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Suspensão temporária pós parto
Boa tarde, Venho por este meio reclamar do ginásio FitnessUp Trofa. Em dezembro de 2025 tentei dar entrada na suspensão temporária por motivos médicos, levei documento Baixa Médica gravidez de risco até a receção que tinha validade até 14 de janeiro de 2026, foi me informado que minha baixa médica não não tinha valor nenhum, pois só era um papal e que não existe suspensão no ginásio! Questionei pois tenho 2 amigas e minha irmã que após o bebê delas nascerem tiveram o direito de suspensão temporária pós parto de 3 meses e para mim não seria possível?? Para uns pode e outro não? Mesmo eu levando o documento??? Depois de muita insistência eles me deram o prazo de 2 semanas ( que seria até dia 9 de janeiro), então pedir para meu esposo ir até lá e tentar resolver em outro horário e aceitaram o documento e pediram para que levasse outro com validade atualizada… No dia no dia 02 de janeiro fui internada no hospital e no dia 03 tive meu bebê, assim no dia 05 de janeiro tive alta do hospital e na mesma semana enviei a declaração do hospital para o ginásio. Até então fiquei tranquila, até que duas semana depois eles me ligam fazendo cobrança de mensalidade do mês de janeiro, eu expliquei que tinha enviado o documento e foi me falado que tinha que pagar assim mesmo então meu marido foi até lá e pagou a primeira quinzena. Logo meu marido tentou resolver novamente e foi lhe falado que a declaração do hospital não valia também e que tinha que levar atestado médico. Então tive consulta e o médico me deu atestado médico, onde enviei para o e-mail novamente … fiquei tranquila e em alguns dias ligaram fazendo cobrança novamente e eu logo disse que tinha enviado o documento como pedido. E alegaram que esse documento nao era aceito pois agora eles queria que fosse baixa médica! Fiquei sem entender a desinformação que uma hora falam uma coisa depois falam outra … ou seja nem o atestado de gravidez de risco, nem declaração do hospital e nem o atestado medido eles não aceitavam no meu pós parto, nenhum desses documentos tem valor para eles.Foi então que fiquei frustada e pedir para meu marido ir lá novamente e fazer o cancelamento pois eles estavam complicando demais algo simples e logo foi dito que ginásio não permitia o cancelamento, pois o contrato tinha sido revogado por mais 6 meses e que se quisesse cancelar tinha que pagar até o mês de julho. Ou seja, dizem que não posso cancelar sem pagar valores que ainda vão vencer???, que não são em atraso, mas é o ginásio que continua a cobrar quinzenalmente. No contrato diz que para cancelar pode pagar taxa de 50 € e mesmo assim não o fizeram meu cancelamento. É frustrante essa situação para uma mãe pós parto num estado sensível que é ter um bebê. Peço apoio pois o ginásio não me pode manter inscrita, se por razões de saúde não posso comparecer. Hoje dia 30 de março fui até a fitness up tentar resolver… pedi para falar com gerente onde foi enviada outra funcionária, ele não se deu o trabalho de ir tentar resolver … resumindo perdi a cabeça e paguei o que eles tavam cobrando… e fiz o cancelamento. Achei falta de respeito e profissionalismo para resolver e aceitar meus documentos! Gostava que me explicasse se eles tem direito de agir desta forma com seus clientes! Desde já agradeço.
