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Cobrança indevida
Exmos. Senhores, TENHO SIDO COBRADO NOS ÚLTIMOS 3 MESES, €0,49 POR ESPAÇO QUE NÃO TENHO E QUE NÃO SOLICITEI A COMPRA. JÁ ENVIEI UM EMAIL PARA OS VOSSOS SERVIÇOS A INFORMAR E CONTESTAR ESTA SITUAÇÃO E NÃO TIVE QUALQUER FEEDBACK E CONTINUO A SER COBRADO POR ALGO QUE NÃO ADQUIRI! Abaixo as informações sobre a primeira dessas cobranças indevidas. ID da transação 6MS257935Y963781A Data da transação 10/03/2026 Vendedor Google Payment Irela... noreply+support@goog... ID da fatura 251624516681217547 Descrição Preço unitário Qtd. Montante 100 GB (Google One) €0,49 EUR 1 €0,49 EUR Subtotal €0,49 EUR Total €0,49 EUR Pagamento €0,49 EUR O débito aparecerá no extrato do seu cartão de crédito como PAYPAL *GOOGLE GOOGLE ONE Pagamento enviado para noreply+support@goog... Pagou a Google Payment Irela... com Visa-0619 €0,49 EUR A esta acrescem outras duas com data 10/04 e 10/05 Aguardo a resolução desta situação e a restituição dos valores em causa. Cumprimentos. Joaquim Lagarto
Prática comercial potencialmente enganosa na venda de bilhetes
Prática comercial potencialmente enganosa na venda de bilhetes para o concerto da Karol G no Estádio da Luz, no dia 18/06/2027. Exmos. Senhores, Venho, por este meio, apresentar reclamação formal contra a Live Nation relativamente às condições de comercialização dos bilhetes para o concerto acima identificado. No período de pré-venda, os bilhetes foram disponibilizados com preços significativamente superiores aos posteriormente praticados na venda geral aberta ao público. Tal circunstância contraria a expectativa legítima criada junto dos consumidores de que a pré-venda constitui uma vantagem comercial, nomeadamente em termos de acesso preferencial e estabilidade de preço. A atuação em causa poderá configurar uma prática comercial desleal e potencialmente enganosa, nos termos do Decreto-Lei n.º 57/2008, de 26 de março, que transpõe para a ordem jurídica portuguesa a Diretiva relativa às práticas comerciais desleais, em particular no que respeita à indução do consumidor em erro quanto às condições económicas da aquisição. Acresce que o princípio da boa-fé contratual e o dever de transparência nas relações de consumo, previstos na Lei de Defesa do Consumidor (Lei n.º 24/96), impõem às entidades comerciais um especial dever de lealdade e clareza na apresentação das condições de venda, sobretudo em contextos de elevada procura e pressão comercial. Importa salientar que muitos consumidores adquiriram os bilhetes em pré-venda precisamente por receio de indisponibilidade futura e com a convicção de que estariam a beneficiar de condições comerciais equivalentes ou mais favoráveis do que as da venda geral. A posterior disponibilização dos mesmos bilhetes a preços inferiores configura uma situação suscetível de lesar os direitos e interesses económicos dos consumidores. Nestes termos, solicito: esclarecimento formal sobre os critérios de fixação dinâmica de preços aplicados durante a pré-venda e venda geral; identificação das razões que justificaram a diferença de preços para categorias equivalentes de bilhetes; restituição da diferença de valor paga; Mais informo que, na ausência de resposta satisfatória, reservo-me o direito de apresentar queixa junto das entidades competentes, designadamente a ASAE e demais organismos de defesa do consumidor.
