Reclamações públicas
1. Envie a reclamação para a empresa
Siga o nosso passo a passo para fazer a sua queixa chegar à empresa.
2. Veja a resposta
Receberá uma notificação por e-mail quando a empresa responder à sua queixa. Para ler a resposta completa, basta ir à página "As Minhas Reclamações", disponível na sua área pessoal do site.
3. Não ficou satisfeito com a resposta? Ou a empresa não respondeu?
Entre em contacto connosco
Danos no pneu
Apresento reclamação relativamente ao tratamento dado ao processo referente à viatura AA-55-SV. A viatura foi recolhida na minha residência por reboque e transportada diretamente para a oficina, sem qualquer circulação intermédia. Antes da recolha, tirei fotografias ao veículo, nas quais é possível verificar o estado do pneu. Após a entrega na oficina, foi detetada uma deformação visível, alto no pneu e perda constante de ar no mesmo pneu, situação inexistente antes da intervenção. A oficina confirmou-me que a viatura chegou às suas instalações já com o pneu nessas condições. Os pneus são recentes, tendo sido substituídos em outubro. Desde então, sou obrigada a encher diariamente o pneu devido à perda contínua de pressão, comprometendo a utilização normal e segura da viatura. Apesar das fotografias enviadas e dos esclarecimentos prestados, a empresa recusou assumir qualquer responsabilidade. A sua posição baseia-se numa fotografia tirada a longa distância, onde não é possível observar com clareza o estado do pneu nem retirar conclusões objetivas sobre a existência dos danos. Acresce que, após contacto com a oficina, fui informada de que a empresa nunca os contactou para solicitar esclarecimentos ou confirmar o estado em que a viatura deu entrada nas suas instalações. Considero, por isso, que a reclamação foi analisada sem a recolha de elementos relevantes para o apuramento dos factos. Entendo que a decisão de indeferimento não teve por base uma averiguação completa e imparcial da situação, motivo pelo qual solicito a intervenção da entidade competente para apreciação da presente reclamação e apuramento de responsabilidades. Em anexo foto tirada antes da recolha e como está agora
Reclamação à wink: Péssima qualidade, durabilidade e preço
Exmos senhores, Envio abaixo e-mail enviado para esta empresa, Wink, com contextualização da situação: “Ontem, 27/05/2026, pelas 19h00, fui atendida na loja Wiñk do Centro Comercial Vasco da Gama. Foi a primeira vez que usufrui de um serviço vosso. Aquando do agendamento do atendimento, via telefone, informaram que seria necessário efetuar, para além do serviço de extensão de pestanas que pretendia, o serviço de remoção de pestanas, perfazendo um total de 95,00€. Apesar do valor excessivo para o tipo de serviço, aceitei, uma vez que me foi dito que era obrigatória a remoção das pestanas que já tinha, para posterior aplicação de novas. Durante o procedimento expliquei o que pretendia: pestanas com volume brasileiro e preenchimento de 100% dos fios. Foi-me dito que faziam um serviço semelhante, o modelo específico desta marca, que incluía pestanas utilizadas para volume brasileiro e outro tipo volume. Aceitei, tendo em conta as semelhanças, e pedi o maior volume possível e o maior tamanho de pestanas. Sucede que o resultado final não é de todo semelhante ao tipo de pedido que fiz. Como é possível ver nas imagens que remeto em anexo, torna-se quase imperceptível que efetuei extensão de pestanas e não ficaram alinhadas nem uniformes. Mesmo não estando satisfeita com o resultado, efetuei o pagamento dos dois serviços em loja. Para piorar a situação, menos de uma hora depois de colocar a extensão de pestanas, comecei a perder bastantes fios, sem que tenha mexido nas pestanas, molhado, penteado ou colocado qualquer tipo de produto nos olhos ou rosto. Começaram simplesmente a cair. Tirei foto a algumas das pestanas que consegui recolher e remeto fotografia, com data e hora que comprovam. Pior ainda, hoje de manhã, e novamente sem ter molhado ou colado qualquer tipo de produto na região dos olhos ou rosto, e apenas por ter penteado suavemente as pestanas, voltaram a cair imensas pestanas. Remeto fotografia novamente, comprovando data e hora. Se inicialmente as pestanas já eram poucas, menos de 24 horas depois, já não sobra praticamente nada. Não é admissível que um serviço destes, com um valor destes, não entregue o mínimo aceitável ao cliente: qualidade e durabilidade. Há mais de seis anos que faço extensão de pestanas em gabinetes de estética e nunca usufruí de um serviço tão mau e tão caro. A única coisa que posso apontar de positivo, foi o atendimento amável das funcionárias. Espero que este email possa servir para melhorarem o serviço que entregam ao cliente. Espero, também, reembolso do serviço, tendo em conta o acima exposto. Não remeto comprovativo do pagamento em loja, porque não me foi entregue. De momento ainda não consigo aceder ao comprovativo de pagamento na app do meu banco porque se encontra como saldo cativo. Deixo apenas captura de ecrã como comprovativo. Ainda assim, estou certa que conseguirão aceder aos dados do pagamento em loja.”
