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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Encoenda não recebida
Uma das piores experiências de compra online que já tive Comprei um colchão no dia 24/07 porque o site indicava “Envio em 15 dias”. O prazo terminou e a encomenda continua parada em “Preparando no armazém”, sem qualquer atualização. O mais grave é a ausência total de apoio ao cliente. Enviei vários e-mails e não recebi qualquer resposta. Não existe uma previsão de envio, não existe uma explicação para o atraso e não existe qualquer preocupação em informar o cliente. É inaceitável que uma empresa receba o pagamento imediatamente, mas depois deixe o cliente semanas à espera sem informações. Se o produto não estava disponível para envio no prazo anunciado, isso deveria ser informado de forma clara antes da compra. Neste momento sinto que fui completamente ignorada após o pagamento. Não recomendo a compra a quem valoriza cumprimento de prazos e apoio ao cliente.
PRIVAÇAO DE SUBSTENCIA PELO BANCO- Conta BCP: 456 658 627 31
Exm.(a). Senhor(a) Provedor(a) e Gerência de São Mamede de Infesta, Tendo em conta que ja tivemos contacto por telefone, alinhados e esclarecidos, outros contatos que permanecem de igual importância meu e-mail e a própria plataforma que possui ferramentas para os devidos fins de informação etc.. , no entanto , não entendo o porque do Millennium BCP mantém o silêncio, reitero a exigência de estorno imediato do meu Subsídio de Desemprego de 440 € (verba totalmente impenhorável nos termos do Art. 738.º do CPC), qual esta me gerando grandes transtornos e prejuizos. Permaneci ao fim de semana com desamparo financeiro absoluto e privação de alimentos e subsistência , (DESAMPARO ALIMENTAR) Estou no exterior privado de recursos básicos por um erro operacional desta instituição. Já apresentei, de total boa-fé, a proposta de amortização de 50 €/mês no âmbito do PARI, a qual aguarda validação. Banco confiscou, meu sustento integral -CPC -738 do código de processo civil português, sem previa comunicação, pelos diversos canais existes / medida ABUSIVA de direito - art 334, e litigância de má fe do banco. Relato que estou salvando TODAS as solicitações, produzindo um dossiê , na esperança da BOA FE do Banco Millennium e que não seja preciso avançar para esferas superiores. Caso o saldo não seja restabelecido hoje, informo que darei seguimento aos procedimentos formais junto aos órgãos competentes regulatórios e de defesa do consumidor de Portugal para a aplicação das sanções cabíveis por Abuso de Direito (Art. 334.º do Código Civil). Aguardo o comprovativo do estorno manual com caráter de urgência. Estou a disposição para qualquer esclarecimentos adicionais, Atentamente, RICARDO VIEIRA WINTER NIF: 311201172 Conta BCP: 456 658 627 31 IBAN: PT50 0033 0000 4566 5862 7310 5 Contatos: + 55 - 12 98814-2078
RECLAMAÇÃO FORMAL – Contrato n.º A00015672-031711 – Cancelamento confirmado e posterior exigência de
Exmos. Senhores, Venho dirigir esta comunicação ao Apoio ao Cliente da MultiOpticas, uma vez que a situação relativa ao meu contrato n.º A00015672-031711 permanece sem solução e a loja de Beja, através do Sr. Paulo, informou-me que a sua posição é definitiva. Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção/análise desta situação relativa ao Plano de Saúde Visual da MultiOpticas, contrato n.º A00015672-031711.1, celebrado em 23/04/2026. A situação é a seguinte: Anteriormente, tive um Plano de Saúde Visual com a MultiOpticas, ao abrigo do qual exerci o direito de resolução dentro do período de 100 dias previsto contratualmente. Os óculos desse primeiro contrato foram devolvidos e o respetivo contrato foi encerrado. Posteriormente, em abril de 2026, celebrei uma nova adesão, com novo número de contrato e novos óculos, tendo assinado um novo documento contratual, com data de 23/04/2026. Algum tempo depois, por motivos financeiros e por não ter condições económicas para continuar a suportar a mensalidade de 47,30 €, solicitei o cancelamento deste segundo contrato. Os óculos foram deixados na loja MultiOpticas de Beja e, em 07/08/2026, recebi uma comunicação oficial da própria MultiOpticas confirmando expressamente: “Confirmamos que o cancelamento do seu Plano de Saúde Visual +MultiOpticas com o contrato n.º A00015672-031711 foi efetuado com sucesso.” Na sequência dessa confirmação, considerei o assunto encerrado. Contudo, posteriormente fui contactada telefonicamente pelo funcionário da loja de Beja, Sr. Paulo, que me informou que deveria deslocar-me à loja para levantar os óculos e proceder ao pagamento do respetivo valor, apesar de o cancelamento já me ter sido formalmente confirmado por escrito. Solicitei esclarecimentos e manifestei que não tenho condições financeiras para efetuar esse pagamento. A empresa passou então a fundamentar a sua posição na circunstância de eu já ter beneficiado anteriormente da política comercial de resolução no prazo de 100 dias. Após analisar o contrato que me foi entregue, reconheço que a Cláusula 6.4 estabelece que o direito de resolução alargado de 100 dias se aplica apenas aos primeiros pares de óculos abrangidos pelo Plano. Assim, não contesto simplesmente a existência dessa cláusula. O que contesto e solicito que seja esclarecido é a consequência financeira que a empresa está a atribuir à cessação