Reclamações públicas

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D. O.
12/06/2025

Recusa de cancelamento de pack

Exmos. Senhores, No passado dia 16 de abril, fui à clinica Depilconcept de Fátima e, sem que eu me apercebe-se do que realmente se estava a passar, foi feito um contrato na Cofidis Pay para pagar um pack de tratamentos a laser. No dia 24, desloquei-me à mesma loja para o cancelamento deste pack e recusaram fazê-lo apesar de, na altura, ainda não ter sido feito débito nenhum, nem de ter usufruído de nenhum serviço. Contactei o grupo concept que também se recusou a cancelar o serviço, dizendo que o prazo de arrependimento dos 14 dias não se aplicava por não se tratar de um contrato efetuado à distancia nem de da adesão a um crédito. Escrevi a minha queixa no Portal da queixa, onde a depilconcept me respondeu a dizer que ia ser contactada pelo departamento de qualidade, ainda hoje estou sem resposta. Contactei a Cofidis, onde fui informada que só mesmo a empresa poderia proceder ao cancelamento da fatura, e consequentemente ao cancelamento do crédito. Durante a abertura do pack não fui informada do método de pagamento devidamente. Foi-me omitido que o pagamento iria incluir ter uma dívida na Cofidis. Quem efetuou o pedido de crédito foi a funcionária da empresa, no seu dispositivo, tendo-me dito apenas que eu iria receber uma mensagem e que lhe tinha de dar esse código para podermos seguir com o tratamento para a frente. Fiz também queixa no livro de reclamações de onde também nunca mais obtive resposta. Para falar com alguém responsável tive de ligar diretamente para a empresa para o conseguir fazer. Com quem falei, a gerente Mónica, mais uma vez recusou-se a cancelar o pack, afirmando que não aceitavam cancelamentos. Afirmei que isso não estava explicito nas normas de funcionamento que assinei, o que ela afirmou que não era verdade. Ao ponto que a gerente se estava a referir era ao ponto 4, onde está escrito que não admitem devoluções de valores parciais nem totais. Disse mais uma vez que a não possibilidade de cancelamento não era explicita, e se este era o ponto que justificava esta recusa, durante a avaliação gratuita deveria ser transmitido aos clientes que o serviço é pago logo na totalidade à clínica antes mesmo da própria avaliação terminar. A isto, a gerente respondeu-me que não têm de partilhar a informação ao cliente de como funcionam com o seu parceiro interno (Cofidis Pay), apesar de me parecer uma informação bastante relevante para que o cliente consiga tomar uma decisão bem informada sobre o assunto. Para além disto, na fatura emitida o meu nome está incorreto, pelo que pedi a uma funcionária que aborda-se este assunto e que este deveria ser corrigido. Até hoje, também ainda não tenho resposta. Considero que estes meios são enganosos, e falham em explicar corretamente aos clientes, o que se está efetivamente a passar. Na minha conversa com a gerente, este não me auxiliou em nada, para além de que ainda me tentou fazer sentir mal, e que eu é que devia ter tido mais atenção. Ressalvo ainda que para um pagamento por débito direto também não percebo bem como tem estado a funcionar pois desloquei-me ao meu banco onde me disseram que não se tratava de um débito direto e sim de um pagamento associado ao cartão. Recentemente tive forçosamente de trocar o cartão, mas no entanto, apesar de o outro cartão ter sido dado como cancelado o débito por parte da Cofidis foi efetuado à mesma. Não percebo qual o interesse de ficarem com clientes insatisfeitos e que estejam lá contrariados. Cumprimentos.

Resolvida
J. M.
11/06/2025

Pagamento errado de consulta, por falta de informação do colaborador ao telefone.

