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Denúncia Contratual
Após vários contactos telefónicos por parte da Vortal para nos vender os serviços, no dia 21 de Fevereiro de 2025 a empresa Workfer, Lda realizou um contrato com a Vortal. Contratámos desta forma, via telefone, o Plano V e como tinham a decorrer a campanha promocional de acesso ao mercado privado, ofereciam-nos também esse serviço. Teríamos ao dispor uma gestora para acompanhamento permanente para nos ajudar com qualquer questão, dúvida ou com a submissão de alguma proposta. Ficámos a pagar mensalmente por este serviço 223,98€ No decorrer do contrato, quando necessitava de apoio para submissão de propostas ou tinha alguma dúvida contactava a gestora que se encontrava sempre indisponível, tendo sempre que ligar para a linha geral para tentar falar com alguém que me pudesse esclarecer. As justificações dadas foram que a minha gestora estava ocupada a dar outros apoios ou em reuniões. O apoio contratado foi assegurado pela linha geral. Durante 1 ano de serviço consegui falar com a gestora que me tinha sido atribuída 2 vezes, facto que foi confirmado através das gravações de chamadas, prática efetuada pela Vortal e comum na maioria das grandes empresas. A ausência de prestação do serviço de assessoria e acompanhamento da gestora de conta dedicada constitui incumprimento das obrigações contratuais assumidas pela Vortal no momento da venda telefónica. No dia 28 de Fevereiro de 2026 recebemos uma fatura no valor de 420,96€, no sentido de perceber o porquê do valor, liguei para a gestora que mais uma vez se encontrava indisponível e por esse motivo tive que ligar como sempre para a linha geral. Foi-me dito que o contrato tinha sido renovado automaticamente, que o valor tinha sido atualizado e que teria que falar com a minha gestora se tivesse alguma questão. Como não consegui falar com a gestora, nem consegui, após a solicitação, que a gestora me devolvesse a chamada, voltei a ligar para a linha geral a expor a situação e a contestar o valor. Disse que não era correto da parte da Vortal aumentar o valor mensal sem um aviso prévio, que o valor em causa era abusivo, não tinha justificação e que estava disposta a manter o serviço pelo valor mensal que pagava anteriormente. Fiquei a aguardar a resposta à minha reclamação, mas não a recebi, como tal no dia 4 de Março preenchi o formulário de denúncia contratual. No seguimento da denúncia contratual recebi um email de confirmação da Vortal a informar que o formulário tinha sido encaminhado para a gestora, pelo que fiquei a aguardar um contacto que uma vez mais não aconteceu. O fim de uma campanha promocional obriga a empresa ao aviso prévio do cliente sobre o novo valor aplicável para o período seguinte, em respeito pelo princípio da boa-fé e transparência contratual. Também não fomos consultados sobre se queríamos subscrever o serviço que inicialmente tinha sido oferta, limitaram-se apenas a debitar o respetivo valor na fatura. Ao omitirem o valor real da renovação até à emissão da fatura, que foi enviada após o término do contrato, inviabilizaram qualquer hipótese de exercer o direito de cancelamento dentro do prazo regulamentar, inviabilizaram o direito de aceitar ou recusar pagar aquele valor pelo serviço. Recebi até à presente data 3 faturas indevidas com o valor de 420,96€ cada uma, e assentes num valor nunca acordado e correspondentes a um período pós-denúncia. Considero que a Vortal age de má fé e de forma abusiva, ao debitar e faturar