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Devolução sem reembolso
Venho por este meio apresentar a minha reclamação relativa a uma situação ocorrida na vossa loja da Alta de Lisboa. No dia 11 de outubro de 2024, efetuei uma encomenda online que devolvi na loja mencionada, no dia 29 de outubro de 2024. Tratando-se de uma devolução, solicitei o reembolso do valor pago pelo artigo. No entanto, a funcionária da loja informou-me que, devido a um erro interno, me seria atribuída uma nota de crédito no valor do artigo (€34,99). Não sendo uma cliente recorrente, guardei a referida nota de crédito até necessitar novamente de utilizar a loja. Contudo, no dia 8 de fevereiro de 2026, ao tentar utilizar a nota, fui informada de que a mesma tinha validade apenas até ao final de janeiro de 2025. Reconheço que a data estava indicada na nota, mas não estava ciente no momento da emissão, e, acima de tudo, nunca solicitei a nota de crédito, pretendendo sim o reembolso do valor pago, que não me foi concedido devido a erro da loja. Considero esta situação inaceitável e claramente um esquema que se aproveita dos clientes, que naturalmente não têm obrigação de acompanhar os prazos internos da empresa, nem de voltar a pedir um reembolso que já deveria ter sido processado, tendo eu cumprido todos os prazos inicialmente estabelecidos para a devolução. Ao solicitar novamente o reembolso, fui informada de que não havia nada a fazer, situação que considero injusta, prejudicial e uma violação dos direitos do consumidor.
Recusa de sinistro com cobertura de Multirriscos Habitação contra Tempestades.
Exmos Senhores, A companhia Ok Seguros recusou o sinistro que lhe reportei dos danos causados no telhado do edificio causados pela tempestade Katrin no passado dia 28 de janeiro. A minha apólice de seguro Multirriscos Habitação MR86064605 inclui nas coberturas e garantias essa cobertura com uma franquia de 250€. Enviaram-me no passado dia 7 de feveriro um email a recusar o sinistro baseado na não existencia de cobertura coontra tempestades que efetivamente esta incluida na Cobertura Base Imovel que comercializam. Agradeço ajuda para resolver esta situação. Atentamente, Luis Miguel Carreira Magalhaes
Validação por 2 factores | impossibilidade de aceder à conta
Exmos Senhores, Perdi o acesso à app que fazia a validação de 2 factores no Facebook. Por essa razão, fiquei sem acesso ao Facebook. Não me são dadas quaisquer alternativas para alterar a situação. Tudo o que tento fazer solicita o acesso ao código que é gerado pela app ( Google authenticator ). Não tenho forma de aceder à conta sem esse código. O contacto com a META não é eficaz e não obtenho qualquer resposta aos meus pedidos de ajuda
Venda forçada
Exmos Senhores, No dia 29/01/2026, o meu pai, Adelino Marques dos Santos, pessoa idosa, nascido a 14/10/1946, adquiriu um aparelho auditivo na loja Audição Activa em Viseu, após uma abordagem que considero abusiva e enganosa. Durante cerca de 2h30, o meu pai foi mantido nas instalações (andar inferior) para a realização de alegados “exames auditivos”, sem nunca ter sido esclarecido que os funcionários não são médicos nem profissionais de saúde habilitados ao diagnóstico clínico. Foi-lhe transmitido verbalmente que o aparelho auditivo ajudaria a evitar o agravamento da perda auditiva no futuro, afirmação sem fundamento médico, que foi determinante para a decisão de compra. O contrato não lhe foi previamente mostrado nem explicado, tendo sido apenas solicitado que assinasse digitalmente, sem lhe ser dada oportunidade real de leitura ou esclarecimento. Apenas após chegar a casa, ao ler o contrato/documentação, verificou que consta a indicação de que é sempre aconselhada a consulta prévia de um médico, informação que não foi prestada em momento algum antes da venda, o que constitui omissão relevante. A venda ocorreu sob forte pressão psicológica, sem tempo razoável de reflexão, configurando uma venda quase forçada, aproveitando-se da vulnerabilidade associada à idade do consumidor. Considero que estes factos constituem uma prática comercial desleal, enganosa e agressiva, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, motivo pelo qual solicito a anulação do contrato (PSEV_AA6626_743) e o reembolso integral do valor pago. Atentamente, Marco Santos
PROBLEMA COM DEVOLUÇÃO DE DINHEIRO
Exmos. Senhores, No dia 16 de Janeiro de 2026 foi efectuado a recolha de 3 Janelas, 1 Porta e insumos para a instalações dos itens citados pelo colaboradores da Leroy Merlin (Anderson e João) devido ao cancelamento dos serviços juntamente com a empresa. Recebemos no dia 05 de Fevereiro de 2026, apenas 2 depósitos no valor total de 695,95€ sendo que o valor do investimento foi de 3 635,75€, ligamos para a responsável do setor de devolução que iria fazer a transferência para a nossa conta bancaria e a mesma informou que pela assinatura do papel de recolha só foi entregue 1 janela, sendo que os mesmos não fazem registos no próprio sistema e muito menos fazem a devida conferencia da devolução dos produtos. A empresa está desde Setembro agido de má fé connosco e queremos apenas que sejamos ressarcidos conforme foi combinado junto a empresa. Uma das responsáveis do caso se chama Carolina. Cumprimentos.
