Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
Nenhuma pontuação será apresentada caso não tenhamos dados relevantes sobre a empresa.
Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
Saiba como funciona a plataforma Reclamar e conheça as suas vantagens
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1. Envie diretamente a sua reclamação à empresa.
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2. Receba um email assim que a empresa responder.
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3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu? Entre em contacto connosco, os nossos juristas podem ajudar (serviço reservado a subscritores).
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Maior impacto da reclamação com o nosso apoio
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Os nossos juristas ajudam se necessário (serviço só para subscritores)
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Se pretender pode tornar a reclamação visível para todos (opcional)
Reclamações recentes
Documentações Nao Entregue
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Consilcar – Comércio Automóveis, Lda., relativamente à aquisição de uma viatura e-2008 realizada no dia 28/02/2026. Apesar de o financiamento ter sido aprovado e o contrato devidamente assinado nessa data, até ao presente momento não me foi entregue qualquer documentação do veículo, nem me foi fornecido qualquer comprovativo do estado do processo de registo ou legalização da viatura. Esta situação impede-me totalmente de utilizar o veículo para o fim a que se destina, nomeadamente para o exercício da atividade profissional como motorista TVDE (Uber/Bolt), causando-me prejuízos financeiros diretos desde a data da aquisição. Saliento que, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o bem adquirido deve ser entregue em condições de utilização e com toda a documentação necessária, o que claramente não se verifica neste caso, configurando uma situação de incumprimento contratual. Adicionalmente, a ausência de qualquer comprovativo ou informação clara sobre o processo demonstra falta de transparência e de cumprimento das obrigações legais por parte da entidade vendedora. Face ao exposto, solicito com caráter de urgência: 1. A entrega imediata de toda a documentação do veículo; ou, em alternativa, 2. A disponibilização de comprovativo formal do estado do processo de registo automóvel; 3. A indicação de um prazo concreto e definitivo para a regularização da situação; 4. A consideração de compensação pelos prejuízos causados pela impossibilidade de utilização do veículo. Caso a situação não seja resolvida com a máxima brevidade, reservo-me o direito de recorrer às entidades competentes, incluindo centros de arbitragem de conflitos de consumo, para defesa dos meus direitos, incluindo eventual pedido de indemnização. Sem outro assunto, aguardo resolução urgente. Joao Borges
Segunda Chave de viatura adquirida e não entregue
Exmos Sres Em março de 2025, adquiri uma viatura usada na loja de Massamá. Não entregaram segunda chave na altura com a desculpa que não a tinham ainda de momento e logo que chegasse entregavam. Mais de um ano depois e de inúmeras promessas de entrega ainda não chegou. Processo e atitude lamentável, pois dizem que estão a tratar do assunto, mas nada acontece. Sem qualificação. Por acaso ainda não foi necessária, mas se acontecer algo? Vou debitar todas as despesas à empresa.
Avaria no motor e recusa na reparação
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Consilcar, relativamente ao veículo que adquiri nesse stand, o qual se encontra ainda ao abrigo da garantia, que termina dentro de aproximadamente 6 meses. Desde a compra do veículo, têm ocorrido problemas recorrentes relacionados com a falta/consumo anormal de óleo, situação que considero grave e anormal. O carro já esteve na oficina três vezes devido a este problema, tendo sido sempre apenas reposto o óleo, sem resolução definitiva da causa da avaria. Numa dessas intervenções, a Oficina António Alcobia identificou a necessidade de substituição do motor, diagnóstico que demonstra a gravidade da situação. No entanto, a entidade seguradora da garantia, WTW NSA – Willis Towers Watson NSA Portugal, S.A., apenas se disponibilizou a suportar metade do custo da reparação, proposta que recusei por considerar que se trata de um problema pré-existente à compra do veículo. Após essa recusa, a posição da seguradora passou a ser a de que não existia qualquer avaria, decidindo que o veículo não seria reparado, apesar dos registos repetidos de falta de óleo e das idas à oficina. Saliento ainda que a Consilcar, enquanto stand vendedor e responsável pela garantia do bem vendido, não se pronuncia nem assume qualquer responsabilidade, limitando-se à articulação com a seguradora, sem apresentar solução concreta para o problema. Acresce que já enviei carta registada, à qual não obtive qualquer resposta, o que considero uma falta de respeito pelos meus direitos enquanto consumidor. Encontro-me, assim, com um veículo que apresenta uma avaria séria no motor, sem reparação efetuada, com a garantia a aproximar-se do fim e sem qualquer resposta ou solução por parte da Consilcar.
Negociação abusiva e recusa de documentação legal (FINE)
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra o Stand Consilcar Belas, situado na R. Dona Maria Ana de Áustria, Lote 185, 2605-663 Belas, na sequência de uma negociação para financiamento de um automóvel no valor de 13.900€, iniciada a 14/05/2025. Desde o início da negociação, solicitei por diversas vezes o fornecimento da FINE (Ficha de Informação Normalizada Europeia), documento obrigatório por lei antes da celebração de qualquer contrato de crédito. Também pedi o nome da instituição financeira associada à proposta, de modo a poder avaliar com transparência as condições. Em vez disso, o vendedor limitou-se a apresentar valores de prestação e recusou fornecer a FINE, com respostas evasivas como “oportunamente enviarei”. Perante nova insistência, recebi uma mensagem dizendo que “não funcionou com ameaças”, o que considero uma abordagem desrespeitosa e uma inversão do exercício legítimo dos meus direitos. Sou colaboradora da área de conteúdos da DECO, e por isso mesmo, conhecendo a legislação aplicável ao crédito automóvel (nomeadamente os Decretos-Lei n.º 133/2009 e n.º 81-C/2017), vejo-me na obrigação de relatar a recusa da entidade em fornecer informação essencial, o que configura uma prática abusiva e contrária à transparência exigida por lei. Solicito a análise do caso e, se possível, uma orientação adicional sobre os próximos passos a tomar enquanto consumidora, uma vez que a entidade demonstrou falta de disponibilidade para cooperar voluntariamente. Cumprimentos.
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