Reclamações públicas

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Cobrança Indevida Percurso Máximo/Taxa Máxima

Exmos. Srs., No dia 07 de Agosto, ao sairmos de Évora em direção a Castelo Branco, junto às portagens de retirada de ticket, encontravam-se a decorrer trabalhos de obras na estrada (aplicação de alcatrão no pavimento) e por isso a polícia de trânsito junto com a GNR estavam a encaminhar o trânsito para uma única via. Em nenhum momento fomos abordados pelos agentes que se encontravam no terreno, apenas limitaram-se a encaminhar todos os carros para a mesma via com um dos braços. Ao chegarmos à portagem onde deveríamos apresentar o dito ticket para pagamento, e não dispondo do mesmo, falámos com uma das colaboradoras através do botão de “informação” e explicámos o sucedido, que não tínhamos ticket porque na portagem anterior estavam a decorrer trabalhos de obras na estrada e que tínhamos seguido as indicações dos agentes que se encontravam no local. A colaboradora explicou-nos que não tendo ticket que não nos conseguiria ajudar e que teríamos de pagar a taxa máxima (62,60€), mas que nos podia passar uma fatura e que poderíamos apresentar reclamação do sucedido antes de efetuarmos o pagamento para que a situação fosse resolvida/normalizada. Também contactámos a GNR e foi-nos indicado para realizarmos o mesmo procedimento. Desta forma, peço a vossa ajuda para conseguirmos resolver esta situação pois já tentámos entrar em contacto por e-mail (logo no dia 07) e ainda não obtivemos nenhuma resposta. Hoje era o último dia para pagamento da fatura. Mais informo que tenho documentação que comprova que estivemos num hotel em Évora e que o check-out foi realizado no dia 07/08, de forma a comprovar que o percurso que fizemos foi da cidade de Évora até aquela portagem. A matrícula também estará registada na portagem que estava “em obras”.

Em curso

Reclamação – Cobrança indevida de tarifa máxima de portagem

No passado sábado, por volta das 15h, desloquei\-me da Amadora para Santarém\. Fiz a maior parte do percurso pela estrada nacional, mas, por engano, entrei na autoestrada\. Ao chegar à portagem, não tinha o ticket de entrada, tendo\-me sido cobrada a tarifa máxima\. A colaboradora que me atendeu informou\-me de que deveria contactar a concessionária por e\-mail para solicitar a revisão do valor, indicando o dia e a hora aproximada da passagem, uma vez que seria possível verificar o meu percurso\. Desde então tenho tentado resolver a situação através dos contactos disponibilizados, incluindo chamadas telefónicas e e\-mails, mas não obtive qualquer resposta\. Entretanto, o prazo de pagamento termina hoje, colocando\-me numa situação injusta, pois estou a tentar resolver o problema antes de efetuar um pagamento que considero incorreto\. Solicito a intervenção da DECO para que a concessionária analise o meu caso, reveja a cobrança efetuada e aplique apenas o valor correspondente ao trajeto que efetivamente realizei\. Agradeço a vossa atenção e aguardo uma resposta com a maior brevidade possível\.

Em curso

ACIDENTE COM OBJETO NA A1

No dia 28-06-2026, cerca das 19h, circulava na A1 sentido Sul-Norte, km 156,5, quando o meu veiculo embateu com objecto que encontrava-se na faixa de rodagem. O embate provocou varios danos na parte inferior do veiculo, alguns danos ainda por apurar pela oficina. Foi necessario imobilizar o veiculo e contactei a concessionaria pela via em questão para tomar conta da ocorrencia. Foi possivel verificar que o objeto em causa é uma cinta de amarração, a mesma foi encontrada pelo tecnico que veio ao local.. Na sequência do impacto, a viatura sofreu danos visíveis relevantes, incluindo perfuração do resguardo do motor e danos na parte inferior do veiculo. A ocorrência foi comunicada de imediato à Brisa, tendo uma equipa de assistência comparecido no local e efetuado o respetivo registo da ocorrência. Venho por este meio solicitar a abertura do processo de averiguação e responsabilização relativamente aos danos causados na minha viatura, resultantes da presença deste objeto perigoso na faixa de rodagem da autoestrada concessionada. Tenho os elementos e registos fotográficos atualmente disponíveis, ficando desde já reservado o envio posterior de informação complementar relativa à avaliação mecânica e aos danos totais apurados pela oficina. Aguardo o vosso contacto e indicação dos próximos procedimentos. Obrigado.

