Reclamações públicas
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Cobrança indevida
Em janeiro de 2026 solicitei o cancelamento da minha inscrição por motivo de saúde. Até aí tudo bem, só que pra minha surpresa, agora em março veio a cobrança referente ao período que não frequentei o ginásio. Solicito a devolução do valor cobrado.
Pedido de Resolução Contratual e Falta de Resposta – Master.D
No dia 9 celebrei contrato presencial com a Master.D para frequência do curso “Auxiliar de Educação Infantil e Babysitting”. Já liquidei 4 mensalidades. Por motivos pessoais e financeiros supervenientes, enviei comunicação escrita à entidade em 23 solicitando a resolução do contrato. Até à presente data não obtive qualquer resposta. Considero que a ausência de resposta constitui violação do dever de boa-fé contratual (art. 762.º do Código Civil). Não pretendo continuar a frequentar a formação e considero desproporcional a eventual exigência da totalidade das prestações vincendas sem prestação efetiva de serviço, podendo configurar cláusula contratual desproporcionada nos termos do DL 446/85. Solicito a intervenção para que seja promovida a resolução proporcional do contrato, com cessação das obrigações futuras e sem penalizações abusivas.
Qualidade do serviço prestado -
Em 12/02/2026, realizei na WECARE4YOU Clinic um procedimento anunciado como “botox”, no valor de 199 €. O procedimento não produziu qualquer resultado observável, mesmo após o prazo indicado pela clínica (15 dias). Solicitei o reembolso, mas o pedido foi recusado. Recusei o retoque por receio de eventuais efeitos indesejados sem possibilidade de correção próxima, tendo-me sido dito que não poderia fazer nova aplicação por 6 meses. Posteriormente, tive acesso a ficha com cabeçalho “Ficha de Rosto – HIFU” e referência aparente a “Dysport”, o que me suscitou dúvidas quanto ao registo clínico. Também não recebi fatura/recibo do botox, apesar de o pagamento ter sido efetuado na própria clínica.
Atendimento Pediátrico
Assunto: Reclamação relativa ao atendimento na urgência pediátrica Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento prestado na urgência pediátrica do Hospital Lusíadas Lisboa. No dia 27/02/2026, dirigi-me a essa unidade com o meu filho de 8 meses devido a um quadro de febre. Após observação médica, foi-me comunicado que não havia qualquer diagnóstico específico, tendo sido apenas referido tratar-se de “uma virose”, com indicação para aguardar até terça-feira (seriam 6 dias com febre) para verificar se a febre passaria, e regressar apenas caso não melhorasse. Ao longo do próprio dia, o estado do meu filho agravou-se, demonstrando sinais evidentes de dor, desconforto e frustração. Perante esta evolução, recorri ao Hospital São Francisco Xavier, onde foi prontamente observado e diagnosticado com uma otite, condição que justificava plenamente os sintomas apresentados. Considero inadmissível que, numa unidade hospitalar privada onde o atendimento é pago, não tenha sido efetuado um diagnóstico adequado nem prestada a devida atenção à situação clínica do bebé, atrasando a identificação de um problema que causava dor e necessitava de tratamento. Desta forma, solicito esclarecimentos formais sobre o ocorrido, bem como informação sobre as medidas que serão adotadas para garantir a qualidade e segurança dos atendimentos futuros. Solicito ainda a reavaliação do valor pago pela urgência, tendo em conta a falha no diagnóstico. Aguardo resposta com a maior brevidade possível. Com os melhores cumprimentos, Cátia Rocha
Pontos Medicare
Sou cliente Medicare desde 2024. No início tudo muito bem, não tive queixa nenhuma. Entretanto tentei cancelar contrato com eles ainda em 2025: tentaram persuadir inúmeras vezes a não fazê-lo mas não mudei de ideais. No final disseram me que tinha contrato até Abril de 2026 e tinha de pagar até lá. No entretanto, tenho quase 1000 pontos Medicare e não os consigo utilizar! Estou farta de contactar com eles: respondem sempre que vão ver o que se está a passar. Cada vez que tento aceder à minha área de cliente dá erro. Meses se passaram e continua igual: ninguém me contactou e continuo sem conseguir aceder às vantagens do Plano. Fiz queixa no Portal da Queixa: responderam que iam ver o que se estava a passar, novamente. Nisto já vamos em Março de 2026: falta um mês para acabar o contrato e vou ficar sem os meus pontos. Estive 2 anos como cliente e não vou usufruir de rigorosamente nada porque ninguém me dá uma solução. Cancelei o débito direto da minha conta e recuso me a pagar o último mês que falta enquanto não resolverem esta situação: estão há quase 1 ano a gozar com a minha cara. Falam em vantagens vantagens vantagens mas só vejo o dinheiro a sair da conta e nada do plano ser vantajoso. Não estão a cumprir com o acordado comigo por isso não tenho de cumprir nada enquanto não me derem uma explicação ou resolverem o problema.
