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Reembolso recusado
Comprei um portátil no marketplace da worten em outlet ﴾grade A﴿, ele veio sem sistema operativo sem eu ser informada. Reclamei na worten e colocaram o windows 11 e a situação ficou "resolvida". Dias depois eu reparei que o computador não aceitava carga, levei o portatil à worten novamente e o colaborador disse que eles não arranjavam pois não podiam ter a certeza se me foi vendido com esse problema ou se fui eu a culpada, então disse‐me para mandar para o seguro para eles arranjarem. O seguro não arranjou e fez a devolução do valor em voucher em cartão; Comprei assim um novo portatil que veio tambem defeituoso, mais uma vez fui à Worten para que me resolvam a situação que me colocaram. Pedi o reembolso pois recuso‐me a comprar pela terceira vez um computador. Não me deram o reembolso em dinheiro com a desculpa de que poderíam apenas reembolsar em voucher, exigi o meu dinheiro de volta e disseram que não iam dar porque o seguro que me deu o voucher, mesmo sabendo que foi um funcionário deles na worten resolve que disse para eu acionar o seguro. Resumindo, fiquei sem dinheiro pois não assumem a responsabilidade da incompetencia da loja quanto do funcionário que me aconcelhou acionar o seguro
Indie campers não recomendo!!
Indie campers uma plataforma com uma boa proposta mas uma péssima execução, tive problemas com o check in aonde tive que esperar 2 horas a mais que o horário que tinha contratado, em seguida tive a noticia que os kms “ilimitados” nao são ilimitados, segundo eles estão na “bolinha acima do anuncio”, o seguro que contrata não cobre as zonas principais em que poderia acontecer qualquer acidente e só avisam na hora do contrato, no segundo dia com a caravana ja tive problemas eléctricos aonde a auto caravana não efetuava o travamento da porta e o suposto suporte 24/7 não existe estou a contactar o suporte e eles não nos dão resposta, péssima empresa e não indico a ninguém.
REEMBOLSO DE COBRANÇA INDEVIDA
Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação relativamente à cobrança de €89,99, efetuada pela eDreams na minha conta, referente, segundo a informação apresentada, a uma subscrição anual eDreams Prime. Não reconheço ter aderido de forma consciente e expressa a esta subscrição e não fui previamente informada de que seria efetuada esta cobrança de €89,99. Não recebi qualquer comunicação, aviso ou notificação informando-me da renovação da subscrição, do respetivo valor ou da data em que o montante seria debitado. Assim que tomei conhecimento da cobrança, entrei em contacto com o serviço de apoio ao cliente da eDreams, no próprio dia, com o objetivo de esclarecer a situação e solicitar o respetivo reembolso. No entanto, não foi apresentada uma solução para o problema. Posteriormente, ainda no dia 26/08/2026, apresentei uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, relativamente à mesma situação. Até à presente data, não recebi qualquer resposta ou solução por parte da eDreams. Enviei um e-mail no dia 16/09/26 e também não obtive resposta. Estou me sentindo assaltada! Com os melhores cumprimentos,
Informação pré-contratual enganosa e recusa de rescisão
Exmos. Senhores, Em 3 de fevereiro de 2026, durante a negociação de um contrato com duração de 12 meses, perguntei expressamente quais seriam as condições para a sua rescisão. A representante da Regus respondeu por escrito: “Regarding contract termination, a minimum 30-day notice is required, depending on the contract duration.” A conversa referia-se inequivocamente ao contrato de 12 meses: eu perguntei sobre a rescisão desse contrato e, logo de seguida, a representante confirmou que enviaria o contrato para um período de 12 meses. Com base nessa informação, assinei o contrato “Coworking 10 dias”, válido de 17 de fevereiro de 2026 a 28 de fevereiro de 2027. Em 1 de setembro de 2026, solicitei a rescisão antecipada. A Regus recusou, alegando que o contrato não pode ser terminado antes de fevereiro de 2027 e que o pré-aviso se referia apenas à não renovação. Esta limitação nunca me foi comunicada antes da assinatura. Contactei posteriormente o apoio ao cliente por duas vezes. Em ambas as respostas, a Regus limitou-se a repetir as condições gerais do contrato, sem analisar nem responder à minha reclamação sobre a informação pré-contratual fornecida. Tentei também apresentar uma reclamação através do Livro de Reclamações Eletrónico, mas não foi possível localizar a empresa: o NIF da Regus Business Centre, Lda. — 503262528 — não é reconhecido pela plataforma. Se me tivesse sido informado que o contrato de 12 meses não admitia rescisão antecipada, não o teria celebrado. Solicito: 1. A rescisão do contrato com efeitos a partir de 1 de outubro de 2026, após o pré-aviso de 30 dias; 2. A anulação de todas as cobranças posteriores a essa data; 3. A confirmação escrita da rescisão.