Recusa ilegal de garantia – Poltrona elevatória iMedic (Contrato R119)
Exmos Deco Proteste, Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a empresa iMedic relativa à recusa de acionamento da garantia legal de uma poltrona elevatória adquirida em 17 de fevereiro de 2024, ao abrigo do contrato R119. A poltrona foi adquirida para utilização diária por uma pessoa com mobilidade reduzida, sendo um equipamento essencial para atos básicos do quotidiano. No entanto, poucos meses após a aquisição, começaram a surgir vários problemas técnicos, incluindo ruídos anormais, elementos soltos e necessidade de intervenções de assistência técnica. Posteriormente, em dezembro de 2025, surgiram danos graves no revestimento da poltrona, nomeadamente rasgões progressivos no material. A situação foi comunicada à empresa no dia 11 de dezembro de 2025, portanto dentro do prazo legal de garantia de 3 anos previsto no Decreto-Lei n.º 84/2021. Apesar disso, a empresa recusou assumir a reparação/substituição ao abrigo da garantia, alegando genericamente “desgaste”, “mau uso” e “uso indevido”, sem apresentar prova técnica idónea que sustente essa conclusão. Através da minha mandatária, foi solicitado: - Relatório técnico independente; - Identificação do perito responsável; - Metodologia e testes realizados; - Especificações técnicas do material; - Demonstração objetiva de que os danos resultariam de mau uso e não de defeito de conformidade. Após mais de um mês de insistências e sucessivos adiamentos, foi finalmente enviado um suposto “relatório técnico” emitido pela própria entidade ligada à venda/distribuição do equipamento (EXPODIRECT Proveedores), assinado pelo gerente da empresa, sem qualquer independência técnica demonstrada. O referido relatório: - Não identifica qualificações técnicas do autor; - Não contém ensaios laboratoriais, testes ou medições; - Baseia-se apenas em observação visual; - Não apresenta especificações de resistência/durabilidade do revestimento; - Não exclui tecnicamente defeito de fabrico ou falta de conformidade; - Limita-se a concluir, sem fundamentação objetiva, que existe “uso indevido”. Mesmo após a contestação detalhada destas falhas, a empresa manteve a recusa da garantia sem apresentar qualquer prova adicional. Considero que esta atuação viola claramente os direitos do consumidor previstos no Decreto-Lei n.º 84/2021, nomeadamente: - A presunção legal de falta de conformidade dentro dos primeiros 2 anos; - Odireito à reparação/substituição sem custos; - O dever de reposição da conformidade em prazo razoável; - O ónus da prova que recai sobre o vendedor quando pretende excluir a garantia. Além disso, todo o processo tem sido marcado por atrasos sucessivos, ausência de resolução efetiva e desgaste emocional significativo, especialmente tendo em conta que se trata de um equipamento essencial para uma pessoa com mobilidade reduzida. Assim, solicito a intervenção da DECO Proteste no sentido de analisar esta atuação da empresa e promover a reposição da conformidade do bem ao garantir o cumprimento da legislação de defesa do consumidor. Tenho em minha posse toda a documentação relevante, incluindo: contrato/fatura de compra; fotografias dos danos; relatório técnico enviado pela empresa; troca integral de emails entre as partes e respetivas mandatárias. Com os melhores cumprimentos, Joana Vilas Boas
Recusa de atendimento prioritário
Exmos. Senhores, Venho apresentar reclamação relativamente ao atendimento ocorrido no Serviço de Segurança Social de Montemor-o-Velho, no dia 19 de Maio de 2026, pelas 9h25. Encontrei-me presente no serviço na qualidade de grávida e solicitei atendimento prioritário, conforme previsto na legislação aplicável ao atendimento prioritário em serviços públicos. Apesar disso, o pedido foi recusado pelos funcionários presentes, sem que me tivesse sido apresentado fundamento legal claro para essa recusa. O objetivo do atendimento era acompanhar o meu pai e ajudar na exposição e esclarecimento de uma situação relacionada com o processo dele, estando ambos presentes no local. Considero que a situação representa um incumprimento do direito ao atendimento prioritário atribuído às grávidas nos serviços da administração pública, motivo pelo qual solicito a análise desta ocorrência e o devido esclarecimento sobre os fundamentos da recusa. Solicito ainda que sejam adotadas medidas para evitar que situações semelhantes voltem a ocorrer. Com os melhores cumprimentos, Catarina Amaro