Exmos. Senhores, No passado dia 02 de Maio tive uma consulta com a Dra. Vanessa Vilas Boas, na especialidade de Andrologia. Durante a referida consulta, fui informado que a vertente para o qual desejava (vertente da fertilidade), não se enquadrava na especialização da Dra, ou seja é uma vertente da Andrologia, mas que a a Dra. nao tem especialização para tal. Face ao exposto, a referida Dra. pediu imensas desculpas, mas não podia fazer nada, teria eu de marcar nova consulta de Andrologia, mas para algum Doutor com especialização em fertilidade, no entanto a quantidade paga no ato do "check-in" não me poderia ser devolvida. Cabe-me então esclarecer o seguinte: No contacto telefónico com a CintraMédica, para a marcação prévia da consulta, após informar o colaborador que pretendia uma marcação para a especialidade de Andrologia, não fui previamente questionado qual a vertente da Andrologia que pretendia, isto porque a Dra. Vanessa Vilas Boas não está especializada na vertente de fertilidade. Sendo a vertente de fertilidade uma especialização da Andrologia, alguém teria de informar previamente ou até questionar qual a vertente que eu desejava. A falta de informação por parte do colaborador ao telefone, fez-me pensar que a Dra. Vanessa teria a especialização que pretendia, caso contrário teria de ser informado. No dia da consulta, a própria Dra. Vanessa além de pedir imensas desculpas e ela própria referiu que o sucedido está errado e que deveria existir alguma informação sobre este facto, para que não existam mais pessoas a ir a consulta "enganadas". A falta de informação por parte da CintraMédica não pode nunca ser um fator de exclusão de ilicitude. A CintraMédica tem obrigação de informar previamente os utentes caso não exista especialização adequada para o efeito. Face ao exposto, paguei 30 euros de uma consulta, para ouvir desculpas da Dra. Vanessa. Solicito o estorno do valor pago, uma vez que além de não ter a consulta, não tenho de ficar prejudicado pela falta informação. Cumprimentos.

Encerrada
C. C.
11/06/2025

Recusa de cancelamento contratual

Exmos. Senhores, A medicare diz não ter fidelização, porém ao aceitar os serviços somos obrigados a pagar 12 meses de serviço, com renovação automática. Simplesmente trocam o nome "fidelização" por "anuidade", que me obriga a ficar preso as mensalidades pelo período de um ano. No dia de hoje pedi a não renovação, e disseram que foi renovado no dia 09/06. Não é a primeira vez que tento efetuar esse cancelamento, no ano passado me ocorreu a mesma situação. Medicare é pura propaganda enganosa, pois você tenta utilizar dos descontos de exames nas clínicas que diz serem conveniadas, e no dia dizem que o médico é que tem que aceitar fazer o desconto medicare. Todas as clínicas constam na aplicação Medicare, dizendo ter 30/40% de desconto nas consultas. A titular da conta é minha esposa, na qual consta o número de cliente no texto acima. Obrigado Cumprimentos.

Encerrada
T. C.
10/06/2025

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Ha cerca de tres semanas fiz uma limpeza dentária neste empresa. No dia seguinte, comecei a achar que a minha barra de contenção do maxilar superior estava um pouco solta e com o passar dos dias soltou-se num dos lados. Liguei para a oralmed Guimarães onde fui sempre seguida e expliquei a situação, na qual foi agendada uma consulta para dia 04 junho. Ao chegar ao gabinete hoje expliquei à ortodentista que após a limpeza a minha barra soltou-se, coisa que nunca aconteceu em anos, que deve ter sido consequência da limpeza. Ela disse a limpeza nao ia soltar a barra e que ja devia estar gasta, no entanto nunca tive problema nenhum até agora. Após esta conversa ela diz-me que tenho que pagar 64€, valor de uma consulta, para colar um bocado da barra. Ao sair ia reclamar na receção pois acho que esta situação foi motivada pela limpeza feita la e acho inadmissível uma cliente que fez todo o processo na clínica ter que pagar este valor por colar uma barra, no entanto nem pude reclamar pois estavam em reparaçoes no ar condicionado e estava um barulho impossível. Cumprimentos.

