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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Encomenda entregue com danos
No dia 22/07/2026 adquiri à Castro Electrónica uma Máquina de Secar Roupa Bolero DressCode Dry 10355 10Kg Bomba de Calor (Branco) – CECOTEC, correspondente à encomenda n.º 2039618, tendo a entrega ocorrido em 03/08/2026. Após a entrega, verifiquei que o equipamento apresentava danos físicos, nomeadamente um suporte partido e o painel frontal solto/desencaixado. Saliento que a reclamação foi efetuada apenas alguns minutos após a entrega, imediatamente depois de me ser possível verificar o estado do equipamento, tendo comunicado a situação à Castro Electrónica por email e enviado fotografias dos danos. A entrega foi recebida e assinada pela minha mãe, de 81 anos de idade, que se encontrava no local para receber o equipamento. A assinatura do documento de entrega ocorreu no contexto da receção da encomenda e não corresponde a uma declaração de que o equipamento tenha sido tecnicamente inspecionado e recebido sem qualquer falta de conformidade. Posteriormente, a Castro Electrónica informou-me de que, após contacto com a transportadora, esta teria indicado que o equipamento havia sido desembalado no interior da habitação e aceite sem qualquer incidência registada, concluindo que, por os danos não terem sido comunicados no exato momento da entrega, a transportadora não assumiria responsabilidade. Não aceito que essa circunstância seja utilizada para afastar a responsabilidade do vendedor perante o consumidor relativamente à falta de conformidade do bem vendido. Com efeito, nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, de 18 de outubro, o profissional está obrigado a entregar ao consumidor bens conformes com o contrato de compra e venda, sendo o profissional responsável pela falta de conformidade que se manifeste nos termos previstos naquele diploma. Nos termos do artigo 13.º, n.º 1, do referido diploma, a falta de conformidade que se manifeste nos primeiros dois anos após a entrega presume-se existente à data da entrega, salvo quando tal seja incompatível com a natureza dos bens ou com as características da falta de conformidade. No presente caso, porém, a situação assume particular relevância pelo facto de os danos terem sido detetados e comunicados ao vendedor apenas minutos após a entrega, circunstância que demonstra que não se trata de uma reclamação apresentada tardiamente ou após utilização prolongada do equipamento. Acresce que o artigo 12.º, n.º 5, do Decreto-Lei n.º 84/2021 prevê expressamente que a comunicação da falta de conformidade pode ser efetuada por correio eletrónico ou por outro meio suscetível de prova. Foi precisamente esse o procedimento que adotei. Mais importante ainda, nos termos do artigo 16.º do Decreto-Lei n.º 84/2021, quando a falta de conformidade se manifeste no prazo de 30 dias após a entrega, o consumidor pode solicitar a imediata substituição do bem ou a resolução do contrato. Diário da República Considerando que a falta de conformidade foi comunicada imediatamente após a entrega, exerço expressamente o meu direito à substituição do equipamento, solicitando a entrega de uma máquina nova e conforme, sem qualquer dano e sem qualquer custo para mim, incluindo recolha do equipamento não conforme e transporte do equipamento substituto. Recordo ainda que o artigo 18.º estabelece que a substituição deve ser efetuada a título gratuito, num prazo razoável e sem grave inconveniente para o consumidor. Assim, não aceito que a questão seja remetida exclusivamente para a transportadora, uma vez que a minha relação contratual de compra e venda é com a Castro Electrónica e o que está em causa é a falta de conformidade de um bem novo que me foi vendido e entregue.
Apoio à Renda 2025 não recebido
Exmos Senhores, Em 2023 com a criação do apoio à renda, ficámos automaticamente elegíveis, e recebemos os apoios em 2023 e 2024. Em Janeiro de 2025, apesar da nossa situação financeira e habitacional se manter exactamente igual aos anos anteriores, deixámos de receber pois consideraram que apesar de estarmos elegíveis, havia incongruências por a nossa taxa de esforço ser superior a 100%. Fizemos conforme indicação do IHRU as reclamações necessárias e possíveis, actualizando os valores auferidos anualmente, e enviando os recibos de renda. Para nosso espanto, em 2026 retomaram os pagamentos do apoio à renda, e mais uma vez a nossa situação financeira e habitacional não se alterou. Quando questionamos quando será feito o pagamento de 2025 que nos é devido pois estávamos elegíveis, e o qual reclamámos em setembro de 2025, dizem que neste momento estão a tratar dos casos de 2026 e só depois tratarão dos de 2025. Vocês podem ajudar a agilizar este processo? Pelo andar da carruagem vamos entrar em 2027 e eles não vão ter tempo para tratar dos casos para trás.
