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Pedido de reembolso – serviço não prestado (salto de paraquedas) Não resolvida Pública
Venho por este meio apresentar queixa contra a empresa Skydive Maia. Em 2024 adquiri um voucher para um salto de paraquedas, tendo efetuado o pagamento por transferência bancária. Apesar de várias tentativas de marcação, o salto nunca foi realizado, tendo havido sucessivos adiamentos e cancelamentos por parte da empresa. Desde então, tentei contactar a Skydive Maia por diversos meios (email e outros), sem qualquer resposta. A empresa encontra-se atualmente em silêncio total, não apresentando qualquer solução nem procedendo ao reembolso do valor pago. Trata-se de uma situação que configura incumprimento contratual, sendo que o serviço pago nunca foi prestado. Tenho conhecimento de que existem vários consumidores na mesma situação, o que agrava a gravidade do caso. Solicito o apoio da DECO Proteste no sentido de obter a resolução do contrato e o reembolso do montante pago, bem como orientação adicional quanto aos meus direitos enquanto consumidor, encontrando-me atualmente residente na Suíça. Disponibilizo-me para fornecer toda a documentação necessária que comprove o pagamento e as tentativas de contacto efetuadas.
Incumprimento contratual e não prestação de serviço – Skydive Maia
Em dezembro de 2022 foi adquirido um voucher para um salto de paraquedas junto da empresa Skydive Maia. Desde a data da compra, o serviço nunca foi prestado, tendo sido sucessivamente agendado e posteriormente cancelado pela empresa, por motivos que lhe são exclusivamente imputáveis. Cronologia resumida: Agendamento para 12/09/2023 – cancelado a 06/09/2023 por limitações impostas pelo Aeroporto do Porto; Agendamento para 31/10/2024 – cancelado a 28/10/2024 devido ao aumento do turismo no Porto; Agendamento para 19/12/2024 – cancelado a 11/12/2024 por condições meteorológicas; Agendamento para 06/06/2025 – cancelado a 04/06/2025, novamente por motivos meteorológicos. Posteriormente, tornou-se impossível efetuar qualquer nova marcação: a agenda no site encontra-se permanentemente encerrada, os contactos telefónicos não são atendidos, os emails enviados não obtêm resposta e as instalações físicas encontram-se encerradas. Face à ausência de resposta e à não prestação do serviço pago, foi submetida reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico por incumprimento contratual. Solicito o apoio da DECO no sentido de obter o reembolso integral do valor pago pelo voucher, uma vez que o cancelamento reiterado é imputável à empresa e configura claro incumprimento dos direitos do consumidor.
Estabelecimento fechado
No Natal de 2023 recebi um voucher para fazer o salto de paraquedas onde eu marquei para o dia 1 de agosto de 2025, onde teria falado com um assistente por whatsapp e ele deu me mais alguns dias para marcas pois eu estava grávida e não poderia saltar dentro das datas! Quando chegou perto do dia 1 de agosto recebi um email a dizer que não era possível realizar o salto por conta de restrições aéreas! No entanto marquei o salto novamente para 25 de janeiro de 2026 onde agora soube que o skydive da Maia está fechado permanentemente e não recebi nada a avisar que não teria o salto nem recebi a devolução do dinheiro! E eu preciso de uma coisa ou de outra!
Cancelamento
Exmos senhores. Venho por este meio expor a minha situação, uma vez que comprei um salto na skydive maia , no qual foi agendada para dia 7 de agosto de 2025 e dias antes recebi mail a desmarcar devido ao tráfego aéreo. Desde então já enviei vários emails e mensagens WhatsApp para reagendar e até agora nunca obtive resposta. Neste momento quero o reembolso uma vez que não é uma empresa credível. Obrigada pela ajuda
Cancelamento Salto Parquedas
A 24/7/2023 comprei um salto de paraquedas na SkyDive Maia. Após várias marcações da minha parte; e desmarcacões da parte da empresa, com a desculpa da situação meteorológica e do tráfego aéreo no Porto deparo-me que a empresa fechou e que nunca realizei o salto.
