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Instalação não realizada
Exmos Srs, Nº de cliente:- 12727580 Pedido nº 42123 Exmos Srs, Venho por este meio solicitar explicação e resolução para a não instalação do ar condicionado a instalar em Rua Mesnier du Ponsard, 1 4ºDto 1750-242 Lisboa Em 24 de Julho de 2026 solicitei ajuda na escolha para instalação de ar condicionado e assinei contrato para compra dos aparelhos aconselhados. Recebi um orçamento (406252) para compra dos aparelhos de ar condicionado e outro para a sua instalação (697678).Os orçamentos foram aceites e pagos em Julho de 2026.Valor pago:- 3666,99 €Faturas de compra FT 20260051901/000272 de 29/07/2026 Foram agendados várias datas para a sua instalação e depois alteradas por vós. O último agendamento foi para 24 de Setembro. No dia da instalação o técnico não quiz proceder á sua montagem e propôs a troca destes aparelhos por outros. Qual a responsabilidade da vossa avaliação e aconselhamento perante tal situação. De notar que os aparelhos bem como o serviço de instalação já estão pagos desde Julho passado. Agradeço a boa resolução do problema com a maior brevidade possível. Aguardo resposta. Cumprimentos, JARPalma
Erro é atraso na entrega de manuais escolares
Serve a presente comunicação para reclamar do serviço da livraria Bertrand em relação aos livros escolares da minha educanda. Efetuamos, em Agosto, a encomenda dos manuais de inglês para o 4ºano na livraria do Fórum Sintra (1M 1020260000089). No dia 17 de Agosto fomos informados que a encomenda estava disponível para entrega. Levantamos no prazo indicado, mas reparamos que os livros não correspondiam ao que foi pedido e faturado. Solicitamos, por isso, que os mesmos fossem trocados. A 17 de setembro, já com as aulas a decorrer, fomos informados que deveríamos levantar a nova encomenda, agora com os livros faturados corretos (1M 1095202600021840001). Dirigimo-nos à loja e fomos informados que não nos podiam entregar a encomenda porque esperavam por autorização superior. Que brevemente nos contactariam assim que a autorização chegasse. Fomos contactados novamente no dia 24 de setembro para levantar a encomenda (via SMS e email, como das anteriores vezes). Dirigimo-nos novamente à loja e mais uma vez fomos informados que não havia autorização superior para nos darem a encomenda (1M 1020260002184). Neste momento, o nosso educando está a ser prejudicado no acompanhamento das suas atividades letivas devido a um erro cometido pela livraria, sendo que a mesma tem manifestado, de forma retirada, competência para resolver a situação. Exigimos, como tal, que a encomenda, que foi faturada, paga e que já se encontre na livraria, nos seja entregue com a maior brevidade, para que a nossa educanda possa acompanhar de forma conveniente as atividades letivas propostas. Aguardamos resposta rápida.
