Reclamações públicas

Consulte todas as queixas publicadas na plataforma Reclamar e encontre solução para um problema semelhante, relacionado com produtos e serviços. Saiba mais

Encomenda não recebida

Ontem, dia 13/05/2026, fiz uma compra online de fraldas para bebé, com pagamento efetuado via Mbway. Acontece que não recebi nenhum email com a confirmação da encomenda, pelo que me parece tratar-se de uma fraude. Gostaria de conseguir obter o reembolso do montante, abaixo o comprovativo de pagamento. Obrigado. Comprovativo referente à compra efetuada com a aplicação MB WAY a 13 de Maio de 2026 - 16:25. Comerciante PPRO PAYMENT SERVICES SA Operação Compra efetuada Valor 29,97 € Detalhe 7JRIHA3 d CONNECTAPAG ID transação s2pgBkDsYX1VBfnD8h8P

Encerrada

Má qualidade Lente

Exmos. Senhores, Comprei 2 lentes marca ZEISS em Março 2025, em abril 2026 verifico que numa das lentes existe uma mancha que não sai quando limpo. Vejo uma nevoa no local da mancha. Reclamei e a marca responde " que a mancha é resultado do manuseamento durante a sua utilização", o que não corresponde à realidade. De salientar que as lentes estão dentro da garantia. A marca ZEISS publicita qualidade premium mas verifica-se que não é verdade, o preço é muito elevado, para a qualidade apresentada, sem assistência pós venda pois não assumem a garantia. Desta forma apresento o meu desagrado pela qualidade da marca. Cumprimentos.

Encerrada
H. R.
13/05/2026

Voucher E-Lar caducado

Exmos. Senhores, Venho expor e reclamar do seguinte: Em 07/01/2026 candidatei-me à 2ª fase do programa E-Lar, do Fundo Ambiental, para aquisição de eletrodomésticos de classe energética “A”, tendo-me sido atribuído um voucher com o nº 551 99187 33 no valor de 300,00€, válido até 01/04/2026, que junto em anexo. Em 04/03/2026, após várias consultas a fornecedores de eletrodomésticos preenchi "on line", um formulário no site da WORTEN, com a identificação do voucher, ficando a aguardar um contacto a fim de ser feita a encomenda do eletrodoméstico por mim pretendido. Como ao fim de uma semana não fui contactado, telefonei para a Worten, tendo sido informado que por haver muitos pedidos, estavam com atrasos, mas que não me preocupasse, que iria ser contactado. Passadas mais uns dias, novo contacto, agora advertindo de que o voucher caducaria no dia 1 de abril próximo, e a mesma resposta, que não tardaria a ser contactado. Dirigi-me também, uns dias depois, a uma loja da Worten, no Oeiras Park, onde um funcionário me informou não puder fazer nada, que era a equipa que trabalhava com os produtos E-Lar que me iria contactar. No dia 05/04/2026 recebo um e-mail do Fundo Ambiental (Programa E-Lar), a comunicar que "... o seu "Voucher" E-LAR 551 99187 33 se encontra caducado, por decurso do prazo máximo de 60 dias previsto no Aviso aplicável..." Passados uns dias fui contactado pela Worten a sugerir que iriam contactar o Fundo Ambiental para tentar pedir a reativação do voucher, mas como, entretanto eu já tinha adquirido o eletrodoméstico junto de outro fornecedor, lamentaram o sucedido e apresentaram muitas desculpas. Assim, face ao exposto, e pelo facto de a Worten não ter ativado o voucher, deixando-o caducar, solicito que seja indemnizado pelo valor que nele consta - 300,00€. Cumprimentos.

Em curso
D. L.
13/05/2026

Recusa de assistência em garantia – Pixel 6 Pro de substituição

Sou consumidor residente em Portugal. Adquiri um Google Pixel 6 Pro na Google Store da Alemanha. Na sequência de uma avaria, a Google emitiu um equipamento de substituição, entregue em Portugal a 21 de agosto de 2023 (RMA n.º RMA99110776). Nos termos do Decreto-Lei n.º 84/2021, o equipamento substituto beneficia de um novo período de garantia legal de três anos a contar da data da sua entrega, ou seja, até 21 de agosto de 2026. Em 1 de setembro de 2025, a Google confirmou-me por escrito: "the warranty remains valid until August 21, 2026… coverage remains active." O equipamento encontra-se inutilizável, bloqueado em modo fastboot, incapaz de iniciar o sistema operativo. Trata-se de um defeito amplamente documentado em fóruns oficiais da Google, associado a actualizações de software da própria Google. Não obstante esta confirmação escrita e a garantia legal em vigor, a Google recusa a reparação ou substituição gratuitas, exigindo pagamento. A última resposta (maio de 2026) ignora por completo a legislação portuguesa e a garantia que ela própria confirmou. Solicito que a Google seja obrigada a reconhecer a garantia legal até 21-08-2026 e a proceder à reparação ou substituição gratuita do equipamento. Modelo: Google Pixel 6 Pro, Stormy Black, 256 GB | IMEI: 357721789852589 | S/N: 24021FDEE002C1 | RMA: RMA99110776

