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Jogos viciados
Tenho a aplicação há uns anos , costuma jogar tanto em apostas desportivas e casino,tenho ganho e tenho perdido,normal.jogo com responsabilidade e sei dos riscos do jogo mas também como jogador consigo identificar quando 1 slot aparentemente estar viciada pois é suposto terem que lucrar mas darem 1 percentagem em prêmios também,o que não tem acontecido e tenho em vários fóruns pessoas a queixarem se de mesmo,nas últimas semanas já investi mais de 1000€ na mesma slot que nem dá para entreter, simplesmente o dinheiro desaparece,como já investi mais de 1000€ nas últimas semanas e óbvio que não espero recuperar a totalidade mas como disse costumo jogar desses 1000€ já devia ter saído 1 prêmio nem que fosse de 100€ ou 200€ mas nada, já joguei muito e sei muito bem ver que á qualquer que não está bem e hoje online ter visto tantas queixas em relação ao mesmo é porque algo está mesmo mal,vou cancelar a aplicação e não jogo mas se se passa e parece que sil algo incorretos algo devia ser feito para resolver, não pode ser legal o que eles estão a fazer
Seguro contra todos os riscos
Bom dia, Venho apenas informar outros cidadãos que procurem informações sobre seguro contra todos os riscos da okteleseguros/via directa. Não recomendo de maneira nenhum este produto da okteleseguros. Se precisarem de um seguro barato contra terceiros, acho que e razoável. Contudo se procuram um seguro contra todos os riscos então e um péssimo serviço Aconteceu me o seguinte - tive um acidente do qual não tive qualquer responsabilidade - no dia do acidente o reboque e o condutor do reboque foram impecáveis. - O táxi enviado pela assistência em viagem via directa nunca chegou a VCI onde o meu carro estava imobilizado e depois rebocado. Eu fui para o hospital com o meu filho e por incrível que pareça foi a família da outra condutora, a dar boleia a minha esposa e filha de 2 anos e meio até uma estação de táxis. - apesar, de ter um seguro contra todos os riscos tive de ser eu a tratar de tudo e falar com advogado. A okteleseguros não deu qualquer suporte e disse que era melhor eu tratar como seguro contra terceiros, senão o prêmio do seguro seria agravado em anos futuros. - o meu carro está a aguardar reparação - não tive viatura de substituição - tive que pagar o auto da polícia porque as seguradoras não se entendiam - tive que pagar reboque para transferir a viatura para outra oficina onde era possível reparação. Inicialmente, a oficina recomendada pela okteleseguros considerou perda total. - a proteção jurídica da okteleseguros dava informações erradas e mandava me pagar tudo do meu bolso como por exemplo, as despesa hospitalares do hospital público para onde o meu filho foi levado pelos bombeiros. Recusei me a pagar e mais tarde a outra seguradora pagou. - a proteção jurídica desde início disse que não podia contratar um advogado da minha confiança. Mais tarde acabei por contratar e após serem notificados já disseram que tinha plafond de 1250 euros para advogado e 2000 para custas judiciais. Foi o meu primeiro acidente grave. Analisando em retrospectiva o que se passou e após pesquisa e aconselhamento com outras pessoas. Um Seguro contra todos os riscos, implica que a seguradora deve tratar de tudo. - reparar a viatura - fornecer viatura de substituição - pagar auto policia - pagar despesas hospitalares - fornecer apoio jurídico e pagar as despesas, para determinar quem teve responsabilidade - no final reclamar tudo junto da outra seguradora Cumprimentos,
Prescrição de dívida
Exmos. Senhores, Em resposta ao vosso email declaro que já não sou cliente da Meo à mais de 12 anos. Nunca em todos estes anos recebi comunicação escrita,telefónica ou sequer por e-mail.Assim, informo à Intrum Portugal que segundo o que está indicado pela Lei n.º 10/2013, de 28 de Janeiro, no seu artigo 10 alíneas 1 e 4, o direito ao reconhecimento do prazo do recebimento do preço do serviço prestado prescreve no prazo de seis meses contados após a sua prestação e que prazo para a propositura da ação ou da injunção pelo prestador de serviços é de seis meses contados após a prestação do serviço ou do pagamento inicial, consoante os casos.Face ao exposto, a divida invocada por V. Exas encontra-se claramente prescrita, pelo que eu exijo que o valor seja anulado na totalidade e o registo relativo à mesma seja eliminado de quaisquer bases de dados e que o meu nome seja retirado da vossa lista de devedores caso tal não suceda e esta situação não seja regularizada até à data acima referida, darei conta do sucedido à entidade reguladora, a ANACOM.Pretendo o cancelamento dos valores emitidos, bem como a retirada do meu nome e contribuinte da lista de devedores. SITUAÇÃO) Cumprimentos.