Recusa de devolução
Assunto: Reclamação por recusa de troca/devolução de produto com defeito No dia 20-09-2026, adquiri um monitor na loja Box, em Setúbal. Desde o primeiro momento de utilização, o equipamento apresentava um defeito de funcionamento. Assim que me foi possível, quatro dias após a compra, dirigi-me à loja para solicitar a sua substituição ou devolução. No entanto, apesar de existir no balcão um cartaz informando que as devoluções poderiam ser efetuadas no prazo de 30 dias, desde que a embalagem se encontrasse em bom estado, fui informado pela funcionária e posteriormente pela supervisora de que, por a caixa do monitor já ter sido aberta, o equipamento não poderia ser trocado nem reembolsado. Foi-me comunicado que o monitor teria de ser enviado para os serviços técnicos e que apenas receberia uma resposta no prazo de cerca de 30 dias, procedimento idêntico ao aplicado no âmbito da garantia de três anos. Esta posição parece-me incompreensível, uma vez que é impossível verificar se um monitor apresenta defeitos sem abrir a embalagem e testar o produto. Seguindo esta lógica, qualquer consumidor que abra a embalagem para utilizar o artigo perderia automaticamente o direito de reclamar por falta de conformidade, o que não faz sentido. Tanto quanto é do meu conhecimento, a legislação aplicável à venda de bens de consumo prevê que, quando um produto não está conforme com o contrato, o consumidor dispõe de direitos específicos, incluindo a possibilidade de exigir a reparação, substituição, redução do preço ou resolução do contrato, sendo ainda reconhecido um direito de rejeição do bem nos primeiros 30 dias após a entrega quando exista falta de conformidade. Considero, por isso, que poderão estar em causa duas situações distintas: Publicidade potencialmente enganosa, ao anunciar uma política de devolução em 30 dias que, na prática, parece não ser aplicada a produtos cuja embalagem tenha sido aberta para verificação e utilização normal; Possível incumprimento das normas de proteção do consumidor, ao recusar a substituição ou devolução imediata de um produto que apresentava defeito logo após a compra. Solicito, assim, a reavaliação desta situação e a aplicação dos direitos legalmente previstos para os consumidores em caso de fornecimento de bens não conformes. Com os melhores cumprimentos, Fernando Ratola 913787450
Cor mudou em 4 meses
Comprei um equipamento no início do ano a Apple o novo modelo iPhone 17 pro mudou de cor (laranja) fui fazer reclamação na loja oficial , disseram que não pode raia fazer nada . Liguei para a Apple disseram da mesma forma porque seria um problema estético . Minha questão é : visto que o equipamento é de um valor de luxo , deveriam da garantia e não alegar que é da capa de proteção que usávamos até para proteger os mesmos . Uma assistência péssima
Péssimo serviço
Bilhetes nos. 5180-12892 e 5180-12893 emitidos em 2026.09.11 11:26 . Ao adquirir bilhetes 1a. classe ida e volta para viagem para eu e minha esposa, com destino a Vila Real de Santo Antonio, solicitei a atendente escolher assentos. Contudo a atendente me entregou os bilhetes já com assentos marcados sem que eu tivesse a oportunidade de os escolher. No embarque na estação de Pinhal Novo não houve informação sobre a posição da carruagem em relação a composição, o que nos fez ficar distante da carruagem da 1a. classe, gerando já de início um desconforto no embarque. A viagem de ida até o Faro foi realizada no IC, numa carruagem velha, sem wifi acessível, sem tomada para carregar telemóvel, com assentos desconfortáveis, com uma casa de banho em mal aspecto. E a viagem teve um atraso de mais de trinta minutos na chegada. A viagem de volta a partir do Faro foi realizado no AP, numa carruagem também velha, sem wifi acessível, com tomadas para carregar telemóvel danificadas, com assentos desgastados e desconfortáveis, e com o agravante de os assentos serem num conjuntos de quatro lugares com mesa, onde dois dos assentos ficam obrigatoriamente de costas para o sentido da viagem - justamente os assentos que me foram destinados, o que causou extremo mal estar a mim e minha esposa pois sofremos de cinetose. A situação se agravou ao longo da viagem pois a proximidade física com outros passageiros e a limitação de espaço para as pernas impedem que se incline ligeiramente o corpo ou mude de posição para aliviar a náusea. Que pese ainda o fato de os assentos estarem no final da última carruagem da composição. Resumindo, uma péssima experiência que poderia ter sido minimizada com um correto atendimento no guichê.
