Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais
H. L.
09/02/2026
MEO

Renovação de contrato fraudulenta

Exmos. Senhores, Em 06/02/2026 o titular da conta (Meu Pai) associada á nossa Empresa foi contactato por uma agente da meo empresas para a renovação do nosso contrato que temos com eles. Chamada essa feita ás 15h11 desse dias, em resposta á chamada o meu Pai informou-lhe que quem trata dos serviços de telecomunicações e renovações do contrato sou eu. Ora Entao essa senhora ligou-me logo após. Eu atendi e informei-lhe que nós tratamos as renovações com um agente que nos fez sempre todos estes anos. A Senhora compreendeu e cordealmente desligou a chamada. Entao foi ai que habilidosamente esta senhora detetou que existia uma facilidade pela parte do meu pai visto nao compreender do assunto, e sem qualquer pedido de proposta ou documentação envia uma sms para o numero do meu pai com um link de adesão. O meu pai sem perceber clicou no link e fez adesão sem saber o que estava a contratar e em que condições. Hoje dia 09/02/2026 entrou em contacto o meu agente para a renovação e informa-me que ja existe uma renovaçãoi em andamento para meu espanto. Tentei contactar o agente para esclarecimento sem sucesso apenas consegui pela insitencia que o contactos vão dar com uma empresa que presta serviços á Meo "TLCI - SOLUÇÕES DE TELECOMUNICAÇÕES, S.A" na qual esta agente deve trabalhar. Não consegui qualquer resolução pois disseram-me que os procedimentos foram os corretos. Vejo isto como fraude e má fé. Considerando o exposto, venho denúnciar a forma como esta empresa tenta renovações de contrato com a exploração de pessoas com mais idade e sem conhecimento do assunto. Eu Apenas quero o cancelamento imediato deste contrato e uma penalização por parte da Meo á TLCI e consequente á Agente em causa. Cumprimentos.

Encerrada
M. S.
09/02/2026

Desativação de Conta

Venho apresentar reclamação relativa à desativação permanente de contas Facebook e Instagram pela empresa Meta Platforms Ireland Limited, na sequência de um episódio de comprometimento ilícito das mesmas. No dia 08/02/2025 ocorreu acesso não autorizado às contas, na sequência de infeção por malware do tipo infostealer no meu equipamento pessoal. Esse software permitiu a terceiros obter tokens de sessão válidos, possibilitando o acesso às contas sem necessidade de introdução de palavra-passe ou autenticação adicional. Nos registos de segurança da própria plataforma constava um início de sessão não reconhecido, com localização nos Estados Unidos e associado a um dispositivo Apple MacBook que nunca utilizei nem possuo. Os acessos legítimos às contas sempre ocorreram a partir de dispositivos e localizações habituais em território nacional. O login proveniente dos EUA constitui desvio claro do padrão normal de utilização, facto verificável nos próprios logs internos da plataforma. Na sequência do acesso ilícito foram realizadas ações automatizadas, nomeadamente envio massivo de mensagens, adição de contactos e remoção de conteúdos, sem conhecimento ou consentimento do titular. Assim que o incidente foi detetado, foram adotadas medidas imediatas e proporcionais de mitigação, incluindo alteração integral de credenciais, reforço da autenticação de dois fatores, realização da verificação de identidade solicitada pela plataforma, reinstalação completa do sistema operativo e auditoria de segurança das contas. Apesar da evidência objetiva de comprometimento e da atuação diligente do utilizador, a plataforma procedeu à desativação permanente das contas no dia seguinte, após alegada revisão, sem possibilidade efetiva de novo recurso ou reapreciação individualizada. Importa ainda referir que existia relação comercial prévia com a plataforma, incluindo promoções pagas de publicações, configurando prestação de serviço digital remunerado. Considera-se que a medida aplicada é desproporcionada, por penalizar o consumidor vítima de intrusão ilícita, podendo ainda suscitar questões quanto ao cumprimento das obrigações previstas no Regulamento (UE) 2022/2065 (Digital Services Act), nomeadamente no que respeita à fundamentação das decisões de moderação, transparência e existência de mecanismo interno de reclamação efetivo. Solicita-se a intervenção da DECO no sentido de apreciar a conformidade da atuação da plataforma com o regime aplicável aos serviços digitais e promover a reapreciação adequada da decisão ou, pelo menos, a garantia plena de acesso e portabilidade dos dados associados às contas.

