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Para brisas partido
quarta, 5/02, 18:57para clienteAssunto: participação de incidente na A 1 ( sentido norte –sul) Exmos. Senhores Brisa Auto estradas Com os m/ melhores cumprimentos Sou proprietário do veículo, de marca Mercedes Bens, matricula 71-TX-13, portador do identificador Via Verde com o nº de contrato 517112166 e o NIF 13053833 e resido em Leiria. Ontem, dia 04 de Fevereiro de 2020, cerca das 15.10 horas, ao circular na A1, sentido Norte – Sul, visualizei vários homens ( talvez 4/5) com roçadoras a cortarem a vegetação mesmo na berma da faixa de rodagem na qual eu circulava. Isto passou – se numa zona da auto estrada antes da saída para Alverca. Informo que tal trabalho estava ser executado sem qualquer tipo de proteção e muito próximo dos veículos que circulavam. Ouvi uma pedra a bater no para brisas com grande impacto, esta pedra foi projectada por uma das roçadoras. O vidro ficou danificado, face ao embate da pedra, conforme fotografias que anexo. Obviamente que não parei o carro porque seria causador de um acidente se o fizesse. De imediato liguei para a linha de assistência da Brisa, tendo a chamada sido reencaminhada para a linha de assistência da Via Verde, onde reportei à Sra. D. Márcia Amorim o ocorrido assim como a minha indignação com a grande irresponsabilidade daqueles operários estarem a fazer aquele serviço sem qualquer protecção para evitar este tipo de acidentes que poderiam ocasionar acidentes muitos graves. Foi me dito que teria de expor o incidente por escrito. Junto a este email vão várias fotos do vidro partido.Assim solicito que seja accionado o v/ seguro de modo a que o vidro (para brisas) possa ser substituído. E pretendo que o vidro seja substituído no representante oficial da Mercedes Benz em Leiria, SODICENTRO. Informo que a minha, esposa, Maria José F.M., é testemunha deste incidente. Agradeço a confirmação da receção desta exposição,Melhores cumprimentosNota: Depois deste email de 5.2.20, e depois de vários emails e telefonemas desesperantes no decurso dos ultimos 3 meses, a resposta é sempre a mesma ESTÁ EM ANÁLISE !!! .
Vidro partido na A1
Venho por este meio comunicar a V. Ex. que no passado dia 16 de Fevereiro, na A1 uma pedra partiu o vidro do meu carro. De imediato ligou-se para o apoio ao cliente ficando o registo da ocorrência, com posterior envio de email com fotos. A resposta da concessionaria foi que não se responsabilizavam porque dizem que procedem ao patrulhamento tanto da parte deles, como pela GNR e que ninguém lhes comunicou nada na via. Assim entendem que não contribuíram para o incidente, não assumindo o pagamento da reparação. Agradecemos o vosso parecer.
Clasificación de un vehiculo
Hola! Viajó habitualmente por las autopistas de Portugal con un vehículo Nissan nv200 el cual figura en las listas del decreto ley 71/2018 como vehículo de clase 1. Sin embargo su sistema lo clasifica como clase 2 lo que hace que el importe de los peajes sea mucho mayor. Siempre pago con el sistema toll card por lo que considero que estoy utilizando un sistema de pago automático. Por ello quería reclamar en primer lugar que a todos los vehículos que aparecen en la lista como clase 1 se les aplique la tarifa correspondiente a su clasificación y en segundo lugar reclamar el importe cargado erróneamente por su sistema y que me sea abonado en mi tarjeta toll card. Los datos del vehículo son: Nissan nv200. Matrícula 2032jrf de España. Gracias por su stencion. En espera de sus noticias reciban un cordial saludo. Antidio Prieto
Detritos na auto-estrada A1 - Acidente
Venho por este meio, solicitar indemnização junto da Brisa em virtude de no passado dia 28 de novembro, ter sido vitima num sinistro na auto-estrada A1, ao km 244,90, quando me deparei com detritos na via, o que provocou rebentamento de um pneu e outros estragos diversos em toda a frente da minha viatura.No seguimento desta ocorrência, efectuei no portal da Via Verde, uma reclamação que esta semana foi respondido pela mesma, dizendo não serem responsáveis pelo sucedido.Futuramente posso enviar mais dados da minha reclamação e respectiva resposta.Fico aguardar os vossos comentários.CumprimentosJorge Pedrosa
acidente na autoestrada
No dia 25 de agosto cerca das 23h seguia na A1 sentido norte/sul. Surgiu um animal selvagem na faixa de rodagem em que seguia. Como viajava a uma velocidade entre 110 e 120 km/h não me foi possível evitar o embate.A minha viatura ficou com bastantes danos.No local esteve uma viatura da GNR que identificou o animal como sendo uma raposa.Também esteve no local uma viatura da Brisa que tomou apontamentos da ocorrencia assim como os meus dados pessoais.Ja enviei uma exposição através do site da via verde.Duas semanas após o acidente finalmente recebo um e por parte da brisa alegando que como faz visturias ocasionalmente não teem responsabilidade de existirum animal naquela altura do acidente.Isto é inaceitável.A minha viatura está imobilizada à espera de reparação.Agradeço a celeridade da Brisa para resolver esta questão.