Dificultade no cancelamento de contarto de saude Medicare
Septiembre 24/ 2026 O Meu marido e eu temos plano de saude Medicare há tres anos. Durante o mes de setembro entramos em contato com o serviço de atendimento ao cliente em diversas ocasiões para solicitar o cancelamento imediato do contrato, devido à nossa saída definitiva do país. Nunca nos foi comunicado que o contrato seria automaticamente retomado após a aceitação, isso implicaria o pagamento por um serviço que não podemos utilizar. A informação que recebemos foi de que o contrato poderia ser cancelado voluntariamente sem qualquer restrição de tempo. Nas chamadas, fomos informados que o gestor de contrato deveria entrar em contacto connosco, mas até hoje não recebemos nenhuma chamada. Hoje contactámos o serviço de apoio ao cliente de novo, sem obter solução. Precisamos de resolver esta questão o mais rapidamente possível. Aguardamos a resolução e o cancelamento imediato do contrato. Obrigada Janneth E Cruz
Televisao nao recebida
Boa Tarde, Venho por este meio apresentar uma reclamação relativamente à reparação da minha televisão sony , que foi entregue nas vossas instalações para arranjo. Foi-me indicado um prazo para a reparação, prazo esse que ja foi ultrapassado. Atw ao momento, continuo sem a televisão e,quando tento obter informação sobre o estado da reparação ou quando sera entregue, nao me conseguem indicado uma data concreta para a conclusão e entrega. Considera esta situação muito desagradável, principalmente porque estou a bastantes tempo sem o equipamento. Solicito que me informem com a maior brevidade. Aguardo uma resposta Com os melhores cumprimentos Miguel Coelho
montagem de cozinha IKEA
-No dia 9/7/2026 encomendei e paguei uma cozinha IKEA, bem como a repectiva montagem. - A cozinha foi entregue dia 7 de Agosto. _ A montagem foi agendada para dia 21 de Agosto. - Dia 21 de Agosto compareceram dois indivíduos para fazer a montagem. - Quando começaram a furar a parede, para montagem das calhas superiores, por incompetência abriram demasiado os buracos; usaram a broca demasiado inclinada e com demasiada velocidade: Informaram que não iriam prosseguir, que eu teria que mandar colocar buchas químicas uma vez que a Ikea não colocava buchas químicas; informaram ainda que a ikea me iria contactar para fazer o agendamento. - Apesar de discordar, no dia seguinte, paguei a um particular, a colocação das calhas com as tais buchas. - Como não havia qq contacto da IKEA,no dia 28 de agosto,dirigi-me ao apoio ao cliente, anexei uma fotografia do trabalho já feito e solicitei o reagendamento da montagem. Não recebi qq feed-back. _ Dia 10 de Setembro fui novamente ao apoio ao cliente e nada... -Dia 16 de Setembro volto ao apoio ao cliente, no balcão IKEA e depois de vários telefonemas da empregada que me atendeu , consegui falar com alguém da secção de montagem, que me informou que iriam montar acozinha dia 3 de Novembro!!! - Este prazo, demasiado dilatado, não deveria ser encurtado, uma vez que a montagem está integramente paga desde o dia 7 de Julho? _A IKEA assume o pagamento do prejuízo de não utilização da cozinha neste período? _ No mínimo , deveriam antecipar a a montagem da cozinha, para o inicio de outubro!