Reembolso pendente de artigo devolvido em encomenda
Venho por este meio solicitar a resolução de um reembolso incompleto relativo à encomenda #31082920422. Devolvi ambos os artigos desta encomenda numa única remessa. No entanto, apenas recebi o reembolso referente ao artigo 8721289944442. O artigo 8721221735138, que estava incluído no mesmo envio, ainda não foi reembolsado. Resumindo: • Encomenda: #31082920422 • Artigo reembolsado: 8721289944442 • Artigo por reembolsar: 8721221735138 • Ambos os artigos foram devolvidos juntos na mesma embalagem A devolução foi feita para a totalidade da encomenda e espero receber o valor de ambos os artigos. Peço a vossa confirmação de receção do artigo em falta e que efetuem o reembolso pendente o mais rapidamente possível.
Assunto: Pedido urgente de revisão – MI n.º 843147097 – Nasreddine Saci (الموضوع: طلب مراجعة عاجل –
Exmos. Senhores, Venho solicitar, com caráter de máxima urgência, a verificação e revisão do meu processo de Manifestação de Interesse n.º 843147097, em nome de Nasreddine Saci. O meu processo encontra-se pendente há vários anos. No dia 23/05/2025, a própria AIMA confirmou oficialmente a recolha dos meus dados biométricos e a verificação documental. No respetivo comprovativo, a AIMA informou que, caso o pedido reunisse as condições para aprovação, o título de residência seria enviado para a minha morada, e que, caso fosse necessária alguma diligência adicional, eu seria contactado. Contudo, ao consultar atualmente o estado do processo, verifico que consta “Decisão final – Indeferido”, com data de 01/10/2025. Até ao momento, não recebi a respetiva notificação com a decisão fundamentada e os motivos concretos do indeferimento. Considerando o longo período de tramitação deste processo e o facto de já terem sido recolhidos os meus dados biométricos e verificados os meus documentos, solicito uma verificação urgente e concreta do processo, nomeadamente: Que me seja enviada a decisão final integral e fundamentada; Que seja indicado concretamente o motivo do indeferimento; Que seja verificado se existe algum erro, impedimento ou diligência que possa ser corrigida ou suprida; Caso o processo reúna as condições legais e exista algum erro no estado do processo, que seja efetuada a respetiva correção e dada continuidade à emissão do título de residência. Após vários anos de espera, não é razoável permanecer sem uma explicação concreta sobre a situação do processo, sobretudo depois da recolha dos dados biométricos e da verificação documental já realizada pela própria AIMA. Solicito, por isso, uma resposta concreta sobre a situação atual do processo, evitando uma resposta meramente genérica sobre o estado disponível no portal. Com os melhores cumprimentos, Nasreddine Saci MI n.º 843147097
Reclamação relativa a contrato e pedido de cancelamento de tratamentos — BodyConcept Viseu
Venho, por este meio, solicitar a intervenção e o apoio da DECO PROteste relativamente a uma situação que mantenho com a BodyConcept de Viseu, relacionada com um contrato de tratamentos que pretendo cancelar. No dia 2 de julho de 2026, desloquei-me à BodyConcept de Viseu com o objetivo de conhecer e realizar tratamentos. Na sequência desse atendimento, foi-me apresentado um conjunto de tratamentos e serviços, tendo posteriormente assinado a documentação que me foi apresentada no estabelecimento. No entanto, existe uma questão que considero particularmente importante: apesar de ter assinado a documentação, nunca me foi entregue uma cópia do contrato/documento que assinei, ficando, portanto, sem acesso à totalidade das condições que alegadamente regulam a relação contratual. Durante o período em que frequentei a clínica, realizei algumas das sessões que me foram indicadas, nomeadamente nos dias 8, 10 e 15 de julho e 4 de agosto, tendo posteriormente surgido motivos que me levaram a solicitar o cancelamento dos tratamentos e do respetivo contrato. Assim que solicitei o cancelamento, fui imediatamente encaminhada para o gabinete jurídico da entidade, passando a comunicação relativamente à minha situação a ser tratada nesse âmbito. Desde então, tenho procurado obter esclarecimentos relativamente ao contrato e às condições que estão a ser invocadas para impedir o cancelamento. Já solicitei, pela terceira vez, que me sejam facultados os documentos que a própria entidade afirma que assinei. Contudo, até ao