Devolução Desaparecida
No dia 23/01/2026 devolvi dois telemóveis através da transportadora indicada pela Amazon, com recolha ao domicílio. O tracking apenas confirma a recolha, não existindo prova de entrega no armazém da Amazon. Apesar disso, a Amazon recusa o reembolso alegando receção de produto incorreto, sem apresentar qualquer prova documental de receção nem de integridade da encomenda. Após a entrega à transportadora escolhida pelo vendedor, o risco deixa de ser do consumidor (DL 24/2014). O transporte foi internacional (Portugal–Espanha), sem qualquer controlo da minha parte. Solicito o reembolso imediato, por inexistência de prova válida que sustente a recusa.
Alteração unilateral de condições contratuais
A empresa VivaGym alterou unilateralmente as minhas condições contratuais, sem a minha autorização, sem o meu consentimento e sem qualquer comunicação prévia. As condições originalmente contratadas – livre trânsito em todos os clubes de Lisboa, foram modificadas para condições manifestamente inferiores, sem que me tivesse sido dada qualquer possibilidade de aceitação ou recusa, o que constitui uma prática inaceitável e contrária aos princípios básicos da boa-fé contratual e da proteção do consumidor. Em nenhum momento fui informado desta alteração, por carta registada com aviso de receção ou qualquer outro meio direto, tendo tomado conhecimento da mudança contratual apenas posteriormente quando fui “barrado” a entrar num clube. Esta atuação viola claramente os meus direitos enquanto consumidor, nomeadamente o direito à informação e o direito ao cumprimento integral das condições acordadas no momento da celebração do contrato. Exijo a reposição imediata das condições contratuais originalmente acordadas ou, em alternativa, a resolução imediata do contrato, bem como a restituição dos valores pagos desde a modificação unilateral do contratado. Considero esta situação grave e totalmente inadmissível, por constituir uma alteração unilateral das condições contratuais, em clara violação do artigo 406.º do Código Civil, bem como do artigo 8.º da Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), relativo ao dever de informação, e ainda do Decreto-Lei n.º 446/85, que regula as cláusulas contratuais gerais, nomeadamente no que respeita à proibição de alterações contratuais sem o consentimento expresso do consumidor. Para piorar a situação, o Vivagym não tem contacto de telefone, envio pedidos de contactos para os mesmos sempre sem sucesso e o formulário de apoio na página nunca tem retorno de ninguém. Esta empresa tem um comportamento vergonhoso e inaceitável para com os sócios!
Cobrança injustificada
Quando passo na Via Verde, o sinal ficou amarelo. Fui ao loja da Via Verde no Porto para alterar os dados da minha conta bancária, mas recusaram-me. Solicitei as informações para pagamento dos portagens em atraso e disseram-me para aguardar, pois receberia um cartão com os dados de pagamento em casa. Para minha surpresa, recebi um cartão da Ascendi a exigir mais de 550 € porque o pagamento da Via Verde não tinha sido processado. No total, devia 150 €, mas acrescentaram taxas administrativas, elevando o total para 550 €. Isto é um roubo. Como podemos desenvolver este país com tanta injustiça? Acrescentam taxas injustamente, sem qualquer explicação, mesmo depois de termos tentado resolver a situação. Apelo a todas as vítimas das autoestradas da Ascendi e da Via Verde para que assinem uma petição que em breve será lançada online e para que boicotem estas autoestradas vergonhosas que empobrecem os cidadãos honestos. Vamos priorizar as estradas nacionais.
Incumprimento grave inconveniente DL 84/2021
Exmos. Senhores, O meu nome e Rita Carvalho contacto 939500902 Assunto; Incumprimento do dever de reparações sem grave inconveniente(DL 84/2021) No dia 16/01/2026,solicitei a assistência para a minha máquina de lavar. A data de hoje,09/02/2026,continuo sem o equipamento operacional. Sendo mãe solteira com duas filhas pequenas, a ausência deste bem de primeira necessidade constitui um "grave inconveniente "conforme previsto na lei. Fui informada via telefone que a peca só chegaria na próxima semana (esta) e hoje tornando a ligar já me informam que a peca não esta em Portugal e que não sabem quanto tempo demorara a chegar, tendo já passado 24 dias , esta semana termina o prazo legal para a reparação,(30 dias),além de que me deixaram sem alternativas, ou maquina de substituição ate a reparação ou substituição da minha, que esta na garantia e tem seguro pago todos os meses, peço a gentileza de intervenção pois já são 24 dias sem maquina, eu não tenho carro nem disponibilidade financeira para ir de transporte levar um saco por vez de roupa a lavar. Cumprimentos.
Valor de devolução não recebido
Exmos. Senhores, Venho por este meio apresentar reclamação referente a encomenda encomenda online, que foi devolvida em loja no inicio de Janeiro de 2026, e que até ao momento o valor da mesma não foi restituído. Apesar de contactar o comerciante, através dos canais de suporte, e mencionar que o meio de pagamento utilizado, MBway, não está a restituir o valor da compra não houve uma abordagem no sentido de restituir a quantia através de outro meio. Mais informo que contactei o suporte por 3 vezes, sendo que da última vez fui informado que a deliberação da restituição por outro meio que não o de pagamento me seria respondido através de carta postal. Face ao exposto e à abordagem escolhida pelo comerciante venho apresentar queixa pela não restituição do valor da compra quando já decorreram mais de 30 dias. Cumprimentos.
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