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Informações erradas constantemente
Exmos. Senhores venho por este meio comunicar o meu desagrado. Pois pedi uma informação importante para não me cortarem o serviço dizeram que era possível e para meu espanto quando ligo hoje para a linha de apoio dizem que não e possível. Por vários dias perguntei e questionei a mesma questão e sempre me dizeram a mesma coisa que daria sim para fazer o pagamento total do acordo hoje dia 15 de maio e que a fatura poderia ser paga no fim do mês qual o meu espanto quando ligo a linha de apoio e dizem que não dá porque a fatura venceu ontem já não e a primeira nem a segunda vez que dão respostas erradas sobre o serviço. Estou cansado disso por esse mesmo motivo exigir que renunciem o contrato onde possa colocar noutra operadora mais fiável tenho tido vários problemas com a Vodafone
Encargos ocultos revelados no momento de resolução do contrato
Ativei os serviços da NOS, e após 9 dias sem que os serviços me fossem efetivamente disponibilizados não consegui obter reparação. Estabeleci contacto telefónico e informei que pretendia exercer o meu direito de resolução do contrato, ao abrigo da cláusula 6.2 das Condições Gerais de Serviço de Comunicações Eletrónicas e Serviços Conexos. Nessa chamada foi-me imputado o pagamento da ativação e instalação no valor de 400€. Na mesma chamada, recusei esse custo com base no modelo resumo do contrato, cuja tabela "Preço" - "Não recorrente", na linha "custo de ativação e instalação", e coluna "valor", apresenta o valor 0,00. Imediatamente de seguida, a chamada foi terminada pela NOS. No dia seguinte dirigi-me a uma loja NOS e entreguei o equipamento recebido, exercendo o direito de resolução do contrato. Foi-me informado o dever de pagar as mensalidades correspondentes aos meses restantes no período do contrato - valor que, ao abrigo da cláusula 6.2 das Condições Gerais, não me é imputável. Atendendo a que todos os fatos se sucederam dentro do período de 14 dias após ativação do contrato, expus a situação através de reclamação na Provedoria NOS, onde requisitei que assegurassem o pleno exercício do meu direito de livre resolução de contrato, à luz do qual não me sejam imputados custos de instalação nem de serviço além desse período. Não obstante a resposta a essa mesma queixa, expus os fatos acima em nova reclamação (com recibo de receção de dia 18/03 constante do anexo VI), que fundamentam, aliás de acordo com o pleno exercício do meu direito de resolução, a ausência de qualquer faturação adicional. Em incumprimento do seu dever de obrigatoriedade de resposta, esclarecido por decisão da ANACOM a 01/07/18, não me foi endereçada nenhuma resposta. A 21/03/26, a NOS emite fatura no valor de 0€ (constante do Anexo VII), e a dia 22/04/26, A NOS emite fatura no valor de 340€ (constante do anexo VIII). Nos termos do artigo 8.º, n.º 1, alínea c), da Lei de Defesa do Consumidor, o prestador de serviços encontra-se obrigado a informar o consumidor, de forma clara, objetiva e adequada, sobre o preço total do serviço e respetivos encargos suplementares. Acresce que, nos termos do artigo 8.º do Decreto-Lei n.º 446/85, que institui o regime jurídico das cláusulas contratuais gerais, consideram-se excluídas dos contratos singulares as cláusulas que não tenham sido devidamente comunicadas ao aderente. Ora, o alegado custo de instalação nunca foi previamente discriminado nem adequadamente explicado no momento da celebração do contrato, razão pela qual a respetiva cobrança se revela indevida e contrária aos deveres legais de informação impostos ao prestador. Acresce ainda que o serviço contratado nunca foi prestado em condições normais de funcionamento, verificando-se um incumprimento das obrigações contratuais do operador. Aliás, em deslocação à loja NOS foi-nos comunicado que não procedem à instalação do serviço em Alfama, pela fraca rede que inviabiliza o seu correto funcionamento, facto que não nos foi previamente informado. Tal conduta viola igualmente o princípio da boa-fé previsto no artigo 9.º, n.º 1, da Lei de Defesa do Consumidor, segundo o qual as relações jurídicas de consumo devem reger-se pelos princípios da “lealdade e da boa fé” tanto na formação como na execução dos contratos. Não tendo o serviço funcionado corretamente desde a instalação, não pode o consumidor ser penalizado com encargos adicionais cuja existência nem sequer foi validamente comunicada ou aceite.