momento, o pedido não foi devidamente respondido: ou o assunto é desviado para outras questões ou simplesmente não obtenho resposta relativamente à disponibilização desses documentos. Considero esta situação particularmente preocupante, uma vez que me estão a ser exigidas obrigações com fundamento em documentação que continuo sem conseguir consultar. Não considero razoável que me sejam invocadas determinadas condições contratuais sem que me seja facultada uma cópia dos documentos que alegadamente as contêm. Recebi posteriormente uma resposta do gabinete jurídico da entidade, datada de 16 de setembro de 2026, na qual é referido que assinei uma ficha de cliente/normas e que teria uma obrigação de continuar a cumprir os pagamentos e tratamentos contratados. É ainda referido que os motivos apresentados para o cancelamento não seriam suficientes para a cessação do contrato. Contudo, considero que a resposta não esclarece devidamente uma das principais questões que coloquei: por que motivo nunca me foi entregue uma cópia do documento contratual que assinei e que contém as condições que agora estão a ser invocadas contra mim. Mais importante ainda, apesar de já ter solicitado por três vezes os documentos que a própria entidade afirma que assinei, continuo sem os receber, não tendo obtido uma resposta concreta ao meu pedido. Além disso, não me foi apresentada, de forma clara, uma cláusula concreta que estabeleça as condições de cancelamento que estão a ser utilizadas para justificar a recusa do meu pedido. A resposta recebida limita-se essencialmente a afirmar a existência de obrigações contratuais, sem esclarecer de forma satisfatória esta questão. Quero ainda salientar que, quando aderi aos serviços, não fui informada de que um eventual pedido de cancelamento teria de ser sujeito à aprovação de um gabinete jurídico, nem me foi entregue documentação que me permitisse consultar posteriormente, com clareza, todas as condições aplicáveis. Não pretendo deixar de cumprir uma obrigação legítima que esteja devidamente estabelecida. O que pretendo é perceber, de forma transparente, qual é efetivamente o contrato que me vincula, quais foram as condições que me foram apresentadas e comunicadas no momento da adesão e quais são, concretamente, as cláusulas que impedem o cancelamento que solicitei. Perante esta situação, venho solicitar à DECO PROteste que analise o caso e me esclareça, nomeadamente: * Se a falta de entrega de uma cópia do contrato/documentação contratual ao consumidor poderá ter relevância nesta situação; * Se a BodyConcept pode exigir o cumprimento integral das obrigações contratuais sem ter disponibilizado ao cliente uma cópia do documento assinado e das respetivas condições; * Se a alegada obrigação de permanência e pagamento até ao final do período contratado se encontra efetivamente prevista numa cláusula contratual que me tenha sido devidamente apresentada; * Se a BodyConcept pode recusar o pedido de cancelamento com base em condições que não me foram devidamente explicadas no momento da contratação; * Se a entidade tem obrigação de me facultar os documentos que afirma terem sido assinados por mim; * E quais os meios que tenho ao meu dispor para contestar a situação e fazer valer os meus direitos enquanto consumidora. Pretendo perceber quais são os meus direitos nesta situação e quais os procedimentos que devo adotar perante a BodyConcept de Viseu, uma vez que, apesar de ter solicitado o cancelamento e de ter pedido repetidamente acesso à documentação contratual, continuo sem receber os documentos que fundamentam a posição assumida pela entidade. Assim, solicito à DECO PROteste que me auxilie na análise desta situação e, se possível, me indique quais os próximos passos que devo tomar. Com os melhores cumprimentos, Vitória Martins
Reparação telhado em falta
Esta é a pior empresa de condomínio com que já lidei. Tenho infiltrações e humidade em casa há mais de um ano . Ja gastei mais de 1000€ por conta própria e todos os técnicos q já passaram pela minha casa dizem q o problema vem do telhado que não é reparado há anos. Já enviei vários emails , faço chamadas e não resolvem. O inverno vai começar novamente, já fiz uma remodelação de novo em que gastei novamente mais de 1000€ e quero ver se solucionam antes. O empreiteiro que esteve na minha casa , diz q o teto estava podre e quase a cair devido às infiltrações .