valores indevidos, atua desta forma com a generalidade das pequenas empresas, faz um contrato ambíguo e vago, isto porque deixa em aberto valores e a oferta de determinados serviços, que podem ser oferta por um período limitado, mas não especifica quais são esses serviços. A Vortal reserva-se ao direito de atualizar valores sem mencionar percentagens ou margens, e de retirar ofertas quando entender sem aviso prévio. Nada destas questões são abordadas quando nos contactam para realizar o contrato. Prometem um serviço que não cumprem, além de que o serviço que prestam não se coaduna com o valor que cobram, o que leva à conclusão que o valor pago serve apenas para ter acesso aos concursos. Neste caso o contrato terá sido renovado automaticamente no dia 21 de Fevereiro de 2026, sendo que recebi a fatura com o valor da renovação no dia 28 de Fevereiro, 7 dias depois da renovação automática, conforme comprova a data da própria fatura. Foi apenas no dia da receção da fatura que tive conhecimento do novo valor. Entre a tomada de conhecimento do valor a pagar daí em diante, e a denúncia do contrato seguiram-se 5 dias corridos que correspondem a 3 dias úteis, prazo que considero legitimo para a denúncia do contrato e para a anulação das faturas, e que se devem ao período de espera de resposta por parte da gestora ou da Vortal. Face ao exposto, a Workfer, Lda. exige: O cancelamento imediato do contrato com efeitos retroativos a 4 de Março de 2026 data da submissão do formulário de denúncia, por justa causa imputável à Vortal. A anulação integral das 3 faturas emitidas no valor de 420,96€ cada, uma vez que o serviço foi denunciado e o valor faturado nunca foi objeto de acordo entre as partes nem informado antecipadamente. A cessação de qualquer cobrança ou ameaça de contencioso baseada nestas faturas indevidas.
Reclamação por venda de serviço incompatível com a atividade da empresa e faturação indevida
No mês de junho de 2025, a minha empresa STEFANIE GOMES UNIPESSOAL LDA, NIF 518211282, assinou contrato com a Vortal para adesão à sua plataforma. O serviço entrou em vigor desde junho de 2025, contudo em nenhum momento fui contactada para confirmação ou para receber formação sobre a utilização da plataforma. Até à presente data, também não recebi qualquer acompanhamento ou explicação prática sobre o serviço. Após deixar passar algum tempo a verificar as oportunidades disponíveis, percebi que existia uma incompatibilidade legal: a plataforma exige sempre a Certidão da Conservatória do Registo Comercial (CRC) da empresa aquando da resposta a qualquer oportunidade de negócio. Isto inviabiliza totalmente o uso para intermediação de seguros, uma vez que a minha inscrição como mediadora de seguros é em nome pessoal e não em nome da empresa. A adesão à plataforma foi-me vendida especificamente para ser utilizada no ramo dos seguros, sabendo eu e a vossa colaboradora que, na área de intermediação de crédito, não faria sentido concorrer em concursos públicos. Face a isto, o serviço nunca pôde ser utilizado. Informei a Vortal da situação e solicitei o cancelamento, mas não obtive resposta. Pelo contrário, continuam a emitir faturas indevidas por um serviço que não é utilizável. Solicito: Cancelamento imediato do contrato; Anulação de todas as faturas emitidas desde junho de 2025; Confirmação escrita no prazo máximo de 5 dias úteis. Mais informo que não reconheço qualquer dívida e não efetuarei qualquer pagamento, uma vez que não existiu qualquer prestação de serviço efetiva.
