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Incumprimento de contrato
Sou cliente Advancecare e como a mesma não está a cumprir o contrato, deixo exposto aqui o caso. No documento contratual, na cobertura de Despesas, consta expressamente: “Terapia da Fala: 16 € por sessão (em Rede)” “Fora da Rede: sem comparticipação” Em nenhum momento é feita qualquer referência a valores distintos caso a Terapia da Fala seja prestada através da chamada “Rede Bem-Estar”. Assim, a cobrança de 27,50 € por sessão, justificada com base nessa distinção, não encontra suporte contratual e viola o disposto na apólice. Recordo que: Nos termos do art. 6.º e art. 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), tenho direito a informação clara e adequada, não podendo ser prejudicada por lapsos ou informações incorretas prestadas pelo segurador. Nos termos do art. 18.º e 24.º do DL n.º 72/2008 (Regime Jurídico do Contrato de Seguro), a seguradora está vinculada às condições da apólice e, em caso de dúvida ou omissão, deve prevalecer a interpretação mais favorável ao consumidor. Deste modo, peço reembolso integral da diferença indevidamente cobrada em todas as sessões futuras de terapia da fala realizadas na Policlínica Villas de Palmela, já que o valor contratual aplicável é de 16 € por sessão.
Cancelar contrato
Tenho um contrato com a Medicare há mais de um ano, faz 2 anos em março. No momento me encontro de baixa prolongada há mais de um ano, e ainda não tenho data para voltar a trabalhar, provavelmente tenho que ser operada novamente, e assim diminuiu meus rendimentos quase pela metade, tenho minhas contas fixas, não estou a dar conta, estou com a corda ao pescoço. Quando fiz o contrato online sempre me foi dito que poderia cancelar a qualquer momento, já tentei falar com eles que não tenho como continuar a pagar, e não utilizo como achei que fosse utilizar. Tenho pontos na aplicação que nunca utilizei se quer. Me encontro de mãos atadas, porque é um valor que no fim do mês está a me fazer muita falta, tentei explicar a situação várias vezes. Ligaram me e nem me deixavam falar, até que eu disse que não tenho mesmo necessidade de estar a pagar por este serviço nesse momento, e eu tenho médico de família então tenho todo o serviço que preciso. Quero apenas terminar esse contrato e não continuar a pagar até março sem usar.
Quero cancelar meu contrato e não deixam
Venho por este meio pedir o cancelamento imediato do contrato com a Medicare. O contrato foi celebrado em 12 de fevereiro de 2019 via telefone onde fui contactado por um comercial e não existiu qualquer confirmação escrita desta adesão, nem sequer tive acesso às condições contratuais por escrito. Tendo em conta que nunca tinha recebido nenhum contrato muito menos a minha assinatura em qualquer documento, procedi apenas à anulação do débito direto. Desta forma, a única coisa que a medicare tinha era uma permissão de débito direto. A partir do momento em que cancelei o mesmo, não tenho qualquer dívida ou encargo com a referida empresa. Invoco assim o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), particularmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.
Ausência de resposta e quebra contratual
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar nova reclamação, visto que a AdvanceCare não deu resposta ao meu último contacto, o que agrava ainda mais a situação. De acordo com as Condições Particulares da minha apólice, na cobertura de Despesas consta expressamente: Terapia da Fala – 16 € por sessão em Rede Fora da Rede – sem comparticipação Contudo, na Policlínica Villas de Palmela, prestador integrado na rede AdvanceCare, foi-me cobrado o valor de 27,50 € por sessão, alegando que a especialidade estaria apenas contratada na “Rede Bem-Estar”. Tal distinção não existe na minha apólice, nem me foi previamente comunicada. Pelo contrário, no vosso site, a Terapia da Fala surge listada na Rede Global. Após a minha primeira reclamação, a AdvanceCare reconheceu o “lapso” e reembolsou algumas sessões passadas, mas comunicou que não comparticipará as futuras, obrigando-me a suportar custos superiores ao previsto em contrato. Esta conduta: Viola a Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor) – art. 6.º (direito a informação clara e adequada) e art. 8.º (responsabilidade do fornecedor por informações incorretas); Viola o DL n.º 72/2008 (Regime Jurídico do Contrato de Seguro) – art. 18.º (obrigação de cumprimento integral da apólice) e art. 24.º (interpretação mais favorável ao consumidor em caso de dúvida); Configura incumprimento contratual e prática lesiva para o consumidor. Deste modo, exijo que a AdvanceCare cumpra o contrato e assegure que todas as sessões futuras de Terapia da Fala sejam comparticipadas ao valor contratual de 16 € por sessão, com reembolso integral da diferença cobrada indevidamente. Caso não obtenha resposta em prazo razoável, darei andamento nesta reclamação utilizando os meios legais para este fim, juntamente com as entidades competentes.
