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Reembolso Valor - Cesariana
Estou há quase 1 mês aguardar para saber o ponto de situação do reembolso referente à cesariana que realizei no dia 12/12. Com várias tentativas de contato e sem sucesso. Quando consegui falar com uma assistente não sabia sequer indicar -me o ponto de situação. A seguradora autorizou a cesariana muito rapidamente mas o hospital está a ter muitas dificuldades em devolver o valor de 290€. Quando foi para cobrar 1000€ não tiveram tanta dificuldade. Nem sequer existe alguém capaz de indicar quando o valor será devolvido.
Sem produto e sem reembolso
Fiz uma compra de dois medicamentos no dia 30/12, que deveriam ser entregues num prazo máximo de 24 ou 48 horas). Comprei aí justamente porque tinha urgência. A farmácia não respondia às mensagens e não entregou o produto. No dia 02/01 recebi um e-mail informando que o produto estava atrasado, que ainda não tinha sido enviado, sem indicar um novo prazo, e pedindo que eu respondesse ao e-mail para ver o que seria possível fazer. Respondi de imediato dizendo que os medicamentos não podiam continuar sem ser entregues e que, como nem sequer tinham sido enviados, cancelassem imediatamente o pedido e me devolvessem o dinheiro para que eu pudesse comprar noutro local, pois tratava-se de um caso urgente. Desde então, já enviei outro e-mail e tentei contacto por outros meios, mas a farmácia não responde, os medicamentos não foram entregues e a devolução do dinheiro não foi resolvida. Ao tentar fazer uma reclamação, vi que existem muitas queixas com os mesmos problemas: não respondem, não devolvem o dinheiro e não entregam os produtos. Já não tenho qualquer interesse nos medicamentos, porque tive de resolver a situação de outra forma, mas quero o meu dinheiro de volta imediatamente.
Encomenda que não fiz .
Boa tarde Recebi hoje uma encomenda de um produto que estava a espera no valor de 80 euros ,paguei, para meu espanto quando abri não tinha nada a ver com o meu pedido o Senhor da MRW disse que depois de aberta não podia fazer nada ,esta encomenda é de outra empresa ,não sei como tiveram acesso a encomenda que eu tinha realizado noutro site e aproveitar-se para me Roubar 80 euros empresa é esta ( Preferat E-Commerce )Neste momento não sei mais o que fazer foi pena ter sido enganado mas fica a lição, gradeço a vossa ajuda se puderem fazer alguma coisa sobre este assunto agradeço nem que seja divulgar esta empresa por Fraude ,obrigada e Bom Ano !
Fidelização Indevida
Exmos Senhores, venho por meio desta, relatar um problema que vejo que está a ser muito comum, por ter várias reclamações do mesmo gênero. A medicare está impondo uma fidelização de um plano de saude, sem o meu consentimento e autorização, quando fui solicitar o cancelamento, dizendo que eu tenho que pagar um contrato até março de 2026. E depois que solicitei o cancelamento, mandaram-me um email falando sobre uma suposta fidelização (indevida), utilizando os termos "contrato" que tenho que manter ativo até a suposta data mencionada acima, entretanto, não falam de datas no email. Em nenhum momento fui contactado para renovar o devido contrato e já tenho a 3 anos aproximadamente.
Não renovação do plano
Eu, José Ricardo Silva Ferreira, com o número de contribuinte 251912990, venho, por meio desta, apresentar uma reclamação referente ao cancelamento do meu contrato de plano de saúde com a operadora Medicare, que possui o número de contrato 45100221699 O meu plano de saúde está com a renovação prevista para o dia 03 de janeiro de 2026. Em 15 de dezembro de 2025, entrei em contacto com a operadora através de e-mail, solicitando o cancelamento do contrato. No entanto, fui informado pela operadora que, como a solicitação de cancelamento foi feita fora do prazo de 30 dias de antecedência, seria necessário cumprir mais um período de 12 meses, ou seja, até janeiro de 2027, antes de poder proceder com o cancelamento. Considero que essa prática é abusiva e não condiz com os direitos que me assistem enquanto consumidor. A legislação portuguesa, nomeadamente o Código de Defesa do Consumidor, prevê a possibilidade de resolução de contratos em condições justas e claras, e não posso ser penalizado por não ter cumprido um prazo que não me foi claramente comunicado no momento da contratação do plano. Diante disso, solicito à DECO que me auxilie a resolver esta situação, garantindo que a minha solicitação de cancelamento seja efetivada de forma justa, ou que me oriente sobre os meus direitos nesta situação. Aguardo uma resposta urgente e agradeço desde já pela vossa colaboração. Atenciosamente, José Ricardo Silva Ferreira
Recibido pedido no solicitado
Estimados señores, he recibido un pedido contrareembolso que no he solicitado. Ha coincidido con otro que hice y vino antes, por eso lo recogimos y pagamos pensando que era el que si que pedimos. Dejo los codigos de la etiqueta: Parcel #7096773 Remitente: Preferat E-commerce Encomenda: 5097874 Tracking Number CUVVEO Referencia: BL475XL20251217034 Note: 6660960
Seguro saúde.