Falta de Credibilidade BodyConcept Entroncamento
No dia 16/12/2025 umas normas de utilização para um pack de tratamentos com a entidade BodyConcept Entroncamento, associado a financiamento através da Cofidis. No momento da assinatura, foi-me apresentado e assinado um documento contendo apenas normas de utilização do serviço, não constando do mesmo qualquer cláusula clara ou expressa de irrevogabilidade ou de exclusão do direito de resolução. No dia 18/12/2025 contactei a entidade a manifestar a minha intenção de cancelamento, uma vez que nunca iniciei qualquer tratamento nem usufruí de qualquer serviço. A pedido da própria entidade, desloquei-me presencialmente à clínica no dia 23/12/2025, tendo sido informada de que a situação seria analisada por uma responsável superior. Posteriormente fui contactada telefonicamente com a indicação de que o cancelamento não seria aceite. O pedido de cancelamento não resulta de mera desistência, mas sim de uma impossibilidade superveniente, decorrente do surgimento de uma despesa de saúde urgente e inesperada, que me impede, de forma objetiva, de suportar simultaneamente o encargo do tratamento contratado e essa despesa essencial. Até à presente data, não usufruí de qualquer tratamento, não houve qualquer prestação de serviço por parte da entidade, nem foi efetuado qualquer pagamento ao abrigo do referido acordo, mantendo-se, ainda assim, o financiamento ativo. Nestes termos, solicito a anulação do acordo celebrado e a regularização imediata da situação junto da entidade financeira associada, por inexistência de prestação de serviço e por impossibilidade superveniente devidamente fundamentada.
Problemas com o estafeta
Exmos. Senhores Venho por este meio recorrer aos vossos serviços, na expetativa de que me possam auxiliar. No passado dia 23 de março realizei um pedido à empresa Glovo, através da app da mesma. O referido pedido foi pago antecipadamente por MB Way, tendo o valor sido debitado da minha conta. Encontrava-me no meu local de trabalho e, por esse motivo, solicitei que a entrega fosse efetuada no domicílio da minha avó, onde me encontraria posteriormente para almoçar. A minha avó contactou-me a informar que o pedido tinha sido entregue, situação que foi igualmente confirmada por mim , através da aplicação. No entanto, ao chegar a casa, fui informada pela minha avó de que a mesma efetuou um pagamento ao estafeta, no momento da entrega. De acordo com o que apurei, desconhecendo os trâmites que envolvem estas questões e, na sua boa fé, a minha avó questionou o estafeta sobre a existência de algum valor a pagar, tendo-lhe sido indicado que sim, sendo-lhe apresentado um recibo. Importa referir que a minha avó tem 92 anos e não sabe ler, pelo que não conseguiu interpretar a informação constante no recibo, onde estava a indicação de que o pedido se encontrava pré-pago. De salientar que, antes de recorrer à Deco, apresentei a reclamação na app da Glovo por três vezes, tendo a minha exposição sido totalmente ignorada pela referida empresa. Considero esta situação particularmente grave, por envolver o desrespeito total por uma pessoa idosa, em situação de vulnerabilidade. De referir que, no dia da ocorrência, entrei imediatamente em contacto com a empresa “Casa da Avó” que, não tendo qualquer responsabilidade nesta ocorrência, ficou assim informada da situação. O objetivo da minha reclamação junto da Glovo era a regularização da situação, nomeadamente o reembolso do valor indevidamente cobrado à minha avó e a responsabilização do estafeta em questão. Predispus-me a enviar o recibo que deixo aqui em anexo, contudo não obtive qualquer resposta. Deste modo, aguardo expectante que a Deco possa auxiliar-me, neste sentido. Agradeço a atenção e aguardo feedback da vossa parte. Cumprimentos
Burla
Exmos. Senhores, No dia 4 de março encomendei uma sapateira com espelho paguei e recebi um email de confirmação de que seria entregue entre 7 a 15 dias pelo que não recebi nada. Liguei para o número do site nada. Enviei email não obtive resposta Agradeço que a situação se resolva o mais rápido possível . Ps o número do pedido é Pedido #8577 Cumprimentos.