Cobrança abusiva em exames (Amadora)
Venho formalizar uma reclamação contra o Hospital da Luz – Clínica da Amadora por cobrança abusiva, falta de informação clara sobre os custos de exames médicos e ausência total de resposta a dois e-mails enviados. Em 04.08.2025, realizei exames (colonoscopia e endoscopia), sendo informada verbalmente de que o custo seria de aproximadamente 190 €. Após os procedimentos, fui surpreendida com uma fatura de cerca de 800 €, sem qualquer discriminação dos custos nem consentimento informado. Enviei e-mails formais nos dias 04.08.2025 e 13.08.2025 solicitando: Fatura discriminada; Justificação do valor cobrado; Revisão da cobrança; Adoção de medidas corretivas. A clínica nunca respondeu. Esta prática é, inclusive, recorrente, como pude verificar em portais públicos de reclamação. Solicito uma resposta formal a esta reclamação e a revisão imediata da cobrança.
Facturação indevida
Tendo o meu filho com 8 meses dado sinais de ter alergia a produtos com leite e ovos, decidi contactar a trofa saude para proceder a um teste de alergia. Quando contactei a trofa saude para a marção da consulta através do telefone, foi indicado que era necessário marcar uma consulta com o médico da especialidade e que durante a consulta faria então os testes de alergia necessários. Assim foi, passei a consulta na recepção (antes de entra), fui à consulta onde foram feitos os testes e no final fui embora sem mais informação relevante. Para meu espanto, uma horas mais tarde recebo uma factura da Trofa Saude para pagar extra (exame de alergia 80euros e " PISO DE SALA COMPREENSIVO AMBULATÓRIO NÍVEL I" 30 euros). Fiquei completamente incrédulo como é possivel enviarem uma factura à posteriori sem que em qualquer momento me tivesse sido informado que o teste teria um custo extra e qual seria esse mesmo custo para poder então decidir se queria proceguir com o mesmo ou não. Ainda mais espanto e revolta foi o papel em cima da marquesa custar TRINTA EUROS, isto é completamente má fé e abuso. Contactei a secção de facturação da Trofa Saude, expus a situação mas sem qualquer resultado, simplemente disseram que teria de pagar. Esta prática é a meu ver completamente abusiva e inademissivel, não pode ser legal cobrarem por algo sem que eu como cliente tenha conhecimento do seu valor.
Não cumprimento da Apólice
Sou cliente Advancecare e como a mesma não está a cumprir o contrato, deixo exposto aqui o caso. No documento contratual, na cobertura de Despesas, consta expressamente: “Terapia da Fala: 16 € por sessão (em Rede)” “Fora da Rede: sem comparticipação” Em nenhum momento é feita qualquer referência a valores distintos caso a Terapia da Fala seja prestada através da chamada “Rede Bem-Estar”. Assim, a cobrança de 27,50 € por sessão, justificada com base nessa distinção, não encontra suporte contratual e viola o disposto na apólice. Recordo que: Nos termos do art. 6.º e art. 8.º da Lei n.º 24/96 (Lei de Defesa do Consumidor), tenho direito a informação clara e adequada, não podendo ser prejudicada por lapsos ou informações incorretas prestadas pelo segurador. Nos termos do art. 18.º e 24.º do DL n.º 72/2008 (Regime Jurídico do Contrato de Seguro), a seguradora está vinculada às condições da apólice e, em caso de dúvida ou omissão, deve prevalecer a interpretação mais favorável ao consumidor. Deste modo, peço reembolso integral da diferença indevidamente cobrada em todas as sessões futuras de terapia da fala realizadas na Policlínica Villas de Palmela, já que o valor contratual aplicável é de 16 € por sessão.