Reclamação por gravidez
Entidade visada: Medicare Venho por este meio manifestar publicamente que a situação por mim anteriormente reportada se encontra resolvida, tendo sido efetuada a resolução do contrato conforme solicitado. A minha queixa produziu efeitos positivos, uma vez que foi reconhecido que os colaboradores da Medicare não tinham conhecimento de que a unidade Unisana para onde fui encaminhada não dispunha de serviço de urgência obstétrica, facto que, apesar disso, não deixa de constituir um erro grave por parte da entidade, atendendo à natureza sensível e clínica da situação descrita no momento do contacto. Reitero que perdi completamente a confiança na Medicare após o sucedido. Contudo, faço questão de salientar que, se algum dia voltar a confiar nesta entidade, tal se deverá exclusivamente ao atendimento impecável, honesto e humano da colaboradora Lilia Faria, que se prontificou a ajudar-me na resolução do contrato de forma profissional, transparente e extremamente prestável. A colaboradora Lilia Faria demonstrou empatia, seriedade e verdadeiro sentido de responsabilidade, pelo que, a futuros clientes que pretendam aderir a um plano de saúde, recomendo vivamente que o façam com esta gestora de conta. À mesma, deixo os meus mais sinceros agradecimentos pelo apoio prestado num momento particularmente difícil da minha vida. Com os melhores cumprimentos,
Baixa errada - médico Dr Carlos Pina
No passado dia 14 janeiro tive uma consulta de ortopedia na cuf tejo com o dr Carlos pina, foi me feita uma avaliação e indicado que no dia seguinte caso não me sentisse bem para trabalhar, visto que exerço um cargo profissional físico, que poderia enviar email para “apoio@…” para pedir a baixa.No dia seguinte efetuei o pedido através do formulário do site e enfiei ainda um pedido para o endereço apoioclientes@cuf.pt.Como não obtive respostas, efetuei chamada para cuf rejo, ao qual me foi indicado que o dr não estaria disponível mas que iam enviar um pedido interno.Como continuei sem contactos, reforcei a chamada na segunda feira dia 19 por contacto telefónico e por email. Continuei sem resposta.Terça feira dia 20 voltei a contactar, ainda sem qualquer resposta a não ser que o dr estava indisponível e que iam reforçar o pedido. Quarta feira feira dia 21 voltei a ligar e disse que iria precisar desse documento com urgência atendendo ao fecho de contas da empresa onde trabalho. Nesse mesmo dia recebi um contacto e várias mensagens da clínica inside lab a indicar que iria receber código do SNS por mensagem que, por incongruência do número telefónico na aplicação, não recebi. Foi me indicado que iriam tentar novamente no dia seguinte, caso contrário teria que recorrer ao médico de família. No dia seguinte, quinta feira dia 22 consegui receber o código e foi informado que o DR tinha procedido a baixa em papel e que poderia levantar no dia seguinte na cuf Belém.Apesar de não ter qualquer informação na app do SNS, na segurança social ou no portal referente à baixa, Sexta feira dia 23 dirigi me a cuf Belém ao qual não tinham qualquer informação, que deveria ligar no dia seguinte. Voltei a ligar no sábado dia 24 ao qual me indicaram que iriam encaminhar pedido para a ortopedia. Sem qualquer resposta.Segunda feira, voltei a contactar após 10 dias nesta situação. Ainda não tinham informação. Recebi posteriormente um email a indicar que o Dr não