Reclamações públicas

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Cobro Extra de Bagagem

Exmos. Senhores, No dia 23 de Março de 2025 ás 20h25, no aeroporto de Gatwick para voltar para Lisboa, foi-me cobrado um extra de bagagem de sensivelmente 57 euros que considero injusto pois disseram que a minha mala não cumpria com as medidas de mala para por debaixo do assento, o que não é verdade pois foi comprada exactamente para esse mesmo efeito com as medidas para tal! Acontece que quando me pediram para pôr a mala na caixa de metal para ver se tinha as medidas corretas, não consegui dar o jeito para a encaixar pois estava com um casaco super acolchoado debaixo do braço que não me deixaram entregar ao meu companheiro para conseguir provar que a mala tinha as medidas corretas! Mal meti em cima, a pessoa que estava a fazer a verificação estava a fazer de propósito para não haver auxílio para ninguém, pois disse ao meu companheiro que não podia estar ali (não sei onde isso está escrito) pelo que com um casaco daquele tamanho debaixo do braço não dei nenhum jeito a mala para por na posição correta, e mal este senhor percebeu isso disse logo que não cabia (o que não foi verificado) e passou-me prontamente ao pagamento. A mochila do meu companheiro era um pouco maior que a minha e passou, portanto não aceito de forma alguma esta taxa extra, simplesmente porque esta pessoa faz pressão para conseguir obter o maior número de pessoas a pagar a mais! Cumprimentos.

Resolvida

Reclamação por Cobrança Indevida de Bagagem de Mão

Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação contra a companhia aérea EasyJet Airline Company Limited devido à cobrança indevida relacionada com a minha bagagem de mão no voo de regresso de Londres para Lisboa, Portugal. No dia 23/03/2025, embarquei no voo EJU8513 da EasyJet, com partida de Londres - Gatwick Airport e destino a Lisboa - Aeroporto Humberto Delgado. Durante o processo de embarque, fui informada de que a minha bagagem de mão era considerada uma 'big bag' sendo-me exigido o pagamento adicional de 58,03 euros/ 48 libras. Ainda durante este processo verifiquei que foi uma questão completamente aleatória uma vez que tal como eu outras pessoas estavam na mesma situação mas também aconteceu outros passageiros passaram com malas iguais ou até de dimensões superiores e não lhes ser colocada a mesma questão. Surpreendida com esta situação, esclareci que, a mochila tem as medidas ainda uns centímetros abaixo do exigido e que sempre a utilizei noutras viagens também operadas pela mesma companhia aérea e que nunca me foi cobrado qualquer valor adicional pela mesma bagagem, que cumpria integralmente as dimensões permitidas pela política da EasyJet. Mochila essa também utilizada noutras companhias aéreas (com medidas até menores) e que também nunca me foi exigido qualquer pagamento extra. Apesar dos meus protestos e da tentativa de esclarecer a situação com os funcionários da companhia aérea no aeroporto, fui obrigada a efetuar o pagamento sob pena de não poder embarcar. Esta cobrança revelou-se não só inesperada, mas também injustificada, uma vez que a bagagem em questão estava em conformidade com as regras estabelecidas pela própria EasyJet. Passo a citar a 'política' de bagagem de mão, disponíveis em todos os meios pela EasyJet Airline Company Limited: "Todos os passageiros podem trazer uma pequena mala de cabine por pessoa a bordo gratuitamente. Pode ter a dimensão máxima de 45 x 36 x 20 cm (incluindo pegas ou rodas) e tem de ser colocado debaixo do assento à tua frente." "As malas com dimensões maiores, ou quaisquer malas adicionais, serão colocadas no porão e estarão sujeitas à taxa de bagagem de porão." - tendo em conta que foi considerada uma mala com medidas superiores ao estipulado (o que não se verificava de todo) deveria ser encaminhada para o porão segundo a política da companhia em questão, o que nunca se verificou. Acrescento ainda que a mochila cabia perfeitamente debaixo do banco da frente (segue fotografia em anexo - lugar 18B), onde já foi colocada noutros voos da mesma companhia por existir falta de espaço nos compartimentos superiores. Considerando que a cobrança efetuada foi indevida e que os funcionários em questão não demonstraram disponibilidade para resolver a situação de imediato, solicito a devolução do montante pago indevidamente, no valor de 58,03 euros. Anexo a este reclamação as seguintes fotografias/cópia de documentos: - Bilhete eletrónico do voo em questão; - Comprovativo do pagamento adicional exigido pela bagagem de mão; - Fotografias da bagagem de mão, evidenciando que cumpre as especificações da companhia aérea. Incluí também fotografia da respectiva mochila debaixo do assento à minha frente. Solicito, assim, uma resposta célere e resolução desta situação sem qualquer justificação para clientes que regularmente recorrem à companhia EasyJet. Com os melhores cumprimentos, Tânia Iglésias Guerra