Alteração plano/ auto ativação e cobrança indevida de plano iobras
Venho desta forma expor a forma pouco ética, desrespeitosa, quase ao nível de extorsão e burla de que tem sido alvo a empresa Reinaldo Madeira - Equipamentos para Saneamento, Lda por parte da entidade Vortal e que passo a expor abaixo:Sendo a Reinaldo Madeira - Equipamentos para Saneamento uma empresa que atua no sector do Saneamento e Mobiliário Urbano e estando habilitada a concorrer a concursos públicos, entendeu a determinada altura (e derivado de uma oferta promocional a decorrer) aderir a um plano Vortal, intitulado Fast Sector Publico PT que nos atribuía vantagens no acesso a funcionalidades avançadas tais como acesso a procedimentos de concursos sem ter de ser convidada pela entidade responsável pelo concurso.Após a negociação com um elemento comercial da dita Vortal, foi estabelecido um valor mensal de 136 € para um plano Fast Sector Publico PT, havendo da parte da Vortal (do elemento comercial) a total garantia de que o valor seria respeitado até ao final do contrato estabelecido em papel.Após a assinatura do mesmo qual não foi o nosso espanto quando passados menos de 2 semanas, por autoria dos mesmos e sem apresentarem argumentos nem opções visíveis de cancelamento, nos informaram que para nosso bem, nossa melhoria de serviços, evoluíram o nosso plano de Fast Sector Publico PT para o planoV (umas vezes assim chamado), ou Vpro (outras vezes assim chamado) com um aumento de 136,00 € para 168,30 €, sem nos informarem de tal, nem esperarem a nossa aceitação, sem respeitarem o que tinha sido acabado de ser assinado e sem acesso à suposta formação que nos seria oferecida por seis meses.Tentámos falar com o gestor comercial, com o técnico comercial, enviámos emails a pedir esclarecimentos, todos eles sem qualquer resposta, sem qualquer justificação ou alternativas senão a de pagarmos porque senão entraríamos em incumprimento de contrato.Na nossa boa-fé e temendo ficarmos restringidos por eventuais represálias de quem nem se dignou a responder-nos, continuámos a pagar e a ligar para a Vortal na tentativa de resolver o assunto com o valor acrescentado dos emails enviados, proliferando a arrogância empresarial de nunca nos responderem a tal.Entrando na fase critica da Pandemia, surgiu por fim uma nova situação que muito nos constrange por sermos empresa de bem e nada constrange quem tem demonstrado falta de ética e técnicas de exploração comerciais dignas de empresas pertencentes a ditaduras monopolistas. Visto estarem provavelmente a passar por dificuldades financeiras, decréscimo de vendas ou lá o que fosse, inventaram uma adesão a um plano experimental por 3 meses para a nossa empresa (e sabemos agora para muitas mais) que passaria a definitivo caso não cancelássemos dentro desses 3 meses, essa tal (auto) adesão. Relembro que nunca assinámos nada, nunca autorizámos nada disso e pior, não recebemos qualquer email, informativo de que tínhamos aderido a esse tal plano e como poderíamos cancelá-lo, o que demonstra visivelmente que foi uma situação deliberada e danosa.Apenas quando recebemos um aviso de que tínhamos 1 fatura a débito passados 4 meses,(3 meses gratuitos da auto inscrição desse plano e mais um mês já com plano passado automaticamente á sua efetividade) e que a mesma iria ser debitada por débito direto (da qual nem sequer tínhamos autorizado débito direto porque não sabíamos sequer existir este plano) é que vimos que tínhamos sido ludibriados com uma mestria que seria bastante mais proficiente se aplicada a fatores positivos como esclarecer os clientes e resolver-lhes os problemas e dar-lhes a formação que até ficou escrita no contrato que fizemos e não foi cumprido.Mais uma vez seguimos todo o ciclo de contatos e envio de emails, já bastante irritados e com a nossa parte jurisprudente com conhecimento do assunto. Conseguimos 1 vez falar com um colaborador mais ético (ou menos atento à filosofia praticada por esta empresa) que nos indicou quem seria a nossa gestora de conta e que ia abrir um processo para ser resolvido o assunto.Para verem o nível de nossa insatisfação, enviámos com mais do que a antecedência solicitada, uma declaração nossa indicando a intenção de não renovação do contrato indicando a data de quando a mesma iria entrar em efetividade (ou seja, informámos que no final de contrato, o mesmo não seria renovado por nós).Igualmente e já dentro do prazo estabelecido deles, preenchemos o formulário online de cancelamento do plano. Dos dois, tanto do email como do formulário nunca recebemos qualquer resposta/comprovativo de entrega.Findo o contrato e tendo-se passado 2-3 meses do mesmo (para dar tempo para debitarem qualquer faturas pendentes do plano Vpro) pedimos o cancelamento do débito direto.Espanto dos espantos quando passados algumas semanas recebemos um aviso da recuperadora de crédito, Intrum a informar que teríamos 3 faturas do tal plano virtual Iobras criado pela Vortal para pagar e que se não pagássemos haveria as habituais consequências.Já ficando acima do nosso poder como simples clientes, passámos o assunto ao jurisprudente que nos acompanha, sendo que começou a troca de emails entre eles sem qualquer resolução até agora, nem mesmo qualquer resposta da maliciosa Vortal. Chegando a mesma ao ponto de informar/tentar por essa vertente imputar-nos uma rescisão antecipada do contrato antes do final do mesmo e que era por isso que teríamos que pagar. Sendo obviamente mais uma mentira até porque quando se rescinde o contrato como todos sabem, envia-se o valor até final de contrato e não faturas mensais como sempre tentaram que pagássemos desse tal plano arquitetado pela Vortal iobras, pediu o nosso jurisprudente prova de tal que também não foi facultada, exceto e caricatamente o contrato inicial que fizemos com a Vortal e que não indicava nada do que era a realidade do que pagámos.Por consulta no website desta empresa Vortal notámos que não somos filhos únicos, únicos lesados. Agradecemos resolução.