Bloqueio indevido
Bom dia. Ao dia 10 de maio passei por uma situação desconfortável cujo não havia levado minha toalha para treinar. Sendo assim um dos staff que ficam no ginásio veio conversar comigo perguntando da toalha havia informado que não trouxe no dia e que seus colegas já haviam me informado para trazer. Após um tempo o colega veio ter comigo novamente solicitou a minha saída ou chamaria a polícia eu falei que iria aguardar os oficiais chegarem Continuei meu treino até que eles chegaram após a explicação bom os oficiais eu me retirei HJ no dia 15 /05 fui entrar ao ginásio Fui entrar ao ginásio e um staff me informou que meu acesso foi bloqueado após um dia da cobrança da minha mensalidade Eu exijo reembolso e explicações
Falta de transparência nos ingredientes, reação adversa ao produto e recusa de apoio razoável na dev
Gostaria de deixar um alerta público relativamente à minha experiência com a Farmacianaweb, para que outros consumidores possam tomar decisões mais informadas e não passem pela situação que passei. Recentemente adquiri no website da Farmacianaweb um sabonete líquido hospitalar da marca Savaii, anunciado essencialmente como um produto “pH neutro” e “sem fragrâncias”, transmitindo a ideia de ser um produto suave e adequado para uso diário frequente. No entanto, o website não disponibilizava a lista completa de ingredientes do produto, algo que considero extremamente importante, especialmente em produtos de contacto diário com a pele. Como os portes de envio para apenas uma unidade eram praticamente superiores ao valor do próprio produto, acabei por fazer uma encomenda grande de 16 garrafas, no valor aproximado de 63€, dos quais cerca de 10€ foram portes. Assim que utilizei o produto pela primeira vez, tive uma reação imediata nas mãos: secura intensa, irritação e desconforto, algo que nunca me aconteceu nem sequer com sabonetes comuns de supermercado. Tenho pele normal e nunca tive histórico de problemas dermatológicos. Como tenho dois filhos pequenos em casa, procuro precisamente produtos mais minimalistas, suaves e adequados para utilização frequente. Foi então que fui investigar a composição do produto diretamente na embalagem e deparei-me com ingredientes como Cocamide DEA, um ingrediente controverso que ao longo dos anos tem sido alvo de preocupação e discussão toxicológica internacional devido ao potencial de formação de nitrosaminas em determinadas condições de fabrico. Apesar de ainda ser permitido em alguns produtos, é um ingrediente que muitas marcas modernas já optaram por evitar completamente, especialmente em produtos associados a uso frequente e contacto diário com a pele. O problema principal nem foi apenas o produto em si, mas sim a forma como toda a situação foi gerida pela Farmacianaweb. Tentei inicialmente contactar a empresa por WhatsApp, sem qualquer resposta. No dia seguinte tive de ligar várias vezes até ser atendido. Expliquei calmamente toda a situação e sugeri uma solução extremamente razoável: que a empresa organizasse a recolha da encomenda através da sua transportadora, ficando TODOS os custos a meu cargo. Ou seja, a empresa não teria qualquer prejuízo financeiro. Mesmo assim, a situação foi constantemente tratada de forma defensiva e sem qualquer tentativa real de encontrar uma solução equilibrada para o cliente. Depois de vários telefonemas, mudanças de posição e falta de clareza na comunicação, foi-me sempre transmitido que “não era responsabilidade deles”. Acabei por me deslocar pessoalmente aos CTT com uma encomenda de quase 20kg para descobrir que os portes de devolução