Reclamações públicas
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Problemas Graves na Devolução de Pagamento Indevido
Após ter estado em consultório dentário no passado dia 14/3/25 e me ter sido cobrado indevidamente o valor total da consulta decidi contactar os serviços telefónicos da Medis. Foi-me dada indicação que as minhas faturas estavam todas em dia e que efetivamente existia um erro da parte da seguradora e lamentavelmente teriam suspenso a minha apólice e respetivo cartão. Para além de me ter causado um grande transtorno sou informado pelas colegas do apoio telefónico que não é possível proceder o reembolso por sí só assumindo o erro. Como forma de trato da situação foi-me pedido o envio de email que anexo. Nesse email a pessoa responsável indica-me não ser possivel considerar a minha comunicação nem os anexos com a fatura que lhe facultei dando-me indicação da necessidade de eu enviar tudo por carta registada. Após envio de tudo por carta registada a Médis nunca se dignou a prestar-me qualquer declaração sobre o trato do tema e após 5 chamadas em que me responderam "estamos a tratar e sem resposta para lhe dar", eis que no dia 5/8/25 volto a contactar e a operadora me diz que o reembolso foi recusado porque não tinham a fatura em sua posse alegando que eu estaria a mentir. A situação não está tratada ainda, não fui reembolsado para além da Médis ter em sua posse a fatura original bem como os documentos enviados por email como anexei. Estou profundamente desagradado para com esta empresa e a sua política de devolução e trato para com um cliente que os escolheu há anos.
Renovação abusiva
Solicito o cancelamento imediato do contrato Medicare nº 45100265626. O contrato foi renovado automaticamente com nova fidelização de 12 meses sem meu consentimento informado. A adesão foi feita por telefone e nunca me foi comunicado verbalmente que: Existia fidelização obrigatória de 12 meses; O cancelamento só poderia ocorrer num período específico; A ausência de cancelamento implicaria nova fidelização automática. Essa informação apenas consta em anexos enviados após a adesão, sem destaque, violando o art. 5.º do Decreto-Lei 24/2014 e a Diretiva Europeia 93/13/CEE. Após anos como cliente, fui surpreendido ao tentar cancelar e impedido de encerrar o contrato sem pagar penalização dos próximos 12 meses que nesse caso seria até 16 de janeiro. Já enviei e-mail , liguei nos serviços de atendimento (30/07/2025), sem solução. A empresa apenas tentou persuadir-me a manter o plano e reativar o débito direto. Solicito que a DECO intervenha para: Garantir o cancelamento imediato do contrato sem penalizações; Cessar práticas de fidelização automática sem consentimento claro; Proteger os direitos dos consumidores em situações semelhantes.
Cancelamento não reconhecido e cobranças indevidas após saída do país
Venho por este meio apresentar uma reclamação contra a Medicare – Serviços de Saúde, Lda. Solicitei o cancelamento do meu contrato por telefone e posteriormente por e-mail, já que não resido mais em Portugal e não utilizo nem pretendo utilizar os serviços da empresa. Mesmo após essas comunicações, a empresa continuou a efetuar cobranças indevidas, desrespeitando minha solicitação e agindo de forma abusiva. Considero esta prática uma violação dos meus direitos como consumidora, especialmente porque deixei claro que estou fora do país e que não há uso nem interesse no serviço. Solicito: • O cancelamento imediato e definitivo do contrato, • A devolução de todos os valores cobrados após o pedido de cancelamento, e • Um esclarecimento formal por escrito.