Encerrada
L. P.
06/02/2026

Falhas no router wifii, box tv e aplicação NosNet

Exmos./as Senhores/as, Venho por este meio solicitar a cessação do contrato com o nº de cliente C965605007, pretendo mudar de operadora e cancelar o contrato com a vossa empresa. Peço que seja resolvido o contrato no final da próxima mensalidade. Já liguei com a vossa empresa por diversas vezes como podem verificar para a resolução do contrato mas sem sucesso até ao momento. Desde o passado 17 de Janeiro tenho entrado em contato com apoio a clientes para o cancelamento do contrato, passados 12 dias ainda não tenho resposta, que é um direito que me assiste. Fico aguardar resposta da vossa parte, sem mais de momento me despeço com os melhores cumprimentos. Luis Paulo Coelho Marques. NIF 198341768

Resolvida
T. S.
02/02/2026

Serviço mal prestado. Enganando e enrolando o cliente

Fiz uma reclamação postei em privado , mas agora vou colocar pra todos ler , faz dias, semanas que estou tentando encerrar meu contrato com a empresa , 1 que a TV nunca funcionou quando fui a loja questionei o atendente ele nem se importou em dizer que iria mandar um técnico, a Internet depois da 18 horas ninguém assiste mais nada. Meu trabalho agora e viajando para vários países onde la fora a nós nao funciona tao bem , e quando funciona os custos adicionais sao exorbitantes . Ja acionei o técnico ah um tempo atrás para poderem resolver sobre a Internet nunca apareceram. Mas agora me ligam todo santo dia perturbando e ligaram ate pra minha esposa pois nao pude atender pra tentar fazer com que desistissimos do cancelamento. Enfim eu pago por um produto que a qualidade è péssima. Vendem o cliente paga , mas se funciona ou nao ai ja nao e problema de vcs ne ? Pra vir aqui ver a Internet que nao funciona nao vieram. Mas agora me pertubam todo santo dia pra nao cancelar . O cartão da TV nunca funcionou. E pra mim tendo em vista agora sobre o meu trabalho nao tem condições de continuar o contrato. Sendo assim peço a resolução dele sem cobrança de multa . Lembrando que vou a loja escrever no livro amarelo . Nao vou desistir dos meus direitos , e nem aceitar pagar uma multa sendo que a qualidade do servico sempre foi péssima. Se prestasse pelo menos eu pagava sem questionar . Eu vou ate o fim com isso . Simplesmente responderam que iriam entrar em contato para acharem uma solução. Achar solução ? A solução ja tem . Parem de querer tirar dinheiro de gente honesta trabalhador . Eu nunca deixei de pagar uma fatura. Entao façam o favor !!!