do segundo contrato, bem como a exigência que me está a ser feita para levantar os óculos e pagar o seu valor total. Com efeito, a Cláusula 8.5 do contrato estabelece que, caso o cliente termine o contrato antes do prazo acordado em circunstâncias diferentes das previstas na Cláusula 6, tal implicará o vencimento dos valores mensais pendentes. No entanto, nas comunicações que me foram dirigidas, a MultiOpticas passou a afirmar que a cessação implica a liquidação integral do valor dos óculos/equipamento, sem que me tenha sido apresentada uma discriminação concreta desse valor nem indicada, de forma clara, a disposição contratual que determina essa consequência específica. Existe ainda uma contradição que considero relevante: por um lado, recebi confirmação escrita da MultiOpticas de que o contrato foi “cancelado com sucesso”; por outro, posteriormente fui informada de que deveria levantar os óculos e pagar o seu valor total para que a situação pudesse ser encerrada. Solicito, portanto, que seja analisado: 1. Se a MultiOpticas pode, após ter confirmado por escrito o cancelamento do contrato, exigir posteriormente o levantamento dos óculos e o pagamento integral do equipamento. 2. Qual é exatamente a base contratual que permite exigir o valor total dos óculos, em vez dos valores mensais previstos na Cláusula 8.5. 3. Qual é o montante efetivamente considerado em dívida e como foi calculado. 4. Se a confirmação escrita de cancelamento emitida pela própria MultiOpticas produz algum efeito relativamente à cessação do contrato e às obrigações posteriores. 5. Se foram cumpridos os deveres de informação relativamente às condições de cessação antecipada e às consequências financeiras da mesma. 6. Se é legítimo exigir que eu levante os óculos e efetue o pagamento integral como condição para o encerramento da relação contratual. Saliento ainda que tenho recebido insistentes contactos telefónicos do funcionário da loja, pressionando-me para comparecer e levantar os óculos, apesar de já ter manifestado que não tenho capacidade financeira para proceder ao pagamento exigido. Não pretendo deixar de cumprir uma obrigação contratual que seja efetivamente devida. Pretendo, contudo, que qualquer valor reclamado seja formalmente demonstrado, discriminado e fundamentado na documentação contratual que assinei, sobretudo porque existe uma confirmação escrita de que o cancelamento foi efetuado. Solicito, assim, a análise desta situação e orientação quanto aos meus direitos enquanto consumidora, nomeadamente relativamente à validade da exigência de pagamento integral dos óculos e às consequências efetivas da cessação antecipada deste contrato. Documentos que junto: – contrato n.º A00015672-031711.1; – confirmação escrita do cancelamento de 07/08/2026; – comunicações da MultiOpticas relativas ao cancelamento; – respostas do funcionário da loja de Beja; – documentação relativa à anterior adesão e respetivo cancelamento/devolução, se necessário. Com os melhores cumprimentos, Luciana Setra
Artigo recebido não corresponde à qualidade anunciada
A 04/07/2026 comprei umas sandálias na loja online https://inesebeatriz.com, supostamente feitas em couro e materiais confortáveis (artigo publicitado como "Sandálias Ortopédicas e Ergonómicas Lara"), mas a 20/07/2026 o que recebi não correspondeu minimamente ao que foi anunciado: artigo em plástico de baixíssima qualidade. O pagamento de 39.95 foi feito para a entidade MB 45648. Tentei de imediato pedir a devolução e reembolso pelas sandálias não corresponderem à qualidade anunciada, mas alegaram que, pelo facto do artigo estar em campanha por mudanças de instalações, não seria possível. O email de apoio ao cliente tentou "como gestos de boa vontade" oferecer-me um artigo na loja à escolha no valor equivalente e a devolução parcial de 20% do valor, sem necessidade de devolução do material fraudulento, mas mantive sempre a minha posição em devolver o artigo e ser reembolsada. Cheguei até a propor o reembolso de 90%, para evitar recorrer a outras instâncias, mas deixaram de responder. Um site criado com tecnologia Shopify, esquema dropshipping com recurso a imagens de IA, uma morada que não existe, artigos “excelentes” e todos com promoções brutais!! "Uma boutique que veste as mulheres de Lisboa desde 2015”, mas cujos artigos vêm diretamente da China passando pelo Armazém da WANB (Avenida Marcelinho Camacho 13 28830 San Fernando de Henares, Madrid) para distribuir os artigos fraudulentos aos lesados, sem possibilidade de devolução. No artigo adquirido consta a informação ”Garantia de reembolso de 30 dias” mesmo estando o artigo com promoção e contraditoriamente na política de reembolsos consta – “Os artigos em promoção não podem ser devolvidos nem reembolsados”. O site não dispõe de livro de reclamações. Investiguem esta entidade maliciosa.
Encomenda não recebida - LS_44139
Boa tarde, No passado dia 03/08, efetuei uma encomenda online na loja Saúde, no montante 42,03€, pedi que fosse enviado com urgência, e no site estava indicado que era possivel, do momento do pagamento até hoje no site encontra-se Em preparação em armazém no site, sem qualquer evolução, envio emails mas apenas recebo emails genéricos e de forma automatica, pedi o cancelamente e devolução e recebi novamente um email genérico e automatico. Pretendia ajuda. Atentamente, Ana Soraia Marques
