Reclamações públicas

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B. G.
06/07/2026

iStore exige sobrepreço pós-venda em violação das suas próprias condições de venda

Em 17/06/2026 comprei, em loja, um MacBook Pro personalizado, com pagamento integral no ato (6.658,99 €) e fatura emitida (FT A107.2026/70). Prazo de entrega indicado: 4 a 6 semanas. A própria fatura declara que a encomenda «não pode ser anulada, alterada nem devolvida após formalização». Nove dias depois, a 26/06/2026, a iStore comunicou-me por escrito que, devido a uma atualização de preços da Apple, a entrega do equipamento — já pago na totalidade — ficaria condicionada ao pagamento de um valor adicional de 1.095,32 €, sob pena de cancelamento da encomenda. Ou seja: a empresa vendeu, faturou e recebeu o preço por inteiro, e agora recusa entregar o bem sem que eu pague mais. Esta exigência viola a lei e as próprias regras da iStore: — O artigo 406.º do Código Civil: o contrato cumpre-se nos termos acordados e só se altera por acordo. Uma subida de preços do fornecedor é risco do vendedor, não do cliente. — As próprias Condições Gerais de Venda da iStore (cláusula 2.3) estabelecem que alterações de preço só se aplicam a compras efetuadas após a data da alteração — a minha é anterior — e as cláusulas 1.2 e 1.5 salvaguardam os contratos já celebrados e em execução. — A própria fatura exclui a anulação ou alteração da encomenda após formalização. Recusei o pagamento adicional e o cancelamento, interpelei formalmente a empresa para entregar o equipamento ao preço faturado e registei reclamação no Livro de Reclamações (folha n.º 35342384, de 26/06/2026), bem como junto do Provedor do Cliente da iStore. Até à data, sem resolução. Disponho de toda a prova documental: faturas, comunicação escrita da empresa a exigir o valor adicional, interpelações e folha de reclamação. O que exijo é simples: a entrega do equipamento ao preço a que foi vendido e pago. Caso a empresa cancele unilateralmente, exigirei a restituição integral acrescida de indemnização pela diferença de custo de equipamento equivalente, recorrendo às vias legais competêntes. Karol Bot Gonçalves

Em curso
I. A.
06/07/2026

serviço de carregamento de ar condicionado

Empresa: NORAUTO Mem-Martins No dia 6/7/2026 desloquei-me à loja da Norauto de Mem-Martins para solicitar um novo carregamento do ar condicionado do meu veiculo, já que o efetuado anteriormente não apresentou o resultado esperado. Fui informada neste dia (6/julho de 2026 que o serviço realizado anteriormente em agosto de 2025, só tinha validade de 3 meses. Informação que o colaborador da loja foi questionar, porque também não sabia. Resolvi solicitar o livro de reclamações e descrevi o motivo da minha indignação. Contudo após a minha elaboração foi-me entregue o original da reclamação. (A folha da reclamação é o nº 38164654). Posteriormente, fui contactada telefonicamente e solicitando para regressar à loja para entregar o original da reclamação, situação que considero irregular e que me suscitou dúvidas quanto ao correto cumprimento dos procedimentos legais relativos ao Livro de Reclamações. Solicito esclarecimentos sobre: - A fundamentação da recusa na assistência solicitada - O uso irregular do Livro de Reclamações por parte da Norauto.

Em curso
A. F.
06/07/2026

Encomenda com informação errada do estafeta

Bom dia, Como já é habitual nos últimos anos, tenho tido vários problemas com a entrega de correio e encomendas na minha residência. Para evitar atrasos nas entregas e deslocações desnecessárias, costumo pedir as entregas para o meu local de trabalho, exceto quando estou de baixa, como é o caso agora. Nessas situações, solicito que as entregas sejam feitas em casa ou num ponto de recolha próximo. Desta vez, o fornecedor fez dois envios por motivos de stock: um para o ponto de recolha e outro para a minha residência. Recebi uma SMS a indicar que a entrega seria feita na sexta-feira, dia 03/07, até às 19h. Como era um dia importante para mim, decidi faltar à fisioterapia para poder receber a encomenda. Para minha surpresa, às 19:03 recebi uma mensagem do fornecedor a informar que a transportadora tentou entregar o pacote, mas não teve sucesso. Mais tarde, às 20:15, recebi uma SMS dos CTT a lamentar o atraso na entrega da encomenda. Ao contactar o fornecedor, foi-me dito que iria ser pedido um novo envio. Infelizmente, preciso mesmo da fisioterapia diariamente e não posso voltar a faltar só para receber a encomenda, pois já perdi tempo antes e corre o risco de ninguém aparecer de novo. Tenho conta nos CTT e podem consultar o histórico das minhas encomendas. Tenho provas de tudo o que me foi dito e do que comunicaram ao fornecedor. Além disso, sou motorista distribuidor porta a porta, com mais de 22 anos de experiência em entregas. Por isso, conheço bem o processo e não compreendo como estas situações ainda acontecem.

