Reclamações públicas

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V. C.
25/11/2025

Cancelamento conta conjunta

Entre maio e julho nao me recordo a data correta fui até a agência da caixa geral na Bobadela solicitar a retirada do meu ex marido da conta conjunta, na altura assinei um documento de alteração da conta onde a conta corrente passaria a ser apenas minha, no dia meu ex não estava presente, onde foi solicitado que ele fosse até a agência para assinar a documentação e abrir uma nova conta para ele , e assim foi feito alguns dias após eu ter ido ele foi até a agência, e fez os procedimentos para abertura de uma nova conta apenas no nome dele e conta que usamos conjunto passaria a ser apenas em meu nome, se vcs consultarem existe uma conta aberta apenas em nome de Johnnatas James do Nascimento que foi aberta no dia que supostamente vcs deveriam ter retirado ele da conta conjunta o que nao ocorreu, e como eu nunca mas fui a agência pois acreditava estar tudo ok uma vez que já tinha assumido que fizeram as alterações, o que para minha surpresa estive na agência no dia 21/10/25 para tentar ver a possibilidade de um crédito e descobri que minha conta ainda continua sendo uma conta conjunta a pessoa que me atendeu na agência de Alverca se negou me dar qualquer tipo de informação alegando ser uma conta conjunta e que deveria ser os dois titulares juntos para ter informação, porém na minha solicitação anterior de maio a julho de 2024 nao me recordo a data correta já era para eu ser a única titular da conta, agora quero que isso seja resolvido uma vez que já tenho quase 1 ano e meio que estou divorciada e já tem 11 meses que não possuo conhecimento de onde possa se encontrar meu ex marido já que ele voltou ao Brasil, quero a solução pois quero cancelar essa conta devido a todo esse transtorno não tenho mais interesse em ser cliente da caixa geral visto tamanho desrespeito comigo como cliente, que fiz um pedido assinei um documento meu ex foi em seguida assinou e abriu uma nova conta e não fizeram o processo solicitado de exclusão do nome dele da minha conta

Encerrada
A. N.
24/11/2025

Devolução de reembolso em conta/cartão cancelada

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação relativamente a um reembolso efetuado pelo Airbnb para o cartão/conta Moey que entretanto se encontra cancelado. De acordo com a informação prestada pelo comerciante, o reembolso foi corretamente processado para o método de pagamento original. No entanto, até à presente data, o valor não foi disponibilizado na minha posse, mesmo fornecendo um novo IBAN em minha titularidade para obtenção do mesmo. Já efetuei contacto com os canais de e-mail e WhatsApp de vocês mas reiteiro que foi uma das piores experiências de atendimento que já obtive, um atendente está seguindo a lei e pediu meu IBAN para envio e posteriormente encerrou o atendimento e todos os outros demais sempre dizem a mesma coisa, que é para tratar com o comerciante, mostrando total falta de conhecimento básico da LEI. Recordo que: • O artigo 60.º da Constituição da República Portuguesa garante a proteção dos consumidores, incluindo a defesa dos seus interesses económicos. • A Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96, de 31 de julho) assegura o direito à reparação de prejuízos e à restituição de valores pagos. • O Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e Moeda Eletrónica (DL n.º 91/2018, que transpõe a Diretiva PSD2) impõe aos prestadores de serviços de pagamento a obrigação de assegurar que os fundos devolvidos por comerciantes sejam corretamente creditados ao titular, mesmo em casos de cancelamento de cartão ou conta. Assim, solicito que o Moey proceda à localização e disponibilização do montante reembolsado, seja por crédito em conta ativa ou por outro meio adequado, conforme previsto na legislação acima referida. Caso não obtenha resposta satisfatória, informo que apresentarei reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico e junto do Banco de Portugal, entidade supervisora. Aguardo a vossa resposta célere. Antiga Conta Moey! : 40336603247 ARN reembolso : 55204715321205602886945 Transação Original : 14 setembro 2025 20:23 Valor original :647.37€ Tipo reembolso : Parcial Valor reembolso :496.42 € Data reembolso : 17 novembro 2025

