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Reclamação sobre serviço odontológico não realizado corretamente – pedido de reembolso e reconhecime
No dia 21 de janeiro de 2026, estive na clínica dentária Cliabum, em Ílhavo, às 16h50, para realizar um procedimento odontológico. A médica informou que seria realizada uma limpeza dentária e uma radiografia. Por conta da minha condição de insuficiência da válvula mitral moderada com dilatação cardíaca grave, foi necessário tomar profilaxia antibiótica de 2 g de amoxicilina antes do procedimento, o que fiz seguindo orientação médica. Tomei o medicamento assumindo riscos médicos, acreditando que iria receber o serviço pelo qual paguei. No entanto, todos os procedimentos realizados entre a hora em que entrei no consultório e o momento em que efetuei o pagamento duraram, no máximo, 20 minutos, o que considero insuficiente para a execução completa de todos os procedimentos cobrados: raspagem e alisamento radicular de dois quadrantes (dentes 41 a 48 e 31 a 38), destartarização bimaxilar completa, aplicação tópica de flúor e radiografia. Ao final do atendimento, fiquei aguardando cerca de 25 minutos ou mais pelo pagamento. Recebi a fatura, cujo valor me pareceu excessivo e incoerente, considerando que possuo plano de saúde. Questionei a assistente sobre a fatura e ela informou que estava tudo correto, motivo pelo qual paguei o valor proposto. Posteriormente, ao pesquisar sobre os procedimentos que deveriam ter sido realizados, constatei que o serviço não foi realizado corretamente. Apesar da limpeza realizada, pontinhos pretos e manchas superficiais permanecem nos dentes, evidenciando que a raspagem e o alisamento radicular não foram feitos de forma completa. O procedimento não doeu, não foi usado anestesia local, o que era de se esperar também. Além disso, o raio X foi realizado após o procedimento, e não antes, como seria o recomendado para diagnóstico e planejamento adequado do tratamento. Verifiquei também que foi cobrado indevidamente o valor referente à aplicação de flúor (20€). Inicialmente, a assistente tentou devolver uma parte em dinheiro e, posteriormente, disse que enviaria o valor via MB Way. No entanto, até o momento, não recebi o reembolso. Após constatar esses problemas, tentei entrar em contato diretamente com a médica para esclarecer a situação e solicitar solução, mas fui informada de que estaria agindo de má fé. Considero esta acusação injusta e incorreta, pois todos os fatos descritos demonstram de forma clara que o serviço pago não foi realizado adequadamente e que fui exposta a riscos desnecessários. Diante desses acontecimentos, considero que fui exposta a antibiótico desnecessário, assumindo risco para a minha condição cardíaca grave, e ainda passei por transtorno, espera prolongada e estresse significativo, sem que o serviço contratado tenha sido efetivamente realizado. Diante disso, solicito formalmente: Reembolso imediato do valor cobrado indevidamente, referente à aplicação de flúor. Reconhecimento formal do transtorno causado e da exposição a risco médico desnecessário, como medida de responsabilidade da clínica. Anexo, sempre que possível, cópia da fatura e procedimentos, valor oficial de procedimento plano de saúde, tentativa de solução com a clínica, pagamento do antibiótico antes da consulta e comprovativo da reclamação feita no Livro de Reclamações.
