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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Avarias desde o inicio
Venho por este meio apresentar reclamação relativamente à aquisição de uma viatura usada junto do stand samucar bem como à forma como têm sido conduzidas as sucessivas intervenções realizadas no âmbito da garantia associada à mesma. A viatura foi adquirida em abril 2025tendo começado a apresentar problemas pouco tempo após a compra, nomeadamente ruídos relacionados com a corrente do motor, situação essa que foi comunicada desde cedo ao stand vendedor, existindo inclusive registo de mensagens trocadas a reportar o problema. Desde então, a viatura foi encaminhada diversas vezes para oficinas indicadas quer pelo stand quer pela entidade gestora da garantia, sem que o problema tivesse sido devidamente identificado ou resolvido. Apesar das sucessivas deslocações, transtornos e períodos de imobilização da viatura, fui constantemente informada de que não existia qualquer situação relevante ou que os sintomas apresentados seriam normais. Entretanto, perante a persistência da avaria, recorri ao meu mecânico de confiança, o qual identificou de imediato problemas relacionados com a corrente de distribuição, situação que veio posteriormente a originar intervenção mais profunda na viatura. A garantia aceitou parcialmente a reparação, limitando contudo a cobertura a determinado montante, ficando desde logo em discussão a responsabilidade pelo remanescente da reparação, apesar de se tratar de uma situação reportada desde o início da aquisição da viatura. Após a intervenção efetuada na oficina indicada pela garantia, durante a qual foram substituídos diversos componentes mecânicos e vedantes, começaram ainda a surgir novos problemas, incluindo: - fuga de óleo com formação de poça no local de estacionamento; - avisos repetidos no painel relativos ao nível de óleo; - necessidade de nova deslocação da viatura à oficina após a reparação; - danos num pneu da viatura (perda de ar e deformação), surgidos durante o período em que a viatura esteve sob responsabilidade de entidades associadas ao processo de recolha/reparação. Apesar de toda a colaboração demonstrada da minha parte e de ter seguido repetidamente as indicações dadas pela garantia e oficinas parceiras, a situação continua sem resolução definitiva, mantendo-se a viatura associada a sucessivas avarias, intervenções e imobilizações. Considero que a viatura apresenta uma evidente falta de conformidade face ao expectável aquando da aquisição, tendo os problemas sido reportados desde fase muito inicial da compra, sem que tenha existido uma solução eficaz e duradoura. Face ao exposto, solicito a intervenção desse Centro de Arbitragem no sentido de analisar a situação e apurar as responsabilidades do stand vendedor e das entidades envolvidas, incluindo eventual responsabilidade pela reparação integral da viatura, danos associados e eventual resolução do contrato de compra e venda/restituição do valor pago pela viatura, caso se conclua pela impossibilidade de resolução definitiva dos problemas apresentados. Junto documentação e comunicações trocadas no âmbito do processo.
Descaso: TAP se recusa a reembolsar passagem aérea devido a doença grave na família
É um absurdo que a TAP não tenha qualquer política minimamente humana para casos de doença grave na família. Comprei uma passagem e precisei cancelar devido ao agravamento do estado de saúde de um familiar próximo. Tenho laudo médico, documentação comprobatória e consegui resolver a situação com outros serviços e empresas. Mas, infelizmente, com a TAP a resposta foi simples: sem reembolso, sem crédito, sem alternativa. Entendo que existam regras tarifárias e que eu tenha comprado uma tarifa mais económica. Mas é inacreditável que uma companhia aérea internacional não tenha qualquer flexibilidade para situações excepcionais e comprovadas como esta. Parece que a lógica é apenas uma: lucro acima da relação com os clientes e acima de qualquer sensibilidade humana. Não estamos a falar de “mudança de planos” ou turismo. Estamos a falar de doença grave na família. Fica um enorme sentimento de frustração e indignação. Péssima experiência.