Resolvida
M. D.
22/11/2025

Bloquei de conta sem aviso

Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente ao bloqueio repentino da minha conta Moey, colocado “em análise” sem qualquer aviso prévio, o que resultou na total impossibilidade de aceder ao meu salário transferido no dia 19/11/2025. A situação é da maior gravidade, tendo já causado prejuízos financeiros, pessoais e profissionais que passo a detalhar: 1. Fiquei 500 km longe da minha residência, impossibilitado de comprar o bilhete de regresso devido ao bloqueio da conta. 2. Não consegui pagar a minha renda dentro do prazo estipulado. 3. Não consegui pagar a água e a luz, colocando em risco a continuidade destes serviços essenciais. 4. Não pude adquirir a minha medicação, comprometendo a minha saúde. 5. Tinha pagamentos agendados a particulares no dia 20, os quais não pude cumprir, afetando seriamente a minha reputação, tendo essas pessoas demonstrado legítima indignação. Sublinhe-se que não recebi qualquer comunicação prévia sobre a colocação da minha conta em análise, nem me foi apresentada qualquer justificação técnica ou legal para a retenção do meu ordenado, que é um direito meu por lei. A ausência de informações ou prazos concretos agrava ainda mais a gravidade da situação. Exijo, com caráter de urgência: 1. A disponibilização imediata do saldo da minha conta, incluindo o montante referente ao meu ordenado transferido em 19/11/2025. 2. Uma explicação formal, por escrito, indicando: • Motivo concreto da análise, • Base legal para o bloqueio, • Porque não fui avisado previamente, • Prazo de resolução. 3. A avaliação e compensação dos prejuízos já sofridos, conforme a legislação aplicável e as regras de responsabilidade do prestador de serviços bancários. 4. Caso mantenham o bloqueio por razões internas, solicito um adiantamento imediato do montante em causa, conforme é prática comum e expectável quando o erro é da instituição. Reforço que a indisponibilidade injustificada de fundos essenciais, especialmente salário, viola princípios básicos de transparência e diligência bancária e coloca-me numa situação de vulnerabilidade extrema. Aguardo resposta urgente e resolução imediata. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
J. E.
19/11/2025

Dédito em duplicado

Estimados Senhores. Em 07.11.2025 fiz uma transferencia no valor de 100€ e como deu que deu erro na plataforma MbWay (não executada) voltei a repetir a transferência. Resultado, na plataforma estão as duas trasnferencias, uma com erro e uma com sucesso, no banco debitaram duas vezes e o destinatário só recebeu uma vez. Passados estes dias ainda não repuseram o valor debitado em duplicado. Cumprimentos. Alice Esteves

Resolvida
J. L.
18/11/2025

Conta Inacessível

Desde Março minha conta está bloqueada, já recorri ao Apoio Ao Cliente mais de duas vezes e até agora nada foi resolvido. Desde MARÇO.

Resolvida
H. G.
17/11/2025

Conta bloqueada

Exmos. Srs. , No dia 19/9, ao tentar transferir dinheiro para pá minha filha que está em Évora e nós em Setúbal, deparei-me com a conta bloqueada onde se encontra um empréstimo que pedi junto ao cofre de previdência do estado e o meu ordenado. Foi dada como suspeita de burla, o que não é verdade. Com isto tenho as contas todas em atraso e andamos a passar fome.v Agradeço resolução rapidamente. Hermínia de Jesus Paulino Gonçalves