Encerrada
H. T.
13/05/2026

Péssimo serviço prestado

Exmos senhores, venho por este meio reclamar o meu descontentamento que ocorreu após a compra de uma armação e lentes, ao qual após algumas horas deparamo com erros no produto entregue, armação vinha deformada e estava com folga nas lentes, até chegar a esta conclusão por parte dos front Office desta loja, andei em deslocamentos contínuos durante um mês, no qual tivemos que pedir livro de reclamações e pedir "por favor" para falar com a responsável da loja, que ao início se recusou a falar comigo. Ficou combinado e "supostamente" escrito na minha ficha de cliente, que caso o problema não tivesse uma resolução que iriam proceder à devolução do dinheiro e consequentemente devolvia os óculos. Com tudo, o caso foi constantemente, sendo arrastado e até uma nova consulta para averiguar se havia realmente problema com a graduação foi feita. E durante essa mesma consulta, a oftalmologista dizendo que havia realmente um diferença de 25, para com a outra lente, não iria ser possível validar e que não era possível trocar a lente. O descontentamento vem das inúmeras idas à loja para mutuamente resolvermos um problema que teve durante este tempo propostas de soluções que eram sempre negadas no dia seguinte. As informações dos funcionários da loja Wells ótica no NorteShopping em Matosinhos, demonstraram perante o nosso caso, uma falta de informação e profissionalismo total, onde as informações de procedimentos não são passados internamente aos funcionários que dão a cara aos clientes. O tratamento é desconfortante e fez-me passar por intelectualmente abaixo da média cognitiva, quando ouvimos por parte dos funcionários contradições constante.

Em curso
H. D.
13/05/2026
Quinta de Cabanas

Trabalho sob pressão

Olá, Trabalho em hotelaria por 7 meses fazendo serviço de áreas ex: Housekiping no meu contrato diz Trab limpeza Ho. Será se me podem elucidar sobre se existe legislação portuguesa que mencione se sou obrigada a fazer várias funções de cozinha, servir a mesa, copeira, tratar e usar produtos químicos em piscinas, transporte móveis pesados para eventos privados, Jardinagem e limpar necessidades de cão e por vezes obras. É que normalmente faço esta tarefa e sempre reclamam tendo também de manter a limpeza de áreas e acudir a algum pedido urgente, resulta que chego a percorrer cerca de 55km em 10/14h pois pouco tempo tenho para uma pausa nem refeição certas. Sou mãe de 3 menores de 10anos e tenho horário flexível só me dão o horário para o dia seguinte a meio da noite não semanal nem mensal, isso é legal? Mal passo tempo com minha família o meu filho de 10anos é especial ex:autista um de 8 e um de 6anos e muitos problemas para resolver e tratar de escolas e médicos e etc… Sem horários corretos de serviço e horas extraordinárias sem serem pagas nem gozadas. Gostava de uma resposta. Obrigada

Encerrada
I. B.
13/05/2026

reclamação relativa ao contrato de adesão celebrado com o ginásio Time To Fitness.

Venho apresentar reclamação relativa ao contrato de adesão celebrado com o ginásio Time To Fitness. Solicitei o cancelamento da minha adesão no dia 09/05/2026, através dos meios indicados pela própria empresa. No entanto, fui informado de que o contrato apenas cessaria no final de junho, o que implica uma extensão do período de faturação para além de 30 dias após a comunicação de denúncia. Adheri ao ginásio em 10/02/2026, tendo pago apenas a mensalidade correspondente ao período até ao final de fevereiro. Sempre foi transmitido no momento da inscrição, no clube de Moscavide, que não existia fidelização nem anuidade e que o cancelamento poderia ser efetuado a qualquer momento, mediante aviso prévio. Considero, por isso, que a interpretação aplicada pela empresa não respeita o equilíbrio contratual nem o princípio da boa-fé, uma vez que transforma um aviso prévio de 30 dias numa obrigação prática substancialmente superior (aproximadamente dois meses). Entendo que, tendo a comunicação de cancelamento sido efetuada ainda durante o mês de maio, a cessação do contrato deverá produzir efeitos após o decurso do prazo de aviso prévio de 30 dias, não sendo devida a cobrança adicional até ao final de junho. Solicito a intervenção da DECO PROteste no sentido de mediar esta situação e avaliar a conformidade desta prática com a legislação de defesa do consumidor em Portugal.