Retenção indevida de reembolso após devolução confirmada – Amazon EU S.à r.l.
Venho por este meio expor uma situação de retenção indevida de valores por parte da Amazon. Efetuei a devolução do produto Tapo H100 – Concentrador inteligente com 19 tons, controlo centralizado da casa inteligente, conexão Wi-Fi até 64 dispositivos, alarme inteligente, plug & play, referente ao pedido nº 403-7223816-8235508. O artigo foi devidamente enviado e entregue no armazém da Amazon através da transportadora DPD, sob o número de rastreio 8528812629652, no dia 06/08/2026. Apesar de o produto já estar comprovadamente na posse da empresa, a Amazon recusa-se a emitir o respetivo reembolso devido a restrições/análise aplicadas à minha conta. Relembro que, nos termos da legislação de proteção ao consumidor, a devolução do bem dentro dos prazos legais confere ao consumidor o direito ao reembolso do valor pago. A existência de auditorias ou restrições internas na conta não anula a obrigação legal de devolução do montante de um produto que já foi devolvido e recebido pela empresa. Solicito a intervenção da DECO Proteste para que a Amazon proceda de imediato à restituição do valor em causa.
Reclamação — Deporvillage S.L. — Recusa de reembolso após exercício do direito de livre resolução
No dia 30 de julho de 2026 adquiri na loja online Deporvillage (encomenda n.º 701037986) um par de ténis HOKA Bondi 9 Wide, pelo valor de 179,95 EUR. Os ténis foram apenas calçados dentro de casa para verificar o ajuste, nunca tendo sido usados na rua. Exerci o direito de livre resolução (devolução R01532416), enviando o produto de volta ao vendedor. Em 18 de agosto de 2026, a Deporvillage recusou aceitar a devolução, alegando "produto usado", com base em 5 fotografias tiradas no seu próprio armazém. Respondi por escrito, invocando o artigo 14.º do Decreto-Lei n.º 24/2014 (que transpõe o artigo 14.º, n.º 2, e o considerando 47 da Diretiva 2011/83/UE): o exercício do direito de livre resolução não é prejudicado por o consumidor inspecionar o bem do mesmo modo que lhe seria permitido fazer numa loja, e mesmo que se considerasse ter havido manipulação além do necessário, a consequência legal seria, no máximo, uma responsabilização proporcional pela depreciação — nunca a recusa total da devolução. Em 20 de agosto de 2026, a Deporvillage manteve a recusa sem responder a qualquer um dos fundamentos jurídicos apresentados, limitando-se a invocar a sua política interna de devoluções — o que constitui, na minha opinião, uma cláusula contrária ao artigo 29.º do mesmo diploma, que proíbe cláusulas que excluam ou limitem os direitos do consumidor. É de notar que, nos próprios registos internos do vendedor (visíveis na troca de emails em anexo), o motivo da incidência está classificado como "sizechangesmall" — confirmando tratar-se de uma questão de tamanho, e não de uso indevido do produto. Solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de obter o reembolso integral de 179,95 EUR, incluindo portes de envio, conforme previsto no artigo 12.º do Decreto-Lei n.º 24/2014. Anexo: fatura da compra, comprovativo do estado da devolução no site do vendedor, troca de emails completa, e as 5 fotografias enviadas pelo próprio vendedor.
Sem Serviço Internet e telefone em casa
Exmos. Senhores, Na qualidade de vosso cliente com o contrato de prestação de serviços de telecomunicações n.º 140 120 46 51, comunico que os problemas técnicos reportados ainda se mantêm. Assim sendo, solicito a resolução imediata dos mesmos, nomeadamente: Reparar a linha que faz receber a Internet em casa. Cumprimentos.