Facturação indevida
Boa tarde . Em novembro de 2025 o meu pai foi contactado pela MEO para uma oferta de um tarifário fixo o qual aceitamos . Acontece com essa adesão, chegou junto um outro cartão que automaticamente foi activado .( O qual nunca nos informaram ) O mesmo nunca foi usado nem retirado da embalagem . A activação foi feita segundo os operadores de forma automática e obrigatória pelos vistos, e desde então tem sido cobrado esse valor ( 5 euros ) desde novembro até á data . Não houve qualquer informação da parte da MEO nem tão pouco autorização da nossa parte para que fosse feito . Funciona de forma dúbia e ridícula a forma como adquirem dinheiro sem consentimento e conhecimento do cliente . Em 6 meses pagamos um cartão nunca utilizado !! 5 euros de ?? Tendo em conta que contactei a MEO várias vezes e nunca explicaram porque pagava sempre valor a dobrar . Apos contacto com a operadora nada fizeram para tentar minimizar o desagrado da nossa parte e considero que é ultrajante e muito mesquinho da parte da MEO a forma como retira dinheiro aos consumidores de forma pouco clara . Inclusive surgiram chamadas para a Polónia com o meu pai internado no hospital. Ridículo ! Pouco profissionais . Pouco transparentes. Aguardo resposta e resolução . Muito obrigada . Dina Estremores
Falha no serviço e faturação abusiva
Venho, por este meio, reiterar e reforçar a reclamação anteriormente apresentada, nomeadamente através do e-mail enviado em 9 de março de 2026, o qual, até à presente data, não obteve resposta nem resolução. Relativamente ao contrato celebrado em março de 2025, exponho o seguinte: Exposição dos Factos: 1. Inexistência de Serviço: Desde a adesão, nunca usufruí efetivamente do serviço contratado, devido a falhas constantes e ausência de cobertura de rede adequada, impossibilitando a sua utilização. Esta situação foi reportada por mim de forma reiterada ao longo de vários meses, através de múltiplos contactos telefónicos. Adicionalmente, no dia 28 de dezembro de 2025, foi-me enviado um e-mail da vossa parte a confirmar a insuficiência de cobertura, validando assim as reclamações apresentadas. 2. Primeiro Pedido de Cancelamento: No dia 24 de dezembro de 2025, solicitei formalmente o cancelamento do contrato, tendo-me sido garantido que o mesmo seria processado e que os valores pagos seriam reembolsados, dado o não usufruto do serviço. Tal informação poderá ser confirmada através da gravação da respetiva chamada, cuja consulta solicito que seja efetuada. 3. Falha no Processamento e Continuação da Faturação: Apesar do pedido efetuado, o contrato manteve-se ativo e continuaram a ser emitidas faturas indevidamente. 4. Segunda Tentativa de Cancelamento: Face à ausência de resolução, voltei a contactar os vossos serviços, tendo no dia 9 de março de 2026 formalizado novo pedido de cancelamento, com o colaborador Danilo Moura, ao qual foi atribuído o número de processo 360063940, e com indicação de um prazo de 30 dias para conclusão, no mesmo dia e visto que o vosso colaborador não enviou qualquer e-mail a confirmar o meu pedido de cancelamento do serviço enviei um e-mail a repostar o que se estava a passar, ao qual apenas recebi a resposta automática a dizer que iam analisar. 5. Incumprimento Persistente: Decorrido o prazo indicado, não recebi qualquer confirmação de cancelamento, tendo, pelo contrário, continuado a receber faturação, incluindo a mais recente fatura emitida em 20 de abril de 2026. Fundamentação e Exigências: Face ao incumprimento contratual evidente, uma vez que o serviço nunca foi prestado em conformidade, venho exigir: O cancelamento imediato e definitivo do contrato; A retroatividade do cancelamento à data de 24 de dezembro de 2025; A anulação de toda a faturação emitida após essa data; O reembolso integral de todas as quantias pagas desde o início do contrato, por inexistência de prestação de serviço (enriquecimento sem causa).
Cobrança
Estava eu pronta para treinar quando o meu chip não me deixa entrar e quando fui perceber porquê disseram que tinha uma quinzena em atraso quando no dia 05/05 recebi uma fatura como tinha sido debitado e quando me informaram fui aos movimentos e para meu espanto não tem nem que debitou nem que devolveu, tenho sempre dinheiro no cartão e agora querem que volte a pagar para usufruir do ginásio. Eu não vou pagar algo que o próprio ginásio mandou fatura muito menos quando não está nos movimentos da minha conta. Não mostra nem que saiu nem que entrou nos movimentos. Aconteceu o mesmo com a minha colega de trabalho. Já não é a primeira vez que falam das formas dos débitos dos ginásios Fitness up o que não falta é reviews e vídeos a falar mal dessa empresa. A resposta deles é que a culpa é do banco mesmo com alguém do banco a dizer que o problema não é da conta. Palhaçada autêntica!!