Encerrada
J. L.
06/07/2026

Reclamação

EX senhores .venho por este meio apresentar reclamação relativamente ao registo de um crédito alegada dívida em meu nome comunicada ao banco de Portugal.tive conhecimento da existência deste registo porém desconheço a origem da referência dívida uma vez que nunca fui devidamente informada da sua existência nem reconheço qualquer obrigação de pagamento relacionado cm a mesma.Assunto solicito que me seja facultada com a maior brevidade possível seguinte informaçao.identicaçao da origem da alegada dívida cópia do contrato ou documentação q comprove a existência da obrigação data da dívida comunicada ao banco de Portugal .caso verifique registo foi efetuado por erro ou sem fundamento legal solicito imediata retificação ou ilustração junto banco de Portugal como confirmaçao pr escrito dessa regularização agradeço q presente reclamação seja respondida dentro prazo legal de 20 dias.Com os melhores cumprimentos

Encerrada
F. S.
06/07/2026

Débitos efetuado sem subscrição

Bom dia, Não fiz nenhuma subscrição na Glovo prime e debitaram-me da conta, no dia 6 de Junho e no dia 6 de Julho, a quantia de 5,99 em cada mês. Já tive que ir cancelar o método de pagamento na app da PayPal, uma vez que era o modo de pagamento que tinha, quando efetuava encomendas. Na app da Glovo, fui ao separador da Glovo Prime e não tinha efetuado nenhuma subscrição da Glovo Prime. Entrei em contacto com o vendedor GLOVOAPP23 SL, e o mesmo nem fez caso da minha exposição, apesar de só ter referido que eu não tinha nenhuma subscrição. Fiquei sem entender como tinha uma subscrição na Glovo Prime, sem ter sido eu a fazê-lo.

Encerrada
I. D.
06/07/2026

Encomenda enganosa

Exmo.(a) Senhor(a), Venho, por este meio, apresentar uma reclamação contra a empresa DIGITAL TRENDING GROUP LLC, por considerar que fui vítima de publicidade enganosa e de uma prática comercial desleal. Adquiri, através de um anúncio publicitário, uns alegados óculos de graduação ajustável, apresentados como um produto inovador, de elevada qualidade e capaz de adaptar a graduação às necessidades do utilizador. Contudo, o produto recebido não corresponde minimamente ao que foi anunciado. Os óculos apresentam uma qualidade extremamente inferior, com materiais de baixo custo e lentes que não possuem as características prometidas na publicidade. O produto recebido é manifestamente diferente daquele que motivou a minha decisão de compra. Além disso, paguei um valor adicional para adquirir um denominado "pacote surpresa", anunciado como contendo produtos com um valor superior a 20,00 €. Para minha surpresa e indignação, esse "pacote" consistia apenas em dois cigarros eletrónicos, colocados na mesma pequena embalagem dos óculos. Esta situação é ainda mais grave porque nunca manifestei qualquer interesse por esse tipo de produto e nem sequer sou fumador. Considero totalmente inadequado e irresponsável enviar cigarros eletrónicos como "oferta surpresa", sem qualquer informação prévia ou possibilidade de escolha por parte do consumidor. Sinto-me claramente enganado, ludibriado e profundamente desapontado com esta compra. A publicidade induziu-me em erro quanto às características do produto e quanto ao alegado conteúdo do pacote adicional, levando-me a efetuar um pagamento que, de outra forma, nunca teria realizado. Face ao exposto, solicito a intervenção da DECO PROTESTO para que este caso seja analisado e para que a empresa seja instada a proceder ao reembolso integral dos valores pagos, ou a apresentar uma solução justa e compatível com os direitos do consumidor, sem prejuízo das demais medidas que entendam adequadas perante uma situação que considero lesiva dos consumidores. Agradeço, desde já, a atenção dispensada e fico a aguardar uma resposta. Com os melhores cumprimentos, Israel da Silva Lemos

Encerrada
R. S.
06/07/2026

Desativação de conta

Exmos. Senhores, A minha conta do facebook foi desativada, de um momento para o outro, sem qualquer motivo aparente ou justificação. Tenho a conta desde 28/10/2009 e a mesma é exclusivamente de uso pessoal, com publicações diarias acerca da minha pessoa, gostos que partilho, familia ( Pais / mulher / filha ), NUNCA tendo ido de encontro a algo que possa justificar a desativação. No passado Sabado ( 04/07/2026 ) de manhã, ainda consegui entrar, tendo após pouco tempo ter recebido um pedido de verificação facial, tendo feito e logo de seguida ter recebido a seguinte mensagem : " Continua a desrespeitar os nossos Padrões da Comunidade relativos à integridade da conta. Não pode pedir outra revisão. " Uso o facebook diariamente, tendo uma galeria com varias pastas de fotos pessoais e uma lista de amizades extensa com quem mantenho contato. Venho com isto pedir uma analise ao que possa ter acontecido e a ativação da conta novamente. Facebook : https://www.facebook.com/RataCups Disponivel para qualquer esclarecimento e desde já grato, Com os melhores cumprimentos, Raul Seixas

Em curso
V. A.
06/07/2026

iParque retém saldo dos utilizadores e exige taxa abusiva de 6.15€+IVA para devolver o dinheiro!