seriam cerca de 36€. Ou seja: * paguei aproximadamente 63€ pela encomenda; * perderia cerca de 36€ apenas para devolver os produtos; * e tudo isto numa situação em que me mostrei desde o início disponível para assumir os custos e facilitar ao máximo o processo. Voltei ainda a contactar a empresa e até me disponibilizei para pagar diretamente um valor superior àquilo que provavelmente lhes custaria a recolha através dos seus próprios acordos com transportadoras. Mesmo assim, recusaram qualquer tentativa de resolução minimamente razoável. Sinto-me profundamente desapontado com toda esta experiência. Não estou a escrever esta reclamação por causa de um simples desacordo comercial. Estou a escrevê-la porque considero extremamente importante que: * produtos de utilização diária tenham transparência total relativamente aos ingredientes; * clientes sejam tratados com empatia e profissionalismo; * e empresas demonstrem verdadeira vontade de resolver problemas quando estes surgem. Infelizmente, em momento algum senti essa preocupação por parte da Farmacianaweb. Foi a primeira e última vez que comprei nesta loja. Neste momento continuo a aguardar o reembolso da encomenda e espero sinceramente que a situação seja resolvida da forma correta, caso contrário terei de recorrer a outras vias formais de resolução.
Incêndio com panela Gourmax Pro
Exmos. Senhores, Venho solicitar o apoio da DECO relativamente a um incidente grave ocorrido com uma panela Gourmax Pro, adquirida junto da Ediclube e ainda dentro do período de garantia. Na madrugada de 9 de abril de 2026, o equipamento entrou em chamas no interior da minha habitação, apesar de não estar em utilização há vários dias, encontrando-se apenas ligado à corrente. Contactei de imediato a empresa e enviei fotografias do sucedido. Apesar da gravidade da situação, a empresa recusou qualquer responsabilidade, afirmando que o incidente não poderia estar relacionado com o equipamento, sem recolher o produto nem realizar qualquer análise técnica. Insisti no esclarecimento da situação e solicitei uma perícia ao equipamento, mas a empresa limitou-se a reiterar a mesma posição, ignorando a questão essencial: apurar tecnicamente a origem da ignição. O equipamento encontra-se preservado e disponível para análise. Face ao exposto, solicito a vossa intervenção no sentido de me apoiar na defesa dos meus direitos enquanto consumidora e no apuramento desta situação. Junto em anexo as fotografias do equipamento após o sucedido e a troca de e-mails mantida com a empresa. Com os melhores cumprimentos, Maria Isabel Portela Lima Freitas
Mau serviço
Exmos Senhores, No início deste ano, adquiri Aparelhos a empresa Audição Activa, no valor de 4.600 €, pagos com uma entrada inicial de 500 € e o restante débito directo mensal. Desde a entrega apresentaram graves problemas, são enormes, não entrando no canal auditivo, Fiz várias reclamações, directamente na loja, chamadas telefónicas e emails, os aparelhos foram enviados para a fábrica diversas vezes, sem qualquer resolução eficaz e a ultima vez, vieram dom umas patilhas que lhes colocaram afim de evitar a queda dos ouvidos, mantendo-se os mesmos defeitos. Ando a pedir a rescisão do contrato desde Março sem sucesso. Foram muito mal feitos e vieram ainda pior, junto foto. Assim peço por favor que me ajudem a rescindir o Contrato e a reaver todo o dinheiro já pago, bem como a suspensão do débito directo. Estou a pagar uma coisa que não posso usar, porque corro o risco de os perder. Agradecendo desde já e com os meus cumprimentos, MS PS. Não consegui transferir para aqui, os emails trocados com o fornecedor
NegligênciaA minha mãe caiu e partiu o colo do femur. Entrou esta 2a feira no Hospital Amadora Sintr