Resolvida
C. R.
24/03/2025

Reclamação sobre cobrança indevida no transporte de bagagem - Voo TP1330

Prezados, Fui passageiro da TAP no voo TP1330, realizado no dia 28 de janeiro de 2025, no aeroporto Sá Carneiro (Porto) e estou entrando em contato para relatar uma situação que ocorreu com a minha bagagem. Ao realizar o check-in, fui informado de que deveria pagar por um artigo fora das dimensões padrão. Mas para o começo da história teremos que recuar uma semana antes da viagem, quando me dirigi ao balcão de atendimento da TAP no mesmo aeroporto do Porto e perguntei como poderia proceder ao envio de um artigo com dimensões não standard. Fui informado que teria de ligar para o centro de atendimento telefónico da TAP. Após alguns dias, após falar com o customer service (call center) da TAP, fui informado que as dimensões máximas seriam 158 cm / 62 in (altura + comprimento + largura) e que o pagamento deveria ser feito no próprio check-in do aeroporto do Porto, com a informação de que o valor seria inferior ao de uma mala de porão. Na minha boa-fé, acreditei nessa informação, uma vez que o artigo que desejava transportar tinha as seguintes dimensões: 135x14x5 cm e pesava apenas 3 kg. Para meu espanto, ao chegar ao check-in da TAP, a funcionária informou que para enviar este artigo eu teria que pagar o valor de 60 euros, que corresponde ao preço de uma mala de porão no dia do voo. Como não tinha outra opção a não ser deixar o artigo no aeroporto do Porto, tive que efetuar o pagamento dos 60 euros, o que me deixou extremamente insatisfeito, contradizendo todas as informações fornecidas pelo atendimento telefónico. Se me tivessem informado na chamada do call center que eu teria que pagar pelo envio de uma mala de porão, eu teria optado por comprar essa mala de forma mais económica do que os 60 euros cobrados. Venho, por meio deste e-mail, reclamar sobre toda essa situação, que considero prejudicial à imagem da TAP. Antes desse voo, verifiquei outras companhias aéreas que me informaram claramente sobre os procedimentos e valores a serem pagos para o transporte do meu artigo. Acredito que houve má-fé e omissão de informações por parte do atendimento. Gostaria de entender quais são as diretrizes da ANAC em relação ao transporte de bagagens fora dos padrões de formato e se existem procedimentos a serem seguidos em situações como a minha. Além disso, gostaria de saber se há alguma forma de compensação ou assistência disponível para passageiros que enfrentam problemas semelhantes. Atenciosamente, --

Encerrada
V. N.
23/03/2025

Bagagem destruida

Exmos. Senhores, Em 18 JAN 25 embarquei no vosso voo FR2248. Sucede que a minha mala, que foi embarcada no porão do avião, chegou danificada, com os danos seguintes: mala partida e botas de ski partidas, o que vos comuniquei de imediato à chegada. A mala está inutilizada, como se pode aliás ver nas fotos que junto e que tirei à chegada. E quando abri a mala as botas de ski estavam partidas. Exijo, portanto, uma indemnização, no montante total de 1100€, correspondente ao valor de uma mala semelhante e botas de ski. Solicito que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, sem o que terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos.