Encerrada
M. S.
13/05/2026

Subscrição serviço prime / cobrança indevida

Exmos. Senhores Venho apresentar uma reclamação formal extremamente séria relativamente à cobrança indevida de 89,99€ associada ao serviço “Prime”, bem como ao comportamento abusivo e desrespeitoso do vosso atendimento telefónico. A minha subscrição terminava no dia 03/05/2026 e, ainda assim, foi efetuada uma nova cobrança sem que eu tivesse dado consentimento claro, consciente e informado para qualquer renovação automática. Em nenhum momento fui devidamente esclarecido de que este valor seria novamente debitado. Além da cobrança indevida, considero igualmente grave a forma como fui abordado e tratado pelo vosso serviço de apoio ao cliente. Durante o contacto telefónico: * Foram utilizadas práticas de pressão e insistência para me manter associado ao serviço; * Foi feita uma abordagem comercial enganadora e aliciante sem transparência suficiente; * Não me foram explicadas claramente as consequências da adesão e renovação; * O atendimento revelou falta de respeito, profissionalismo e consideração pelo consumidor; * Senti-me induzido em erro relativamente às condições do serviço e respetivas cobranças. É inadmissível que uma empresa utilize métodos agressivos ou pouco transparentes para manter clientes vinculados a serviços pagos, especialmente quando estão em causa renovações automáticas e valores elevados. Recordo que as práticas comerciais devem respeitar os princípios da boa-fé, transparência e informação clara ao consumidor, conforme previsto na legislação portuguesa e europeia de proteção do consumidor. O que ocorreu nesta situação ultrapassa claramente aquilo que considero aceitável. Desta forma, exijo imediatamente: 1. O cancelamento definitivo da subscrição “Prime”; 2. O reembolso integral dos 89,99€ cobrados sem autorização clara; 3. A remoção de qualquer método de pagamento associado à minha conta; 4. Confirmação escrita de que não existirão novas cobranças; 5. O registo formal desta reclamação internamente. Caso não exista resolução rápida e favorável, irei avançar com: * Reclamação no Livro de Reclamações Eletrónico; * Participação junto das entidades de defesa do consumidor; * Contestação bancária da cobrança; * Exposição pública da situação em plataformas de avaliação e redes sociais. Aguardo resolução urgente desta situação. Com os melhores cumprimentos,