A minha mãe caiu e partiu o colo do femur em casa. Entrou no dia 6 de Abril 2026 no Hospital Amadora Sintra e nunca mais saiu. Creio que o atendimento das urgências correu bem mas o internamento no SO6 nos dias 7 e 8 foi uma desgraça. Como cada dia que passava podia ser operada era cumprido o protocolo de a manter sem agua e comida durante todo o dia. A medicação habitual manifestada no relatório das urgências, não constava nos registos da enfermaria. A minha mãe era dependente de calmantes e controladores de tensão e a não toma fazia com que a minha mãe se enervasse e subisse a tensão. Ao 2° dia no SO6 encontrei a minha mãe em delirium e a febre apareceu. Desesperada percorri nesse dia (8Abril) a distância enfermaria, gabinete médico varias vezes ( nas 2 visitas diarias possíveis) dizendo o estado da minha mãe e solicitando ação por parte dos médicos, pressionando para falarem com o bloco operatório. A minha mãe não aguentaria muito mais. Consegui que fosse admnistrado soro e questionei até quando uma senhora de 85 anos iria estar sem comer e beber. Ao que o médico me respondeu mas quer que a sua mãe seja operada ou quer dar de comer à sua mãe? Solicitei que registassem a medicação habitual para ver se lhe davam. Vi a minha mãe alterada e mal, sendo o seu estado encarado na enfermaria como tudo normal. A minha mãe não resistiu e teve uma paragem cardíaca, antecedida por uma perda de consciência Glasgow 8 nesse dia à noite, falecendo, dia 9 de Abril 2026 pelas 11;15. Este hospital não tem capacidade de resposta. E não existe humanidade. O CODU não dá hipotese escolha de hospital e atira as pessoas 'aos leões'.
Devolução de valores pagos, contrato que não entrega o que foi acordado
Venho por meio dessa carta manifestar minha indignação com essa instituição, vulgo IMT. No dia 13/04/2025, inicie um curso CAM pela auto escola ECO DRIVE de Odivelas situada na rua do ROUBADO, número 11. No dia 18 fui contactado pela senhora Debora a dizer que fui reprovado no curso por uma falta de UMA HORA E SETENTA MINUTOS onde o limite permitido era de UMA HORA E SESSENTA E OITO MINUTOS, ou seja por uma diferença de DOIS MINUTOS, por um problema técnico de internet, onde foi comprovado em documento enviado a auto escola ECO DRIVE. Minhas questões são. A entidade responsável pelos cursos de formação segundo a legislação portuguesa diz que TODA FALTA E PASSIVEL DE JUSTIFICATIVA, o IMT está a cima da lei de seu estado maior. Como que vossa instituição da cursos de formação online sem oferecer suporte técnico para tal, prejudicando diretamente os formandos, causando danos morais e financeiros, tenho em minha posse, mas de três horas de gravação ao vivo que prova a ineficiência da plataforma, formadores que não da aulas, pois saem para resolver problemas pessoais, quando a auto escola e questionada, simplesmente dizem que não podem fazer nada, pois enviam links de aulas que não existem, e mesmo assim somos punidos. Ouve um caso onde um formando teve que levar sua esposa ao medico pois passou mal devido a gravidez e foi reprovado por falta, ora que pais e esse, um país sei lei ou terra de ninguém, onde os contribuintes não tem direito a nada e ainda tem sua vida prejudicada tanto moralmente quanto financeiramente. No dia 16/04 quando falado com a senhora Debora da ECO DRIVE, ela simplesmente disse o senhor PAGA novamente e faz o curso novamente, ora isso chega a ser um absurdo, uma falta de respeito e uma afronta ao cidadão, ficando claro o ESQUEMA CRIMINOSO de arrecadação de dinheiro pois nada do que e prometido no contrato de prestação de serviço da auto escola ECO DRIVE e fornecido, deixando os clientes no prejuízo, no dia 04/05/2025 quando falado com a senhora Andreia responsável pela auto escola da eco drive da rua do roubado, ela simplesmente exclamou não podemos fazer nada. Ao meu ver o Instituto de mobilidade e transportes de Portugal, e uma instituição que representa a falência do estado e da prestação de serviço de caráter duvidoso, instituição criminosa e sem responsabilidade civil qualquer, pois tal comete o pior crime possível, que é aquele que tira a dignidade e a confiança da queles que precisam e pagam por serviços prestados. DANIEL BARROS DA SILVA 04/05/2026
Precisa de ajuda?
Pode falar com um jurista. Para obter ajuda personalizada, contacte o serviço de informação