Quero apresentar uma reclamação sobre a aplicação iParque (ACIN iCloud Solutions Lda) e o seu novo sistema de carregamentos, que considero uma autêntica armadilha para o consumidor. No dia 3 de julho, ao tentar pagar o estacionamento em Matosinhos, deparei-me com uma aplicação confusa e nada intuitiva, que agora obriga a "top ups" por município. Devido a esta má usabilidade, carreguei por engano 5,00€ na entidade da Maia, além de já ter 19,25€ em Matosinhos. Ao perceber que o sistema está desenhado para reter o nosso dinheiro, solicitei o reembolso do meu saldo total de 24,25€ e a desativação da conta. Para meu espanto, a iParque recusou a devolução integral (Ticket ID: 00763310). Alegam que o dinheiro fica cativo na autarquia e que, se eu quiser o MEU dinheiro de volta relativo a um serviço que não foi usado, tenho de pagar uma "taxa administrativa" de 6,15€ + IVA. Isto é inadmissível. O saldo não utilizado é propriedade do consumidor e não pode ser confiscado por regras ocultas em Termos e Condições. Cobrar mais de 7,50€ para processar um reembolso é uma prática abusiva para nos obrigar a desistir do dinheiro. Exijo a devolução imediata e integral dos meus 24,25€.

Encerrada
V. A.
06/07/2026

Acesso negado á carteira

Fiz uma venda na aplicação Wallapop no valor de 35€. O dinheiro foi para a minha carteira mas o acesso foi-me negado. Agora não posso transferir o dinheiro da carteira virtual para a conta bancária porque me bloquearam o acesso. Já enviei várias mensagens para o centro de ajuda mas ninguém responde.

Encerrada

Multicare - Cobrança de valores indevidos e falta de esclarecimento em alteração de plano de seguro

Bom dia, Fiquei sem seguro de saúde em abril de 2026, devido à rescisão do contrato de trabalho. No dia 19 de maio de 2026, solicitei a adesão a um novo seguro de saúde Multicare (a mesma seguradora que tinha anteriormente), com a expectativa de poder beneficiar da isenção de período de carência, já que passou pouco tempo desde o cancelamento do seguro anterior. Apenas a 9 de junho é que recebi um e-mail com as condições do novo seguro, incluindo as exclusões, e pediram-me para clicar no botão 'Aceitar'. Não o fiz de imediato porque tinha dúvidas que precisava de esclarecer, por isso respondi ao e-mail com as minhas questões. Como não obtive resposta, voltei a enviar um e-mail no dia 18 de junho. No dia 22 de junho, cobraram-me indevidamente a primeira mensalidade mais 5€ de adesão, apesar de eu não ter autorizado qualquer débito direto, não ter assinado nada, nem ter aceite as condições. Estava agendado o débito de mais uma mensalidade nesse dia, mas consegui cancelar o débito direto a tempo. No mesmo dia, finalmente, responderam ao meu e-mail e disseram que poderiam analisar a possibilidade de alterar a data de início do seguro (de 20 de maio para até 5 de junho, para manter a isenção da carência, pois para isso não poderia ultrapassar os 60 dias entre o anterior e o novo seguro). No entanto, continuei com dúvidas relativamente às exclusões e aos valores que teria de pagar em consultas ou exames. Para não esperar mais tempo, liguei para a linha de apoio ao cliente, que supostamente teria o histórico de tudo o que tinha acontecido. Perguntei se era possível alterar a data, conforme tinha sido sugerido por e-mail, e disseram-me que afinal não era possível. Decidi então baixar o plano do seguro. Informaram-me que teria de pagar mais 5€, porque não era possível apenas alterar o plano na mesma apólice, só criando uma nova. Não me parece justo, mas aceitei porque já estava cansada da situação. Alguns dias depois (1 de julho) recebi um SMS a informar que teria de pagar mais 8,02€ pelo cancelamento da apólice anterior, e que em breve receberia o aviso de pagamento, mas essa informação nunca me foi dada durante a chamada ao apoio ao cliente. Curiosamente, hoje ao verificar a aplicação myFidelidade, está a fatura dos 8,02€ com data limite de pagamento a 30 de junho, apesar de só ter recebido o SMS, ainda sem recibo, a 1 de julho. Enviei novo e-mail no dia 1 de julho, resumindo todas estas questões para ter prova escrita, mas até hoje, 6 de julho, continuo sem resposta. Gostaria de saber se é mesmo legítimo cobrarem os 5€ pela alteração do plano e os 8€ pelo cancelamento da apólice anterior, sendo que só estou a alterar o plano. Tenho todos os meus seguros na Fidelidade e nunca tive uma experiência tão má como esta.

Resolvida

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