Cálculo da pontuação da empresa
Esta pontuação reflete a capacidade da empresa resolver as reclamações dos consumidores.
O cálculo é feito com base em três indicadores:
A pontuação baseia-se nos últimos 12 meses.
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Qualidade do serviço de tratamento das reclamações
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Reclamações recentes
Acesso a cuidados de saúde
Alzira da Conceição Carvalho Gonçalves Utente Nº 366697526 Unidade local de saúde Amadora / Sintra Centro de saúde UCSP Olival Cacém 08/01/2026 Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao procedimento adotado pelo UCSP – Olival para a obtenção de requisições de exames médicos. Sou doente oncológica, seguida no Hospital Fernando da Fonseca, facto que poderá ser confirmado através do meu processo clínico. Na minha mais recente consulta nesse Hospital, realizada com a Dr.ª Carolina Saca, foi-me prescrita a realização dos seguintes exames de rotina: • Ecografia pélvica transvaginal • Ecografia vesical • Mamografia • Ecografia mamária Atendendo às longas listas de espera existentes para a realização destes exames nos serviços hospitalares, a referida médica aconselhou-me a dirigir-me ao meu centro de saúde (UCSP – Olival) com vista à obtenção das respetivas requisições, de forma a possibilitar a sua realização em tempo clinicamente adequado. No entanto, foi-me informado que a única forma de obter essas requisições é através da marcação de uma consulta médica. Não tendo Médico de Família atribuído, apenas me é possível aceder a consulta por via das consultas de urgência, limitadas a oito vagas diárias. Esta situação obriga-me a deslocar-me ao centro de saúde várias horas antes da abertura para tentar garantir uma dessas vagas, apesar de não necessitar de uma consulta urgente, uma vez que já possuo as guias clínicas emitidas pelo Hospital. Considero esta solução inadequada e injusta, pois, para além de me sujeitar a um esforço físico e emocional desnecessário, implica também a ocupação de uma consulta de urgência que poderá ser necessária a outro utente em situação efetivamente urgente. Mais grave ainda é a desigualdade de tratamento entre utentes com e sem Médico de Família atribuído. Os primeiros têm acesso facilitado aos cuidados de saúde, enquanto os segundos são remetidos para longas filas de espera, em condições pouco dignas, vendo limitado o acesso a cuidados de saúde básicos. As soluções apresentadas acabam por acentuar o fosso entre estas duas realidades, agravado por procedimentos burocráticos que não servem os interesses nem dos utentes nem dos profissionais de saúde. Compreendo as dificuldades decorrentes da escassez de recursos humanos. No entanto, não se compreende a ausência de medidas simples que poderiam mitigar estas situações. No caso concreto, poderia ser aplicado um procedimento semelhante ao utilizado para o receituário crónico, em que, mediante a apresentação da guia hospitalar, o centro de saúde emitiria diretamente a requisição dos exames, sem necessidade de consulta médica. Chego a esta situação após várias tentativas frustradas de marcação de consulta de urgência. Também relativamente a este ponto apresento a minha reclamação, pois, sendo o número de médicos manifestamente insuficiente para o universo de utentes, faria mais sentido uma distribuição equilibrada dos recursos (Médicos) disponíveis em função de todas as necessidades diárias, em vez de concentrar apenas dois médicos e oito consultas de urgência para responder simultaneamente a situações clínicas urgentes e a múltiplos atos administrativos dos utentes sem Médico de Família atribuído. Face ao exposto, solicito a reavaliação dos procedimentos em vigor, no sentido de encontrar uma solução mais justa, humana e funcional, que respeite os direitos dos utentes e contribua para um melhor funcionamento do serviço. Com os melhores cumprimentos,
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