cobrança intimidatória, pressão contratual e recusa de solução por desemprego
Venho por este meio apresentar reclamação formal contra a CEAC / PPT4U – Professional Personal Teacher, Lda., pela forma como tem sido conduzida a relação contratual comigo enquanto consumidora, nomeadamente através de práticas de cobrança intimidatórias, pressão psicológica, recusa absoluta de diálogo e desconsideração da minha atual situação económica. Inscrevi-me num curso da CEAC em 2022/2023, tendo realizado apenas duas ou três aulas. Solicitei o cancelamento numa fase inicial, o qual não foi aceite. Apesar de não estar a utilizar o serviço há cerca de dois anos, continuei a efetuar os pagamentos durante um período prolongado. No início de 2024, devido a dificuldades financeiras, fiquei pontualmente em atraso num valor aproximado de 90 euros. Após vários contactos, fui informada de que, caso não procedesse ao pagamento do valor total do curso (cerca de 700 euros na altura), o processo avançaria para ação judicial. Perante esta informação, senti-me pressionada e assinei um acordo de regularização, não por vontade livre, mas por receio das consequências legais que me foram transmitidas, não tendo sido apresentada qualquer alternativa ou solução razoável. Desde então, ao longo de 2024 e 2025, sempre efetuei os pagamentos, embora em várias ocasiões com atraso. Importa esclarecer que nunca me recusei a pagar. A cobrança era efetuada no início do mês e, quando não tinha possibilidade de regularizar nessa data, informava telefonicamente que apenas conseguiria pagar no final do mês. Nessas chamadas, foi-me sempre indicado que “não havia problema”, que a situação ficaria registada, e procedia posteriormente ao pagamento, enviando o respetivo comprovativo por email. Em 2025, fiquei desempregada(novembro) situação que constitui uma alteração grave e superveniente da minha condição económica. Perante essa realidade, enviei email a informar que não tinha possibilidade de continuar a efetuar os pagamentos naquele momento e a questionar se existia alguma solução ou suspensão temporária. Esse email não obteve resposta imediata. Apenas após novo contacto da minha parte é que recebi resposta por escrito, na qual a empresa se limitou a invocar o acordo anteriormente assinado, afirmando que me comprometi a pagar todas as prestações mensalmente e sem atrasos, recusando qualquer solução ou pausa, apesar da situação de desemprego. No contacto telefónico realizado no dia 21/01/2026, foi-me ainda dito que a empresa “estava a fechar os olhos” à minha situação por não cobrar juros de mora quando os pagamentos eram efetuados com atraso. Considero esta afirmação inadequada e intimidatória, uma vez que o facto de não serem cobrados juros não constitui uma solução nem um apoio, mas sim o cumprimento mínimo do contrato, sendo usado como argumento para recusar qualquer forma de suspensão ou renegociação perante desemprego. Reitero que nunca me recusei a pagar, apenas efetuei pagamentos em atraso quando não tive possibilidade de pagar na data inicial, situação que sempre comuniquei e regularizei. O que considero desproporcional e injusto é a exigência de pagamento integral de um serviço que não utilizo há cerca de dois anos, sem qualquer abertura para suspensão temporária ou solução ajustada à minha realidade atual. Para além disso, foi-me transmitido que, estando desempregada, “tenho mais tempo para estudar”, argumento que considero abusivo e desadequado. O desemprego não implica qualquer obrigação de frequentar formação nem pode ser utilizado para desvalorizar a minha impossibilidade financeira. Acresce que, entretanto, concluí o meu curso universitário, encontrando-me licenciada, pelo que esta formação deixou de se enquadrar no meu percurso académico e profissional. O atendimento prestado pelo departamento de recuperação de crédito tem sido reiteradamente arrogante, intimidatório e desprovido de empatia, sendo-me dito que “o problema é meu”, que “faça o que quiser” e que, caso não pague, avançarão para tribunal, ignorando o meu histórico de pagamentos, a minha boa-fé e a minha situação social atual. Face ao exposto, considero que a atuação da empresa pode configurar práticas de cobrança desproporcionais, pressão psicológica, desequilíbrio contratual e falta de boa-fé na relação com o consumidor. Solicito a análise desta situação pela entidade competente e uma resposta formal da empresa.
Seguro iPhone
O serviço que e vendido não corresponde ao que acontece na realidade! Precisei de por o meu telemóvel iPhone 13 no seguro no qual não teve arranjo e me foi enviado um valor para "compensar" mas a realidade e que a fnac quando fez a venda prometeu um serviço que a spb não está a realizar, quando fiz o seguro garantiram que davam o valor real do telemóvel 769,99€ e agora o valor que me estão a dar e de 449,99€ o que não corresponde ao serviço que foi vendido! Depois de contactar a fnac diz que o problema tem que ser resolvido com a spb e ao contactar a spb diz que tem que ser resolvido com a fnac! Ao fim ao cabo ninguém resolve nada vendem um serviço e não o cumprem ! Nunca mais fazei um seguro com esta seguradora! Muito desiludida com a situação!! Não recomendo a ninguém.