Atendimento na Urgência do Hospital São Francisco Xavier em 19/09/2026 | Calculo Obstrutivo
Assunto: Reclamação relativa a episódio de urgência por cálculo ureteral obstrutivo Exmos. Senhores, Venho apresentar uma reclamação formal relativamente ao atendimento que me foi prestado no Hospital São Francisco Xavier, na sequência de um episódio de cólica renal esquerda intensa, com um cálculo ureteral obstrutivo. Dei entrada na urgência com dor lombar intensa do lado esquerdo, dificuldade em urinar, dor irradiada para a perna e para o testículo, náuseas e vómitos. Após avaliação médica, foi-me transmitido pelo médico da urgência que existia um cálculo obstrutivo no ureter esquerdo, associado a dilatação do rim, e que, perante aquela situação, poderia ser necessária uma intervenção para desobstrução. Posteriormente, houve mudança da equipa médica. Segundo me foi transmitido, a equipa de Urologia de Santa Maria foi contactada e a orientação que chegou à urgência foi de que eu poderia ter alta, fazer medicação e ingerir muitos líquidos, aguardando que o cálculo saísse espontaneamente. É precisamente esta decisão que considero necessário que seja esclarecida. Tenho um histórico de litíase renal recorrente, com episódios anteriores registados no meu processo clínico, e sei que os meus cálculos são de oxalato de cálcio. Mais importante ainda, naquele momento já existia informação objetiva de que o cálculo estava obstrutivo e associado a dilatação do rim. Apesar disso, fui enviado para casa com a indicação de aguardar a expulsão espontânea do cálculo. O que aconteceu posteriormente veio aumentar significativamente a minha preocupação. Fui entretanto avaliado e intervencionado por uma equipa de Urologia no setor privado. Durante a intervenção, verificou-se que os cálculos estavam impactados no ureter, encontrando-se fortemente aderentes/encostados à parede ureteral e rodeados por inflamação. O cirurgião decidiu não forçar a utilização do laser, precisamente porque insistir poderia provocar uma lesão ou até perfuração do ureter. Perante essa situação, foi colocado um stent ureteral, com o objetivo de proteger o ureter e assegurar a drenagem, ficando os cálculos por resolver neste momento e sujeitos a posterior acompanhamento urológico. É impossível para mim não questionar se a evolução desta situação poderia ter sido diferente caso, no primeiro episódio de urgência, que eu tive o cuidado de vos procurar dando prioridade ao meu SNS do qual pago os meus impostos e cumpro com as minhas obrigações, tivesse sido adotada uma abordagem urológica mais precoce. Não afirmo que a evolução posterior tenha sido necessariamente causada pela decisão tomada no São Francisco Xavier, porque não tenho competência médica para estabelecer essa relação. Contudo, considero legítimo e necessário perguntar se a manutenção de uma obstrução durante vários dias, associada à recomendação de ingestão abundante de líquidos, poderá ter contribuído para o agravamento da inflamação e para a impactação dos cálculos que posteriormente foi encontrada durante a cirurgia. O que me causa particular indignação é que procurei o Serviço Nacional de Saúde precisamente quando mais precisava de cuidados médicos. Eu não estava perante uma dor ligeira ou um episódio banal: apresentava uma cólica renal intensa, vómitos, dificuldade em urinar e um cálculo que, segundo o próprio médico que me avaliou inicialmente, estava a provocar obstrução e dilatação do rim. Não compreendo, por isso, como perante este quadro clínico e tendo em consideração o meu historial, a decisão final tenha sido simplesmente enviar-me para casa, com medicação e indicação para beber muitos líquidos e esperar. Solicito, por isso, esclarecimento formal sobre: 1. Qual foi o diagnóstico concreto estabelecido no episódio de urgência, incluindo a localização e dimensão do cálculo e o grau de obstrução/dilatação renal identificado. 2. Qual foi a indicação do médico que inicialmente me avaliou e por que motivo foi posteriormente alterada. 3. Qual foi a orientação transmitida pela equipa de Urologia de Santa Maria e em que elementos clínicos se baseou a decisão de não proceder a intervenção ou avaliação urológica presencial. 4. Se o meu histórico clínico de litíase renal recorrente e de cálculos de oxalato de cálcio foi efetivamente consultado e considerado na tomada de decisão. 