Encerrada

Acidente com objeto metálico presente na via da auto estrada

No dia 23-06-2026, cerca das 18:20h , circulava na A1 no sentido Sul – Norte, km 289.4 , quando a minha viatura embateu num objeto metálico de grandes dimensões que se encontrava na faixa de rodagem. O embate foi inevitável e provocou danos significativos na parte inferior da viatura, tendo sido necessário imobilizar o veículo imediatamente após a ocorrência por questões de segurança. Posteriormente, foi possível verificar que o objeto em causa aparentava ser um disco de travão pertencente a um veículo pesado, facto que foi igualmente observado no local pelo colaborador da Brisa que prestou assistência. Na sequência do impacto, a viatura sofreu danos visíveis relevantes, incluindo perfuração do piso do habitáculo e danos estruturais na parte inferior do veículo e possivelmente outras não visíveis no local . De momento, não é ainda possível determinar a totalidade dos danos causados, uma vez que a viatura foi entretanto encaminhada para oficina, encontrando-se em avaliação técnica para apuramento completo dos componentes afetados e respetivo orçamento de reparação. A ocorrência foi comunicada de imediato à Brisa, tendo uma equipa de assistência comparecido no local e efetuado o respetivo registo da ocorrência. Foi igualmente acionada a Guarda Nacional Republicana, que tomou conta da ocorrência e efetuou o respetivo registo no local. Venho por este meio solicitar a abertura do processo de averiguação e responsabilização relativamente aos danos causados na minha viatura, resultantes da presença deste objeto perigoso na faixa de rodagem da autoestrada concessionada. Tenho os elementos e registos fotográficos atualmente disponíveis, ficando desde já reservado o envio posterior de informação complementar relativa à avaliação mecânica e aos danos totais apurados pela oficina. Aguardo o vosso contacto e indicação dos próximos procedimentos.

Encerrada

Bloqueio Total sem Aviso Prévio

No dia 20 de maio, entre as 20h30 e as 20h55, na A10 logo após a entrada de Arruda dos Vinhos no sentido Sul, assisti a uma situação absolutamente inadmissível e revoltante causada pela gestão dos trabalhos na autoestrada. Durante vários quilómetros, um veículo da Brigada de Trânsito e outro da Brisa circularam lado a lado a cerca de 10 km/h, bloqueando completamente as três vias da autoestrada e obrigando centenas de condutores a avançar praticamente parados, criando uma fila interminável de vários quilómetros. O mais grave é que não existia qualquer aviso prévio, nem antes da entrada na autoestrada nem ao longo do percurso, que alertasse para este condicionamento extremo. As pessoas entravam na A10 sem qualquer informação e ficavam presas numa situação absurda, sem possibilidade de evitar o trânsito. Esta falta de planeamento e de respeito pelos condutores é vergonhosa. Há pessoas que têm horários, compromissos importantes, consultas, trabalho e voos para apanhar — exatamente o meu caso. É inaceitável que uma entidade responsável por gerir uma autoestrada trate os utilizadores desta forma, sem qualquer consideração pelo tempo e pelas consequências causadas. A pergunta que fica é simples: porque razão não foi apenas encerrada uma via desde o início, permitindo a circulação normal nas restantes, em vez de bloquearem completamente as três vias durante quilómetros para depois, perto das obras, mandarem todos os carros encostar à direita? A sensação transmitida foi de total desorganização, incompetência e desprezo pelos condutores que pagam para utilizar a autoestrada e esperam um mínimo de eficiência e respeito. Exijo que esta situação seja analisada e que sejam dadas explicações sobre a gestão deste condicionamento, bem como medidas para impedir que algo semelhante volte a acontecer.

Encerrada

Projecção de pedra A3 sentido Sul/Norte

Gostava de pedir ajuda para tentar resolver o problema que a data de hoje está a prejudicar-me gravemente pelo agravamento que tenho na renovação dos seguros dos carros e moto. Descrição do Ocorrido: No passado dia 24 de julho de 2025, pelas 18h10, enquanto circulava na Autoestrada A3 – Concessão da Brisa, no sentido Sul/Norte, ao quilómetro 6,4, uma pedra de dimensões consideráveis, que se encontrava na faixa de rodagem, foi projetada por um veículo que circulava à minha frente, colidindo violentamente com a minha viatura. O impacto provocou danos significativos no capô, pára-brisas dianteiro e tejadilho em vidro do veículo. No local foi possível constatar a presença de várias pedras de grande dimensão dispersas na faixa de rodagem, representando uma situação de manifesta perigosidade para a circulação automóvel. Após o sucedido, desloquei-me ao posto da Brigada de Trânsito da GNR, situado a cerca de 1 a 2 quilómetros do local do acidente, onde apresentei a ocorrência. Na sequência da participação, foi enviada uma patrulha da GNR ao local e requisitada a presença de um piquete da Brisa." Depois desta situação activei o seguros de danos próprios para arranjo do capo do carro que ficou danificado. Posteriormente, e após ter sido contactada pela seguradora, a Brisa recusou assumir o pagamento. Perante essa recusa, a companhia de seguros decidiu não dar continuidade ao processo de pedido de indemnização junto da Brisa. Desta forma, fico eu, segurado e sem qualquer culpa no acontecimento, prejudicado, sofrendo ainda um agravamento do seguro automóvel durante os próximos seis anos. Tenho documentos como: – Cópia da troca de emails com a Brisa – Fotografias do local da ocorrência e das pedras na via – Fotografias dos danos provocados na viatura – Cópia do auto da ocorrência elaborado pela GNR Caso me consigam ajudar poderei enviar essa documentação posteriormente.