Burla
carta enviada via e-mail à GoBravo sem qualquer resposta... Pedi rescisão do contrato em vigor com aquela instituição, porque não compriu o que prometeu e não está habilitada a prestar qualquer serviço em Portugal na area de finanças, logo não poderiam celerar um contrato comigo. Boa tarde GoBravo, Venho por este meio informar-vos mais uma vez a finalização do contrato celebrado com a vossa instituição em junho de 2024 a contar no mês de Maio de 2026. Em Junho de 2026, contratei os vossos serviços para dar resposta às possíveis dividas que iria contrair por não ter capacidade financeira para pagar as prestações futuras das instituições financeiras que tinha pedido empréstimos de credito automóvel, pessoal ou credito em cartão, até esta data, tinha todas as prestações em dia e não tinha prestações em atraso nem o meu nome no banco de Portugal. Após pedir ajuda à GoBravo, esta prontificou se a ajudar com as dividas existentes: Cetelem 20239,15 € Wizink Bank 4636,94€ Cofidis 4359,13€ Unicredito 2961,27€ Bankinter 2861,48€ Universo 956,2€ No total da divida em 36014,24€, mas com a ajuda da GoBravo eu teria logo à partida um desconto sobre a mesma divida de 8575,99€ ficando só por liquidar 27438,25€ da divida total, e para isso teria que ser pago em 67 prestações no valor de 409,53€. Ponto 1. Nunca vi o tal desconto de mais de 8mil euros sobre a divida total, resumindo, mentiram, para alem de ver as minhas dividas aumentarem por falta de pagamento, nunca em negociações poderiam os credores saber que era a GoBravo estaria a ajudar nas mesmas, e descobri que a GoBravo não contactou todos os credores... Ponto 2. A GoBravo desde o inicio do contrato indicou me a não falar ou responder e a pagar, qualquer iniciativa das credoras seja por sms, e-mail, carta ou prestações bancarias. E todas essas iniciativas teria que enviar para a GobRavo. Ponto 3. Na negociação com a Cetelem, a pessoa da GoBravo que negociou com a Cetelem, informou-me que teria que pagar mensal 300€ a que teria que negociar a prestação que já pagava à GoBravo porque seria insuficiente para as restantes negociações, informei à mesma que seria impossível derivado ao salario que recebia e aos restantes pagamentos que teria de fazer resultante de ter uma casa a pagar. Ficou conversado e gravado que, a GoBravo aceitaria reduzir a sua comissão mensal para 36€ e o restante ficaria a acumular o saldo existente para as próximas negociações. Ponto 4. Em maio do ano corrente 2026, infelizmente recebo a informação que tinha o meu ordenado penhorado pela ação da Cofidis e por este motivo só recebo o ordenado minimo ou menos... Ponto 5. No dia 27 de Maio de 2026, pedi pelo Whatsapp da Gobravo que me indicassem o valor que eu tinha em saldo, que me passassem o contrato celebrado entre a Cetelem e a GoBravo, e quais seriam as instituições que até ao momento estariam em conversações. Ponto 6. Infelizmente fiquei a saber no mês de Agosto que, não existe nenhum contrato com a Cetelem por escrito mas sim um acordo palavreado em que tenho de pagar 300€ em 60 prestações, dai não me darem a resposta, dizendo que é confidencial, quando EU sou o ciente que vós contratou. Ponto 7. Infelizmente em Julho fiquei a saber por uma reportagem da NOW, que a vossa instituição ou empresa não podem exercer os serviços que me prestaram e consta em contrato porque perante a autoridade do Banco de Portugal a GoBravo não tem competências para estar a operar em Portugal. # O Banco de Portugal adverte que a Go Bravo Portugal Unipessoal, Lda. (NIPC 516391720), atuando em seu próprio nome ou em nome de terceiros, não está habilitada a desenvolver, em Portugal, qualquer atividade financeira reservada às instituições sujeitas à supervisão do Banco de Portugal, nomeadamente a prestar serviços de pagamento, incluindo o envio de fundos. A prestação dos serviços de pagamento previstos no artigo 4.º do Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica, aprovado pelo Decreto-Lei n.º 91/2018, de 12 novembro, está reservada em Portugal às entidades para tal habilitadas, conforme o disposto no n.º 1 do artigo 11.