Resolvida
C. S.
13/05/2026

Denúncia Contratual

Após vários contactos telefónicos por parte da Vortal para nos vender os serviços, no dia 21 de Fevereiro de 2025 a empresa Workfer, Lda realizou um contrato com a Vortal. Contratámos desta forma, via telefone, o Plano V e como tinham a decorrer a campanha promocional de acesso ao mercado privado, ofereciam-nos também esse serviço. Teríamos ao dispor uma gestora para acompanhamento permanente para nos ajudar com qualquer questão, dúvida ou com a submissão de alguma proposta. Ficámos a pagar mensalmente por este serviço 223,98€ No decorrer do contrato, quando necessitava de apoio para submissão de propostas ou tinha alguma dúvida contactava a gestora que se encontrava sempre indisponível, tendo sempre que ligar para a linha geral para tentar falar com alguém que me pudesse esclarecer. As justificações dadas foram que a minha gestora estava ocupada a dar outros apoios ou em reuniões. O apoio contratado foi assegurado pela linha geral. Durante 1 ano de serviço consegui falar com a gestora que me tinha sido atribuída 2 vezes, facto que foi confirmado através das gravações de chamadas, prática efetuada pela Vortal e comum na maioria das grandes empresas. A ausência de prestação do serviço de assessoria e acompanhamento da gestora de conta dedicada constitui incumprimento das obrigações contratuais assumidas pela Vortal no momento da venda telefónica. No dia 28 de Fevereiro de 2026 recebemos uma fatura no valor de 420,96€, no sentido de perceber o porquê do valor, liguei para a gestora que mais uma vez se encontrava indisponível e por esse motivo tive que ligar como sempre para a linha geral. Foi-me dito que o contrato tinha sido renovado automaticamente, que o valor tinha sido atualizado e que teria que falar com a minha gestora se tivesse alguma questão. Como não consegui falar com a gestora, nem consegui, após a solicitação, que a gestora me devolvesse a chamada, voltei a ligar para a linha geral a expor a situação e a contestar o valor. Disse que não era correto da parte da Vortal aumentar o valor mensal sem um aviso prévio, que o valor em causa era abusivo, não tinha justificação e que estava disposta a manter o serviço pelo valor mensal que pagava anteriormente. Fiquei a aguardar a resposta à minha reclamação, mas não a recebi, como tal no dia 4 de Março preenchi o formulário de denúncia contratual. No seguimento da denúncia contratual recebi um email de confirmação da Vortal a informar que o formulário tinha sido encaminhado para a gestora, pelo que fiquei a aguardar um contacto que uma vez mais não aconteceu. O fim de uma campanha promocional obriga a empresa ao aviso prévio do cliente sobre o novo valor aplicável para o período seguinte, em respeito pelo princípio da boa-fé e transparência contratual. Também não fomos consultados sobre se queríamos subscrever o serviço que inicialmente tinha sido oferta, limitaram-se apenas a debitar o respetivo valor na fatura. Ao omitirem o valor real da renovação até à emissão da fatura, que foi enviada após o término do contrato, inviabilizaram qualquer hipótese de exercer o direito de cancelamento dentro do prazo regulamentar, inviabilizaram o direito de aceitar ou recusar pagar aquele valor pelo serviço. Recebi até à presente data 3 faturas indevidas com o valor de 420,96€ cada uma, e assentes num valor nunca acordado e correspondentes a um período pós-denúncia. Considero que a Vortal age de má fé e de forma abusiva, ao debitar e faturar valores indevidos, atua desta forma com a generalidade das pequenas empresas, faz um contrato ambíguo e vago, isto porque deixa em aberto valores e a oferta de determinados serviços, que podem ser oferta por um período limitado, mas não especifica quais são esses serviços. A Vortal reserva-se ao direito de atualizar valores sem mencionar percentagens ou margens, e de retirar ofertas quando entender sem aviso prévio. Nada destas questões são abordadas quando nos contactam para realizar o contrato. Prometem um serviço que não cumprem, além de que o serviço que prestam não se coaduna com o valor que cobram, o que leva à conclusão que o valor pago serve apenas para ter acesso aos concursos. Neste caso o contrato terá sido renovado automaticamente no dia 21 de Fevereiro de 2026, sendo que recebi a fatura com o valor da renovação no dia 28 de Fevereiro, 7 dias depois da renovação automática, conforme comprova a data da própria fatura. Foi apenas no dia da receção da fatura que tive conhecimento do novo valor. Entre a tomada de conhecimento do valor a pagar daí em diante, e a denúncia do contrato seguiram-se 5 dias corridos que correspondem a 3 dias úteis, prazo que considero legitimo para a denúncia do contrato e para a anulação das faturas, e que se devem ao período de espera de resposta por parte da gestora ou da Vortal. Face ao exposto, a Workfer, Lda. exige: O cancelamento imediato do contrato com efeitos retroativos a 4 de Março de 2026 data da submissão do formulário de denúncia, por justa causa imputável à Vortal. A anulação integral das 3 faturas emitidas no valor de 420,96€ cada, uma vez que o serviço foi denunciado e o valor faturado nunca foi objeto de acordo entre as partes nem informado antecipadamente. A cessação de qualquer cobrança ou ameaça de contencioso baseada nestas faturas indevidas.

Encerrada
J. B.
13/05/2026

Contract Cancellation

Good day, I took out an contract with Medicare Health for myself and my daughter in March 2025. I do not speak Portuguese and the person who phoned me and assisted me spoke very good English, they explained some things to me that I had questions about but at no point was I told I can ONLY cancel my contract in March of every year and if I do not cancel it in the month of March it will automatically renew for the next 12 months and I will not be able to cancel it until the following March. In April 2026 I send an email requesting to cancel my contract from end May 2026. I received and email back stating the "renewal" is cancelled but I still need to pay until March 2027. I explained that I was not told about this when I took the contract otherwise I would have stayed with Medis who allow their clients to cancel at any time. I then went and read through the contract and it did say I am allowed to remove a beneficiary and that only if I do it in the first year of the contract will the money fee not be adjusted but stay the same. I then requested to remove my daughter as beneficiary and although that is allowed and even though I am in the second year of the contract they refuse to adjust the payment.

Encerrada

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