Cobrança classe 2 a Renault kadjar e atendimento funcionário
Exposição/Reclamação e pedido de esclarecimento, - No dia 21 de julho de 2019, domingo, acompanhado com a minha família, conduzindo o nosso Renault Kadjar de 2016, entramos na auto estrada A3 em Anais - Vila Verde em direção a Espanha. - Para nossa surpresa, à saída da A3, em Valença, somos surpreendidos com o valor a pagar na portagem, onde constava o nosso veículo como pertencente à classe 2. - O valor foi gerado automaticamente pelo dispositivo eletrônico que dispensa o funcionário. - Confuso, pressionei o botão azul da referida máquina, solicitando informações. - Expliquei ao funcionário que não era a primeira vez que utilizava a auto estrada com o mesmo veículo, inclusive naquele exato local, poucas semanas antes, e o valor que me foi cobrado, correspondia ao valor de veículo classe 1. - Aqui começou aquilo que qualifico como um atendimento, no mínimo, infeliz, por parte do vosso funcionário com número profissional atribuído, portageiro 1260, passo a explicar:1- Funcionário manteve sempre uma atitude grosseira, desafiante, altiva, e nunca, em nenhum momento, se dignou a esclarecer o motivo pelo qual estava a ser cobrado este valor. Preferindo sempre a provocação. 2 - Quando confrontado com a passagem anterior em que pagamos classe 1, não se coibiu de tratar os seus colegas de incompetentes, alegando que, se fosse com ele, seria diferente, sempre num tom desafiante. 3 - Este funcionário que não dignificou em nada a vossa empresa, não conseguiu/tentou prestar o serviço para o qual é remunerado, ou seja, informar, conforme o próprio botão azul indica, limitando-se a descarregar a sua frustração numa família que pretendia ser informada. 4 - O tom de voz foi sempre grosseiro, rude, desafiante como já referi e, no final, continuei sem saber o motivo pelo qual ao meu Renault Kadjar estava a ser cobrado o valor referente aos veículos classe 2.5 - Incrédulo, confuso, intimidado, questionei o funcionário qual o seu nome. O funcionário respondeu que o nome estaria no talão. 6 - Sem alternativas, efetuei o pagamento no valor de 6,65 euros e no talão reparo que somente está referido o tal número de portageiro 1260. Voltei a carregar no botão azul para perguntar o nome do funcionário e, mais uma vez, recusou, limitando-se a referir que o número estava no talão. 7 - indignado segui viagem...8 - Importa aqui referir que era apenas um condutor a precisar de um esclarecimento, concreto, legítimo e fui obrigado a seguir viagem sem estar esclarecido. - Interessado, pesquisei o decreto lei 71/2018 e confirmo que a partir de 01 de janeiro de 2019, veículos idênticos ao meu, com dois eixos, sendo que o da frente inferior a 1,30 mts de altura, com peso inferior a 2300 kg, sem tração 4×4, ligeiro de passageiros passam a pertencer à classe 1. - Uma vez que efetuei o pagamento utilizando o sistema de pagamento automático, pretendo ser ressarcido do dinheiro que me foi cobrado indevidamente. - Entendendo eu como pagamento automático, forma de pagamento não manual, coisa que aconteceu no vosso terminal automático de cobrança, sinto-me no direito de ser ressarcido. Em suma,-Reclamação sobre atendimento do funcionário portageiro 1260- Exposição/esclarecimento acerca de pagamento automático referido no N°2 do Art. 2° do dec. lei 71/2018Face ao exposto fico a aguardar resposta de V. Exas às alegações supra.Vila Verde, 22 de julho de 2019, o reclamanteCarlos António Peixoto da Silva
Coima indevida