Em Janeiro do ano passado celebrei contrato com esta prestadora de seguros. À data, a minha esposa encontrava-se já há cerca de dois anos em tratamento com vista a engravidar, sendo este um tema que vínhamos a planear com grande antecedência e responsabilidade. Um dos critérios absolutamente determinantes para a mudança de seguradora foi o facto de, no seguro então proposto, não existir período de carência para parto, quando é prática comum no mercado existir uma carência de um ano. Nesse ponto específico, a seguradora cumpriu o que foi transmitido. Fui contactado pela seguradora no âmbito da transferência da apólice associada à empresa onde trabalho. Atenta a sensibilidade do tema e conhecendo práticas recorrentes noutros seguros de saúde — onde frequentemente se promete uma coisa e se entrega outra —, preparei uma lista exaustiva de questões, que coloquei de forma clara durante a conversa com a prestadora. Entre as informações mais relevantes, destaco os valores de comparticipação do seguro para parto por cesariana, tendo-me sido expressamente indicado que a cobertura corresponderia a 50% do valor do parto. Com base nessa informação, procedi à adesão do seguro para a minha esposa, com um prémio mensal de 38,26 euros. O meu seguro é integralmente suportado pela empresa. O tempo passou, e felizmente alcançámos o nosso objectivo. O nascimento do nosso bebé está previsto para 07/02/2026. Contudo, ao contactar hoje, 19/12/2025, pelas 10h50, a MGEN, com o intuito de dar início aos procedimentos e obter esclarecimentos, uma vez que temos consulta médica agendada para organização da cirurgia e demais formalidades, fui surpreendido com a informação de que o valor máximo comparticipado pelo seguro seria de apenas 1.500 euros, o que representa cerca de 38,66% do valor total do parto, e não os 50% que me foram indicados aquando da contratação. A minha indignação foi, naturalmente, inevitável. Neste momento, somos confrontados, de forma urgente e inesperada, com a necessidade de suportar um montante adicional de 2.380 euros. É difícil descrever o impacto que esta situação teve. Todo o nosso planeamento, o ânimo para as festas de fim de ano e a alegria associada à iminente chegada do nosso filho ficaram seriamente abalados. Espero sinceramente que a empresa demonstre o compromisso e a responsabilidade de honrar aquilo que foi acordado e transmitido no momento da adesão. Ainda que possa ter ocorrido alguma falha de informação por parte da seguradora, o que está em causa é um planeamento familiar de dois anos, um parto e uma cirurgia cesariana — algo que não consigo aceitar com leviandade. Esta situação causa-me profunda indignação, frustração e revolta. Solicito, assim, a vossa intervenção, sensibilidade e celeridade para que este assunto seja resolvido da melhor forma possível para ambas as partes. Até ao momento, não tínhamos qualquer razão de queixa e gostaria de continuar a confiar nesta seguradora. Contudo, um seguro de saúde — e especialmente nesta fase, em que teremos um bebé que dependerá fortemente deste apoio — tem de ser fiável, transparente e consistente. Não é aceitável existir informação contraditória ou insuficiente. Aguardo uma resposta urgente, tendo em conta a proximidade da data do parto e a necessidade de cumprimento atempado de todos os procedimentos e envio de documentação exigidos para viabilizar o mesmo. Com os melhores cumprimentos,
Produto errado
Fiz uma encomenda (#525496) de dois produtos. Enviaram-me um deles errado. Entrei em contacto inumeras vezes com a empresa, enviei fotografias do produto errado e, em nenhum dos casos, obtive resposta. Exijo que seja feita a troca do produto ou que seja reembolsada pelo produto que paguei e não recebi.
produto incorreto
Exmos: Comprei um computador Samsung (mini) e foi-me entregue uma caixa de ferramentas.
Falha grave na continuidade de cuidados médicos e atendimento
Venho por este meio apresentar uma reclamação formal relativa à prestação de serviços da Dra. Ana Peixinho e ao atendimento administrativo da unidade hospitalar Lusíadas de Amadora, devido a uma sucessão de falhas que colocaram em risco a saúde da minha esposa. A minha esposa realizou a primeira consulta com a Dra. Ana Peixinho no dia 31 de outubro de 2025. Após três dias, apresentou uma reação alérgica a um antidepressivo prescrito. Ao contactarmos a médica, a instrução recebida foi a suspensão imediata do fármaco, sem a apresentação de qualquer alternativa terapêutica ou plano de desmame, o que nos causou estranheza dada a natureza da medicação. Devido ao reagendamento da consulta para fevereiro de 2026 (por indisponibilidade de agenda da médica), contactámos a Dra. Ana Peixinho por e-mail alertando para o fim do stock da medicação psiquiátrica. Fomos instruídos a solicitar o receituário através dos serviços do hospital, o que fizemos de imediato. Apesar da confirmação da colaboradora D. Carla Catita de que o pedido fora encaminhado, passaram-se 6 dias sem qualquer resposta. É inadmissível que uma paciente em tratamento psiquiátrico seja deixada sem medicação, correndo o risco de uma descontinuação abrupta com consequências clínicas graves. No contacto telefónico realizado ontem com o Hospital Lusíadas, a vossa equipa não soube esclarecer a ausência da médica nem apresentar uma solução viável. A sugestão apresentada foi de "adquirir os medicamentos sem receita para posterior regularização" é não só um desrespeito financeiro (dado o elevado custo dos fármacos sem comparticipação), mas também uma irregularidade procedimental que transfere para o utente o ónus de uma falha organizacional do hospital. É incompreensível que uma profissional com cargos de responsabilidade nesta instituição interrompa o acompanhamento de uma doente sem assegurar a continuidade dos cuidados ou delegar a gestão do receituário a um colega. O valor da consulta (110€) pressupõe um ato médico completo, que inclui o suporte necessário à estabilização da terapêutica. Face ao exposto, informo que: Exijo a emissão imediata das receitas necessárias para a continuidade do tratamento. Esta situação será reportada formalmente à Entidade Reguladora da Saúde (ERS), ao Portal da Queixa e à DECO, dada a falta de profissionalismo e transparência demonstrada. Aguardo uma resposta urgente e a resolução definitiva deste problema ainda hoje. (Passaram cinco dias desde que fiz reclamação e sem qualquer resposta deste unidade hospitalar)
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