Violação da vontade
À Direção Clínica / Administração do Hospital da Trofa Vila Real, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente à cirurgia plástica realizada no dia 15 de maio de 2026, no Hospital da Trofa Vila Real. Após a realização de uma ecografia mamária, foi diagnosticada uma contratura capsular na prótese mamária esquerda, motivo pelo qual procurei acompanhamento em cirurgia plástica para substituição das próteses mamárias. Desde a primeira consulta, manifestei de forma clara, repetida e inequívoca que o meu principal objetivo era reduzir o volume mamário. Expliquei que o peso e o tamanho das próteses já me causavam desconforto físico significativo, especialmente nas costas, e que pretendia mamas mais pequenas e leves. Durante as consultas pré-operatórias, concordei inclusivamente com a realização de uma mastopexia, deixando claro que as cicatrizes não seriam um problema para mim, desde que fosse possível alcançar a redução do volume mamário pretendida. Em consulta, foram-me mostradas opções de próteses de menor volume, nomeadamente de 190 ml e 230 ml, o que reforçou a minha expectativa relativamente ao resultado final. Foi ainda abordada a possibilidade de remoção total das próteses, hipótese que nunca rejeitei. No próprio dia da cirurgia, ainda antes da anestesia e durante as marcações cirúrgicas, voltei a reforçar expressamente à médica que a minha prioridade absoluta era diminuir o volume e o peso mamário. No entanto, apenas após a cirurgia fui informada de que tinham sido colocadas próteses de 320 ml, mantendo ainda assim as cicatrizes da mastopexia. Esta decisão foi tomada sem o meu consentimento informado e sem que me tivesse sido previamente explicada a possibilidade de necessidade de aumento do volume das próteses. Sinto que a minha vontade, claramente expressa ao longo de todo o acompanhamento médico, não foi respeitada. O resultado obtido está em total desacordo com aquilo que solicitei repetidamente e tem causado um profundo impacto emocional e psicológico, deixando-me em extremo sofrimento, angústia e sentimento de violação da minha autonomia enquanto paciente. Compreendo que possam existir decisões técnicas intraoperatórias; contudo, considero que qualquer alteração significativa ao plano cirúrgico inicialmente discutido deveria ter sido previamente explicada e consentida, sobretudo tratando-se precisamente do único aspeto que manifestei como essencial desde o início: a redução do volume mamário. Era preferível ficar sem próteses e ter os tecidos preservados e aderidos do que estar como me encontro, com mamas enormes que sinto em baixo das axilas e vão quase até a clavícula. Tendo o troco curto e 1.56 de altura esse volume é absolutamente incompatível. Face ao exposto, solicito: Esclarecimento formal relativamente às decisões tomadas durante o procedimento cirúrgico; Acesso integral ao meu processo clínico, incluindo consentimento informado e relatório operatório; Avaliação interna da atuação médica e da comunicação prestada durante todo o processo clínico. Apresento esta reclamação por considerar que houve falha no dever de informação e no respeito pela vontade expressa da paciente.
Tentativa de Cancelamento de Encomenda
No dia 03/02/2026 efetuei uma encomenda de vários artigos, entre os quais, revestimentos cerâmicos. Ao efetuar a mesma, junto do profissional especialista da área na loja, não fui informado de que estes artigos não eram passíveis de devolução. Ao efetuar o pagamento na caixa automática, processo executado pela funcionária presente nesta área da loja e não por mim, esta informação também não me foi passada. Assim, quer no processo de encomenda como de pagamento, nunca nos foram transmitidas as condições de venda antes do pagamento. Importa também referir que nunca assinei nada relativamente à tomada de conhecimento da política de venda e serviço pós-venda da loja. Só nos foi passada no momento em que quis proceder ao cancelamento desta encomenda no final da mesma semana. Estas sistemáticas falhas ao longo do processo representam uma prática desleal nos termos da lei de defesa do consumidor, a qual diz que o cliente tem direito a informação clara, verdadeira e completa. Exijo, assim, o reembolso dos revestimentos cerâmicos incluídos na encomenda. Adicionalmente, já foi apresentada uma reclamação formal no livro de reclamações diretamente na loja Leroy Merlin de Gondomar no dia 17/02/2026 às 19:10 à qual nunca mais obtive qualquer tipo de resposta até ao momento. Também já reportei há mais de 1 mês a situação à ASAE através do website, a qual ainda nos deve esclarecimento até à data.
Reembolso não efetuado pela Emma Sleep
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente à empresa Emma Sleep / Colchão Emma, devido ao não pagamento de um reembolso que permanece pendente há vários meses. Em dezembro de 2025 adquiri um colchão Emma Hybrid (encomenda #0015-EKFKEF), no valor de 571,14 €, pago por Multibanco. Ao abrigo do período experimental disponibilizado pela empresa, solicitei a devolução do produto por não me adaptar ao nível de firmeza do colchão. A recolha foi efetuada no meu domicílio no dia 20 de janeiro de 2026. Apesar de a devolução ter sido concluída, o reembolso nunca foi efetuado até à presente data. Ao longo destes meses: contactei repetidamente a empresa; forneci os dados bancários solicitados; recebi uma nota de abono emitida em 26/03/2026; foram-me comunicados sucessivos prazos nunca cumpridos; a própria empresa reconheceu por diversas vezes falhas internas no processamento do reembolso. Mais recentemente, foi-me novamente indicado que o caso tinha sido escalado com caráter prioritário e que receberia atualização no prazo de 48 horas, o que também não aconteceu. Atualmente, mais de três meses após a recolha do produto, continuo sem receber o valor de 571,14 €. Considero esta situação manifestamente excessiva e lesiva dos meus direitos enquanto consumidor, motivo pelo qual solicito apoio e intervenção para resolução urgente do caso. Com os melhores cumprimentos, Nuno Barros