Encerrada
H. A.
30/01/2026

Devolução de reembolso

Exmos. Senhores, Venho por meio desta apresentar reclamação formal em relação à atuação da empresa AllZone , no âmbito do pedido nº 488523 , por considerar que sua conduta configura má-fé comercial, prática abusiva e fortes indícios de fraude , violando os deveres legais aplicáveis ​​ao comércio eletrônico e à proteção do consumidor. 1. Exposição objetiva dos fatos Efetuei uma compra no site AllZone, a qual cancelei de imediato por suspeitas fundadas de fraude. Posteriormente, confirmei que existem inúmeros relatos públicos, documentados e reiterados, de consumidores que descrevem práticas comerciais defeituosas, enganosas e maliciosas por parte da empresa. Desde 29 de dezembro, fui informado de que o reembolso se encontrava “em processamento”. Até ao dia 12 de janeiro, o valor não foi devolvido. Nessa data, fui informado pela AllZone de que não é possível proceder ao reembolso pelo mesmo meio de pagamento, sendo-me exigido que contacte o meu banco para iniciar um processo de estorno junto do banco da vossa empresa. 2. Caráter abusivo e ilegal da posição assumida A posição agora comunicada é juridicamente inadmissível e revela um padrão organizado de evasão de responsabilidade, pelos seguintes motivos: a) O dever de reembolso é exclusivo do comerciante O reembolso deve ser efetuado pelo mesmo meio de pagamento utilizado, salvo acordo expresso em contrário — o que não existe neste caso. Transferir para o consumidor a obrigação de acionar mecanismos bancários não é legal, nem aceitável. b) Alegada “limitação técnica” não exonera responsabilidade Problemas internos com plataformas de pagamento, portais técnicos ou instituições financeiras não podem, em caso algum, prejudicar o consumidor. Tal argumento é irrelevante do ponto de vista jurídico e não suspende o dever de restituição do valor pago. c) Conduta dilatória e padrão de atuação O email enviado pela AllZone demonstra um modus operandi estruturado, no qual: O reembolso é prometido, O prazo é sucessivamente ultrapassado, Surgem obstáculos artificiais, O consumidor é encaminhado para terceiros (bancos), O valor é “creditado” numa carteira virtual interna, tentativa clara de reter o dinheiro e incentivar novas compras, o que não substitui nem suspende o direito ao reembolso monetário. Este comportamento é típico de práticas fraudulentas ou gravemente abusivas, destinadas a reter indevidamente fundos pelo maior tempo possível. 3. Irrelevância jurídica da “aceitação prévia” de estorno A alegação de que o consumidor deve iniciar um estorno bancário, com a promessa de aceitação posterior, não ilide a infração já cometida, nem substitui o dever legal de: Proceder ao reembolso direto, De forma célere, Sem impor ónus adicionais ao consumidor. O fato de a empresa disponibilizar instruções detalhadas para estorno não legitima a recusa em reembolsar , mas reforça a percepção de que essa prática é recorrente e sistematizada . 4. Violação de princípios fundamentais A atuação da AllZone viola, entre outros: O princípio da boa-fé contratual O dever de reembolso célere e eficaz As normas de proteção do consumidor As regras do comércio eletrônico e pagamentos remotos 5. Exigência formal Diante do exposto, exijo : Reembolso imediato e integral do montante pago, pelo mesmo meio de pagamento utilizado na compra Confirmação escrita do reembolso, com comprovativo financeiro Cessação imediata de práticas dilatórias e abusivas 6. Próximos passos Na ausência de regularização imediata, informo que irei: Avançar com chargeback junto do meu banco Submeter reclamação às entidades de defesa do consumidor Comunicar o caso às autoridades competentes Tornar pública a conduta da empresa em plataformas de avaliação e proteção do consumidor Esta reclamação visa defender meus direitos como consumidor e evitar que práticas idênticas continuem a lesar terceiros . Aguardo resolução urgente. Com os melhores cumprimentos, Edvalson Aguiar

Em curso
E. F.
30/01/2026

Não querem reembolsar

Elias Ferreyra, argentino, residente em Portugal com título de residência N° F940278F7, apresenta uma reclamação ao Tribunal de Defesa do Consumidor de Portugal contra a empresa CASEOVER pela compra não entregue de 3 consolas de videojogos. A História No dia 1 de dezembro de 2025, decidi fazer uma compra especial para presentear meus familiares na Argentina pelo Natal. Comprou 3 consolas de videojogos através do site da empresa CASEOVER ( https://caseovershop.com/ ). A compra foi feita de forma virtual e o pagamento foi realizado com sucesso, recebendo uma confirmação por WhatsApp e também por e-mail. No entanto, após a confirmação do pagamento, nunca mais recebi notícias sobre o estado do meu pedido. Não havia código de seguimento, nem informação sobre o envio. Tentei contactar a empresa através de WhatsApp, mas não recebi resposta. Foi apenas no dia 10 de janeiro que a empresa se contactou comigo, dizendo que o pedido havia sido devolvido às suas instalações porque eu não estava presente no meu domicílio. A empresa exige que eu pague o custo de envio de 4€ para receber o pedido, o que considero inaceitável. Quando solicitei a devolução do dinheiro, a empresa justificou-se dizendo que eu não havia indicado o meu e-mail no site na hora de fazer o checkout, o que é falso, pois eles próprios me enviaram a confirmação do pagamento para o mesmo e-mail que agora dizem que eu não forneci. O Problema A empresa agiu de má-fé ao não cumprir com o pedido e não fornecer informação sobre o envio. Eu havia feito a compra com antecedência, pensando nos meus familiares e no presente de Natal que queria dar-lhes. A falta de comunicação e a falta de responsabilidade da empresa causaram-me grande transtorno e decepção. Reclamação - Solicito a devolução do dinheiro pago pela compra das 3 consolas de videojogos. - Considero que a empresa agiu de má-fé ao não cumprir com o pedido e não fornecer informação sobre o envio. - A empresa tinha o meu contacto e não fez nenhum esforço para comunicar comigo para resolver o problema. Documentação Anexa_ -Não recebi fatura - Comprovativo de pagamento - Mensagens de WhatsApp com a empresa - E-mail de confirmação do pagamento Agradeço a sua atenção a este assunto e espero uma resolução favorável à minha reclamação. Atentamente, Elias Ferreyra

Encerrada
V. S.
30/01/2026

Sem serviço TV/Net à 5dias

Desde o dia 26/01 à noite que me encontro sem TV/Net, estou doente e tive que ficar em teletrabalho e não consigo fazer partilha de net do telemóvel para o pc, porque pelo que me informaram há mais 10 pessoas na mesma situação que eu e faz com que a partilha seja muito lenta. É inadmissível tantos dias sem solucionar o problema, o certo é que a fatura de quase 90€ que é o que eu pago já chegou!!! Vou pagar por um serviço que não estou a usufruir, mal acabe a fidelização do contrato nunca mais me vou vincular à Vodafone, é só nome, péssimo serviço!