Carro novo com defeito
Comprei um peugeot 3008 hibrido novo em Outubro de 2024,passado duas semanas já estava na oficina a reclamar que os cintos de trás estava sempre a apitar sem ninguém sentado,fizeram uma marcação para passados dois meses ir ver o que se passava,disseram que não podiam fazer nada porque era preciso um software ao qual ainda não tinham e que eu tinha que ir lá passado algum tempo a ver se já tinham,entretanto outros problemas foram aparecendo apenas com alguns meses de uso,tais quais,as câmaras não apreciam no visor,visor esse que por vezes também ficava todo preto sem se ver nada,o carro abria e fechava sem tocar na chave mas depois só abria e fechava com a chave,o botão para aumentar ou baixar o volume do rádio por vezes funcionava mal,os espelhos retrovisores baixam ao fazer marcha atrás mas chegou a uma altura que deixou de funcionar,como também aconteceu de um lado do carro que deixou de funcionar tudo,a janela do passageiro da frente não fechava,o retrovisor não fechava e o carro em si desse nado não fechava,por vezes o carro perdia força e tinha que parar o carro,desligar,esperar um pouco e voltar a ligar,fui várias vezes à oficina fazer várias reclamações,inclusive pedi para me darem uma nova viatura visto esta ter vários defeitos e recusaram,arrajavam o carro e no dia seguinte voltava ao mesmo,foram muitas as reclamações,idas à oficina,dores de cabeça,dias perdidos,dias perdidos de trabalho porque eu dependia do carro para trabalhar visto trabalhar em tvde,acabei por ter que vender o carro passado um ano e meio visto estar a perder dinheiro em arranjos,tempo parado quando ia para a oficina,por ter vários defeitos e não fazerem nada para os resolver,uma desilusão completa ao resolverem os problemas que lhes foram imbutidos,da minha parte nunca mais comprarei um peugeot na auto crescente funchal
Falta de documentação e transparência.
À Gerência da Auto 1 European Cars B.V., A presente comunicação serve para formalizar uma reclamação relativa à viatura [32-TD-76], adquirida pela nossa empresa, Só Pereira e Filho Lda, em leilão realizado no dia 30 de dezembro de 2025. Conforme os vossos registos, o pagamento foi efetuado na íntegra na data da compra e todos os procedimentos solicitados pela vossa entidade foram escrupulosamente cumpridos por nós. No entanto, decorridos mais de 5 meses, continuamos impossibilitados de proceder à venda da viatura por falta de entrega da documentação necessária por vossa parte. Gostaríamos de salientar os seguintes pontos de extrema gravidade: Inércia no Apoio ao Cliente: Foram efetuadas diversas tentativas de contacto com a gestora de conta, Sra. Letícia Guimarães Oliveira, que, após indicar que reportaria a situação, deixou de responder a mensagens e chamadas. Falta de Transparência: No contacto com a vossa linha de apoio, a colaboradora (Sra. Ana) recusou-se a identificar-se devidamente e não apresentou qualquer solução concreta, limitando-se a respostas evasivas. Prejuízo Financeiro: Sendo a Só Pereira e Filho Lda uma empresa do setor automóvel, a retenção dos documentos impede a comercialização do ativo, resultando em capital imobilizado e perda de lucro cessante. Face ao exposto, solicitamos o envio imediato da documentação ou uma previsão oficial e vinculativa para a entrega da mesma num prazo máximo de 5 dias úteis. Caso a situação não seja resolvida com a brevidade que se exige, informamos que avançaremos com as seguintes medidas: Queixa formal no Livro de Reclamações Eletrónico (direcionada à ASAE); Recurso ao Centro de Arbitragem de Conflitos de Consumo. Exposição detalhada do caso no Portal da Queixa, para alertar outros profissionais do setor. Cientes da vossa idoneidade, aguardamos uma solução célere para evitar o recurso à via judicial. Com os melhores cumprimentos, Só Pereira Automóveis
A pior experiência da minha vida