iria estar na cuf Belém e que no dia seguinte iria tratar do atestado para levantamento na cuf tejo. Dia 27 finamente recebi a baixa na app do SNS Atualmente, a Seguranca Social recusa o pagamento da baixa medica, alegando a necessidade de preenchimento de um documento de acidente de trabalho. No entanto, a causa da minha baixa resultou de um episodio de desmaio, nao de qualquer acidente laboral.Na propria baixa medica encontra-se assinalado o enquadramento como doenca direta, com a seguinte definicao:"Definicao de Doenca Natural: Inclui situacoes clinicas, doencas infecciosas, hereditarias, fisiologicas ou deficiencias que impedem o exercicio da atividade profissional. Nao decorre de causas profissionais (acidentes de trabalho) ou de responsabilidade de terceiros."Adicionalmente, no contexto laboral portugues, a classificacao de doenca direta, tal como consta na minha baixa, refere-se a uma condicao clinica e nao a um acidente de trabalho.O Dr Carlos Pina mantem que a baixa foi corretamente emitida.Apesar disso, continuo a ser prejudicado, encontrando-me ha mais de 30 dias a aguardar o reconhecimento e pagamento de um direito que legalmente me assiste.
Incumprimento contratual grave
Entidade visada: Medicare Venho por este meio apresentar queixa formal contra a Medicare, por prestação de informação incorreta e incumprimento contratual grave, com consequências clínicas e emocionais relevantes. No dia 02/02/2026, contactei a linha de apoio da Medicare informando expressamente que me encontrava grávida e que necessitava com urgência de indicação de uma unidade de saúde com serviço de urgência obstétrica ao abrigo do acordo existente. Foi-me indicada a unidade Unisana como sendo adequada à minha situação. Contudo, ao chegar à referida unidade, fui informada de que não existia urgência obstétrica, o que demonstra que a informação prestada pela Medicare foi incorreta, desadequada e negligente, face ao quadro clínico comunicado. Apenas no dia 19/02/2026 fui contactada pela Medicare, data em que me encontrava internada na sequência de um aborto retido, situação clinicamente grave e com elevado impacto físico e emocional. Entendo que, se tivesse sido corretamente encaminhada no momento em que solicitei apoio, poderia ter beneficiado de avaliação médica atempada, o que poderia ter alterado o desfecho clínico. A atuação da Medicare configura: Violação do dever de informação; Violação do dever de diligência e boa-fé; Incumprimento contratual; Prestação de informação clinicamente relevante errada; Falta de acompanhamento posterior adequado. Solicitei formalmente a resolução do contrato sem penalização e o acesso à gravação da chamada de 02/02/2026, mas considero essencial que esta situação seja tornada pública e avaliada pelas entidades competentes. Pretendo com esta queixa: Denunciar a gravidade da atuação da Medicare; Alertar outros consumidores; Exigir responsabilização pela prestação de informação incorreta em contexto clínico sensível; Reforçar a necessidade de procedimentos mais rigorosos na triagem e encaminhamento de utentes grávidas. Considero inadmissível que uma empresa que presta serviços na área da saúde forneça indicações erradas numa situação potencialmente urgente, colocando em risco a saúde e a vida de uma utente e do feto. Aguardo posicionamento da entidade visada.
Lixos e resíduos biológico entre pacientes na sala de espera!