Serviço não prestado - pedido de reembolso
No dia 30/11/2023 adquiri no site da empresa Skydive Maia um salto de paraquedas, pelo valor de 129,99 €, pago por cartão. A atividade foi agendada, mas a empresa cancelou a primeira vez alegando que a metereologia não reunia as condições de segurança necessárias para a realização do salto. Foi feito novo reagendamento, tendo a empresa voltado a cancelar, desta vez com a justificação de restrições impostas pelo Aeroporto do Porto devido ao aumento excecional do tráfego aéreo. Ambos os cancelamentos foram da responsabilidade exclusiva da empresa. Desde então, tentei repetidamente contactar a empresa por telefone, e-mail, WhatsApp e Instagram, sem obter qualquer resposta. Verifiquei ainda que a empresa aparece no Google como “encerrada permanentemente”. O serviço nunca foi prestado e, até à data, não foi efetuado qualquer reembolso. Solicito o apoio para obter o reembolso total do valor pago, por incumprimento contratual por parte da empresa.
Reclamação Formal – Incumprimento Contratual e Pedido de Reembolso – Vouchers
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a entidade Skydive Maia - Clube e Centro de Pára-quedismo, NIF 51002140, por incumprimento contratual. Em 29/11/2023, adquiri dois vouchers de salto de paraquedas pelo valor total de 259,98€. No entanto, decorridos mais de dois anos desde a compra, continuo impossibilitado de usufruir do serviço. Importa referir que: - O salto esteve agendado 3x nos últimos anos, tendo sido sempre cancelado por parte da Skydive com a justificativa das condições meteorológicas ou por restrições aéreas. - Tenho envidado diversos esforços de contacto para novo agendamento, sem sucesso ou resolução definitiva. Considerando que o serviço não foi prestado em tempo útil e que a sucessão de cancelamentos inviabiliza a expetativa do consumidor, solicito o reembolso integral do valor pago (259,98€) Caso não haja resolução célere desta situação, reservo o direito de avançar pelas vias legais competentes. Com os melhores cumprimentos, Nuno Duarte
Pedido de reembolso
Em 2022, adquiri um voucher para um salto de paraquedas com a empresa Skydive Maia e marquei para 2023. O salto foi adiado sucessivamente em 2023, 2024 e novamente em 2025, sempre por iniciativa da empresa, ou por razões das condições meteorológicas ou por restrições do aeroporto do porto. Após o último adiamento, desde então, tenho tentado contactar por telefone, e-mail e WhatsApp, mas não atendem chamadas nem respondem a nenhuma das mensagens. Esta situação é inadmissível — trata-se de um serviço que nunca foi prestado ao longo de três anos nem qualquer reembolso do valor pago.
Serviço não prestado – pedido de reembolso
Em 2023 adquiri e paguei, através de MB Way, um salto de paraquedas à empresa Skydive Maia. Após sucessivas tentativas de marcação, foi finalmente agendada uma data para 10/01/2026 às 14h30. No entanto, a empresa deixou de responder a qualquer contacto (telefone, mensagens e email), encontrando-se totalmente incontactável. O serviço não se realizou na data marcada por ausência total de confirmação e operação por parte da empresa. Trata-se de um claro caso de serviço pago e não prestado, configurando incumprimento definitivo do contrato. Solicito apoio para obtenção do reembolso integral do valor pago.
Desmarcação do voo 4 vezes e não atendem nem remarcam
Bom dia comprei um voucher na skydive maia para fazer salto de para quedas, entretanto marcaram o salto e desmarcaram mais de 3 vezes, tento falar com a empresa ninguém atende o telemóvel , não respondem aos e mails, já nos deslocamos a loja mas está fechada. Como esta situação se mantem há muito tempo, venho por este meio pedir o reembolso, uma vez que a empresa não se disponibiliza a resolver a situação. Tenho como comprovativo os e mails da desmarcação do voo por parte deles 3 vezes. Fundamentação legal: Nos termos do art.º 4.º e 8.º do Decreto-Lei n.º 24/2014, na falta de cumprimento do contrato por parte do prestador, o consumidor tem direito à resolução do contrato e ao reembolso integral. A cláusula “vouchers não reembolsáveis” não é aplicável quando é o fornecedor que impossibilita a prestação do serviço, configurando cláusula abusiva nos termos dos art.º 19.º e 25.º da Lei de Defesa do Consumidor.
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