Serviço comercial agressivo e enganador
Exmos. Senhores,Em Agosto de 2020 fui contactado diariamente durante mais de uma semana por um comercial da empresa Vortal, propondo a sua plataforma de contratação pública e privada, tendo recusado várias vezes a proposta porque me obrigava a uma permanência de 12 meses.Após me ter aliciado por SMS com supostos 9 procedimentos activos na minha área de actuação (publicidade gráfica) e geográfica (grande Porto), com valores superiores a 7000€ e me ter garantido via chamada telefónica que eu podia cancelar o contrato a qualquer altura se constatasse que não era uma mais valia para mim, lá acabei por ceder e assinar o contrato para experimentar o que parecia ser uma excelente oportunidade para chegar a novos clientes. Qual é o meu espanto quando nos primeiros dois meses de uso da plataforma não aparece um único procedimento activo que cubra sequer a mensalidade da plataforma.O que à primeira vista parecia uma boa oportunidade de fazer mais receita, tornou-se apenas mais uma despesa inútil.Enviei um email a 24 de Novembro de 2020 a pedir o cancelamento do contrato por dificuldades financeiras, agravadas pela mensalidade da plataforma.Este email só foi respondido, via chamada telefónica, a 4 de Janeiro de 2021, ao que me responderam que seria impossível cancelar o contrato e teria de pagar todas as mensalidades até ao final do mesmo.Pedi para falar com o comercial para esclarecer a situação, mas este está sempre indisponível, primeiro por estar de férias e depois por morte de um familiar.Pedi então que me enviassem as gravações das chamadas feitas inicialmente com o ele. O assistente concordou que estaria no meu direito e que essas gravações iriam ser enviadas por email.Até hoje, 9 de Fevereiro de 2021 não obtive mais nenhuma resposta, após dezenas de chamadas efectuadas por mim para o número de assistência da Vortal (número de valor acrescentado), em que me transferem sempre pelo menos 3 vezes de departamento, tenho de explicar o problema a todos os assistentes que encontro, tentando vencer-me pelo cansaço.De salientar que nunca consegui um único trabalho através desta plataforma e que tudo que me trouxe foi mais despesa. Acabei por perceber também que não é necessário estar inscrito numa plataforma como esta para responder a concursos públicos, ao contrario do que os comerciais tentam transmitir.Aguardo resposta com o cancelamento do contrato à data do meus email de 9 de 24 de Novembro, pagando eu quaisquer valores que estejam em falta anteriores a essa data.