Resolvida
L. G.
29/01/2026

Cancelar contrato | Falhas serviço

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar queixa formal relativa ao contrato de comunicações eletrónicas celebrado entre a minha empresa e a NOS Comunicações, S.A., bem como requerer a rescisão do mesmo sem qualquer penalização, devido a sucessivas irregularidades contratuais, falhas graves de serviço e prejuízos profissionais causados por ações e informações contraditórias prestadas por colaboradores e gestores da referida operadora. Sou cliente empresarial da NOS , tendo inicialmente celebrado um contrato no valor mensal de 50€. Alguns meses após o início do contrato, fui contactado por um gestor da NOS que me propôs a inclusão de um cartão móvel adicional, com um acréscimo mensal de 7€, garantindo expressamente que tal alteração não implicaria qualquer renovação ou prolongamento do período de fidelização. Contudo, meses depois, vim a constatar a existência de uma central telefónica associada ao contrato, serviço que nunca solicitei, nem para o qual me foi entregue qualquer equipamento, verificando ainda que o contrato passou a incluir dois números de telefone fixo, sem o meu conhecimento. No dia 15 de janeiro de 2026, o gestor Gerson deslocou-se às instalações da minha empresa e apresentou-me uma nova proposta contratual, alegadamente mais vantajosa, com uma redução mensal de 10€ e internet ilimitada em dois telemóveis, serviço este que, segundo o próprio, não estava relacionado com a central telefónica. Questionei expressamente se esta alteração implicaria o aumento do período de fidelização, tendo-me sido garantido que não. Com base nessa garantia, aceitei a proposta. No entanto, no dia 21 de janeiro de 2026, fiquei sem qualquer serviço de internet no meu estabelecimento comercial (cabeleireiro), serviço esse essencial para a emissão de faturação legal aos clientes. Inicialmente presumi tratar-se de uma falha temporária associada a condições climatéricas adversas, dado que a quinta-feira corresponde ao meu dia de folga. Contudo, na sexta-feira, 23 de janeiro de 2026, verifiquei que a situação se mantinha. Contactei então a NOS, tendo sido instruído por uma gestora a reiniciar o router, procedimento que não resolveu o problema. Foi, por isso, agendada uma intervenção técnica para o dia 26 de janeiro de 2026. O técnico que se deslocou ao local tentou substituir o router, mas informou que tal não era possível, uma vez que o serviço de internet se encontrava desligado na origem. Nesse mesmo dia, voltei a contactar a NOS e falei com o gestor Alexandre, que me informou que, na sequência do contrato celebrado a 15 de janeiro com o gestor Gerson, os serviços de NET e TV tinham sido desligados a mandato do gestor Gerson com o novo contrato mantendo-se apenas os serviços móveis, situação que me impossibilitou legalmente de continuar a faturar aos meus clientes. Questionei a possibilidade de regressar ao contrato anterior, no valor de 57€, com os serviços restabelecidos, tendo-me sido dito que tal não era possível. Foi-me então apresentada uma nova proposta no valor de 68€ + IVA/mês, alegadamente por existirem “irregularidades no serviço”, proposta essa que recusei, não só pelo valor, mas também pela gravidade implícita do termo utilizado. Apesar da insistência do gestor, mantive a minha recusa. Contactei posteriormente o gestor Gerson, solicitando esclarecimentos sobre o corte dos serviços, tendo-me sido dito que tal não seria possível e que iria averiguar a situação. Paralelamente, tentei contactar a NOS por correio eletrónico, através dos endereços disponíveis, solicitando a rescisão do contrato sem penalização, não tendo obtido resposta eficaz. No dia 28 de janeiro de 2026, contactei novamente a NOS, tendo sido atendido pelo gestor Jorge Matos, a quem expus a situação e solicitei orientações para proceder à rescisão contratual. O referido gestor informou-me que tal não seria possível e que, caso pretendesse cessar o contrato, os serviços seriam imediatamente cortados, ficando eu obrigado a pagar o remanescente da fidelização, correspondente a 36 meses no valor de 71€/mês. Acresce que, apesar de o gestor afirmar que o serviço de internet já se encontrava ativo, tal não correspondia à realidade, e o gestor Jorge perguntou me se já tinha reiniciado o router , referi que não pois, não sabia que os serviços já estavam a funcionar, tendo-me sido dada uma resposta de forma arrogante, imputando à própria NOS o erro no corte dos serviços e ilibando posteriormente o gestor Gerson de qualquer responsabilidade. Face a todo o exposto, considero que a NOS demonstrou grave falta de transparência, alterações contratuais não informadas, incumprimento contratual e falhas graves na prestação de serviços essenciais, causando prejuízos diretos à minha atividade profissional, nomeadamente a impossibilidade de faturar legalmente aos meus clientes. Nestes termos, exijo: 1. A rescisão imediata do contrato sem qualquer penalização; 2. A compensação pelos serviços indevidamente cortados e pelos prejuízos financeiros resultantes da impossibilidade de faturação; 3. A confirmação por escrito de todas as medidas adotadas para regularizar esta situação. Sem outro assunto, aguardo resposta célere e adequada, reservando-me o direito de recorrer a todas as vias legais ao meu dispor. Com os melhores cumprimentos, Laura Gomes Gerente Semeiacharme