Conta bloqueada injustamente
Boa tarde, Bloquearam permanentemente a minha conta por supostamente ter insultado ou ofendido alguém. Não enviei qualquer tipo de mensagem insultuosa, nem fiz qualquer tipo de avaliação desse género, portanto a vossa acusação é COMPLETAMENTE FALSA. Já por várias vezes que eliminaram artigos injustamente, que mais tarde voltaram a publicar por não ir de facto contra as regras! Dado que não infringi as regras, e estão a retirar o meu direito à livre utilização da app, queria que me indicassem os meios de contacto ao dispor para avançar com uma ação judicial. Utilizador: sofias_closet Agradecia uma resposta o mais breve possível, Bibianna Sofia Cardoso Rosa
material entregue já danificado
Exmos. Senhores Ontem dia 20/01/2026 adquiri na Vossa loja do Rio Sul um Micro Ondas com entrega no meu domicilio uma vez que não tenho automóvel nem posso carregar pesos por motivos de saúde. De referir que a loja não tinha nenhum exemplar para entrega pelo que ficou a expedição agendada até ao dia 26/01. No entanto hoje dia 21/01 foi me entregue o Micro-Ondas pelos CTT. Ao abrir a Caixa verifico que o aparelho não está em condições, tem uma mossa na traseira do lado direito. Fui à Worten de Almada (Praça S. João Batista) de imediato (17,20). Fui atendido por uma funcionária que não sei o nome porque não estava identificada e depois de lhe ter explicado a situação informou que teria de ser eu a devolver na loja o aparelho danificado. Apos ter tornado a referir que não tinha viatura própria e que por motivos de saúde não podia levantar pesos a resposta foi a mesma com a agravante de que tinha 15 dias para efetuar a devolução, não tendo demonstrado qualquer interesse em arranjar uma solução mais consentânea com a situação apresentada. Ainda lhe disse que se a worten tivesse entregue a mercadoria em bom estado nada disto estava a acontecer. Agora por incompetência da worten em não cumprir as suas obrigações para com os seus clientes, não podem nem devem prejudicar a sua saúde nem ficarem prejudicados por uma situação de que não tem culpa. À Worten só resta cumprir com honestidade as obrigações que lhe estão atribuídas no desempenho da sua atividade. Atendendo ao exposto aguardo uma resposta consentânea com a situação descrita de modo a que não seja prejudicada a minha saúde nem que tenha prejuízos monetários.
falha na prestação de serviços / cancelamento unilaterais de agendamentos
A quem constar: Venho por este meio apresentar reclamação formal relativamente à condução do meu tratamento ortodôntico na Impress, cuja fase final se encontra atualmente comprometida por falhas reiteradas de comunicação, cancelamentos unilaterais de consultas e indisponibilidade injustificada de agenda, apesar de o tratamento se encontrar integralmente pago. Encontro-me na reta final do tratamento e considero que a atenção e diligência prestadas pela clínica foram manifestamente insuficientes e incompatíveis com as legítimas expectativas criadas no momento da contratação. Desde o início do serviço, deixei expressamente claro que deixaria de residir em Portugal a partir de 01/11/2025, e que poderia regressar caso fosse necessário para finalizar o tratamento se houvesse algum atraso (o que final se comprovou com a necessidade de adicionar a etapa de refinamento ao meu tratamento). Tal informação foi reiterada em diferentes momentos e, ainda assim, foi-me assegurado que: * o acompanhamento remoto seria viável, * os agendamentos presenciais não representariam qualquer entrave, * e que o processo seria simples e compatível com a minha situação. Essas garantias foram determinantes para a minha decisão de adesão ao tratamento - garantias que não se confirmaram na prática. Ao longo do mês de janeiro de 2026, período em que organizei uma estadia prolongada em Portugal especificamente para concluir o tratamento, tive dois agendamentos cancelados unilateralmente, sem aviso prévio adequado, sem proposta de alternativa e sem qualquer consideração pelos constrangimentos pessoais, profissionais e financeiros envolvidos. Destaco, em particular, os seguintes fatos graves: 1. Falta de dever de informação na consulta de colocação dos alinhadores de refinamento, no final de outubro de 2025, não fui previamente informada sobre a necessidade de instalação de botões e elásticos - apesar de ter comunicado que sairia de Portugal no dia seguinte. Apenas uma semana depois, já fora do país, fui contactada para realizar um procedimento que deveria ter sido planeado e comunicado atempadamente. Esta falha teve impacto direto no planeamento e execução do meu tratamento. 