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Voos: reembolso pela bagagem de mão
A Euroconsumers, que reúne as organizações de consumidores de Portugal, Itália, Bélgica, Espanha e Brasil, e de que a DECO PROteste faz parte, vai exigir o reembolso das taxas adicionais cobradas pelo transporte da bagagem de mão aos passageiros.
Reclamações recentes
Maus serviços
Em dezembro celebrei um contrato com a Body Concept com a duração de 6 meses, cujo início ocorreu em janeiro. No entanto, entretanto surgiu uma proposta de trabalho muito importante que me obriga a mudar-me de forma definitiva do Porto para uma ilha, o que torna impossível a continuação da utilização dos serviços contratados. No momento da celebração do contrato, não fui informada de que o mesmo não poderia ser cancelado, nem me foi devidamente esclarecida qualquer cláusula nesse sentido. Admito também que não encontrei essa informação de forma clara e evidente na documentação que me foi apresentada. Apesar de ter explicado a situação à empresa, a Body Concept recusa o cancelamento do contrato, alegando que tal faz parte das suas regras internas. Considero esta posição desproporcionada, uma vez que não faz sentido continuar a pagar por um serviço que não posso usufruir. Acresce ainda que o valor mensal é de 150€, um montante elevado, e que os pagamentos são efetuados através da Cofidis Pay. Contactei a Cofidis, que me informou que apenas a Body Concept poderá proceder ao cancelamento do pagamento. Infelizmente, já paguei todos os serviços não utilizados mas quero resolver esta situação, não do dinheiro mas da forma como a body concept engana facilmente as pessoas porque praticamente fui "obrigada" a assinar o contrato e desse modo ficzram me com o meu dinheiro sem eu poder usufruir dos serviços. Isto tudo porque não queria ficar com o meu nome manchado. Assim, venho solicitar a vossa ajuda para analisar esta situação e orientar-me quanto aos meus direitos enquanto consumidora, bem como sobre os passos mais adequados a tomar.
Alteração de contrato sem autorização
Exmos. Senhores, Na qualidade de cliente, venho, por este meio, questionar o motivo da vossa decisão unilateral de alteração do serviço contratado em maio de 2026 (aproximadamente). Fiz um pedido para a nova campanha EDP/PingoDoce e a alteração do meu contrato foi feita automaticamente, sem que me fosse enviados todos os documentos por parte da EDP e consequentemente, sem o contrato estar assinado por mim. Nunca cheguei a assinar este novo contrato, pelo que esta mudança de contrato não é válida. Considerando o exposto, venho reiterar que não aceito qualquer alteração contratual, informando que não me pode ser aplicada qualquer penalização. Cumprimentos.
Entrega ausente - nao procede!
Empresa disse que tentou fazer uma entrega e acusou destinatario ausente. Disse que poderia ser a campainha e que colocam aviso de entrega no correio. Estive a manha toda em casa e *NAO HOUVE TENTATIVA DE ENTREGA*. A campainha funciona e nao há correspondencia de aviso de tentativa de entrega. Deixaram a encomenda em uma tabacaria para que que eu pegue no local. Solicito que a encomenda seja entregue na morada combinada!
Recusa de reembolso em dinheiro e ausência de etiqueta de devolução
Venho reclamar da Temu pelo bloqueio constante no processo de devolução do artigo "PUDO Massage Chair" (€127,60). Comprei a 19 de abril, recebi a 28 de abril e pedi a devolução a 9 de maio. Estou totalmente dentro do prazo legal de 14 dias de livre resolução. O vendedor diz que enviou a etiqueta de devolução, mas é mentira. Não recebi nada. O apoio ao cliente diz para eu pagar do meu bolso o envio internacional de um artigo pesado a partir de Portugal e propõe devolver-me esse valor em "crédito Temu". Pretendia o envio imediato de uma etiqueta de devolução pré-paga (uma vez que a falha é do fornecedor). A devolução total do valor pago (€127,60) em dinheiro para o meu método de pagamento original. Recuso categoricamente saldos ou créditos na plataforma, direito que a lei europeia me garante.
COBRANÇA INDEVIDA
Venho por este meio apresentar reclamação contra a empresa eDreams relativamente a uma cobrança indevida no valor de 4,99 €, efetuada através de débito direto no dia 18/05/2026, referente a uma alegada subscrição do serviço eDreams Prime. Informo que nunca solicitei nem tive intenção de aderir a qualquer subscrição paga. No início de março efetuei apenas uma compra pontual na plataforma eDreams, não tendo sido apresentado de forma clara, transparente ou inequívoca que estaria a aderir a um serviço de subscrição com renovação automática. Acresce que não recebi qualquer e-mail de confirmação ou comunicação relativa à ativação desta subscrição, pelo que apenas tive conhecimento da mesma quando verifiquei o débito na minha conta bancária. Assim que tomei conhecimento da situação, procedi de imediato ao cancelamento da referida subscrição. Considero esta prática pouco transparente e potencialmente contrária aos direitos do consumidor, nomeadamente ao disposto no Decreto-Lei n.º 24/2014, de 14 de fevereiro, que regula os contratos celebrados à distância e estabelece a obrigação de informação clara e prévia ao consumidor. Face ao exposto, solicito: O reembolso integral do valor de 4,99 € cobrado indevidamente; A confirmação por escrito do cancelamento definitivo da subscrição eDreams Prime associada à minha conta; A revogação de qualquer autorização de débito direto ou dados de pagamento associados à eDreams para evitar futuras cobranças. Solicito que esta situação seja resolvida com a maior brevidade possível, reservando-me o direito de recorrer às entidades competentes de defesa do consumidor.