Não devolveram dinheiro de encomenda devolvida
Exmos Senhores, A minha filha Maria Pereira, menor de idade, fez uma encomenda online de umas calças em meu nome, tendo o pagamento (29,99 euros), saído da minha conta Santander (multibanco). D Encomenda: 20275316571 A Pull&bear entregou um modelo de calças erradas e foi pedida devolução, tendo o artigo sido levantado, mas aguardo devolução do valor pago há mais de 1,5 meses; a que acresce que em email de 16-02-26: mencionam despesas de devolução de -3,95 euros, quando o motivo da devolução foi envio das calças erradas pela Pull&bear (modelo e cor), Foram enviados vários emails e usado o canal que é disponibilizado para apoio ao cliente pela Pull&bear- WhatsApp, fui inclusive à loja, mas continuo sem receber o dinheiro. Peço devolução dos 29,99 euros.
Encomenda não recebida
Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela transportadora GLS, no âmbito da entrega da minha encomenda com o número de tracking 1269217798. No dia 16/03/2026, recebi uma comunicação da GLS a informar que a encomenda tinha sido expedida, com data prevista de entrega a 19/03/2026. Importa referir que selecionei, no site oficial da GLS, uma Parcel Shop como ponto de entrega (conforme comprovativo em anexo, Foto1). Após essa seleção, a morada foi automaticamente preenchida pela plataforma, não sendo possível qualquer erro da minha parte. No dia 18/03/2026, fui informada de que a encomenda se encontrava “em distribuição”. Contudo, pelas 23h, recebi uma nova notificação a indicar que a entrega não tinha sido efetuada por alegada “morada incorreta”, situação que considero incongruente. No dia 19/03/2026, ao consultar o tracking, deparei-me com a seguinte sequência de atualizações, claramente contraditórias (Foto 2): 13:37 – “Em distribuição” 13:37 – “Na agência de destino” 22:08 – “No armazém GLS” 22:08 – Nova notificação a indicar “morada incorreta” Nesse mesmo dia, pelas 18h30, desloquei-me à Parcel Shop selecionada (Papelaria do Arco) para confirmar se a encomenda teria sido entregue sem atualização do sistema. Foi-me confirmado que não receberam qualquer encomenda em meu nome, embora a GLS tenha efetuado outras entregas nesse local no próprio dia, o que torna a situação ainda mais inexplicável. Perante estes factos, coloco as seguintes questões: - Como é possível a morada estar incorreta, quando foi automaticamente preenchida após a seleção de um ponto de entrega oficial da GLS? - Por que motivo a minha encomenda não foi entregue, quando foram efetuadas entregas no mesmo local e no mesmo dia? No dia 20/03, submeti um formulário de reclamação no site da GLS e apresentei igualmente uma queixa no Portal da Queixa. Até 30/03/2026, não obtive qualquer resposta. No dia 26/03/2026, voltei a contactar a linha de apoio ao cliente da GLS. Foi-me indicado, novamente, que a falha se devia a um suposto erro no endereço — justificação que considero inadmissível, uma vez que se trata de uma Parcel Shop definida pelo próprio sistema da transportadora. Durante a chamada, destaquei que já tinha feito vários contactos, incluindo reclamações formais, e que o próprio remetente também estava a tentar resolver a situação junto da GLS. Foi-me garantido que o caso teria prioridade máxima e que seria resolvido até sexta (dia 27/03) , ou, no limite, até segunda (30/03). Paralelamente, realço que, entre os dias 22/03 e 30/03, mantive contacto frequente com a empresa remetente, que me informou ter efetuado diversos contactos com a GLS, tendo sido disponibilizada uma segunda morada (outra Parcel Shop da GLS) e assinalado o processo como urgente. No entanto, no dia 30/03, fui informada de que a GLS continuava a alegar “morada incorreta” e que “não é possível indicar outro ponto de recolha”, o que considero uma situação totalmente inaceitável. No mesmo dia, voltei a contactar telefonicamente a GLS, recebendo exatamente a mesma justificação. Foi-me ainda fornecido um contacto telefónico do alegado centro de distribuição onde se encontra a encomenda, contudo o número fornecido não está atribuído. Até ao momento, não houve qualquer resolução, atualização ou contacto proativo da GLS. Estou sem a minha encomenda desde 19/03/2026, apesar de todas as diligências efetuadas tanto por mim como pelo remetente. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO Proteste para: - Garantir a entrega imediata da minha encomenda ou, caso tal não seja possível, assegurar o reembolso devido. - Determinar a responsabilidade da transportadora relativamente às sucessivas falhas registadas. - Salvaguardar os meus direitos enquanto consumidora perante a evidente ausência de apoio, de comunicação e de diligência por parte da GLS. Anexo todos os comprovativos relevantes. Aguardo uma resolução urgente.