2. Cancelamento unilateral de consulta sem aviso A consulta inicialmente agendada para 05/01/2026, marcada com grande dificuldade e alinhada com a minha estadia em Portugal, simplesmente desapareceu da aplicação, sem qualquer comunicação prévia. Posteriormente fui informada de que a consulta havia sido cancelada unilateralmente, sem qualquer tentativa de contacto comigo ou proposta de remarcação, tendo sido colocada numa genérica “lista de espera”, apesar de eu já ter organizado viagem para o efeito - informação essa que inclusive comprovei mediante envio do bilhete aéreo. Ressalto que apenas após múltiplas tentativas de contato por diferentes meios (telefone e aplicação), consegui um encaixe excepcional para o dia seguinte, 06/01/2026. Tal solução só foi possível mediante insistência contínua da minha parte, o que demonstra que a resolução do problema não foi espontânea nem proativa por parte da Impress, mas sim fruto de esforços reiterados da minha iniciativa. 3. Reincidência de cancelamentos e falhas operacionais na fase final do tratamento Resolvida a questão relativa à colocação dos attachers e botões, tornou-se necessário agendar a consulta de encerramento do tratamento para o período entre 27 e 30 de janeiro de 2026, de forma a coincidir com o término do meu plano de alinhadores (13/13) e aproveitar a minha estadia já programada em Portugal, uma vez que regressarei de forma definitiva ao Brasil em 30/01/2026, sem qualquer previsão de retorno a Portugal. Apesar de ter comunicado de forma clara e reiterada esta limitação temporal, voltei a enfrentar dificuldades injustificadas de agendamento e cancelamentos unilaterais, tendo sido obrigada a acompanhar diariamente a aplicação e a contactar a clínica por quase duas semanas. Apenas após esse esforço contínuo consegui um agendamento para 27/01/2026, que posteriormente me foi comunicado tratar-se de um “erro”, sendo cancelado mais uma vez de forma unilateral, sem qualquer alternativa apresentada para a mesma data ou para datas próximas. Eu tinha conseguido realizar esse agendamento dia 14/01/2026 e estava tudo confirmado na aplicação até a notificação de cancelamento ter sido enviada hoje (21/01/2026), uma semana após estar tudo confirmado. A minha situação pessoal e profissional atual não me permite estar telefonando para a Impress e monitorando a aplicação entre 10 - 20 vezes ao dia para exigir um tratamento digno e razoável para um serviço já pago e contratado.. Este novo cancelamento colocou-me numa situação de extrema insegurança e stress, pois, até ao momento, não existe qualquer garantia de que conseguirei encerrar um tratamento integralmente pago antes da minha saída definitiva de Portugal, situação essa criada exclusivamente por falhas operacionais e de gestão da Impress. Isso sem falar na constante reorganização dos meus compromissos de trabalho para conseguir assistir às consultas com a impress, que acabam por ser canceladas. Encontro-me, neste momento, numa situação de stress injustificado, resultante de sucessivas falhas operacionais da clínica, tendo sido obrigada a despender tempo excessivo em chamadas telefónicas, monitorização constante da aplicação e reorganização da minha agenda pessoal e profissional - o que é manifestamente inaceitável. Face ao exposto, exijo que a Impress: 1) assuma a responsabilidade pelos cancelamentos unilaterais, e 2) garanta, com carácter urgente, um agendamento entre 27 e 29 de janeiro de 2026 para encerramento definitivo do meu tratamento. Caso tal não seja assegurado de forma imediata e concreta, informo que recorrerei às vias legais ao meu dispor em Portugal, incluindo eventual ação judicial por incumprimento contratual e falha na prestação de serviços, com pedido de indemnização pelos prejuízos causados. Registo, por fim, o meu profundo desapontamento com a Impress. Se tivesse conhecimento prévio das dificuldades sistemáticas de agendamento, da extensão injustificada do tratamento e da fragilidade do acompanhamento, não teria contratado os vossos serviços. Aguardo resposta urgente e uma solução concreta.