Cancelamento de contrato e fidelização automática abusiva
Solicito o cancelamento imediato do contrato Medicare nº 50100203161. O contrato foi renovado automaticamente com nova fidelização de 12 meses sem meu consentimento informado. A adesão foi feita por telefone e nunca me foi comunicado verbalmente que: Existia fidelização obrigatória de 12 meses; O cancelamento só poderia ocorrer num período específico; A ausência de cancelamento implicaria nova fidelização automática. Essa informação apenas consta em anexos enviados após a adesão, sem destaque, violando o art. 5.º do Decreto-Lei 24/2014 e a Diretiva Europeia 93/13/CEE. Após anos como cliente, fui surpreendido ao tentar cancelar e impedido de encerrar o contrato sem pagar penalização dos próximos 12 meses. Já enviei carta/e-mail formal, liguei nos serviços de atendimento (27/05/2025) e apresentei reclamação no Livro de Reclamações (Protocolo nº ROR00000000045313145), sem solução. A empresa apenas tentou persuadir-me a manter o plano e reativar o débito direto. Solicito que a DECO intervenha para: Garantir o cancelamento imediato do contrato sem penalizações; Cessar práticas de fidelização automática sem consentimento claro; Proteger os direitos dos consumidores em situações semelhantes.
Cancelamento do plano
Venho por meio desta informar que contratei um plano na Medicare e estou tentando cancelar, nunca usei, só paguei as mensalidades regularmente e decidi que iria cancelar e mudar pra uma outra prestadora de serviço, um valor mais em conta e que me dá mais vantagens. A Medicare informou que meu plano só iria ser cancelado quando fizesse 1 ano e que os meses que ainda faltam até lá eu iria ter que pagar mesmo não usando, mesmo eu dizendo que quero cancelar. Quando eu contratei nada disso me foi informado, foi dito apenas que se eu não quisesse mais continuar , eu entrasse em contato pra cancelar antes de fazer 1 ano para não renovar. Me trataram com desdém e arrogância na ligação onde eu só estava pendido que cancelassem. Preciso muito que isso seja resolvido. Cumprimentos.
Anulação Indevida de Consultas e Exames por Suposto Incumprimento de Pagamento
Em fevereiro de 2025 fui submetida a uma cirurgia vascular na CUF, seguida de consulta pós-operatória em abril, com isenção de pagamento devidamente registada. No entanto, comecei a receber mensagens a exigir o pagamento de 7€, apesar de me terem confirmado várias vezes (presencialmente e por telefone) que não havia valores em dívida. A 21 de julho, fui surpreendida com o cancelamento de todas as minhas consultas e exames, incluindo uma de Ginecologia marcada desde abril. Tentei resolver a situação no local, onde confirmaram a isenção e prometeram anular a cobrança — mas mesmo assim recebi, dias depois, notificação de cancelamento. Apesar de ter conseguido reagendar parte das consultas, a de Ginecologia foi empurrada para fevereiro de 2026, o que considero inaceitável. Para além disso, continuo sem acesso ao recibo do pagamento da cirurgia na plataforma MyCuf. Solicito: Reposição da consulta de Ginecologia na data original: 23/10/2025. Garantia de que a situação administrativa fica definitivamente regularizada. Disponibilização do recibo em falta.