Cobrança Abusiva
Exmos Senhores Venho através desta informar que: Atualmente tenho uma empresa de TVDE e por motivos de não ter conseguido pagar as parcelas da segurança social tive aninha conta bancária bloqueada atrás de penhora judicial,fiz uma solicitação de parcelamento mais não consegui pagar porque como falei estou com a conta bloqueada e assim não tenho como continuar trabalhando pois tudo que ganho é automaticamente bloqueado visto que os meus ganhos são depositados diretamente pelas plataformas Uber e bolt semanalmente e assim por conta da penhora bloqueados,assim sendo questiono a validade dessa ação visto que não estão me dando a mínima possibilidade de trabalhar visto que preciso colocar combustível no veículo ,pagar motorista e manutenção porque estão penhorando 100,% dos meus rendimentos gostaria que me fossem apresentado uma solução para aninha situação porque atualmente estou parado e sem a mínima possibilidade de continuar trabalhando pela empresa
Medicare
Venho por este meio expressar o meu desagrado pelo contacto por parte desta empresa alegando uma dívida para com a Medicare que considero ilegal pois por não ter havido qualquer confirmação da minha parte por escrito da adesão e muito menos da renovação nem tão pouco recebi em casa os cartões da medicare, invoco o Decreto-Lei nº 24/2014, de 14 Fevereiro, Artigo 5º, nº 7 (que transpõe a Diretiva nº 2011/83/UE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 25 de outubro de 2011, relativo aos direitos dos consumidores), especialmente o art.5º/nº7 no qual é referido que “Quando o contrato for celebrado por telefone, o consumidor só fica vinculado depois de assinar a oferta ou enviar o seu consentimento escrito ao fornecedor de bens ou prestador de serviços “, confirmo sim que houve uma conversa telefonica com um colaborador da Medicare, chamada essa gravada e que em várias vezes referi que não queria celebrar nenhum contracto, apenas queria saber o valor dos planos de seguro de saúde da medicare, para isso foi-me solicitado o numero de contribuinte e email, dados esses que partilhei. não recebi nenhum email com contratos assinados, não recebi nenhum cartão em casa associado a qualquer contrato. se o contrato foi feito não foi com o meu consentimento. está-me a ser exigido o pagamento de 269,10€ pela empresa INDEBT referente ao seguro de saúde que nunca quis que fosse feito. aguardo resolução do meu caso.
Solicitei à Intrum a prova da dívida e o encerramento do processo
Recebi recentemente um contacto da empresa Intrum referente a uma suposta dívida relativa a um equipamento MEO não devolvido em 2013. Não me recordo da situação, mas passaram já mais de 10 anos, pelo que considero que esta dívida está prescrita nos termos do artigo 310.º do Código Civil. Solicitei à Intrum a prova da dívida e o encerramento do processo, mas continuam a contactar-me. Solicito à DECO a vossa ajuda para defender os meus direitos enquanto consumidor. Muito obrigado.
Seguro para ficar inseguro
Quando se contrata um seguro para a residencia se espera que seja algo que lhe ajude em momentos de necessidade, tive um pequeno problema em meu banheiro que resultou em um problema em meu vizinho, Já faz quase um mês que enviamos tudo o que foi pedido pela seguradora mas até agora não recebemos nenhuma resposta, tento ligar ou fico horas ouvindo musica ou a ligação cai. Já até fiz o serviço pois não queria o agravamento dos danos em meu vizinho.
Recusa acionamento
Programei uma viagem com destino a Bangkok, com várias escalas, entre o dia 01 de Junho e 25 de Junho. Por se tratar de uma viagem com várias escalas e com receio de eventuais contratempos decidi efetuar um seguro para a viagem, recomendado pelo Booking, com da empresa X-Cover. Verifique as alinhas das minhas condições de seguro e o mesmo incluía danos da habitação (não especificando o tipo de danos). Acontece que na semana da viagem, dia 28 de maio, detectei uma fuga de água, de grandes dimensões, numa das casas de banho da casa. Como tenho seguro contra danos na habitação, accionei o seguro, mantive a água fechada até novas indicações por parte da segurada. Em simultâneo entrei em contacto com a Booking, ao qual me responderam que teria de efetuar um pedido de cancelamento para a minha reserva e de seguida pedir o accionamento de seguro com a X-cover. Demorei dias a obter uma resposta ao um pedido de cancelamento da viagem junto da Booking, diariamente questionava sobre respostas e foi de facto uma comunicação difícil de estabelecer. Parece que as entidades complicam todo o processo para o cliente defrontar dificuldades e consequentemente, desistir dos seus direitos. Assim que obtive resposta da Booking, dia 04 de Junho, anexei o email e os documentos sobre a participação do sinistro da minha habitação ao processo de accionamento de seguro da viagem, afim de constatar todos os factos. Muito rapidamente, no dia 06 de Junho, o processo foi dado como recusado. Pedi esclarecimentos e responderam que teriam de ser danos profundos, como um incêndio ou inundação. Não há um contacto telefónico ou uma linha directa de apoio ao cliente na X-cover, cheguei à conclusão que a única forma de entrar em contacto era com o email de suporte e esperar a resposta da X-cover. Enviei um email a informar que discordava dos fundamentos apresentados pela X-cover e a clarificar a situação porque muito embora não se tenha verificado uma “inundação” no sentido mais abrangente da palavra, tal deveu-se exclusivamente à minha acção imediata e urgente em fechar o ramal principal da água. A rotura era de tal magnitude que, se não tivesse sido controlada de imediato, a minha habitação teria sofrido uma inundação severa, com danos materiais e estruturais significativos. A necessidade de fechar a água e gerir esta emergência em tempo real tornou a minha presença no local indispensável, o que me impossibilitou de viajar. Anexei todos os documentos de prova, relatórios de pesquisa, orçamentos, participação de seguro habitação e aguardo uma revisão ao meu processo desde dia 06 de Junho. É surreal não obter qualquer feedback da X-cover nem conseguir entrar em contacto com a empresa. Dia 12/07 voltei a verificar o estado do acionamento e estava como recusado, sem darem qualquer explicação ou enviarem um email em repostas às minhas comunicações.
