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Voos: reembolso pela bagagem de mão

A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.

Reclamações recentes

J. D.
Hoje

Abuso de Confiança e de Autoridade

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente à situação ocorrida na vossa loja, relacionada com as faturas FAC 3671012026/0000202, DEV 3671012026/0000010 e FAC 3670652026/0008910. No decorrer da minha visita à loja, selecionei uma planta que se encontrava etiquetada com o valor de 12€. Posteriormente, fui abordada por funcionários e elementos da segurança que alegaram, de forma totalmente infundada e especulativa, que a etiqueta teria sido trocada por mim ou pelo meu marido. A situação tornou-se extremamente desagradável quando o meu marido foi retido enquanto se dirigia à casa de banho, sem qualquer fundamento legítimo, e eu própria fui chamada e confrontada com acusações graves, sem que tivesse sido apresentada qualquer prova concreta de qualquer comportamento ilícito da nossa parte. Foi ainda alegado que: a planta teria o valor de 42€; posteriormente referiram que, na qualidade de cliente IKEA Family, o valor seria 32€; e que não existiria qualquer planta à venda pelo valor de 12€. Mais grave ainda, um funcionário da área e elementos da segurança chegaram ao ponto de insinuar que teríamos trazido uma etiqueta de casa ou de uma planta anteriormente adquirida para a colocar naquele artigo, acusação essa absurda, ofensiva e completamente desprovida de qualquer fundamento. Face à postura agressiva e acusatória adotada pelos vossos colaboradores, manifestei imediatamente a minha indignação e solicitei a devolução do valor pago, por já não pretender adquirir qualquer artigo naquele contexto humilhante. Informei inclusivamente que poderiam chamar a polícia, por estar absolutamente tranquila quanto à veracidade das minhas declarações e da minha conduta enquanto consumidora. A devolução acabou por ser efetuada, reconhecendo-se implicitamente o meu direito enquanto consumidora relativamente ao artigo exposto com o preço fixado. Contudo, mesmo após essa devolução, o comportamento ofensivo persistiu, tendo o segurança afirmado que “só não chamava a polícia porque seria um processo moroso”, mantendo assim uma atitude intimidatória, desrespeitosa e atentatória da minha dignidade enquanto cliente. Sou cliente do IKEA desde a abertura da loja de Alfragide e, ao longo dos anos, mobiliei integralmente dois apartamentos com produtos IKEA. Sempre tive confiança na marca e nos seus serviços, motivo pelo qual esta situação me deixou profundamente desiludida e revoltada. Considero absolutamente inaceitável: ter sido alvo de acusações sem qualquer prova; ter sido tratada com suspeição e falta de respeito; ter existido abuso de confiança e uma abordagem intimidatória por parte da segurança e colaboradores; e ter sido colocada numa situação pública de constrangimento e humilhação. Solicito, assim: Uma resposta formal relativamente aos factos ocorridos; A averiguação interna da atuação dos colaboradores e da equipa de segurança envolvidos; Um pedido formal de desculpas pelo tratamento de que fui alvo; Garantias de que situações desta natureza não voltarão a ocorrer com outros clientes. Caso contrário, reservo-me ao direito de apresentar reclamação junto das entidades competentes de defesa do consumidor. Com os melhores cumprimentos, Joana de Sousa

Em curso
A. C.
Hoje

encomenda não recebida

Exmos. Senhores, A 28 de janeiro de 2026 adquiri dois conjuntos, da marca Hope Brand, pelo valor de 95 €. O pagamento foi efetuado no momento. Na altura, o vendedor referiu que a entrega seria efetuada no prazo de 20 dias úteis. Contudo, até à presente data, 17 de maio de 2026, o mesmo ainda não foi entregue. Já efetuei vários contactos junto dos vossos serviços e obtive a resposta de que o artigo está para entrega. Assim sendo, dado que o prazo de entrega já foi ultrapassado, solicito a devolução do valor pago. Cumprimentos.

Em curso
P. O.
Hoje

Não recebi o reembolso dos tickets

Exmo Srs. Venho através desta reclamar sobre a compra de dois tickets para o show o Ivan Lins, previsto para 17 de janeiro de 2026, e pelo qual foi cancelado e até hoje não fui reembolsado o valor total de €100. Já tentei comunicar com esta empresa através de e-mails, ligações telefônicas, mensagens e não obtive nenhuma resposta com sucesso. Preciso de ajuda para resolver esse caso. Atenciosamente, Paulo Oliveira

Em curso

Fatura sem NIF

Em 16 de Maio de 2026 fiz uma encomenda no AUCHAN do Almada Forum através da GLOVO. Estou registado na GLOVO, e peço a fatura em nome de SAFEVIA Ld., NIF 507231082 Encomenda Gelados com o valor de 18,06€ GLOVO, Order ID 10654512226 fatura T0001/1666963 A fatura do AUCHAN, 0121012026050001/000688 SQ 399386, veio sem o meu NIF, 507231082, 0 que é recorrente.

Em curso
T. C.
Hoje

Rescisoa de contrato, cobranca individa,assédio e violação de privacidade dos dados

No dia 12 de Maio recebo por parte do ginasio elementgym de Loures uma resolução do meu contrato de socia, justificado por uma clausula, na qual houve incompatibilidades com um utente. E com estupefaccao que a recebo, pois ainda no mesmo dia tive a treinar nas instalações. No dia 13 de Maio cobram me a quinzenalidade quando no dia anterior fui proibida de usar as instalações. No dia 18.4 fui insultada e amecada por 1 utente que treinava nas instalações. Alem de mim outro utente que treinava comigo foi vitima de racismo e descriminação em que este utente utilizou expressões " preto de m--da.Foi formalizada queixa para o ginasio que ate a data ainda nao se manifestou. Procurei a instrutora do gym para formalizar queixa mas nao a encontrei. Seria suposto estar sempre em sala algum instrutor Existem testemunhas no local sobre a ocorrência No dia 23.4 e violada a minha privacidade de dados por parte do instrutor ao servico nessa noite. Forneceu a minha identificação ao utente que me ameacou ( tambem Psp)e a Psp que foi chamada ao local. A própria agente mencionou que foi o instrutor de sala que forneceu os meus dados. Existem testemunhas no local que assistiram a tal ocorrência. Foi enviado um email e relatado pessoalmente ao responsável de equipa esta situacao e outras sobre o comportamento abusivo deste instrutor quanto a minha pessoa. Foi enviado um email sobre ocorrências de assedio, faltas de respeito e profissionalismo, completamente mensuráveis. Terminou no culminar de usar os meus dados para facultar ao utente que me ameacou e a outros. Em nenhum momento o ginasio se manifestou. Como e possivel face a estes acontecimentos, fazerem uma rescisão de contrato, mas no dia a seguir cobrarem a quinzenalidade? Com que direito um instrutor e funcionário pode transmitir a minha identificação pessoal a qual era suposta estar em seguranca e de acordo com a RGPD da empresa?, como foram utilizados os meus dados para transmitir a outros? Desde quando uma empresa rescinde um contrato alegando questões comportamentais de um utente, sem saber a veracidade dos dados, nao fui ouvida, nem as testemunhas que tiveram no local .

Em curso