Desvalorização do Estado de Saúde
Entidade reclamada: Instituto da Segurança Social, I.P. Serviço: Junta Médica / Verificação de Incapacidade para o Trabalho Local: Sede Segurança Social de Setúbal Data: 21/01/2026 No dia 21 de Janeiro do presente ano de 2026, fui submetido a uma segunda junta médica para verificação de incapacidade temporária para o trabalho, no âmbito do meu processo na Segurança Social. Sou portador de Tiroidite de Hashimoto com sintomas agravados, depressão crónica e insónias, condições clinicamente documentadas, sendo acompanhado por médico psiquiatra, com relatórios médicos, análises, medicação e restantes comprovativos entregues no dia da junta. Durante o atendimento, senti que os médicos presentes desvalorizaram e menosprezaram a minha condição física e mental, ignorando a documentação clínica apresentada e o parecer do médico assistente. O tratamento foi feito como se eu não apresentasse qualquer limitação, apesar de me encontrar inapto para exercer a minha atividade profissional (cozinheiro), que é de elevado nível de stress, incompatível com o meu estado de saúde atual. Após a verificação, foi ainda anulado o meu subsídio por Situação de Incapacidade Temporária para o Trabalho, decisão que considero injusta, desproporcionada e tomada sem a devida consideração do meu quadro clínico real. Esta situação causou-me grande impacto emocional e agravamento do meu estado de saúde, sentindo-me desrespeitado enquanto utente do Serviço Nacional de Segurança Social.
renovaçao contrato
Vejo que a mesma insatisfação que eu tenho com a empresa, já é frequente, e infelizmente nao sou a única a esta insatisfeita com a renovação automática, sem aviso, e a obrigação do pagamento por mais 12 meses. Gostaria de apresentar a minha insatisfação com a empresa, e perceber se legalmente esta situação pode ficar com a obrigação de pagamento de 12 meses
Dívida não exigível
Exmos. Senhores, A minha esposa, M. N., tem vindo desde julho de 2024 a ser contatada por esta empresa com a alegação da existência de uma dívida infundada para com a Medicare datada de 2021. A minha esposa contatou telefonicamente a Medicare a saber dos seus planos de saúde, em data que não pode precisar mas antes de 2018. Foi-lhe enviado um cartão, mas o mesmo nunca foi utilizado e por indicação da Medicare foi destruído, pois não existiu interesse na contratualização do seguro, não se tendo verificado da sua parte qualquer confirmação por escrito relativamente à adesão ao serviço, não existindo assim qualquer vinculação conforme legalmente se encontra previsto e não relevando para o caso a receção do cartão para além de não ter sido utilizado. Por email já foi transmitido à Indebt o não reconhecimento desta divida e também foi contatada a Medicare que confirmou que o assunto estava encerrado e que não desse importância às comunicações recebidas. Assim, solicita-se que a alegada dívida seja considerada sem efeito, bem como a cessação de todos e quaisquer contactos futuros relacionados com este assunto. Atentamente J. S. (associado da DECO) em nome de M. N.
Reclamção de Contrato Falso
Exmos. Srs, Venho por este meio apresentar a minha indignação e respectiva reclamação, uma vez que na minha apólice indica que inclui parto com um capital seguro de 50.000 €, no entanto apercebo-me a uma semana de ser pai pela primeira vez, que não posso fazer uso desse valor indicado na minha apólice nem para pagar o parto nem para pagar despesas associadas a minha estadia para acompanhamento do nascimento do meu filho. Ora isto é enganar as pessoas. Tenho este seguro há mais de 10 anos, tendo aderido ao mesmo em 2015, e só agora me apercebo que não me posso acreditar no que supostamente estou seguro ou não. Isto trata-se de enganar o cliente de forma gravosa. Pelo que irei proceder também à reclamação no livro de reclamações, bem como junto da Deco Proteste e Portal da Queixa. Irei também exigir a renegociação desta mesma apólice e o pagamento do valor equivalente a todos os elementos indicados na minha apólice dos quais não posso usufruir e para os quais tenho pago durante 10 anos.
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