Não cancelamento do plano na vigencia do contrato
Desde dezembro de 2024 que por telefone quando tentaram me oferecer um plano mais caro, eu manifestei o encerramento do contrato na vigência. Informado por uma assistente que só poderia solicitar em abril de 2025. solicitei que registrasse o pedido de não renovação do contrato. uma vez que não fizeram, Entretanto fiquei desempregada e solicitei cancelamento do plano e mais uma vez foi me negado. Então desativei o debito direto por não ter dinheiro para pagar o plano. Por vezes fui confrontada pelos assistentes em tom de ameaça que ficaria com a dívida. Falei pode cobrar, mas uma vez manifestei o meu não interesse pelo plano por ter um custo a mais que não consigo cumprir. Mais uma vez saliento que estou desempregada e não tenho condições de pagar o plano, não vou deixar de comer e dar de comer a minha filha para pagar plano de saúde. É um dos piores planos de saúde que já tive na vida. Porque já tive outros e nunca passei a maior dor de cabeça. Porque não me dão o direito de cancelar o plano só porque querem. EU APENAS QUERO CANCELAR O PLANO. Registei no fale conosco, por telefone das vezes que me ligaram. Mais ninguém regista nada, não fica nada escrito. Só dizem que não tem pedido nenhum, nenhum registo nada. Quero a gravação de todas as ligações desde de maio de 2024. Porque vou pedir apoio jurídico - DECO e/ou segurança social, porque não vou ficar com uma dívida de algo que não posso pagar
Cobrança Indevida de Mensalidade Após Atestado Médico e Cesariana de Emergência por risco de vida
Desde que a minha filha nasceu que tenho tentado tratar com o Holmes Place esta situação, sendo os meus emails ignorados e as chamadas realizadas com o apoio ao cliente, completamente inconclusivas, referindo que "estão a tratar do meu processo" mas estão a dizer a mesma coisa há 4 meses. Fui sócia do Holmes Place de Cascais ao longo da minha gravidez toda, mas porque a minha saúde se deteriorou durante a mesma e consequentemente, corria riscos tanto para mim como para a vida do meu bebé, tive de interromper as minhas idas ao ginásio. Era subscritora de um plano sem fidelização, vale referir. Não era situação que a própria equipa Holmes Place Cascais não estivesse a par, porque já tinha vindo a informar verbalmente no balcão da minha situação, mas disseram-me para ficar descansada, que as condições estabelecidas para pessoas no meu caso (gravidez) e em situação de doença não eram as mesmas para os demais e que bastava entregar a documentação necessária quando tivesse necessidade para tal e a situação ficaria resolvida, na condição de pagar uma taxa única para interrupção da minha subscrição para que, quando estivesse pronta para voltar a treinar, bastasse informar e retomar sem problema. Depois de uma consulta com o obstetra de caráter urgente e fora das que estavam planeadas até ao fim da minha gravidez, foi-me me pedido para interromper qualquer atividade física porque corria fortes riscos de entrar em trabalho de parto e eu não podia porque tinha placenta prévia, ou seja, se efetivamente entrasse em trabalho de parto, tinha uma hemorragia interna muito grande e corria risco de vida, como podia também por a vida do meu bebé em risco. Pedi ao médico para me passar um documento formal para entregar ao ginásio de forma a justificar esta interrupção repentina e assim o fez. Enviei a mesma no final de abril à Sales Manager do Holmes Place Cascais e fiquei descansada porque já tinha falado da possibilidade disto acontecer com os colegas de front office, por isso nada indicava que fossem agir de má fé. A minha filha nasceu efetivamente prematura via cesariana de emergência no dia 1 de maio, sendo que só tinha DPP para o final do mês. - já se encontrava em sofrimento quando cheguei à maternidade