Sinistro n° 0026420733
Exmos. Senhores No passado dia 17 de junho ia trabalhar para o hospital de Vila Real onde ia fazer o turno da da Tarde , ao me dirigir para o carro escorreguei nas escadas exteriores e parti o tornozelo, foi acionado o unem daí fui para o hospital de Vila Real onde fiz rx e a equipa de ortopedia me diz que tinha que ser operada e ser internada, como relatei que estava a sair de casa para o trabalho (hospital de Vila Real ) escrevem em diário clínico que é acidente de trabalho e que fico aos cuidados da seguradora , no dia seguinte liguei para os acidentes de trabalho do hospital de Vila Real para iniciar a participação do sinistro , sabendo já qual era a seguradora contactei a seguradora que me disse para ir para o hospital da Luz Vila Real , quando cheguei fui ao balcão dos sinistros e dei o número do sinistro e logo fui atendida fiz análises rx tac e depois fui encaminhada para o ortopedista que me disse que ia ficar internada e que só ia poder operada na segunda feira 23 junho até porque estavam a aguardar a confirmação da seguradora para avançar , fui operada dia 23 de junho e só tive alta no dia 25 de junho , tenho realizado curativos de enfermagem e consultas de ortopedia. No dia de ontem 10 de julho recebo uma mensagem da seguradora a dizer que ia cancelar os tratamentos todos porque foi recusado o sinistro na qual a sua justificação é a seguinte : Caro/a senhor/a, Recebemos a participação do acidente de trabalho que Ana Cristina Borges Nogueira teve a 17-06-2025 e concluímos que não nos podemos responsabilizar por esta situação. Este acidente não aconteceu na ida ou regresso ao local de trabalho Depois de analisarmos este acidente, verificamos que não se insere nas situações indicadas na alínea a) n° 1 e no n°. 2 do artigo 9.° da Lei 98/09 de 4 de setembro uma vez que, O acidente ocorreu ainda no interior da propriedade, concretamente antes de a Sinistrada transpor os limites da mesma, não tendo, por conseguinte, iniciado efetivamente o trajeto entre a residência e o local de trabalho . Por esta razão, não podemos pagar qualquer despesa ou indemnização relacionada com este acidente. Iremos contactá-lo em breve para pedir o reembolso das despesas que já pagámos. Já tive a ver acórdãos que dizem que mostram o contrário daquilo que eles estão a dizer. Gostaria de saber se eles estão certos ou não para poder fazer uma possível queixa ou recorrer . Encontro me de baixa até à data de ontem pelo seguro mas a partir de hoje já estou pela segurança social e gostaria de saber quem é que me vai pagar o vencimento até ao dia de ontem se é o hospital de Vila Real onde trabalho ou se é o seguro
Utilização do espaço público
Exmos Senhores, Pretendo dar conhecimento da minha reclamação junto da Câmara Municipal de Almada e questionar se devo tomar outras medidas pela utilização do espaço público na situação que descrevo de seguida: na pequena rotunda na zona do Centro Sul em Almada, junto à paragem terminal do autocarro 753, estão instaladas duas placas indicativas: uma com a inscrição "CONTINENTE bom dia" e outra com a inscrição "Centro de Saúde CUF". Questiono se se trata de publicidade disfarçada de placa de sentido de trânsito ou se é legítimo, se eu tiver uma mercearia ou um consultório médico, também poder fazer o mesmo e colocar uma placa minha igual, no espaço público.
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