Falta de transparência
Conforme pedido de cancelamento presencial efetuado em 06/04/2026 (anexo), venho solicitar a retificação da faturação de abril para o valor proporcional ao usufruto do serviço tendo o contrato cessado a 06/04, o valor devido é de 9,49€ (4,46€ + 5,03€). Relembro que, nos termos da Lei das Cláusulas Contratuais Gerais," A cláusula 2.3, ao prever a retenção total de mensalidades durante o pré-aviso após o pagamento de uma taxa de rescisão fixa (50€), cria um desequilíbrio contratual e uma dupla penalização, o que é nulo nos termos do Artigo 18.º do Decreto-Lei n.º 446/85." qualquer cobrança de serviços não prestados após a rescisão é considerada abusiva e constitui enriquecimento sem causa. Aguardo os dados para pagamento do valor correto para darmos o processo por encerrado." Anexo o comprovativo de pagamento da taxa de cancelamento (Fatura VD 63058/100431), liquidada a 08/04. Dado que a própria fatura emitida pela Wellnesspath, Lda. refere que a taxa cobre o período até 2099, considero qualquer vínculo contratual e obrigação de pagamento posteriores a 06/04 totalmente liquidados e sem fundamento legal. O contrato não se sobrepõe à lei. Já paguei a taxa de rescisão de 50€, pelo que a cobrança de dias não gozados constitui uma penalização dupla e abusiva. Verifica-se, desde logo, a existência de incorreções no contrato da minha filha, nomeadamente na data de nascimento, o que compromete a fiabilidade dos dados contratuais e levanta dúvidas quanto à correta aplicação das condições associadas. Por outro lado, não existiu qualquer benefício ou contrapartida efetiva associada a uma eventual fidelização, sendo que foi já pago um montante de 50€ a título de cancelamento. A exigência de valores adicionais, sem utilização do serviço após o pedido de cancelamento, revela-se manifestamente desproporcional. Fico a aguardar os dados (9,49€) para regularizar esta quantia e dar o processo por encerrado."
Roaming
Exmos srs, venho por este meio apresentar a meu desagrado com a situação ocorrida no mês de março de 2026. No passado mês de março do corrente ano o meu filho deslocou se a França, onde passou alguns dias, num dos dias fez uma deslocação ao Mónaco e só se apercebeu que estava fora da zona abrangida pela cobertura de roaming quando recebeu um SMS com a indicação de que lhe iriam cobrar 49.512 euros. Mais IVA. Não concordo com esta situação, se o Mónaco está fora da zona de roaming incluído no plafond não concordo com esta ativação sem consentimento do cliente.
Promoção não aplicada, Cobranças indevidas, recusa de cancelamento gratuito
Exmos. Senhores, Em 28 de Novembro de 2025, após ver propaganda no Instagram de 6 meses sem mensalidades, fiz a inscrição para a Fitness Up Leiria. Certo é que passaram a ser efetuados descontos na minha conta corrente, tais quais: referencia 00278634115 16/12/25 - 15.14 09/01/26 - 17.60 23/01/26 - 17.60 06/03/26 - 17.60 20/03/26 - 17,60 30/04/26 - 17.60 Quando percebi que estes estavam a ser feitos, contrários à promoção que adquiri, tentei cancelar, porém me foi imposta uma multa de 50 euros para tal. NUNCA fui na academia presencialmente, NUNCA assinei qualquer contrato que não fosse o da oferta de seis meses online.. Fato é que a empresa em questão age CONTRA A BOA-FE DAS RELAÇÕES DE CONSUMO. Oferece uma promoção que não cumpre e oferta pelo cancelamento do serviço que NUNCA foi contratado de tal forma. Venho assim requerer que seja efetuada a devolução dos valores pagos INDEVIDAMENTE, visto que tais valores não estavam na propaganda, bem como que seja cancelado o serviço, o qual NUNCA seria contratado se não fossem os 6 meses de oferta gratuita.
Engano em contrato e prestação de serviço
Exmos Senhores, No dia 10/02 fiz um contrato de 3 meses para ajuda de um personal chamado Diogo na unidade da Alegria - Porto. O mesmo prometeu que daria aulas de 1hora, plano de treino e plano alimentar no pacote de 30€ semana, fazendo assim com que eu assinasse o contrato. Após o fechamento do contrato tive uma aula com o profissional e após isso tive imensa dificuldade em marcar as proximas aulas pois a agenda do mesmo se encotrava cheia no período da noite, falhando comigo por semanas, tendo até uma semana que consegui marcar a aula e o "profissional" esqueceu que havia marcado e nao foi. Reclamei na receção e mudei de profissional. Entretanto passando os 3 meses entrei em contato pra não renovar o contrato pois me mudei de casa e fica muito longe para ir ao ginásio da Alegria e me deparei com uma clausula no contrato de 15 quinzenas (7 meses e meio) a qual não foi o combinado dos 3 meses ou 15 semanas. Senti que agiram de má fé e agora estão me cobrando valores para o cancelamento do contrato, tambem estão me cobrando valores de semanas seguintes. Em 3 meses que paguei, fiz no maximo 6 aulas sendo que o correto seria 12, por enrolação do antigo "profissional" e até regularizar com o novo que é um excelente profissional. Preciso de ajuda para regularizar essa situação pois estou muito insatisfeito com o serviço e qualidade desse ginásio. Obrigado.
Fatura incorreta
Exmos. Senhores, Efetuei um pagamento por referência Multibanco associado à MEO, porém a entidade/referência encontra-se desatualizada. O valor foi debitado da minha conta, mas não foi creditado no meu serviço atual. O meu banco informou que a MEO deve localizar o pagamento e proceder à devolução ou regularização. Solicito a verificação urgente do pagamento e respetiva devolução ou imputação correta. Anexo comprovativo de pagamento.
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