pela perda abrupta de líquido amniótico. Qual foi o meu espanto quando fui ver o extrato dos últimos tempos e me apercebi que não só cobraram o mês de maio, como me cobraram o mês de junho. Porquê se eu tinha informado a tempo, ANTES do mês de abril acabar e a minha situação era claramente inesperada. Pensei eu que se tratasse de um engano, por isso contactei o ginásio, que me passou ao telefone à Sales Manager, que voltou atrás com a palavra dos colegas que tinham falado comigo presencialmente a meio do mês de abril e que me disse que se eu queria não ter pago o mês de Maio, que "deveria ter avisado com pelo menos 30 dias de antecedência que o queria fazer, mesmo no meu caso específico - GRÁVIDA e com um parto PREMATURO". Agora expliquem-me - como é que eu poderia ter avisado com 30 DIAS DE ANTECEDÊNCIA que a minha filha ia nascer PREMATURA? Será que sabem algo que eu não sei e a ciência avançou ao ponto de agora se adivinhar este tipo de coisas? Não frequentei o ginásio NENHUM dia do mês de maio pois como disse entrei no bloco operatório para o parto no dia 1 de maio e mal me conseguia levantar da cama depois da cirurgia, quanto mais fazer exercício físico nas instalações Holmes Place. Enviei um email no mês passado que até HOJE, dia 27 de Agosto, continuo à espera de sequer uma acusação de receção do meu email, quanto mais uma resposta. É de uma falta de tudo, mas principalmente de ética e sensibilidade que um clube que se diz uma referência no mercado fazer isto a uma grávida, a uma recém mãe, e especialmente a alguém que passou por tudo o que eu referi acima e que como toda a gente porque somos SERES HUMANOS, jamais poderia adivinhar da situação em que iria estar com 30 dias de antecedência para poder dar um aviso prévio. Não se trata de alguém que já não lhe apetece ir treinar, trata-se de uma gravidez! Agradeço uma resolução rápida à minha situação, sob pena de ter de escalar a situação às vias judiciais.
FATURA COM CONSUMOS ABUSIVOS
Desde 18 julho encontro-me nesta situação... Reclamei uma explicação e o acerto dos valores faturados em duas farturas, tentei presencialmente, telefónicamente e via e-mail que resolvessem o tema, apenas após escrever no Livro de Reclamações, no dia 19 de agosto obtive um clarificação que nada justifica e comprova os vários consumos abusivos cobrados. Existe uma divergência de valores relativamente à fatura e resumo financeiro previamente apresentados a meu pedido (anexo) e à fatura final agora apresentada (anexo) quanto ao valor da Diária/Quarto ainda que no resumo financeiro não se verifique o desconto do Cartão Familiar (SIB) e na fatura se verifique. Dia 11.07.2025 a diária tinha o custo de 180,09 € e agora de 360,00 €, entre os dias 12.07 e 14.07 tinha o custo de 212,84€ e agora 440,00 €. Falamos de uma diferença de 1031,45 € para 2.120,00 € de faturas no total. Cobraram em 6 dias , 104 unidades de LUVAS NITRILO S/PO TAM. M ou S, não têm forma de comprovar este consmo abusivo até pela justificação apresentado por e-mail. SACOS HIGIENICOS MODELO CLASSIC P/ARRASTADEIRAS C/SIST. ABSORVENTE - 2 unidades, a doente nunca utilizou arrastadeira!! CATETER VENOSO PERIFICO C/SIST. SEGURANÇA - Cobradas 4 unidades e apenas foram utilizados 3 cateteres, igualmente abusivo uma vez que utilizaram apenas 3 unidades. OBTURADOR UNIVERSAL - 2 unidades - igualmente abusivo porque nunca utilizaram 1 único obturador na doente. AZITROmicina 500 mg Po sol inj Fr IV – 1 toma diária daria 6 fórmulas, estão faturados no total das duas faturas emitidas 8 fórmulas. Como e não bastasse ainda recebo mensagens que irem para contencioso.... Vergonhoso, uma pessoa querer resolver a questão desde o 1º dia e até agora não só não resolvem como ainda ameaçam com contencioso.
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