Resolvida
M. E.
10/06/2025

Faturação indevida

Em 140525, e após a urgência na CUF Tejo do dia anterior, o Dr. Colaço fez uma manobra de reabilitação, no seguimento da qual me disse para me sentar cá fora durante uns minutos para me recompor. Passados os ditos minutos, olhou para mim e disse que estava tudo OK. O hospital enviou-me 2 faturas: a da manobra e a de uma pseudo consulta que não existiu. Informo que fui acompanhada, i.e., tenho uma testemunha para reiterar a minha queixa. Aguardo os v/comentários e tomada de posição. Cumprimentos.

Encerrada
A. O.
10/06/2025

Fidelização abusiva e recusa cancelamento contratual

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar uma reclamação formal contra a empresa Medicare – Planos de Saúde, com a qual celebrei um contrato em 14/05/2025 para um plano de saúde no valor mensal de 19,90€ Desde a adesão, nunca usufruí de qualquer serviço, nem mesmo paguei a taxa de adesao por desinteresse em continuar com o plano. Ao tentar cancelar o contrato, fui surpreendido com a informação de que o mesmo está sujeito a uma fidelização 12 meses renováveis automaticamente, e que não seria possível proceder ao cancelamento antecipado, mesmo sem utilização do serviço. Considero esta prática abusiva e desproporcional, especialmente porque: • A informação sobre a fidelização não foi claramente transmitida no momento da adesão (celebrada à distância); • A empresa recusa qualquer negociação, mesmo apresentando como justificação a total ausência de uso; • Não foi apresentada qualquer solução proporcional, como multa reduzida, nem opção de cancelamento sem penalização. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO para mediação junto da Medicare, com os seguintes pedidos: 1. Cancelamento imediato do contrato sem penalização; 2. Em alternativa, rescisão mediante pagamento proporcional e razoável; 3. Esclarecimento sobre a legalidade desta prática de fidelização em contratos celebrados à distância, sem consentimento claro e explícito do consumidor. Informo ainda que estou disposto a colaborar com qualquer informação adicional necessária, bem como a recorrer a outras instâncias, como o Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo ou ASAE, caso a situação não seja resolvida. Observacao: Embora tenha decorrido o prazo legal de 14 dias para livre resolução, esta situação não se enquadra apenas nesse contexto. A total ausência de utilização do serviço, aliada à falta de transparência quanto à fidelização e à recusa inflexível da empresa em propor qualquer alternativa proporcional, caracteriza um desequilíbrio contratual e uma prática abusiva, à luz do disposto no DL 24/2014 e DL 446/85.

Encerrada
M. E.
10/06/2025

Faturação indevida

Em 140525, e após a urgência na CUF Tejo do dia anterior, o Dr. Colaço fez uma manobra de reabilitação, no seguimento da qual me disse para me sentar cá fora durante uns minutos para me recompor. Passados os ditos minutos, olhou para mim e disse que estava tudo OK. O hospital enviou-me 2 faturas: a da manobra e a de uma pseudo consulta que não existiu. Informo que fui acompanhada, i.e., tenho uma testemunha para reiterar a minha queixa.