Encerrada
A. C.
18/03/2025

Cobrança indevida de bagagem

Exmos. Senhores, Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair devido a uma cobrança indevida referente à minha bagagem de cabine e ao atendimento inadequado por parte dos funcionários no balcão. No dia 17.03.2025, ao embarcar no voo FR4545 as 08:15 com destino ao Porto, fui surpreendido com a exigência de pagamento adicional de 50€ pela minha bagagem de cabine, mesmo estando esta em conformidade com as dimensões permitidas pelo modelo disponibilizado pela própria Ryanair no aeroporto. Apesar de argumentar que a bagagem cumpria os requisitos estipulados, fui coagido a efetuar o pagamento sob a ameaça de não poder embarcar, deixando-me sem alternativa. Adicionalmente, os funcionários responsáveis pelo atendimento no balcão, que nunca se identificaram demonstraram uma postura extremamente inadequada, sendo agressivos e persuasivos ao imporem o pagamento de forma autoritária. Além disso, foi-me solicitado o código de verificação (CVV) do meu cartão de pagamento, o que considero uma prática altamente questionável e potencialmente fraudulenta. Diante do exposto, exijo o reembolso imediato do valor indevidamente cobrado, bem como um esclarecimento formal sobre a conduta dos funcionários envolvidos. Esta situação não só gerou um custo desnecessário, como também um elevado nível de stress e desconforto antes do meu voo. Aguardo um posicionamento célere e a resolução adequada deste caso. Atenciosamente, António Pedro Fonseca Coelho Cumprimentos.

Encerrada
S. F.
17/03/2025

Pagamento de bagagem de cabine

Exmos. Senhores, Na viagem aos Açores que fiz na última semana de janeiro, tratei da reserva para 4 adultos, 2 crianças e 1 bebé de colo. Na porta de embarque fomos "obrigados" a pagar a bagagem de mão, por esta ter apenas mais 3cm dos 40cm permitidos pela Ryanair. Foram pagos 60€ na porta de embarque, à ida, no Porto. No regresso, para evitar outro pagamento, no meu ponto de vista exagerado, optei por pagar pela respetiva mala antes de embarcar (mais 25€). Qual é o nosso espanto quando, na porta de embarque, ninguém mediu a bagagem e o pagamento desses 25€ teriam sido evitados. Só comprei a bagagem por ter sido cobrada no Porto, à ida. Ou seja saiu mais cara a bagagem, por 3cm a mais, do que a viagem de ida e volta à Terceira. Cumprimentos.

Encerrada
E. T.
16/03/2025

Bagagem perdida/Roubada

Exmos. Senhores, Em 15/02/2025 embarquei no vosso Autocarro N°1193 De Lisboa Oriente com destino a Paris (Bercy Seine). Sucede que a minha bagagem, embarcada para o porão do autocarro, foi perdida/roubada. Apesar dos meus sucessivos contactos convosco, tanto à chegada como posteriormente, a bagagem não foi ainda encontrada Passados 30 dias sobre o voo e sem mais notícias, tenho que considerar que a minha bagagem foi definitivamente perdida. Exijo portanto a indemnização prevista na lei. Exijo que me resolvam esta situação o mais rapidamente possível, ou terei que tomar as medidas ao meu alcance para fazer valer os meus direitos. Cumprimentos. Eneida Tavares