5. Se foi considerada a possibilidade de o cálculo estar impactado, atendendo à obstrução e à sua localização. 6. Se, perante uma obstrução com dilatação renal, era clinicamente adequado recomendar ingestão abundante de líquidos enquanto se aguardava uma eventual expulsão espontânea. 7. Se, à luz da evolução posterior e dos achados encontrados durante a intervenção urológica, consideram que a orientação dada na urgência foi a mais adequada. 8. Solicito ainda acesso aos registos clínicos relativos a este episódio, incluindo as avaliações médicas, exames realizados, e por fim a análise à urina que me pediram dando-me "ALTA" sem sequer haver uma observação adequada, orientações da equipa de Urologia e respetivos registos no processo clínico. Não apresento esta reclamação por considerar que todos os profissionais envolvidos tenham atuado de má-fé. Sei que a decisão médica pode ser complexa e que existem diferentes abordagens clínicas. Apresento-a porque preciso de compreender o que aconteceu. Durante vários dias vivi com dores intensas, sem conseguir dormir normalmente e sem saber se estava a colocar o meu rim em risco. Procurei ajuda no hospital público por confiar no Serviço Nacional de Saúde e por acreditar que o meu histórico clínico seria devidamente considerado. Hoje, depois de ter sido intervencionado e de me ter sido colocado um stent porque os cálculos se encontravam impactados e não podiam ser tratados de forma segura sem risco de lesão do ureter, não consigo simplesmente aceitar o episódio sem pedir explicações. Espero, por isso, uma resposta formal, fundamentada e esclarecedora sobre o atendimento prestado e sobre as decisões clínicas tomadas naquele episódio. Com os melhores cumprimentos, Miguel Tomé
Pedido de intervenção — Reembolso de €259,00 não efetuado após devolução de produto
Exmos. Senhores, Venho solicitar a intervenção da DECO PROteste relativamente a um problema que mantenho por resolver com o Leroy Merlin, relacionado com o reembolso de um termoacumulador no valor de 259,00 €, cuja devolução foi efetuada em julho de 2026 e cujo reembolso, até à presente data, não foi realizado. 1. Encomenda inicial — n.º 36767 No dia 5 de julho de 2026, efetuei através do site do Leroy Merlin a encomenda n.º 36767, referente a um termoacumulador. Após a entrega, verifiquei que o artigo recebido não correspondia ao artigo que tinha encomendado. Contactei o apoio ao cliente e solicitei a substituição pelo artigo correto. Foi-me informado que não seria possível efetuar uma troca e que seria aberto um processo de devolução, sendo posteriormente enviada uma pessoa para recolher o artigo. Este processo ficou associado ao ticket n.º 2291809. 2. Nova encomenda para garantir que recebia o artigo correto Como necessitava do termoacumulador e queria garantir que receberia efetivamente o modelo pretendido, no dia 10 de julho de 2026 efetuei uma nova encomenda através do apoio ao cliente, com o n.º 38241. Antes disso, confirmei expressamente com o apoio ao cliente se deveria aguardar pela recolha do primeiro termoacumulador ou se poderia entregar pessoalmente o artigo na loja de Alfragide. Foi-me indicado pelo apoio ao cliente que poderia levar o primeiro termoacumulador à loja de Alfragide, em vez de aguardar pela recolha. Dirigi-me, portanto, à loja de Alfragide no dia 11 de julho de 2026, onde entreguei o termoacumulador correspondente à primeira encomenda. Não me foi entregue, tanto quanto me recordo, qualquer documento físico comprovativo dessa entrega. 3. Segunda encomenda — n.º 38241 Relativamente à segunda encomenda, quando me desloquei à loja para levantar o artigo, fui informada de que o termoacumulador que tinha sido encomendado não estava disponível em stock. Foi-me então comunicado que a encomenda seria cancelada e que seria efetuado o respetivo reembolso, tendo-me sido indicado um prazo máximo de 14 dias. O valor desta segunda encomenda, de 259,00 €, acabou por ser efetivamente pago/reembolsado, tendo o pagamento ocorrido em 17 de julho de 2026. Ficou, portanto, por receber o valor correspondente à primeira encomenda, n.º 36767: 259,00 €. 