Resolvida
B. F.
28/01/2026

Rescisão de Contrato com Desativação Imediata de Serviços

Exmos. Senhores, No passado dia 12 de Janeiro, pela hora de almoço, dirigi-me à loja NOS da Avenida da República Nº10 para terminar o contrato com a NOS. O assistente que me atendeu avisou de que a desativação de serviços seria imediata. Estranhei tal celeridade e a tia que me acompanhou inclusive reclamou se não deveria ser às 24h uma vez iria pagar o dia atual por inteiro. O assistente respondeu que era assim que funcionava e não podia fazer nada, ao dar entrada ao processo deveria apenas poder continuar a receber chamadas. Assinei o formulário de denúncia e, momentos depois, recebo um SMS a solicitar a devolução dos equipamentos NOS até 11 de Fevereiro, o que corrobora com a desativação imediata tal com indicado pelo assistente. Procedi então à devolução dos equipamentos no próprio dia para deixar o assunto arrumado. Qual não é o meu espanto quando, a 22 de Janeiro, recebo uma carta da NOS a informar da receção do pedido de rescisão e que o contrato terminaria a 1 de Fevereiro, data em que seria efetuado o desligamento e dispunha de até 30 após esta data para devolver os equipamentos. Voltei à loja a 26 de Janeiro, onde me informaram que era mesmo assim, a faturação é paga até ao final do período conforme condições contratuais, mas como o serviço já se encontra desativado e os equipamentos entregues, o resto não se aplica. Ora, mas se o cliente tem de pagar o contrato até ao fim, a NOS também tem a obrigação de continuar a fornecer os seus serviços até ao final do mesmo. Assim, ao tê-los desativado e requisitado a devolução dos equipamentos no momento do pedido de rescisão, a NOS tem estado em incumprimento do contrato, pelo que exijo que sejam descontados na fatura final todos os dias que me encontro sem serviços devido a este desligamento antecipado. Cumprimentos.

Resolvida
T. P.
27/01/2026

Contrato feito por engano

Bom dia, Fui abordado por um vendedor da Nos Alarmes que se fez passar por vendedor da Verisure, pois tinham o mesmo nome na altura as empresas . Disse que estava para baixar a prestação mensal e para colocar equipamentos mais modernos . Foi aceite . Passado um mês recebemos fatura de 4 alarmes . Visto ter alarme em 2 moradas Vinha por este meio pedir o cancelamento imediato como já foi solicitado em loja . Vinha também esclarecer que toda esta situação foi feita com a D Cátia Ramos que NÃO é sócia Gerente da empresa mas sim colaboradora do Café . Contrato foi assinado de forma digital pelo vendedor no telemóvel da Cátia Ramos alegando que ia instalar a nova aplicação de alarme e configurar a mesa . Os 2 contratos tem o nome de Cátia Ramos e o seu número de telemóvel assim como a ficha de instalação . Eu como Sócio Gerente e poder legal na empresa não assinei nem estive presente em qualquer uma destas situações . Recebi a carta para pagar o incumprimento de contrato que na estava legal pois sou o único representante legal da Desperta Prodígio Obrigado pela atenção Cumprimentos

Encerrada

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