Encerrada
V. S.
15/11/2025

BLOQUEIO DE ACESSO E VIOLAÇÃO DE DIREITOS DO CONSUMIDOR

Venho por este meio apresentar uma reclamação contra o WiZink Bank, S.A., pela conduta absolutamente inaceitável e contrária à legislação portuguesa que tem adotado nos últimos dois meses. Após questionar o WiZink sobre inconsistências nos meus extratos, o meu acesso à plataforma foi bloqueado, impossibilitando-me de consultar os meus movimentos, extratos e informação essencial sobre a minha própria conta. Desde então, não consigo recuperar o utilizador, redefinir a palavra-passe ou obter qualquer solução, permanecendo completamente impedido de aceder aos meus próprios dados financeiros. Isto configura uma violação direta: Do artigo 60.º da Constituição da República Portuguesa, que garante aos consumidores o direito à informação clara, objetiva e acessível. Do artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), que assegura o direito à informação adequada e à proteção dos interesses económicos do consumidor. Do Código Civil e princípios gerais de boa-fé contratual, pois o bloqueio injustificado impede o cumprimento básico da relação contratual. Do RGPD, já que estão a impedir-me de exercer o meu direito de acesso aos meus dados pessoais e financeiros. É inadmissível que uma instituição financeira bloqueie o acesso a um cliente que apenas solicitou esclarecimentos sobre potenciais erros nos extratos. Esta atitude levanta sérias dúvidas sobre transparência, idoneidade e compromisso com o consumidor. A prática do WiZink é, no mínimo, abusiva e demonstra um total desrespeito pelos consumidores. Assim, deixo claro que não recomendo a ninguém os serviços desta instituição, que parece preocupar-se mais em proteger os seus próprios interesses do que em cumprir a lei e respeitar os clientes.

Encerrada
R. M.
15/11/2025

Fraude digital – Débito não autorizado superior a 1000 € (Novo Banco)

Venho por este meio solicitar a intervenção da DECO PROTESTE devido a uma fraude digital ocorrida em 14/11/2025, que resultou num débito não autorizado superior a 1000 € na minha conta do Novo Banco. Fui induzido por um link falso da transportadora “DPD”, onde paguei apenas 1,27 €, mas logo a seguir foi efetuado um débito muito superior, totalmente não autorizado e sem qualquer confirmação do valor na aplicação do banco. De imediato: • Dirigi-me presencialmente ao Novo Banco (Coimbra – Fernão de Magalhães); • Registei queixa-crime na Polícia Judiciária de Coimbra; • Preenchi o Livro de Reclamações Eletrónico; • Efetuei reclamação no Portal do Banco de Portugal; • Contactei telefonicamente o Novo Banco. Apesar disso, o banco afirmou que “não se enquadra em phishing” e que só posso contestar após a liquidação do valor, que ainda se encontra cativo/em processamento. Isto é inaceitável, visto que se trata claramente de uma operação não autorizada, abrangida pelo Regime dos Serviços de Pagamento, que obriga o banco a ressarcir o cliente em casos de fraude. Peço a intervenção da DECO para: 1. Obrigar o banco a reconhecer a operação como fraude; 2. Garantir a abertura imediata do processo de contestação/chargeback; 3. Assegurar o reembolso integral do valor debitado indevidamente; 4. Registar formalmente a má atuação e a falta de apoio inicial por parte do banco. Toda a documentação (prints, comprovativos, queixa-crime, registos) encontra-se disponível para envio. Agradeço urgência na análise, dada a gravidade da situação e o alto risco financeiro. Com os melhores cumprimentos, Jefferson De Souza França Marques

Encerrada
Y. M.
14/11/2025

Conta bloqueada

Fui chamada pelo banco para atualizar os meus dados. Visto que o meu documento é residência e encontro-me à espera de ser chamada para a renovação tenho a atual caducada. Apresentei o passaporte ( esse sim dentro da validade) mas não foi aceite como documento de identificação. Pediram-me um comprovativo de pagamento de pedido de renovação mas não tenho porque ainda estou à espera de ser chamada pela AIMA para efetuar o pedido presencialmente e o devido pagamento. Dada a situação foi-me bloqueada a conta.

Resolvida
C. C.
13/11/2025

Cobrança indevida

Vocês cobraram-me indevidamente 69,90€ solicitei cancelamento, devolução. Quero meu dinheiro de volta, vocês são golpista.

Encerrada

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