Encerrada
J. S.
05/06/2025

Falta de pagamento

Colaborei com a CUF — primeiro na unidade do Infante Santo e, posteriormente, na CUF Tejo — entre 2014 e outubro de 2024, data em que, de forma consciente e fundamentada, rescindi contrato. Desde janeiro de 2024, verifiquei com estupefação que mais de 30 atos médicos por mim realizados não foram pagos. Repito: mais de trinta intervenções clínicas executadas por um profissional de saúde com vínculo contratual em vigor à data, e pelas quais a CUF já terá, presumivelmente, emitido fatura a doentes e/ou seguradoras. Desde finais de 2024, tenho encetado uma sequência interminável de emails, telefonemas e mensagens com o intuito de obter aquilo que é meu por direito: o pagamento pelo trabalho realizado. A resposta tem sido sempre a mesma: um jogo de empurra entre departamentos, desculpas esfarrapadas, e uma clara tentativa de arrastar a resolução indefinidamente. Após meses de insistência, foi-me prometido, com alguma solenidade, que a listagem de atos médicos seria enviada até ao final de maio de 2025 para que pudesse emitir fatura e, assim, ser pago. Aproximando-se esse prazo, comunicaram que tal informação só poderia ser enviada para o email institucional — o mesmo que foi desativado imediatamente após a rescisão contratual, facto do qual a CUF foi informada ainda em janeiro de 2025. Depois de novo insistente contacto, admitiram a necessidade de contornar o bloqueio informático e recorreram ao departamento técnico para me enviarem a listagem diretamente para o meu email pessoal. Isso foi há mais de uma semana. Continuo à espera. Aliás, espero há mais de um ano pelo pagamento legítimo. Importa recordar que os atos clínicos em dívida foram, muito provavelmente, faturados e cobrados aos utentes e às seguradoras. Ou seja, a CUF recebeu — ou está em vias de receber — o valor correspondente ao meu trabalho, sem que este me tenha sido remunerado. Trata-se de uma prática eticamente reprovável, juridicamente duvidosa e profundamente desrespeitosa para com os profissionais de saúde. Estamos a falar da mesma CUF que investe em campanhas de publicidade de milhões, que abre novas unidades a um ritmo acelerado e que se vangloria de crescimento e inovação. Mas à custa de quem? À custa de colaboradores que são ignorados, negligenciados e, no limite, explorados? Esta situação é inaceitável. A paciência esgota-se. E a dignidade profissional não

Encerrada

Dificuldade de cancelamento apólices ASISA VIDA

Exmos. Senhores, Serve o presente para, reclamar junto de Vª Ex.ª a dificuldade mantida em relação ao cancelamento das apólices de nº: 65006159 e nº Nº Apólice: 65006160. Considerando: 1) - Solicitação de proposta para actualização do seguro ASISA VIDA, das apólices de nº: 65006159 e nº Nº Apólice: 65006160. - Tendo sido indicados os dados necessários á elaboração dessa proposta. - ASISA entendeu que não ter condições para apresentar proposta. 2) - comunicação, posterior, remetida a ASISA VIDA, referente ao cancelamento do pagamento do seguro ASISA VIDA, nomeadamente das apólices de nº: 65006159 e nº Nº Apólice: 65006160. Neste contexto, mais uma vez, se reitera o cancelamento das apólices ASISA VIDA nº: 65006159 e nº 65006160., rejeitando qualquer responsabilidade futura, decorrente da falta de cumprimento do cancelamento solicitado Com os melhores cumprimentos.

Resolvida
F. R.
03/06/2025
Clínica António Alberto Dente, S.A.

Cobrança indevida

Exmos. Senhores, Dirigi-me a uma consulta de estomatologia para colar a contenção. Durante a consulta com a Doutora Ana Rita perguntei se havendo tempo poderia ser feita a remoção do pigmento. A Doutora consentiu, mas em momento algum fui informado de que este procedimento teria um custo adicional. No momento do pagamento fui surpreendido com a cobrança de 35€ adicionais relativos à remoção do pigmento, valor que desconhecia por completo. Não houve qualquer informação prévia, nem consentimento da minha parte. O que considero desleal e contrário ao dever de transparência previsto na Lei da Defesa do Consumidor, Lei nº24/96, de 31 de julho, Artigo 8º e Decreto-Lei nº138/90, de 26 de abril, Artigo 3º. Reclamo, por isso, da cobrança indevida e solicito o reembolso do valor. Bem como sejam garantidas práticas futuras de comunicação clara sobre os custos de quaisquer procedimentos adicionais. Cumprimentos.

Resolvida

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