4. Reclamações sucessivas durante aproximadamente três meses Desde julho, contactei o Leroy Merlin diversas vezes, quer presencialmente, quer através do número de apoio ao cliente 211 944 944, precisamente porque o reembolso dos 259,00 € continuava por efetuar. Durante vários contactos foi-me indicado que deveria aguardar, que o processo estava a ser analisado e que seria contactada. Posteriormente, foi possível concluir que o valor em falta correspondia à primeira encomenda, n.º 36767. No entanto, o processo de devolução permanecia inexplicavelmente em aberto. Foi entretanto criado o ticket n.º 2504164, sem que a situação tivesse sido resolvida. Durante todo este período procurei resolver a situação diretamente com o Leroy Merlin, sem sucesso. 5. Reclamação no Portal da Queixa Perante a ausência de resolução após cerca de três meses, no dia 17 de setembro de 2026 apresentei uma reclamação no Portal da Queixa, à qual foi atribuído o n.º 162706126. 6. Situação esclarecida presencialmente em 24 de setembro No dia 24 de setembro de 2026, voltei a deslocar-me à loja de Alfragide para tentar finalmente esclarecer a situação. Foi-me então explicado que a encomenda que eu tinha levado à loja não tinha sido registada como devolvida. Segundo a informação que me foi transmitida, a devolução permanece pendente no sistema e, consequentemente, o processo de reembolso também ficou pendente. Dirigi-me então ao local onde tinha entregue o artigo e solicitei uma segunda via de qualquer documento que comprovasse a entrega do termoacumulador. Foi-me informado que não existe na loja qualquer documento associado à entrega, uma vez que o processo de devolução tinha sido inicialmente aberto através do apoio ao cliente/email e não diretamente pela loja. 7. Elementos que comprovam a devolução Embora não disponha atualmente de um recibo físico da entrega, existem vários elementos que permitem comprovar e/ou investigar a devolução: * A encomenda n.º 36767; * O processo de devolução aberto pelo Leroy Merlin, associado ao ticket n.º 2291809; * As comunicações por email relativas à devolução; * A informação transmitida pelo apoio ao cliente de que poderia entregar o artigo na loja de Alfragide; * A minha comunicação por email indicando que iria entregar o artigo na loja; * O histórico de contactos telefónicos efetuados ao apoio ao cliente; * O ticket n.º 2504164; * As várias reclamações efetuadas presencialmente; * A reclamação apresentada no Portal da Queixa, n.º 162706126; * A minha mãe, que me acompanhou presencialmente à loja no dia 11 de julho de 2026; * E, caso ainda estejam disponíveis, as imagens de videovigilância da loja, que poderão permitir confirmar a entrada e entrega de um termoacumulador de grandes dimensões no local de devoluções nesse dia. 8. Pedido Após mais de dois meses desde a devolução e depois de aproximadamente três meses de contactos e reclamações sem resolução, considero inaceitável continuar sem receber o valor que paguei por um artigo que já não se encontra na minha posse. Solicito, por isso, a intervenção da DECO PROteste junto do Leroy Merlin para que: 1. Seja reconhecida e regularizada a devolução da encomenda n.º 36767; 2. Seja efetuado imediatamente o reembolso dos 259,00 € pagos por essa encomenda; 3. O Leroy Merlin apresente uma explicação formal para o facto de a devolução ter permanecido pendente durante todo este período, apesar de o artigo ter sido entregue na loja na sequência de instruções do próprio apoio ao cliente; 4. Caso a empresa alegue não possuir qualquer registo da entrega, seja solicitada a verificação dos restantes elementos disponíveis, nomeadamente os registos internos, comunicações, histórico de contactos e, se ainda existentes, imagens de videovigilância da loja de Alfragide relativas ao dia 11 de julho de 2026. Tenho procurado resolver esta situação diretamente com o Leroy Merlin desde julho, concedendo à empresa várias oportunidades para regularizar o problema, sem que até ao momento tenha recebido o montante em causa. Neste momento, solicito a intervenção da DECO PROteste para que a situação seja finalmente resolvida e o valor de 259,00 € me seja restituído. Disponibilizo todos os comprovativos, emails, números de processo, comprovativo do pagamento da encomenda e restantes elementos que possam ser necessários. Com os melhores cumprimentos, Bruno
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