Recusa de cancelamento contratual, cobranças indevidas e ameaça de contencioso - Krush It Coimbra
Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a empresa Seasonreturn, S.A. – Ginásio Kalorias Coimbra, com quem celebrei um contrato de adesão aos planos “Standard Fitness” (ginásio) e “Standard Nutrition” (nutrição), com fidelização de 12 meses. Em janeiro de 2025, solicitei formalmente o cancelamento do plano de nutrição presencialmente, tendo recebido confirmação da equipa do clube. No entanto, o plano continuou a ser cobrado quinzenalmente (5,23 €), sem qualquer justificação contratual, totalizando 52,30 € cobrados indevidamente entre janeiro e maio de 2025. Posteriormente, em maio de 2025, solicitei também o cancelamento total da minha adesão, com base na cláusula 14.2.2 do próprio contrato, que prevê a possibilidade de denúncia sem penalização mediante comprovativo de alteração de morada. Enviei por e-mail os comprovativos de alteração de residência para fora de Portugal, que atestam a minha morada no estrangeiro. No mesmo e-mail, pedi uma resposta no prazo de 7 dias úteis. A empresa só respondeu mais de dois meses depois, recusando o pedido de cancelamento com base em critérios não previstos no contrato, e ignorando por completo o direito que me assiste ao abrigo da cláusula 14.2.2. Além disso, a empresa passou a exigir o pagamento de 96,40 €, alegadamente por 6 quinzenas em atraso, e ameaçou remeter o caso para processo contencioso com custos adicionais, o que considero inaceitável e abusivo, por várias razões: • O contrato foi validamente denunciado com base em cláusula contratual; • O plano de nutrição já havia sido cancelado com confirmação por parte da empresa; • A cobrança continuada e a ameaça de contencioso resultam de um incumprimento da própria empresa, e não da minha parte. Entendo que estou perante um caso de abuso contratual, nos termos da Lei n.º 47/2014, que proíbe cláusulas e práticas que imponham um desequilíbrio significativo entre os direitos do consumidor e da empresa prestadora de serviços. ⸻ O que solicito: 1. O apoio da DECO na anulação imediata da cobrança de 96,40 € e no cancelamento definitivo do contrato, sem aplicação da taxa de rescisão de 75 €, conforme previsto na cláusula 14.2.2 do contrato; 2. A devolução de 52,30 €, correspondentes às cobranças indevidas do plano de nutrição entre janeiro e maio de 2025; 3. A mediação junto da empresa para impedir o envio do caso para contencioso, o qual consideraria infundado e abusivo; 4. Que seja analisado o comportamento da empresa à luz da legislação de defesa do consumidor. Estou disponível para enviar todos os documentos necessários, incluindo contrato, e-mails trocados com a empresa, comprovativos de arrendamento, entre outros. Estão em anexo todos os documentos que enviei à Krush It (Kalorias) ainda em Maio de 2025, assim como o contrato. Com os melhores cumprimentos, Johann Pires
Smile.Up - Informação falsa sobre cobertura de seguro e responsabilidade financeira
Exmos Senhores, visto que minhas queixas no portal da queixa não adiantaram de nada, sigo desta forma de outra maneira. Deixo exposto abaixo toda a conversa no portal da queixa no qual nunca foi solucionado e até deixaram de responder. Data - 03/07/2025 "Fiz um crédito com a Cofidis através da Smile Up, depois de me garantirem que o meu seguro Vodafone Health Care cobria parte do tratamento. Era mentira. Solicitei o cancelamento antes mesmo da fatura ser emitida, sem ter usufruído de qualquer serviço. A Smile Up demorou semanas a enviar a nota de crédito e a Cofidis, mesmo sabendo disso, colocou o meu nome em incumprimento no Banco de Portugal com uma única fatura. Agora posso perder o Crédito Jovem para Habitação e minha vida financeira foi afetada. Quero compensação de ambas as partes e que se retratem publicamente." Resposta 03/07/2025 - Smile Up "Exmo(a) Senhor(a), Informamos que estamos já a tratar a sua reclamação através dos meios internos para o efeito. Todo o processo será devidamente abordado e será contactado(a) formalmente pelos nossos serviços. Com os melhores cumprimentos, A equipa Smile.up" Enviaram um e-mail a dar a queixa como resolvida sem nenhum esclarecimento e encerraram o assunto, reabri a queixa. Data - 12/07/2025 "Boa noite, Ao e-mail enviado dado como resolvido a vossa situação junto à Cofidis de nada significa que resolveram a vossa situação perante um cliente, um ser humano, trabalhador e que luta diariamente para sobreviver. O vosso ato só mostra mais falta de profissionalismo e empatia pelos vossos próprios pacientes e pelas pessoas em geral, não demonstrando nem um pouco de sensibilidade com a situação em que puseram a mim e ao meu filho de 4 anos! E ainda responderam ao e-mail a dizer que meus exames foram avaliados pelo Dr. Ihor Pavlenk, sendo que nunca foi atendida pelo mesmo, nem sequer conheço-o. Fui atendida por uma doutora que não perdeu mais do que 5 minutos a olhar o raio-x onde depois passei mais de 30 minutos com alguém a tentar vender-me a força toda, utilizando inclusive de informação falsa (em que meu seguro fazia parceria com a smile up) um tratamento de 850€. Eu não aceito o fecho dessa reclamação até todos os pontos que coloquei de resolução serem concluídos. E novamente, dessa vez dou apenas um prazo de 5 dias úteis, passado esse prazo seguirei para julgado de paz e centro de arbitragem."