Na Tele Pizza Entroncamento eu tive hoje a pior experiência da minha vida num restaurante. Fui com a minha família (esposa e filho) almoçar no domingo e pedimos 3 Smash Burgers. Paguei e sentamos. Aguardamos por 30 minutos até que a atendente disse que só conseguiria entregar-nos 2 Smash Burgers e me deram como opção: 1. Substituir um dos lanches ou 2. Cancelar o pedido INTEIRO e fazer um novo pedido. Não se desculparam. Não se desculparam. Como eu disse que nenhuma opção me interessava ela chamou um Sr. chamado João (vi o nome na plaquinha) que se identificou como gerente do estabelecimento (porque eu perguntei), não se desculpou e nem sequer boa tarde deu. Limitou-se apenas a dizer: só consigo entregar 2 sanduíches. Não tenho pães suficientes. Eu disse: mas eu paguei por 3. E ele, com deboche e arrogância, disse: "poderia ter pedido até 50". Novamente, as opções eram: trocar o produto ou cancelar o pedido. Eu pedi para trazerem os dois sanduíches e que depois eu decidiria. O "gerente", que claramente não gostou da minha opção, atrasou de propósito o meu pedido de propósito, passando 6 pedidos de pizza na frente solicitados após o meu além de disponibilizar para o delivery do Glovo, 2 sanduíches que eles disseram que não tinham. 30 minutos depois (total de 1 hora de espera), entregaram os sanduíches, 5 minutos depois que eu avisei que ligaria para a PSP (depois do "gerente" ter debochado da polícia dizendo que eles nada resolveriam). Quando minha família terminou de comer, eu fui tentar reaver o dinheiro que eu paguei a mais. Novamente, me disseram que eu precisaria cancelar o pedido anterior (o que eu disse que eu não aceitava). O "gerente" tentou tirar o cupão da minha mão o que eu não permiti. Depois de muita discussão, finalmente concordaram de devolver-me o dinheiro, permitindo que eu ficasse com o cupão, minha única prova de que o meu pedido não foi atendido. Antes de ir embora tentei argumentar que, dado o transtorno que estavam a causar, o mínimo seria me oferecer uma compensação, que é o que empresas reconhecidas pelo bom relacionamento com o cliente fazem. Mas o "gerente" apenas riu da minha cara, virou-me as costas e deixou-me falando sozinho. E essa foi a pior experiência que eu já tive num restaurante. Estou ainda sem acreditar que um proprietário de restaurante mantenha uma equipa com esse nível. Se a faturação não está dentro do esperado, já se sabe o motivo. Minha família e eu jamais pisaremos lá novamente. E aproveitarei cada oportunidade de espalhar a experiência humilhante que eu tive para o máximo de pessoas possível.
Pagamento que nunca localizam
Boa tarde ! Trata-se de débito direto (cobranças duplicadas), são dois planos nos seguintes contribuintes: Ronaldo Novo: 277261750 Ronaldo Dias: 301261750 Ninguém responde e-mail ,não há telemóvel ,na loja não há o que fazer sendo assim pós venda pessimo ! Aguardei contato com urgência : O número da conta é o mesmo e peço a gentileza de entrarem em contacto o mais breve possível com os clientes no contacto: 932699300
Cobranças indevidas e falta de resposta e suporte ao cliente pós venda
Exmos. Senhores da DECO Proteste, Venho por este meio apresentar uma denúncia/reclamação contra a MultiOpticas relativamente a cobranças indevidas associadas ao meu Plano de Saúde Visual. No dia 10/04/2026 efetuei o pagamento de duas mensalidades em conjunto, situação para a qual possuo comprovativos bancários. Apesar disso, continuo a receber e-mails automáticos a indicar dívida em aberto e, mais grave ainda, a empresa voltou a tentar debitar novamente valores na minha conta bancária referentes a mensalidades já liquidadas. Adicionalmente: - Já enviei vários e-mails para tentar resolver a situação; - Não obtive qualquer resposta por parte da empresa; - Continuam as tentativas de cobrança incorreta; - Neste momento apenas existe uma mensalidade efetivamente por pagar, mas estão a tentar cobrar duas. Considero esta situação abusiva e extremamente desgastante, causando transtorno e preocupação constantes. Solicito apoio/intervenção para: - Verificação desta prática de cobrança; - Regularização imediata da minha situação contratual; - Cessação das tentativas de débito indevido; - Resposta formal da empresa relativamente aos pagamentos já comprovados. Dados do contrato: Contrato n.º A00031385-024598.1 Em anexo seguem os comprovativos de pagamento e os e-mails enviados anteriormente sem resposta. Com os melhores cumprimentos, Ronaldo Novo