Fidelização escondida
Exmo Senhores, No dia 27 de março de 2026, contacto-vos relativamente à renovação automática do meu contrato. Durante as duas chamadas telefónicas efetuadas fui informada de que a renovação teria ocorrido no dia 19 de março de 2026. No entanto, uma outra colega indicou o dia 1 de março como data de renovação. Estas informações contraditórias reforçam que não houve qualquer aviso prévio claro e adequado, nem por email, nem por carta, antes da renovação ocorrer. Apenas após esta chamada me foi enviado um email a comunicar a renovação. Apesar de existir cláusula de renovação automática no contrato, a lei do consumidor protege-me quando não sou devidamente informada, configurando prática abusiva a renovação sem aviso. Desta forma, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “.Por não ter assinado nenhum termo onde conste uma fidelização da minha parte com a Medicare , agradeço que me auxiliem face a como devo proceder para efetuar o cancelamento não reconhecendo a renovação! Tatiana Santos
Burla
Fiz uma compra no site https://www.casadodesporto.com/ de umas chuteiras no valor de 180,00 euros, antes da compra tinha falado com alguém da loja que me disse que o produto era original, confiei. A encomenda foi feita no 26-02 e chegou hoje 30-03, e as chuteiras não são originais. paguei por umas chuteiras originais e recebo uma falsificação e agora ninguém da loja me responde.
Denial of Service Animal (SVAN) and Flight Cancellation - Booking ZHRCEW
I am a Portuguese permanent resident filing a consumer complaint against TAP Air Portugal. TAP denied my service animal (assistance dog, SVAN) on booking ZHRCEW, flight TP1704 FNC/OPO, March 30, 2026, after I submitted documentation four separate times. TAP closed four cases (2026-0000304763, 2026-0000390532, 2026-0000508043, 2026-0000508077) without decisions. TAP then cancelled my flight and denied my service animal on the replacement itinerary, violating EC 261/2004 and EC 1107/2006. TAP had previously approved the same animal in writing under booking RID3PK on March 13, 2025. I am requesting DECO's intervention to compel TAP to issue written approval and provide the replacement flight with my service animal.
Corte na pensão
Exmos. Senhores/as A reclamação que vou apresentar deve-se ao facto da Segurança Social, ter procedido a um corte na pensão de minha mulher, passo a explicar: Em Outubro de 1979 arranjou emprego como empregada doméstica, que durou até Dezembro de 1982, tendo efetuado todos os descontos para a SS, contabilizando 3 anos e 3 meses de descontos, contabilizando 4 anos de carreira contributiva Acabado este trabalho, começou em Outubro de 1985 até Junho de 1990 como Auxiliar na EB1 de Ald. Fernandes - Almodôvar, tendo descontado para a SS,ao serviço do Min. da Educação, durante 4 anos e 9 meses, o que contabilizou uma carreira de 6 anos, perfazendo um total de 10 anos para a Segurança Social. Assim, fiz um contrato com o Ministério da Educação, em Julho de 1990, que durou até 30 de Junho de 2024, altura em que me foi concedida a aposentação da CGA,tendo-me sido atribuída uma aposentação de 536,95€. Posto isto agradeço que me informem se a Seg. Social não era obrigada a conceder uma pensão, com os valores estabelecidos nas Portarias que anualmente atualizam as pensões mínimas
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