º do mesmo regime jurídico. A lista das entidades autorizadas a prestar serviços de pagamento pode ser consultada no sítio do Banco de Portugal na internet, em www.bportugal.pt. # Deixo o link : https://www.bportugal.pt/comunicado/entidade-nao-habilitada-prestar-servicos-de-pagamento-go-bravo-portugal-unipessoal-lda Ponto 8, Só por si, o contrato passa a nulo por a vossa instituição não ter os requisitos necessários para estarem aprovados pelo Banco de Portugal. Ponto 9. Infelizmente apos varias tentativas e insistências pelo Whatsapp da GoBravo, consegui as respostas no dia 11 de Setembro de 2026, às questões colocadas no dia 27 de Maio de 2026, por tanto uma empresa responsável e ao qual o cliente paga para fazerem o ser papel, só dão informação ao fim de QUATRO meses??? Ponto 10, No dia 11 de Maio de 2026, informaram que teria em conta corrente um saldo POSITIVO de 414,34€, mas depois como pedi que transferissem esse mesmo montante para a minha conta, já enviaram o mesmo papel com os mesmos dados mas com as alterações a necessárias para justificar afinal que tinha saldo negativo. Ponto 11. No momento em que existe uma quebra contratual de uma das partes envolvidas e que a sua existência não enquadra judicialmente ao que propuseram fazer, não existe comissões nem condições para continuarem a exercer atividade que propuseram me no inicio do contrato. A GoBravo não pode exercer a atividade para a qual eu contratei. O contrato celebrado com a vossa instituição implicaria que não houvesse danos para o cliente(eu) e infelizmente tive, no mês de Maio do corrente ano 2026, fui informado pelo DRH da minha entidade patronal que o meu ordenhado estaria penhorado por ação judicial apresentada pela Cofidis. Depois de ser contactada por mim, fiquei a saber que a vossa instituição nunca a contactou para uma possível negociação do valor em divida. Pelos motivos já mencionados, eu continuo à espera pela transferência para a minha conta bancaria dos 414,34€ até a próxima sexta feira dia 18 de Setembro de 2026, ao não fazerem a transferência até sexto dia 18 de Setembro, confirmo que aceitam a minha denuncia à PSP/PJ de VITIMA DE BURLA, e neste caso irei pedir o valor TOTAL de todas as comissões já pagas até à presente data à vossa instituição a GoBravo, esta informação já foi transmitida via Whatsapp no dia 11 de Setembro de 2026. PS: Assim como a vossa instituição grava os áudios das chamadas telefônicas e tem a gravação das conversas todas via whatsapp, eu também as tenho, e toda a documentação que recebi de vocês via e-mail e Whatsapp e áudios serão entregues ao tribunal para servir de prova dos fatos apresentados acima. Aguardo pela transferência bancaria de 414,34€ e ficamos por aqui, eu sigo a minha vida e vocês a vossa. Melhores cumprimentos, Pedro Martins
Recusa de Assistência Casa apesar de cobertura contratada
Exmos. Senhores, Sou titular da apólice de Seguro Multirriscos Habitação n.º MR86102675, da OK! Seguros / Via Directa. Nas Condições Particulares da minha apólice constam expressamente as coberturas Emergência Casa, Assistência Casa e Assistência Digital. CondicoesParticulares (1).pdf Solicitei Assistência Casa para dois problemas existentes na habitação: 1. Estore já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação e reparação do mecanismo; 2. Exaustor da casa de banho já instalado que deixou de funcionar, necessitando de avaliação técnica e eventual reparação. Fui posteriormente contactado telefonicamente e informado de que os pedidos não cumpriam os requisitos da assistência. Contudo, nas Condições Especiais, a Assistência Casa prevê o envio de profissionais para trabalhos de reparação e conservação relacionados com eletricidade, serralharia, carpintaria e construção civil. Solicitei esclarecimentos sobre o motivo da recusa, uma vez que o estore poderá enquadrar-se em serralharia/carpintaria e o exaustor na área de eletricidade. Pretendo que a seguradora reavalie o pedido de assistência e, caso mantenha a recusa, que me indique por escrito e de forma individualizada a cláusula, exclusão ou requisito contratual concreto que impede a assistência para cada um dos dois problemas. Não considero suficiente uma informação genérica de que o pedido “não cumpre os requisitos”, quando a Assistência Casa consta expressamente da apólice contratada. Com os melhores cumprimentos, Evanilson Cesar Marques
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