Reclamação de dívida inexistente
Exmos. Senhores, Insistentemente reclamam o pagamento de uma divida que não reconheço. É verdade que marquei uma consulta de ortopedia e é verdade que me apresentei para a ser vista. Não fui atendida em consulta porque não fui atendida na recepção onde esperei mais de meia hora, enquanto todas as recepcionistas menos uma se ausentaram e nem a assistente às consultas se dispôs a ouvir-me. Já expliquei tudo ao telefone, ao serviço contencioso por telefone e em junho também enviei mail. Nem sequer o valor da consulta seria o reclamado. Não fui consultada e creio me no direito de ser eu a reclamar pelo péssimo serviço prestado, quando nem podia andar. Recuso qualquer divida e solicito que deixem de incomodar me a pedir a regularização de algo que não devo.
Faturação indevida e tentativas de cobrança abusivas
Segue a presente reclamação para expor a seguinte situação: Estive grávida e fui seguida no Hospital Lusíadas, em Lisboa, com o intuito de ter o bebé na instituição. Durante a gravidez subscrevi o Lusíadas Plan, em que está incluído a diária do acompanhante. A 11/04/2025 a bebé nasceu, o pai acompanhou sempre o internamento das duas, e quando tivemos alta a 14/04/2025 e nos enviaram as faturas via e-mail, reparámos num erro de faturação. Visto não sermos do distrito de Lisboa e já estarmos a caminho de casa, entrámos em contacto via telefone para expor a situação - a fatura referente à diária do acompanhante tinha sido emitida sem o desconto associado ao Lusíadas Plan, sendo que não era assim devido (devia apenas ser feita a cobrança das refeições). Expusemos a situação e foi-nos dito que a fatura seria corrigida e enviada novamente, sendo que fomos aconselhados a não efetuar o seu pagamento (331,5€). O tempo foi passando, e não havia nova fatura nem correção da anterior. Foram feitas novas tentativas de entrar em contacto com o departamento financeiro, sendo que várias foram as informações que recebemos, mas em TODAS elas nos foi dito para não nos preocuparmos que a situação seria retificada e não haveria prejuízo para nós. Chegou-nos inclusive a ser dito que, normalmente, demoram UM MÊS/ UM MÊS E MEIO a retificar estas situações. O tempo passa e nada acontece. A 19/05/2024 foi feito novo contacto telefónico, foi registado novamente esta questão, e foi-nos aconselhado a participar PRESENCIALMENTE da situação. Dirigi-me ao balcão principal do Hospital Lusíadas em Lisboa e voltei novamente a expor a situação. Voltaram a dizer que não havia nenhum problema, para ignorar as mensagens para pagamento da fatura e, INCLUSIVE, do contencioso. Que a situação seria retificada e depois então procederia ao pagamento. Hoje, 17/07/2025, recebo chamada de uma empresa de cobranças a referir que tenho o valor em dívida e que se não pagar me vão cobrar ainda mais. Expliquei tudo o que tinha acontecido, as tentavas de resolução do problema e a NÃO RESPOSTA POR PARTE DOS LUSÍADAS. Recuso-me a pagar uma fatura que foi indevidamente elaborada, principalmente quando já foram feitas várias tentativas de resolução da situação. Aguardo uma resposta célere por parte do Hospital e, acima de tudo, a RESOLUÇÃO da situação de forma devida e com boa cobrança.
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