Venho por este meio pedir para que me seja restituído a coima e custas de processo que tive que pagar por nunca me ter chegado a cobrança de portagens à morada de registo no livrete.Em Maio do ano passado o carro do meu marido foi a arranjar e o mecânico é que o veio buscar para que fosse para a oficina. Não tendo conhecimento que este tinha passado por portagens, não procedemos ao pagamento das ditas portagens. Sei que se não procedermos ao pagamento das portagens antes de chegar a qualquer processo de execução fiscal a própria empresa envia uma comunicação a informar o valor em divida mais uma taxa, que teriam sido pagas se houvesse esse conhecimento.Recebo então, em Maio deste ano, a notificação fiscal de uma divida que não tinha conhecimento. Dirigi-me ao posto das finanças para saber do que se tratava e então mostraram-me a tal carta que foi enviada para uma morada que já não deveria constar no registo uma vez que o carro em questão à data do envio dessa carta já tinha sido alterada.A coima e custas do processo estão liquidadas e as portagens mais taxas também. A única coisa que exijo é que me seja devolvido o valor da Coima e Custas do processo no valor de 63.25€. Assim como recebi a carta das finanças na morada correcta também deveria ter recebido a carta inicial da Brisa para que fosse feito o pagamento das portagens imediatamente.
Envio de coima para morada errada
Venho por este meio propor uma resolução pela situação que me deparei há uns dias atrás. Foi com enorme surpresa que recebi uma notificação de coima directamente das finanças algo que agrava um pouco a situação pois já existe um valor acrescentado pelo facto de me ser apresentado pelas mesmas. A situação em questão foi o não pagamento de portagens as quais deveriam ter sido avisadas de uma outra forma que não o envio de carta para a morada que consta na carta de condução. Passo a citar a informação que me foi cedida pelo IMT :É do reconhecimento publico que de acordo com o disposto no número 1 do artigo 1º do Decreto-Lei n.º 40/2016, de 29 de julho, que procedeu à última alteração ao Regulamento da Habilitação Legal para Conduzir que entrou em vigor a 2 de janeiro de 2017, no que respeita ao processo de emissão de títulos de condução destaca-se a retirada da morada da face do documento. Como tal a morada deixa de constar na carta de condução, passando a mesma a estar associada à do Cartão de Cidadão. Neste sentido venho requerer a devolução do valor cobrado pelo facto das coimas terem sido cobradas pelas finanças que totalizam cerca de 80 euros como os documentos assim o comprovam. Agradeço uma resposta. Com os melhores cumprimentos.André Pereira
1 ação Brisa por vender desde 2015
Possuo uma ação Brisa desde 2013, tendo desconhecido que a empresa Brisa tinha passado por um processo em que todas as ações tinham de ser vendidas a empresa Braga holding se quisesse me ver “livre” da ação. Pelos vistos os srs. da Braga holding não pretendem comprar as antigas ações da Brisa. O que me deixa com uma ação na minha carteira de bolsa. Impedindo esta mesma carteira o fecho da conta com o banco Santander totta. O qual se recusa a encerrar a conta e continua a pedir dinheiro pela carteira de ações em aberto todo este tempo. Liguei /enviei inúmeros e-mails ao branco, Braga holding, banco Portugal a solicitar ajuda nesta situação e até à data nada... é triste que este sistema atual não ache uma solução para este meu problema. Relembro que estamos em Abril de 2018 e até a data a ação ainda se encontra assignada a minha carteira de bolsa do banco Santander totta. Tendo interesse em fechar a conta desde 2015...
Contacto Telefónico para Assistência e/ou Informações
Em recente utilização de auto-estrada fui surpreendido pela alteração do número de telefone de pedido de assistência e/ou informação, do 808508508 (grátis) para um outro número com o prefixo 707 (10 cent./minuto de telefone fixo, vs. 25 cent./minuto de telefone móvel).Sendo certo que as tarifas cobradas pressupõem o usufruto de todos os serviços prestados, será no mínimo aberrante e até especulativo a cobrança de outros custos pelo simples pedido de apoio, independentemente da sua génese, seja ela simples pedido de informação assistência por avaria obstáculo na estrada acidente, ou de qualquer outra índole, como sera expectável do mínimo de conduta cívica e entreajuda de qualquer utente.
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