Gasóleo contaminado com água
Enchi o depósito de gasóleo, na estação da Repsol, da Rua Júlio Diniz, 320 4050-318, no Porto: 44,7 litros; Bomba 4; no dia 13/04/2026, às 16.34. A seguir, iniciei viagem para Lisboa. Às 17:43, uma hora e um quarto depois, a viatura para subitamente e apareceu no tablier o sinal STOP. Estava na A17 (Vagos) ao Km 95. Accionei o ACP, do qual sou sócio e que confirma o sucedido, enviando reboque e táxi para transporte para Lisboa. A viatura é levada, do depósito de outras viaturas, de Mira, onde foi recolhida, para a oficina em 20.04.2026 ( SETE DIAS DEPOIS!!). Na oficina , a 22.04.2026, dois dias depois, é feito o diagnóstico de contaminação do gasóleo com água e feito o orçamento (6.095,75 Euros), já pago com a diferença suportada pelo ACP, pela mão de obra. Fiquei sem viatura de substituição, apesar do seguro, durante 9 dias, pois me era exigido o diagnóstico e provável tempo de reparação, o que apenas sucedeu 10 dias depois do sucedido. Desloquei-me à oficina para ver o gasóleo retirado do depósito, praticamente cheio, e foi-me mostrado, onde pude verificar água residual, tendo obtido foto com o meu telemóvel. Desejo: 1. Saber de outras pessoas com problemas semelhantes 2. Que seja feita uma inspeção à gasolina desta estação (presença de água) 3. Saber se houve outras queixas semelhantes, no período que antecede aquele dia e após, até quatro dias (11-17.04.2026) 4. Obter uma compensação da REPSOL P.S. 1. Sempre me abasteci nos últimos dois anos na REPSOL, conforme posso comprovar pelas facturas associadas ao cartão LIDL. Nunca nada sucedeu 2. A viatura tinha sido aprovada em IPO obrigatório, recentemente. Tinha feito as revisões há menos de 6 meses. Sem qualquer problema mecânico na viagem , três dias antes, de Lisboa para o Porto, onde ficou parada até ao referido abastecimento. 3. Existem grandes obras do metro do Porto a menos de 50 metros da estação, o que poderá ter contribuído para eventuais infiltrações, por micro-ranhuras, nos depósitos subterrâneos.
Levantamento
Bom dia estou há dias a tentar confirmar a minha conta para efetuar o levantamento de um valor ganho no casino. Já enviei várias vezes os documentos necessários e não me confirmam nada. Engraçado que para estornar o valor é tudo mais rápido. Apenas quero levantar o que é meu por direito.
Reclamação formal – Danos causados em equipamento durante reparação e incumprimento do dever de res
Venho, por este meio, apresentar uma reclamação formal relativamente ao serviço prestado pela Worten Resolve do Centro Comercial Colombo, devido à forma negligente como o meu equipamento foi manuseado, aos danos causados durante a reparação e à falta de transparência no tratamento posterior da reclamação. Dirigi-me à loja Worten Resolve com o objetivo exclusivo de substituir a bateria do meu iPhone, uma vez que esta se encontrava degradada (“viciada”) e porque existia uma campanha promocional no valor de 67€. Antes de entregar o equipamento, questionei expressamente o funcionário sobre a origem do ligeiro levantamento do ecrã, perguntando se poderia tratar-se apenas da cola do ecrã a descolar. O funcionário respondeu de forma clara e segura que se tratava de uma bateria inchada que estaria a pressionar o ecrã, garantindo-me que, após a substituição da bateria, o telefone voltaria a ficar em perfeitas condições. Desloquei-me propositadamente ao Centro Comercial Colombo apenas para esta reparação, utilizando inclusive uma mota de aluguer (Elektra), levando comigo apenas o telefone para o respetivo serviço. Após cerca de duas horas, prazo indicado para a reparação, regressei à loja e, para meu total espanto, nenhum funcionário sabia informar do paradeiro do meu equipamento nem identificar quem tinha realizado a intervenção técnica. Após aproximadamente 30 minutos de espera, surgiu o funcionário responsável, informando-me