Encerrada
J. S.
15/03/2025

Cobrança indevida

Cobrança indevida de bagagem de cabine e conduta inadequada no balcão Exmos. Senhores, Venho, por meio desta, apresentar uma reclamação formal contra a Ryanair devido a uma cobrança indevida referente à minha bagagem de cabine e ao atendimento inadequado por parte dos funcionários no balcão. No dia 12.03.2025, ao embarcar no voo FR2929 as 16:45 com destino a Bruxelas, fui surpreendida com a exigência de pagamento adicional de 60€ pela minha bagagem de cabine, mesmo estando esta em conformidade com as dimensões permitidas pelo modelo disponibilizado pela própria Ryanair no aeroporto. Apesar de argumentar que a bagagem cumpria os requisitos estipulados, fui coagida a efetuar o pagamento sob a ameaça de não poder embarcar, deixando-me sem alternativa. Adicionalmente, os funcionários responsáveis pelo atendimento no balcão, identificados como João Alves e Vera Barbosa, demonstraram uma postura extremamente inadequada, sendo agressivos e persuasivos ao imporem o pagamento de forma autoritária. Além disso, foi-me solicitado o código de verificação (CVV) do meu cartão de pagamento, o que considero uma prática altamente questionável e potencialmente fraudulenta. Diante do exposto, exijo o reembolso imediato do valor indevidamente cobrado, bem como um esclarecimento formal sobre a conduta dos funcionários envolvidos. Esta situação não só gerou um custo desnecessário, como também um elevado nível de stress e desconforto antes do meu voo. Aguardo um posicionamento célere e a resolução adequada deste caso. Atenciosamente, Maria Manuela Moreira Santos

Encerrada
M. D.
12/03/2025

Fecho das portas

Exmos. Senhores, Ontem, 11, de março, no voo para Malta (FR9655), o funcionário nº 86161 da Groundlink III Meggi, barrou o meu filho na porta de entrada do avião devido ao tamanho da mala. Depois de algum tempo de medição da mala, e de algum impasse, e troca de palavras com o meu filho, o indivíduo em causa, de forma rude disse que não autorizava a passagem. De modo a resolver a situação questionei-o sobre o que era necessário para resolver aquela situação, tendo respondido que tinha de deitar fora objetos que faziam volume na mochila e que não era permitido uma segunda mala (no site autorizam 2 malas, uma de menor volume). Eu própria peguei nesses objetos e coloquei-os no lixo, acatando, assim, a alternativa que ele próprio tinha dado. Mesmo assim, quando cheguei novamente ao portão de embarque, mandou fechá-lo e manteve a posição de não deixar passar. A minha reclamação vai no sentido, de que este funcionário, deliberadamente não nos quis deixar passar , apesar de termos cumprido o que ele propôs (de forma antipática), mantendo os portões fechados, recusando-se a abri-los apesar de eu ter posto no lixo o que ele "mandou" . A versão a posterior foi que tínhamos ido deitar no lixo depois dos portões terem fechado, o que não corresponde à verdade, pois foi o próprio que os mandou fechar enquanto tentávamos resolver a situação e fazendo-nos perder, propositadamente, o avião. Recusou-se a colaborar, não tendo, inclusivamente, colocado a hipótese de pagar extra pela bagagem.~ É de lamentar que o utente fique à mercê da vontade ou não do funcionário deixar passar os passageiros, excedendo as suas meras competências de fazer cumprir as regras. Agradeço que deem seguimento à reclamação e, no mínimo, devolvam o custo do bilhete, dado que não houve qualquer atraso ou negligência da nossa parte, mas sim, claramente, uma má intenção da parte do funcionário. Muito obrigada Maria da Graça Vital Pereira Nunes Reis Domingos Cumprimentos.

Encerrada

Taxa adicional paga pela mala grande de cabine

Ex.mos Senhores, boa tarde, Venho fazer uma reclamação de uma taxa aplicada à mala grande cabine, aplicada no aeroporto de Malpensa, Milão, na madrugada dia 10/03/2025 no voo para o Porto. Alegaram que a passageira , não tinha pago a respetiva tarifa da reserva e colocaram a mala grande de cabine no sitio da mala pequena e disseram que a mala tinha que ir para o porão e obrigaram a pagar a taxa no valor de 58,00 €. No voo de ida do dia 3 do Porto para Milão não houve qualquer problema com a mesma mala. Venho assim reclamar do pagamento de taxa indevidamente cobrada e para o efeito anexo os respetivos comprovativos de pagamento das reservas dos voos e foto da mala com o selo de registo da easyJet. Com os melhores cumprimentos, O autor da reserva efetuada na easyJet. Agostinho Costa

Encerrada

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