estabelece claramente que os bancos não podem recusar a prestação de SMB a clientes elegíveis. A CGD respondeu que só aceita o pedido presencialmente em balcão, o que para mim é impossível, pois atualmente resido na Suíça. Esta exigência não está prevista na lei e, na prática, significa recusar o acesso a um direito legalmente protegido, criando uma barreira injustificada. A própria resposta da CGD confirma que não disponibiliza nenhum meio alternativo (assinatura digital com Chave Móvel Digital, envio autenticado, ou procuração), impedindo-me de exercer um direito que deve ser universal e acessível. Já apresentei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico, mas a CGD mantém a mesma posição. O que pretendo: Que a CGD respeite a lei e disponibilize meios não presenciais para adesão às SMB, permitindo que clientes no estrangeiro possam exercer este direito sem deslocações desnecessárias a Portugal.
Conta bancária bloqueada
MUITO URGENTE Exmos. Senhores. No passado dia 6 do corrente mês através do MB Way depositaram na minha conta da C.G.D. um depósito de 1100€ e outro de 1900€. Em seguida transferiram sem eu dar autorização nenhuma 2.800 € para uma outra conta. O banco ao dar por estes estranhos movimentos, bloqueou a conta e todos os meus acessos, cancelaram-me o cartão e retiveram todo o meu dinheiro, dizem que é para averiguação e mais não dizem. O meu problema é que tanto eu como a minha esposa recebemos as reformas pelo banco e tenho diversos débitos diretos que não foram respeitados. Não paguei a renda de casa e estou sem dinheiro para comer. Ontem dia 11 fui ao balcão da C-G-Depósitos na Rua Morais Soares em Lisboa para saber alguma coisa e não me dizem nada. Tenho queixa apresentada na polícia pelos movimentos da conta a qual apresentei no banco.
Reclamação de penhora indevida
Exmos. Senhores da DECO, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a Caixa Geral de Depósitos, relativamente à penhora total do meu salário na conta n.º PT50 0035 0369 0002 0096 00045, realizada no dia 30/08/2025, que deixou a minha conta com saldo nulo. Nos termos do artigo 738.º do Código de Processo Civil, é impenhorável o montante equivalente a um salário mínimo nacional, sendo ainda impenhoráveis dois terços do vencimento líquido (salvo em casos de pensão de alimentos). A atuação do Banco, ao permitir a penhora total do meu vencimento, violou a lei, deixando-me sem quaisquer meios de subsistência. Pedidos / Pretensões: 1. Reposição imediata do montante impenhorável (pelo menos equivalente a um salário mínimo nacional); 2. Cópia integral da ordem de penhora recebida pela Caixa Geral de Depósitos, indicando a entidade requerente Segurança Social 3. Garantia de que situações semelhantes não voltem a ocorrer, respeitando o mínimo legal de proteção do salário. Junto documentação relevante (extratos bancários, comprovativos de vencimento e correspondência relacionada). Agradeço a intervenção da DECO para mediar esta situação e garantir a defesa dos meus direitos enquanto cliente bancária. Com os melhores cumprimentos, Susana Maria Pereira da Silva NIF: 233985913 Contacto: rudibeni88@gmail.com
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