Assunto: Reclamação por graves falhas no cumprimento das normas de higiene e segurança no Hospital da Luz de Setúbal Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar a minha formal reclamação relativamente a uma situação grave e inaceitável que presenciei nas instalações do Hospital da Luz de Setúbal, pondo em causa as mais elementares normas de higiene, segurança e saúde pública, bem como o respeito devido aos utentes. No dia 25/02/2026 encontrava-me na sala de espera do referido hospital, quando fui confrontado com uma cena que considero profundamente chocante e antiética. Um funcionário dos serviços de limpeza atravessou a referida sala de espera, em pleno horário de funcionamento e na presença de vários utentes, transportando um carrinho de grades que continha, de forma visível e desprotegida, diversos sacos de lixo comum e, mais preocupante, uma caixa preta com resíduos hospitalares, aparentemente do grupo III e IV (resíduos infeciosos e orgânicos). De acordo com as boas práticas e as normas regulamentares em vigor em Portugal, estabelecidas pela Direção-Geral da Saúde (DGS) e pela Agência Portuguesa do Ambiente (APA), o transporte interno de resíduos hospitalares, especialmente os de risco biológico, deve ser feito por circuitos próprios, preferencialmente isolados e nunca em áreas de permanência de doentes e acompanhantes, como é o caso das salas de espera. A situação presenciada configura uma grave falha de procedimentos internos, evidenciando: 1. Falta de formação do colaborador envolvido, que desconhece ou desrespeita os circuitos internos de higiene e segurança. 2. Fiscalização interna inexistente ou ineficaz, que permitiu uma situação de tão elevado risco e falta de ética. 3. Exposição direta de utentes a potenciais agentes patogénicos, colocando em risco a saúde de todos os presentes. É absolutamente inadmissível que uma unidade de saúde privada, que se propõe a oferecer cuidados de qualidade, permita um cenário tão degradante. Esta situação é não só um atentado às normas de saúde pública, mas também uma falta de respeito e de consideração pelos utentes, que já se encontram num ambiente de vulnerabilidade e ansiedade. Acresce ainda que, para além deste episódio grave, o atendimento prestado foi igualmente deplorável e pouco profissional, o que só veio agravar a minha perceção negativa sobre a qualidade dos serviços desta unidade. A falta de higiene e o descaso com procedimentos básicos colocam em causa a credibilidade e a idoneidade de todo o hospital. Face à gravidade da situação, considero que o Hospital da Luz de Setúbal demonstra uma total ausência de cumprimento das normas regulativas em vigor no país. É inaceitável que um hospital particular, que exige dos seus utentes um elevado investimento financeiro, apresente falhas tão básicas e perigosas. Assim, venho requerer: · Uma investigação interna urgente sobre o ocorrido. · A identificação e responsabilização dos envolvidos pela quebra dos protocolos de segurança. · A implementação de medidas corretivas imediatas para que situações como esta não se repitam. · Uma resposta formal e por escrito sobre as diligências efetuadas. Aguardando uma resposta célere e a tomada de medidas, subscrevo-me com os melhores cumprimentos.
Leite Enfamil contaminado
Venho reclamar de uma lata de leite de Enfamil Premium Gentlecare que parecia estar bem pois a validade era de 13 de Dezembro de 2026 mas após dar o leite dessa lata ao meu bebé de 4 meses o mesmo após 3h de o ingerir começou a ter muitos vómitos e diarrei@, o lote da lata é o n. HL4MQA3C 000461. O meu bebé sempre toma este leite e nunca tivemos problemas,inclusive no momento fomos comprar novamente outro leite igual mas de lote diferente e é o que o ajudou até agora e após 4 dias de vómitos e diarrei@ o bebé estabilizou e continua com o lote novo que compramos e encontra se sem problemas. Gostaría de pedir ou um reembolso ou uma troca pois o valor desta lata não é barato e o gasto que tivemos no hospital com o bebé tampouco foi barato. Aguardo uma resposta.
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