problema em terminar contrato de prestações
Ex. Senhores da empresa VORTALApós ter sido interpelado para o pagamento das facturas passadas após a data de 29/03/2019 fiquei no mínimo surpreendido pois no dia 13/05/2018 enviei um mail para os senhores perguntar qual a forma para poder anular o contrato. ao que os senhores me responderam que só seria possível através de uma plataforma a qual no mail redigido por vossas exªs me indicaram o link.Eu como os senhores me informaram efectuei a anulação do contrato através da plataforma e recebi uma resposta da plataforma com a informação de que o meu pedido estava registado e atribuíram um numero de ticket o que corresponde ao seguinte TKT-184711-M9R6X, após este mali não me foi dada mais informação nenhuma.Ora julgando eu que pelas minhas contas o contrato terminava assim no dia 29/03/2019, uma vez que a data de inicio de contrato foi 29/03/2019, e a data de anulação de contrato que foi feito através da plataforma criada para esse efeito e indicada por vossas exªs foi a 15/05/2018.Vossas exªs vem alegar que o contrato não foi terminado devido ao facto de eu não ter feito o pedido de anulação de contrato precisamente no décimo quinto dia antes de terminar o contrato, ou seja no ano inteiro eu apenas tinha 24 horas para poder terminar o contrato e só poderia ser feito naquele dia.ponto 1 isso é legal?ponto 2 se for legal o que eu duvido, porque e que não me foi dito ou porque e que eu não fui informado a quando eu fiz o contrato ou até na altura em que eu pedi a vossas exªs o que eu deveria fazer para conseguir a anulação do contrato?Ja para não falar que antes de eu assinar o contrato me foi dito que caso eu visse que não conseguia pagar ou não tinha oportunidades de negocio na vossa plataforma não haveria problema nenhum e rescindíamos o contrato em qualquer altura sem compromisso nenhum.Devo dizer que os calcenter da empresa VORTAL estão realmente bem instruídos.Na esperança de que isto se resolva o mais rápido possível e com a maior seriedade possível aguardo uma reposta para o mail leonelfonseca@sapo.ptNa eventualidade de que o que vossas exªs me estão a exigir for legal eu apenas peço um documento legal que comprove que agiram de boa fé e dentro da lei existente e pagarei o valor em causa. Mas se por algum momento houver alguma ilegalidade no processo eu não me vou calar e recorrerei a tudo o que estiver a meu alcance para denunciar a todas as outras empresas e consumidores o modos operando que vossas Exªs utilizam para ganhar clientes.Um muito obrigado pela atenção, despeço-me com os meus melhores cumprimentos Leonel FonsecaP.S. Na eventualidade de alguém que leia esta queixa me possa ajudar agradeço desde já a vossa ajuda e se quiserem entrar em contacto comigo podem faze-lo através do mail que mencionei na carta. Um grande obrigado
Denúncia Contratual
Venho por este meio comunicar o seguinte:Em 12/04/2019, fui contactado pelo departamento comercial da Vortal, para aderir ao serviço SMART, que é um serviço pago com uma mensalidade fixa mensal. Já me tinham contactado diversas vezes para aderir, mas nunca o fiz por achar um serviço demasiado caro para os benefícios que traz. Desta vez, o comercial garantiu-me que esta adesão teria um período experimental de 3 meses e que se no final desses 3 meses não estivesse satisfeito, poderia cancelar o serviço, sem qualquer penalização. No formulário de adesão, que segue anexo, encontra-se escrito, como observações, que se faria uma reavaliação do contrato ao 3.º mês. Após os 3 meses, concluí que não tirei nenhuns dividendos, nem mais valias, com este produto pelo que liguei e enviei email a solicitar o cancelamento da subscrição. Ao que me responderam, que a reavaliação do serviço não é válida para denuncia do contrato, mas sim para vermos o que está a correr bem ou mal para a adesão não estar a ser produtiva e que sou obrigado a estar 12 meses fidelizado. Ora solicitei que lessem o formulário de adesão e a gravação de voz da conversa com o comercial, mas que a mesma já não está disponível, pois são apagadas ao fim de 3 meses. Neste sentido, terei que estar mais 9 meses ligado contratualmente à Vortal a pagar uma mensalidade de 94,50€ + IVA por mês sem ter qualquer benefício, pelo que me considerado enganado, pois não foi o que me garantiram aquando da adesão ao serviço e não me resta outra solução senão participar o caso à DECO.
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