Encerrada

Pagamento de portagens indevido

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente a cobranças de portagens associadas à viatura com a matrícula 8086BR, as quais não foram realizadas por mim nem com o meu veículo. Informo que não faço deslocações com a viatura e que a mesma foi submetida a inspeção em fevereiro, encontrando-se desde essa data imobilizada por avaria, não tendo circulado em qualquer via desde então. Face ao exposto, considero tratar-se de um erro de identificação ou eventual utilização indevida da matrícula. Solicito a vossa análise detalhada desta situação, bem como o cancelamento das cobranças indevidas. Solicito ainda que me sejam facultados os registos associados às passagens em questão, nomeadamente imagens, para verificação do sucedido. Estou disponível para colaborar no esclarecimento desta situação, podendo fornecer documentação comprovativa do estado de imobilização da viatura, caso necessário. Com os melhores cumprimentos, Rogério Ferreira NIF 179388908 912689603

Encerrada

Acidente na autoestrada provocado por um sofá no meio da via.

No dia 28 de Fevereiro do corrente ano, pelas 20h15 na A4, ao quilometro 32 , no sentido Porto-Amarante, embati num sofá que se encontrava no meio da faixa de rodagem. Por receio de algum choque em cadeia, saí da autoestrada na saída para Paredes e contactei o numero 210 730 300 para alertar de imediato para o objeto na estrada. O embate provocou danos na viatura. No mesmo dia, quando regressei a casa, enviei um mail para os vossos serviços, dando conhecimento do ocorrido, com as fotografias dos estragos ocorridos. No dia 8 de Abril a Brisa responde que não se sente culpada do acidente, de forma genérica dizem que fazem patrulhas diárias, a GNR também o faz, por isso não se sentem responsáveis. A responsabilidade é minha por circular numa autoestrada cujo concessionário tem monopólio. Julgo que esta desresponsabilização da Brisa é lavar as mãos, devem colocar alertas nas vossas vias de que não se responsabilizam por qualquer acidente que ocorra nas vossas vias. Já agora para que servem as câmaras instaladas na autoestrada? Ninguém observa o que se passa?

Encerrada

OBRAS NA A4

É inadmissível executarem obras na A4 em Penafiel, em plena hora de ponta de manhã, fazerem-nos estar mais de uma hora parados em fila e no fim cobrarem a portagem na totalidade. É uma vergonha. Imagino que os custos de fazerem obras durante a noite sejam elevados, mas lembro que pagamos diariamente 4,70€ para percorrer pouco mais que 50km; sendo este um dos troços mais movimentos do país e atendendo à falta de manutenção que existiu durante anos, creio que as obras estão mais do que pagas. Ou passam as obras para a noite que é um horário de menor afluência (a meu ver o mais correto), ou ajustam o valor da portagem. O que não é correto é o que nos estão a fazer.

Encerrada

Credencial classe 1

No dia 30 de Agosto desloquei-me à loja Via Verde no Porto para mudar a matrícula do identificador e para fazer alteração para classe 1. A credencial classe 1 como expirou, teria que fazer a renovação via email (uma informação errada, segundo a colega do apoio ao cliente, Sra. Renata Martins, o pedido podia ser feito presencialmente na loja) No próprio dia efetuei o pedido, aguardei uma resposta e só no dia 9 de Setembro é que recebi um email a solicitar o pagamento da renovação do documento, o qual efetuei de imediato No dia 30 de Setembro, liguei com o apoio a cliente para verificar a situação da renovação do documento comprovativo da classe 1, foi-me informado pela Sra Renata Martins, que não tinha resposta/solução para me dar, mas que iria escalar por email o assunto internamente e que poderia demorar mais ou menos 15 dias a obter uma resposta. Não me contentei com essa informação, visto ter já passado quase um mês e pedi para ser contactada por alguém que me desse informações concretas. Fui contactada pelo Sr Nuno Gamboa que me informou que a credencial tinha sido enviada no dia 25 de Setembro, sem uma previsão de chegada à minha morada... Ainda não recebi a credencial. Estou há mais 1 mês aguardar a credencial e desde essa data estou a pagar o dobro de scuts/portgens. Como cliente da Via Verde, transcende-me o facto de não resolverem o meu assunto internamente até à data e sou sempre eu a ligar para obter qualquer informação da vossa parte. Reforço a mensagem para ser ressarcida da diferença do valor e penso que é o mínimo que a vossa empresa pode fazer, perante as minhas deslocações e tempo dedico a este assunto por resolver. Eta reclamação foi colocada à Via Verde a qual me dá como resposta: #No seguimento da reclamação nº 141799225, apresentada no dia 2025-10-06, informamos que a Via Verde presente no ******, apenas está habilitada a responder às questões sobre a Via Verde. Sendo o assunto sobre o envio do cartão credencial classe 1 da competência e responsabilidade da Brisa Concessão Rodoviária S.A. todos os pedidos de esclarecimentos deverão ser endereçados à referida entidade.# Deveriam ter dado esta informação desde o início de todo o processo.

Encerrada

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