que, alegadamente, após colocar o equipamento no “forno” utilizado para intervenção técnica, o ecrã teria deixado de funcionar, permanecendo totalmente preto. Mais grave ainda, o próprio funcionário admitiu que não realizou qualquer verificação do estado do equipamento no momento da receção, procedimento que, segundo o supervisor presente, constitui um passo obrigatório do protocolo interno da empresa. Tal omissão demonstra uma clara negligência no processo de receção do equipamento. O meu telefone encontrava-se plenamente funcional à data da entrega, incluindo o ecrã original Apple, sendo o único motivo da deslocação e reparação a substituição da bateria. O próprio equipamento tinha resposta ao toque, encontrava-se ligado e funcional, sendo impossível que o técnico não tivesse observado o ecrã operacional, até porque necessitou de desligar o aparelho para proceder à intervenção. Caso o ecrã apresentasse qualquer anomalia prévia, tal deveria ter sido comunicado imediatamente no ato da receção, o que não aconteceu. Quando procurei responsabilização pelo sucedido, o supervisor adotou uma postura hostil, defensiva e manifestamente pouco profissional, recusando assumir responsabilidades pelos danos causados e apresentando justificações contraditórias, acabando inclusivamente por contradizer o seu próprio funcionário relativamente aos procedimentos obrigatórios de verificação do equipamento. Apesar de reconhecerem uma fissura existente na tampa traseira do iPhone, tentaram usar esse facto para desresponsabilização, ainda que tal dano não tenha qualquer relação lógica ou técnica com a falha súbita do ecrã após intervenção interna no equipamento. Como consequência direta da intervenção da loja, vi-me coagido a suportar um custo adicional de 167€ pela substituição de um ecrã não original, de qualidade manifestamente inferior ao original Apple, apresentando diversos defeitos visuais, nomeadamente ao nível das cores e da qualidade geral de imagem, resultando numa clara desvalorização e degradação do meu equipamento. Foi ainda referido pelos funcionários que existiriam imagens de videovigilância da situação, tendo eu próprio sugerido que as mesmas fossem analisadas para comprovar que o telefone se encontrava funcional no momento da entrega, nomeadamente com o ecrã ligado e operacional. Face à gravidade da situação, dirigi-me à PSP, onde fui aconselhado a apresentar reclamação no Livro de Reclamações e aguardar resposta no prazo legal de 15 dias, o que fiz. No entanto, terminado esse prazo, não recebi qualquer resposta formal da entidade competente relativamente à reclamação apresentada. Em vez disso, fui apenas contactado telefonicamente pelos escritórios da Worten, numa tentativa de justificar informalmente a situação e encerrar o caso sem resolução efetiva, algo que recusei aceitar. Após novo contacto com a PSP, fui informado de que, não tendo recebido comunicação formal da entidade responsável pela reclamação, poderá ter ocorrido incumprimento legal do dever de resposta e eventual falha no correto encaminhamento da reclamação, situação suscetível de constituir contraordenação grave. Assim, venho exigir: 1. O reembolso integral do valor pago pelo ecrã não original (167€), imposto em consequência de danos causados durante a intervenção técnica da Worten Resolve; 2. A reposição do equipamento em condições equivalentes às existentes no momento da entrega, preferencialmente mediante instalação de componente original ou compensação adequada; 3. O esclarecimento formal, por escrito, relativamente ao tratamento dado à minha reclamação do Livro de Reclamações e respetivo número/processo; 4. A preservação e eventual análise das imagens de videovigilância referentes ao período da entrega e reparação do equipamento. Caso não exista resolução adequada da situação, reservo-me o direito de apresentar participação junto das entidades competentes de defesa do consumidor, arbitragem de conflitos de consumo e demais meios legais aplicáveis. Com os melhores cumprimentos,
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